Seu Dinheiro
15.3K subscribers
39 photos
2 videos
1 file
3.63K links
Canal do Seu Dinheiro, com comentários dos nossos repórteres sobre as principais notícias que mexem com o seu bolso
Download Telegram
🔴 FECHAMENTO DOS MERCADOS 🔴

Sinal vermelho para os mercados: a repentina demissão de Jean Paul Prates da presidência da Petrobras (PETR4) pegou os investidores de surpresa e as atenções se voltaram para os desdobramentos da mudança no comando da companhia.

Dado o peso de Petrobras no principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa terminou o pregão com queda de 0,38%, aos 128,127 pontos. O dólar acabou subindo 0,12% e fechou o dia a R$ 5,1367.

A saída de Prates, anunciada ontem (14) a noite, trouxe novas incertezas sobre o futuro da petroleira, principalmente, sobre os investimentos da companhia, um dia após a reação do mercado ao balanço do primeiro trimestre.

Ofuscada pela repercussão de Petrobras, a prévia do PIB foi divulgada mais cedo. O IBC-Br recuou 0,34% em março na comparação com fevereiro, queda maior que os 0,20% esperados.

Lá fora, os investidores reagiram à desaceleração da inflação nos Estados Unidos. Mesmo o CPI não sendo o indicador de inflação preferido do Federal Reserve, a desaceleração elevou as expectativas de corte dos juros norte-americanos até setembro. Com isso, Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 renovaram a máxima histórica de fechamento.

👉 Confira o que movimentou os mercados nesta quarta-feira (15): https://tinyurl.com/bolsa-150524-tl
💸 ESQUENTA DOS MERCADOS 💸

Bom dia!

Os mercados internacionais de ações vivem um clima festivo. Bastou um dado de inflação ao consumidor norte-americano pouco abaixo do esperado para Wall Street estabelecer novos recordes históricos de fechamento na quarta-feira.

Algumas bolsas europeias também estão nessa de atingir novas máximas históricas. Aproveitando o som alto e os fogos de artifício, os mercados asiáticos também entraram na folia.

Quem tem ficado de fora dessa festa é o Ibovespa. Ele fica ali na porta, olhando de soslaio, faz que vai entrar, mas no fim acontece alguma coisa e prefere olhar de longe.

Na semana passada foi por causa da bola dividida no Copom. Quando a ata da reunião pareceu esclarecer a situação, quem tirou o Ibovespa da festa dos ativos de risco foi a Petrobras.

Não fosse o tombo das ações da petroleira ontem, muito provavelmente a bolsa teria evitado a queda de 0,38% em seu principal índice.

Agora os investidores monitoram os ritos formais para a substituição de Jean Paul Prates por Magda Chambriard à frente da Petrobras.

O ajuste da véspera fez a estatal perder uma Hapvida em valor de mercado. A dúvida agora é se a correção foi exagerada ou insuficiente.

Nas bolsas internacionais, a continuidade da festa depende hoje dos dados da produção industrial dos Estados Unidos e de comentários públicos de dirigentes do Fed, o banco central norte-americano.

Ontem, os dados de inflação reforçaram apostas de que o Fed começará a cortar os juros em setembro.

A autoridade monetária dos EUA diz que precisa de amostras seguidas de que a inflação está arrefecendo antes de começar o alívio nos juros.

Com isso em mente, os investidores internacionais só vão baixar o som em caso de repique da inflação.

Para saber se o Ibovespa vai entrar na festa, acompanhe a cobertura de mercados do Seu Dinheiro.
👉 https://tinyurl.com/bolsa-160524-tl

🇺🇸:
Dow Jones futuro: +0,06%
S&P 500 futuro: +0,05%
Nasdaq futuro: +0,16%

🇪🇺:
Euro Stoxx 50: -0,28%

Fechamento:
🇨🇳: +0,08% (fechado)
🇯🇵: +1,41% (fechado)

🛢 Petróleo Brent: US$ 82,69 (-0,07%)

🔗 Minério de ferro (Dalian, China): US$ 122,04 (+2,56%)
🟢 FECHAMENTO DOS MERCADOS 🟢

Após um dia de tensão por conta das mudanças na Petrobras (PETR4), o Ibovespa conseguiu conter as perdas embalado pelas máximas em Wall Street.

O principal índice da bolsa brasileira terminou a sessão com alta de 0,20%, aos 128.283 pontos. O dólar fechou a R$ 5,13, com baixa de 0,13% no mercado à vista.

Sem indicadores relevantes, Petrobras continuou nos holofotes dos investidores com expectativas sobre a nova gestão após a saída de Jean Paul Prates da presidência da companhia. Não à toa, foi a ação mais negociada do Ibovespa pelo segundo dia consecutivo.

O setor de frigoríficos liderou os ganhos do índice ainda no rescaldo dos resultados do primeiro trimestre. Na ponta negativa, CVC (CVCB3) recuou com renúncia do presidente e mais dois membros do conselho de administração.

Além disso, permanece no radar a ajuda do governo ao Rio Grande do Sul, após as recentes enchentes no estado brasileiro.

Lá fora, a expectativa de afrouxamento monetário embalou os ganhos em Nova York. Durante o pregão, o Dow Jones superou os 40 mil pontos pela primeira vez na história. Mas Wall Street perdeu o fôlego na reta final do dia com declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed)

👉 Confira o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (16): https://tinyurl.com/bolsa-160524-tl
💸 ESQUENTA DOS MERCADOS 💸

Bom dia!

A semana desponta para o fim. Dentro de algumas horas poderemos descansar. Por isso é importante manter o foco. Assim o dia passa mais rápido, dizem vozes na minha cabeça.

Mesmo com o terremoto das ações da Petrobras nos últimos dois pregões, o Ibovespa iniciará a sexta-feira com alta acumulada de pouco mais de 0,5% no período. Portanto, todo cuidado é pouco. Um leve escorregão e até isso cai por terra.

Em outros momentos, um tombo de 10% nas ações da Petrobras em apenas duas sessões teria o potencial de levar o Ibovespa de arrasto.

Se isso não aconteceu, boa parte vai na conta da diminuição dos ruídos no Banco Central e do bom momento das bolsas de valores das economias desenvolvidas.

Ontem mesmo, o índice Dow Jones rompeu a marca dos 40 mil pontos pela primeira vez na história. Não segurou, mas os índices futuros de Wall Street mostram que o mercado de ações mantém o flerte com novas máximas históricas em uma sexta-feira de agenda esvaziada.

A situação é parecida na Europa, onde o início dos cortes de juros é esperado para o mês que vem.

Mesmo na China, cada vez mais vista com desconfiança pelo Ocidente, a produção industrial cresceu mais do que se esperava em abril e novas medidas para sustentar o combalido mercado imobiliário local vieram à tona.

Para as próximas horas, restam o noticiário corporativo e comentários públicos de dirigentes do banco central norte-americano.

Para manter o foco antes de sextar, acompanhe a cobertura de mercados do Seu Dinheiro.
👉 https://tinyurl.com/bolsa-170524-tl

🇺🇸:
Dow Jones futuro: -0,03%
S&P 500 futuro: -0,01%
Nasdaq futuro: +0,04%

🇪🇺:
Euro Stoxx 50: -0,30%

Fechamento:
🇨🇳: +1,01% (fechado)
🇯🇵: -0,40% (fechado)

🛢 Petróleo Brent: US$ 83,17 (-0,12% )

🔗 Minério de ferro (Dalian, China): US$ 123,36 (+2,18%)
🔴 FECHAMENTO DOS MERCADOS 🟢

Como uma montanha-russa, o Ibovespa iniciou a semana em alta com a ata do Copom que aliviou, momentaneamente, o temor dos investidores. Mas Petrobras (PETR4) roubou a cena com a demissão repentina de Jean Paul Prates da presidência da estatal.

Com isso, o Ibovespa termina a última sessão da semana em baixa de 0,10%, aos 128.150 pontos. Na semana, o índice conseguiu driblar as perdas com o apoio de Nova York e acumulou alta de 0,44%.

O dólar à vista seguiu perdendo força e fechou o dia a R$ 5,10, com baixa de 0,55%. Na semana, a moeda norte-americana recuou 1,09%.

Por aqui, o encerramento da semana manteve o cenário corporativo em foco. Hoje, o destaque do dia foi o acordo de fusão de negócios entre a Enauta (ENAT3) e a 3R Petroleum (RRRP3).

Lá fora, as expectativas de afrouxamento monetário nos Estados Unidos perderam força com declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed), embora, as apostas de corte dos juros até setembro seguissem majoritárias na esteira da desaceleração da inflação no país.

👉 Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (17): https://tinyurl.com/bolsa-170524-tl
💸 ESQUENTA DOS MERCADOS 💸

Bom dia!

Leitoras e leitores do Seu Dinheiro,

São Paulo é a cidade na qual a B3 está localizada. O clima paulistano, caso você não esteja familiarizado, não é dos mais amigáveis.

O céu é cinza na maior parte do tempo. Quando chove, a garoa é persistente, e os prédios altos e sisudos são pouco convidativos. Esses elementos garantem tal reputação. Não dá para dizer o contrário: quem está acostumado, até gosta.

E esta manhã relativamente mais fria na cidade combina com os próximos dias, que tem previsão de amenizar o calor que abateu os “paulistanianos” — desacostumados com o concreto quente — recentemente.

Não estou falando apenas do clima, mas da semana que se inicia nesta segunda-feira.

Veja, a semana que passou foi um verdadeiro sufoco atrás do outro. O principal evento foi a saída turbulenta do presidente da Petrobras (PETR4), Jean Paul Prates, fazendo a estatal brasileira perder cerca de R$ 34 bilhões em valor de mercado em um único dia.

Depois de sucessivos dias de perdas, o Ibovespa até encerrou a semana com leves ganhos.

Quem impediu uma queda foi o exterior: o Dow Jones renovou as máximas históricas após a inflação dos Estados Unidos.

E, depois dessa intensa semana, vem a calmaria. A temporada de balanços perde força, e a agenda de indicadores é relativamente mais esvaziada.

Para ser justo com os próximos dias, deve chamar a atenção o balanço da Nvidia, com a queridinha da tecnologia publicando seus resultados na próxima quarta-feira.

Também permanece no radar os desdobramentos da crise da Petrobras. O governo tenta emplacar o nome de Magda Chambriard para a chefia da estatal o quanto antes, porém os trâmites para isso podem demorar.

Nessa semana que o sol tenta aparecer entre as nuvens, o corpo de reportagem do Seu Dinheiro permanece atento a quaisquer mudanças de temperatura. Por isso, acompanhe a nossa cobertura de mercados Ao Vivo com as principais notícias do dia — seja ele ensolarado ou não.
👉 https://tinyurl.com/bolsa-200524-tl

🇺🇸:
Dow Jones futuro: +0,03%
S&P 500 futuro: +0,15%
Nasdaq futuro: +0,21%

🇪🇺:
Euro Stoxx 50: +0,19%

Fechamento:
🇨🇳: +0,54% (fechado)
🇯🇵: +0,83% (fechado)

🛢 Petróleo Brent: US$ 83,80 (-0,21%)

🔗 Minério de ferro (Dalian, China): US$ 123,68 (+1,07%)
🔴 FECHAMENTO DOS MERCADOS 🔴

O principal índice da bolsa brasileira entrou na penúltima semana de maio de olho no retrovisor. Isso porque os desdobramentos da saída de Jean Paul Prates da presidência da Petrobras (PETR4) seguiram sendo o foco dos investidores locais.

O Ibovespa terminou o dia com baixa de 0,31%, aos 127.750 pontos. Já o dólar à vista fechou a R$ 5,10, com alta de 0,05%.


Magda Chambriard como nova CEO da estatal deve ser oficializado até a próxima sexta-feira (24), assim como a indicação de nomes para cargos na petroleira. De olho no que virá, as ações da Petrobras driblaram a queda do petróleo no mercado internacional.

Vale (VALE3), por sua vez, não acompanhou os ganhos do minério de ferro e puxou o Ibovespa para o tom negativo.

Mas o destaque do dia foi IRB Re (IRBR3). Os papéis da resseguradora recuaram com preocupações sobre as chuvas intensas que atingem agora Santa Catarina, em meio ao cálculo dos impactos da crise no Rio Grande do Sul.

Lá fora, novas declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed) movimentaram o pregão, com a ausência de indicadores econômicos. Os investidores aguardam balanço trimestral da Nvidia e a ata da última reunião do Fed, que serão divulgados na próxima quarta-feira (22).

👉 Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (20): https://tinyurl.com/bolsa-200524-tl
💸 ESQUENTA DOS MERCADOS 💸

Bom dia!

A semana começou mal para o Ibovespa. As ações da Petrobras até pararam de cair. Parecem ter encontrado um piso depois do tombo provocado pela troca de comando na companhia.

No geral, entretanto, os inibidores de apetite de risco seguem ativos na bolsa brasileira — mesmo com Wall Street mantendo o flerte com novas máximas históricas.

Com isso, o Ibovespa cedeu 0,31% na segunda-feira e o cenário para hoje não é dos mais promissores, pelo menos agora pela manhã.

A agenda do dia é fraca, os índices futuros de Nova York oscilam sem direção clara e as bolsas europeias caem com indicadores locais.

Ainda assim, os investidores estarão atentos às falas de cinco dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) com agenda pública hoje.

Afinal, um dos inibidores de apetite de risco em ação na bolsa brasileira é o elevado nível dos juros nos Estados Unidos.

Além de drenar a liquidez de mercados emergentes, o prolongamento dos juros altos nos EUA leva os investidores a calcularem que o Banco Central do Brasil terá menos espaço para cortar a taxa Selic nos próximos meses, e isso afasta muita gente do mercado de ações.

Enquanto isso, o comitê de pessoas da Petrobras, analisa hoje a indicação de Magda Chambriard para a presidência da estatal.

Para ficar por dentro de como os inibidores de apetite de risco afetam seus investimentos, acompanhe a cobertura de mercados do Seu Dinheiro.
👉 https://tinyurl.com/bolsa-210524-tl

🇺🇸:
Dow Jones futuro: +0,02%
S&P 500 futuro: +0,02%
Nasdaq futuro: -0,07%

🇪🇺:
Euro Stoxx 50: -0,71%

Fechamento:
🇨🇳: -0,42% (fechado)
🇯🇵: -0,35% (fechado)

🛢 Petróleo Brent: US$ 82,53 (-1,41%)

🔗 Minério de ferro (Dalian, China): US$ 126,74 (+1,68%)
🔴 FECHAMENTO DOS MERCADOS 🔴

Em um dia marcado pela volatilidade na bolsa local e o avanço mais contido em Nova York, faltou combustível para a tentativa do Ibovespa de recuperar as perdas da sessão anterior.

O principal índice da bolsa brasileira fechou em baixa de 0,27%, aos 127.411 pontos. Já o dólar à vista ficou a R$ 5,11, com alta de 0,24%.

Por aqui, o cenário corporativo concentrou as atenções do dia. Na ponta positiva, Yduqs (YDUQ3) chegou a avançar mais de 11% na B3 com a divulgação das projeções da companhia para os próximos cinco anos.

Na outra ponta, Suzano (SUZB3) caiu com rumores de uma nova proposta bilionário pela International Paper (IP).

Além disso, a aprovação de Magda Chambriard à presidência da Petrobras (PETR4) está prevista para próxima sexta-feira (24), quando o conselho de administração se reúne .

Nos Estados Unidos, novos discursos de dirigentes do Federal Reserve continuaram no radar na véspera da divulgação da ata da última reunião do Fed, que manteve os juros inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano. Também é esperado o balanço do primeiro trimestre de Nvidia.

👉 Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (21): https://tinyurl.com/bolsa-210524-tl
💸 ESQUENTA DOS MERCADOS 💸

Bom dia!

Assumir um compromisso exige disciplina. Pode ser um relacionamento, um trabalho, um tratamento de saúde ou uma simples carona programada. Dependendo do compromisso, porém, as obrigações e as expectativas raramente são simétricas. Diante disso, qualquer escorregão torna o atrito inevitável.

Já faz alguns meses que os participantes do mercado financeiro não conseguem trocar mais do que algumas palavras sem falar em taxas de juro. É Selic pra cá, expectativa com Fed pra lá, curva abrindo acolá e por aí vai.

Os juros de fato subiram em todo o mundo nos últimos anos. Foi a forma que os banqueiros centrais encontraram de impedir que a inflação disparasse em meio à pandemia, especialmente nas economias desenvolvidas. Até o Japão abandonou os juros negativos.

Entre o fim de 2023 e o início de 2024, começaram a surgir sinais de que não seria necessário subir os juros ainda mais. Mas começar a cair é outra história.

Os participantes do mercado vinham esperando do Fed um compromisso de que os juros cairiam logo. Acreditaram que o Fed começaria a baixar os juros em março, depois maio, então junho… E nada.

O banco central norte-americano não se comprometeu com o mercado. Optou por manter o compromisso de domar de uma vez por todas o dragão da inflação.

Por aqui, os juros altos por lá somados a turbulências internas também abalaram compromissos. Obrigaram o Copom a abandonar a sinalização clara de novos cortes de juros — carinhosamente chamada de forward guidance.

Mas a esperança nunca morre.

O Fed divulga hoje a ata de sua mais recente reunião de política monetária.

Os participantes do mercado aguardam ansiosamente que o Fed sinalize que vai começar a cortar os juros em setembro. Um compromisso desse tamanho parece improvável no momento, mas vai quê…

Enquanto os investidores locais esperam a ata e mantêm um olho no fiscal, o mercado se prepara também para o balanço da Nvidia.

Para ficar por dentro de como esses compromissos afetam seus investimentos, acompanhe a cobertura de mercados do Seu Dinheiro.
👉 https://tinyurl.com/bolsa-220524-tl

🇺🇸:
Dow Jones futuro: -0,11%
S&P 500 futuro: -0,17%
Nasdaq futuro: -0,20%

🇪🇺:
Euro Stoxx 50: -0,35%

Fechamento:
🇨🇳: +0,02% (fechado)
🇯🇵: -0,86% (fechado)

🛢 Petróleo Brent: US$ 82,50 (-0,46%)

🔗 Minério de ferro (Dalian, China): US$ 129,84 (+2,73%)
🔴 FECHAMENTO DOS MERCADOS 🔴

Os olhos dos investidores ficaram concentrados no exterior com a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed). Por aqui, o Ibovespa acompanhou a deterioração das bolsas de Nova York, além da repercussão do noticiário corporativo local — que segue agitado com o fim da temporada de balanços.

O índice terminou o pregão com baixa de 1,38%, aos 125.650 pontos. O dólar subiu 0,77%, e fechou o dia a R$ 5,15 no mercado à vista.

A ata do Fed reduziu as apostas de cortes nos juros dos Estados Unidos em setembro. Os dirigentes do BC norte-americano afirmaram que o processo de desinflação segue em ritmo mais lento que o esperado e deram sinais de que as taxas devem permanecer restritivas por mais tempo.

O colegiado também não descartou a possibilidade de novas altas, ainda que esse não seja o cenário-base do Fed.

Por aqui, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participou de audiência pública da Câmara dos Deputados. Entre os destaques, o chefe da pasta econômica afirmou que a meta de inflação é "exigentíssima para as condições do Brasil" e aumentou, mais um vez, a cautela do mercado sobre o cenário fiscal.

No ambiente corporativo, Minerva (BEEF3) figurou entre as maiores perdas do Ibovespa após o órgão regulador do Uruguai barrar a aquisição de plantas de abate da Marfrig (MRFG3) no país.

Rede D'Or (RDOR3) também foi destaque após o fundo de private equity Carlyle zerar a participação na empresa em uma operação de venda de ações em bloco, conhecida como 'block trend', que movimentou cerca de R$ 2,2 bilhões.

Lá fora, o balanço da Nvidia, a gigante de tecnologia que dominou o mercado de Inteligência Artificial, esteve no radar. Os resultados da companhia devem ser divulgados ainda hoje após o fechamento dos mercados.

👉 Confira o que movimentou os mercados nesta quarta-feira (22): https://tinyurl.com/bolsa-220524-tl
💸 ESQUENTA DOS MERCADOS 💸

Bom dia!
Os ativos de risco vêm de um dia ruim nos mercados financeiros. Na quarta-feira, a ata da última reunião do Fed caiu como um balde de água fria sobre a cabeça dos investidores.

Os diretores do banco central norte-americano deram a entender que os juros não vão começar a cair tão cedo nos Estados Unidos. Aí quem caiu foi Wall Street.

Por aqui, a queda do Ibovespa foi acentuada por uma série de comentários do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Ele cobra mais cortes de juros pelo Banco Central e vê algum exagero na preocupação dos participantes do mercado com a inflação.

Diante disso, hoje o dia tinha tudo para começar no mesmo tom negativo, mas não é o que se vê por aí. Os índices futuros de Nova York arriscam uma alta e as bolsas europeias avançam.

Nos Estados Unidos, os investidores repercutem o resultado trimestral da Nvidia. A gigante da inteligência artificial reportou um salto de 628% no lucro e crescimento de 262% nas receitas. O resultado impulsiona as ações da companhia no pré-mercado em Wall Street.

Na Europa, as bolsas ensaiam uma alta com resultados melhores do que o esperado da batelada de índices de atividade econômica divulgados durante a madrugada.

Enquanto isso, a indicação de Magda Chambriard à presidência da Petrobras avançou mais um passo na noite de ontem.

Ela foi aprovada pelo Comitê de Pessoas da companhia. Agora falta apenas a aprovação pelo conselho de administração, que tem reunião agendada para amanhã.

O dia ainda reserva o PMI composto dos EUA, a fala de um dirigente do Fed e a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Para ficar por dentro de como tudo isso influencia seus investimentos hoje, acompanhe a cobertura de mercados do Seu Dinheiro.
👉 https://tinyurl.com/bolsa-230524-tl

🇺🇸:
Dow Jones futuro: +0,10%
S&P 500 futuro: +0,53%
Nasdaq futuro: +0,85%

🇪🇺:
Euro Stoxx 50: +0,45%

Fechamento:
🇨🇳: -1,33% (fechado)
🇯🇵: +1,28% (fechado)

🛢 Petróleo Brent: US$ 82,56 (+0,81%)

🔗 Minério de ferro (Dalian, China): US$ 125,12 (-1,09%)
🔴 FECHAMENTO DOS MERCADOS 🔴

O Ibovespa até tentou romper o ciclo de quedas, mas a aversão ao risco dominou os investidores após dados econômicos mais fortes que o esperado nos Estados Unidos.

Pela quinta vez consecutiva, o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 0,74%, aos 124.729 pontos. O dólar fechou próximo da estabilidade a R$ 5,15 no mercado à vista.

O apetite ao risco foi drenado pela divulgação de dados preliminares de atividade econômica (PMI, na sigla em inglês) da indústria e de serviços norte-americanos, que vieram acima das expectativas para abril. Os números foram publicados um dia após a ata da última reunião do Federal Reserve afirmar que os juros devem permanecer elevados por mais tempo.

Por aqui, os investidores continuaram sensíveis a quaisquer novidades sobre a transição de chefia da Petrobras (PETR4) e a expectativa pelo pagamento da outra metade dos dividendos extraordinários. Magda Chambriard deve assumir a presidência da estatal amanhã (24).

Nos EUA, Nasdaq renovou a máxima histórica intradiária com a reação ao balanço da Nvidia, um dos maiores nomes do ramo de Inteligência Artificial.

👉 Confira o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (23):
https://tinyurl.com/bolsa-230524-tl
💸 ESQUENTA DOS MERCADOS 💸

Bom dia!

Um dos aspectos mais fascinantes da linguagem e dos idiomas é a multiplicidade de significados que um termo pode alcançar.

Adágio é uma dessas palavras. Pode ser um provérbio. Pode ser um movimento musical. Talvez um dia ganhe novos significados.

Hoje, por exemplo, o adágio cai como uma luva para falar da situação nos mercados financeiros locais e internacionais.

Wall Street vive hoje a última sessão antes do Memorial Day nos Estados Unidos. O feriado costuma marcar o início de um período peculiar no mercado de ações norte-americano. E ele é marcado por um adágio — no sentido proverbial.

Sell in May and go away.” Nunca tradução livre, venda em maio e vá embora, caia fora, vá ser feliz.

Isso porque, historicamente, os investidores embolsam os lucros dos primeiros meses do ano e vão curtir as férias de verão no Hemisfério Norte.

Enquanto eles não voltam (lá para os idos de setembro), a volatilidade costuma predominar. Claro que nem sempre é assim, mas o fato de Wall Street ter visitado recentemente novos picos históricos seria uma boa desculpa.

Já pelas bandas do Hemisfério Sul, o adágio é outro, mais musical. Nas partituras, o adagio indica um andamento lento. No caso da bolsa brasileira, porém, não precisaria ser tão devagar.

O Ibovespa vem de cinco quedas seguidas. Verdade que não é de hoje. O índice patina desde o início de 2024.

Por hoje, a dúvida é se o Ibovespa trocará o adagio pelo allegreto observado em Wall Street nesta véspera de feriado prolongado ou se continuará devagar quase parando, atrapalhado pelas interferências sonoras dos juros altos e dos ruídos fiscais.

Para acompanhar os adágios dos mercados nesta sexta-feira, acompanhe a cobertura de mercados do Seu Dinheiro.
👉 https://tinyurl.com/bolsa-240524-tl

🇺🇸:
Dow Jones futuro: +0,11%
S&P 500 futuro: +0,29%
Nasdaq futuro: +0,29%

🇪🇺:
Euro Stoxx 50: -0,41%

Fechamento:
🇨🇳: -0,88% (fechado)
🇯🇵: -1,27% (fechado)

🛢 Petróleo Brent: US$ 81,06 (-0,37%)

🔗 Minério de ferro (Dalian, China): US$ 125,38 (-0,44%)
🔴 FECHAMENTO DOS MERCADOS 🔴

A semana que parecia não ter fim acabou, mas sem alívio nos mercados: o Ibovespa completou seis pregões consecutivos de queda.

O principal índice terminou o dia com baixa de 0,34%, aos 124.305 pontos. Na semana, o recuo acumulado foi de 3%.

Já o dólar à vista avançou 0,27% ante o real e fechou a R$ 5,16. Na semana, a moeda norte-americana subiu 1,29%,

O fim da semana da bolsa também trouxe uma conclusão para algo que mexeu com as cotações de uma das principais ações da B3 nos últimos dias: o ponto final no processo de transição do comando da Petrobras (PETR4), com a aprovação de Magda Chambriard como CEO e conselheira da estatal.

Os investidores repercutiram ainda as declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Entre os destaques, ele afirmou que as expectativas de inflação têm subido bastante e que a percepção do mercado sobre a economia piorou com mudanças na meta fiscal pelo governo federal.

Além disso, a bolsa brasileira sofreu com menor liquidez no mercado local com o ajuste de posições antes do feriado nos Estados Unidos na segunda-feira (27).

A queda foi limitada, porém, pelo desempenho de Nova York, onde as bolsas reduziram as perdas da semana e a aversão ao risco com a perspectiva de juros elevados por mais tempos nos EUA ficou em segundo plano na véspera do feriado local.

👉 Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (24): https://tinyurl.com/bolsa-240524-tl
💸 ESQUENTA DOS MERCADOS 💸

Bom dia!

Leitoras e leitores do Seu Dinheiro,

Falar do clima na cidade de São Paulo é mais clichê do que choro de mocinha em filme de Hollywood. Mas hoje, vamos começar o dia de um jeito diferente: olhando para o céu e nos lembrando de que estamos cada dia mais próximos das festas juninas.

As populares quermesses começam a pipocar aqui e ali na cidade. Um vinho quente, um quentão ou um bom milho na manteiga dividem espaço com as tradicionais brincadeiras de pesca e atirar a argola na garrafa. Quem não gosta está louco!

Em ritmo mais animado, os investidores internacionais começam a semana mais festivos, com as bolsas mundo afora em alta na manhã desta segunda-feira.

Quem está de fora, curtindo um feriado, são os índices do Reino Unido e Estados Unidos. (Uma pena para eles. Acabo de ganhar um jogo de dominó de plástico por acertar um dardo no balão.)

Já aqui no Brasil, as chances da bolsa brasileira buscar um ajuste após cair 3% na semana passada são bastante altas. Isso porque, além do feriado de hoje nos EUA, os investidores brasileiros fazem uma pausa na quinta-feira, para o Corpus Christi.

A baixa liquidez da semana abre espaço para fortes emoções. Quem sabe, no fim desta semana, eles não terminam também com uma prenda nas mãos?

Quem pode atrapalhar essa busca por uma valorização do Ibovespa são os indicadores da semana. A saber: a prévia da inflação oficial no Brasil, medida pelo IPCA-15, e o índice de preços e gastos com consumo, conhecido como PCE, nos Estados Unidos.

Ambos os indicadores devem dar alguma sinalização sobre o futuro dos juros nos respectivos países.

Enquanto lá fora os investidores debatem quando os juros começarão a cair, aqui as expectativas envolvendo o aumento dos preços após a tragédia que aconteceu no Rio Grande do Sul e os esforços do governo para estancar a crise colocam em xeque mais cortes da Selic.

Por sorte, o corpo de redação do Seu Dinheiro está preparado para apagar o fogo da fogueira a qualquer instante.

Por isso, não deixe de conferir o Ao Vivo do Seu Dinheiro com as principais notícias do dia que mexem com seus investimentos.
👉 https://tinyurl.com/bolsa-270524-tl

🇺🇸:
Dow Jones futuro: -0,05%
S&P 500 futuro: -0,01%
Nasdaq futuro: +0,02%

🇪🇺:
Euro Stoxx 50: +0,08%

Fechamento:
🇨🇳: +1,14% (fechado)
🇯🇵: +0,74% (fechado)

🛢 Petróleo Brent: US$ 82,42 (+0,72%)

🔗 Minério de ferro (Dalian, China): US$ 124,14 (+1,10%)
🟢 FECHAMENTO DOS MERCADOS 🟢

A semana mais curta se iniciou com a liquidez reduzida nos mercados. As bolsas de Londres e dos Estados Unidos não operaram por feriados locais. A bolsa brasileira seguiu então a tendência das commodities e conseguiu romper o ciclo de quedas.

Após seis baixas consecutivas, o Ibovespa terminou o dia com alta de 0,15%, aos 124.495 pontos. Já o dólar à vista fechou a R$5,17, com leve avanço de 0,08%.

Com a falta de gatilhos para hoje, os investidores testaram certa recuperação antes da divulgação de novos dados sobre inflação e emprego no Brasil e nos EUA nos próximos dias.

Por aqui, o mercado local repercutiu declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Ele garantiu que, apesar dos questionamentos sobre a credibilidade do BC recentemente, as decisões do Copom têm critérios técnicos.

Após o fechamento do pregão, os investidores aguardam a entrevista coletiva da nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, que assumiu o comando da estatal na última sexta-feira (24).

👉 Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (27): https://tinyurl.com/bolsa-270524-tl
💸 ESQUENTA DOS MERCADOS 💸

Bom dia!

Antes do feriado prolongado nos Estados Unidos, o Ibovespa amargou seis pregões seguidos no vermelho. Ontem, com os mercados norte-americanos de ações fechados, a bolsa brasileira voltou a fechar no azul.

Tudo bem, foi um avanço de apenas 0,15% no dia de liquidez mais baixa em quase cinco anos. Mas bolsa em alta é como juro em queda e gol do seu time de coração: não existe hora errada para acontecer. A questão é sustentar.

Wall Street volta do feriado nesta terça-feira e sinaliza uma continuidade da alta observada em sessões recentes. Diante da agenda fraca por lá, a atenção dos investidores concentra-se em sinalizações sobre os juros nos Estados Unidos.

Por aqui, entretanto, os investidores já se preparam para o feriado de quinta-feira, o que deve continuar restringindo a liquidez em um momento no qual temores fiscais seguem em pauta.

Ainda assim, os investidores devem repercutir hoje a primeira entrevista coletiva concedida por Magda Chambriard na condição de presidente da Petrobras. Em Nova York, os ADRs da petroleira amanheceram em alta.

Além disso, comentários feitos ontem pelo diretor de política monetária do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, têm o potencial de proporcionar algum alívio antes do feriado.

Cotado para suceder Roberto Campos Neto na presidência do BC, Galípolo mostrou-se enfático no compromisso da autoridade monetária com a meta de inflação.

Por falar em inflação, os investidores aguardam o IPCA-15 de maio.

De acordo com o Broadcast, a expectativa dos analistas é de que a prévia da inflação oficial acelere de 0,21% em abril para 0,47% agora. No acumulado em 12 meses, porém, eles esperam uma leve desaceleração (de 3,77% para 3,73%).

Para ficar por dentro de como isso afeta seus investimentos, acompanhe a cobertura de mercados do Seu Dinheiro.
👉 https://tinyurl.com/bolsa-280524-tl

🇺🇸:
Dow Jones futuro: -0,09%
S&P 500 futuro: +0,10%
Nasdaq futuro: +0,24%

🇪🇺:
Euro Stoxx 50: -0,18%

Fechamento:
🇨🇳: -0,46% (fechado)
🇯🇵: -0,10% (fechado)

🛢 Petróleo Brent: US$ 83,09 (+0,25%)

🔗 Minério de ferro (Dalian, China): US$ 113,57 (-2,11%)
🔴 FECHAMENTO DOS MERCADOS 🔴

Com as ações de Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) caminhando em direções opostas hoje, as duas gigantes disputaram um 'cabo de guerra' para ver quem definiria os rumos do Ibovespa hoje.

A disputa foi dura, mas ao final do pregão, prevaleceu o impulso negativo das ações da mineradora e o principal índice da bolsa brasileira terminou o dia de lado, em queda de 0,58% e aos 123.779 pontos, no menor nível do ano.

Já o dólar também devolveu o avanço do pregão da véspera e fechou com baixa de 0,35%, a R$ 5,15 no mercado à vista.

Entre os destaques da sessão, (VALE3) recuou com a forte desvalorização do minério de ferro na China. Petrobras (PETR4) chegou a subir mais de 3% durante a sessão na esteira do petróleo e a reação à primeira entrevista coletiva. de Magda Chambriard como CEO da estatal.

Na contenção dos riscos, o IPCA-15, considerado uma prévia da inflação, registrou avanço menor do que o esperado para maio. O resultado elevou as perspectivas de mais um corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic na próxima reunião do Copom, que acontece em junho.

Lá fora, a retomada das negociações das bolsas de Nova York após feriado teve poucos gatilhos enquanto os investidores aguardam novos dados de inflação nos Estados Unidos.

O índice Nasdaq superou a marca dos 17 mil pontos pela primeira vez, com impulso da forte alta das ações da Nvidia — cotadas acima de US$ 1 mil.

👉 Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (28): https://tinyurl.com/bolsa-280524-tl
💸 ESQUENTA DOS MERCADOS 💸

Bom dia!

Quem passou meses reclamando do calor inclemente não pode hoje reclamar do frio, que finalmente parece ter dado as caras por aqui. Diante das baixas temperaturas da manhã desta quarta-feira, um agasalho confortável e pratos e bebidas quentes são as melhores pedidas.

Como hoje é véspera de feriado no Brasil e as bolsas internacionais amanheceram no vermelho, recomendo uma canja, ou caldo de galinha. É o prato certo para encarar um dia no qual a cautela tende a prevalecer nos mercados locais.

Na véspera, o Ibovespa subia até pouco depois do almoço, mas sucumbiu ao cabo de guerra entre a Petrobras (em alta com o petróleo e a entrevista de Magda Chambriard) e a Vale (em queda por causa da forte desvalorização do minério de ferro na China).

Por hoje, o noticiário corporativo não ajuda a espantar a cautela.

Na bolsa de Londres, a ação da Anglo American cai depois de a concorrente BHP ter pedido uma prorrogação do prazo de negociação para a possível compra da mineradora.

Em Wall Street, o setor aéreo recua em bloco no pré-mercado depois da revisão para baixo das projeções da American Airlines para o segundo trimestre.

Como se não bastasse, os investidores seguem em dúvida em relação a quando o Fed vai começar a cortar os juros nos EUA.

Nesse sentido, eles terão hoje a possibilidade de escutar mais comentários de dirigentes da autoridade monetária enquanto aguardam o Livro Bege do Fed. O documento traz detalhes sobre as condições econômicas regionais.

Por aqui, os investidores ainda terão a possibilidade de repercutir dados de emprego como a Pnad Contínua e o Caged, mas a pausa nos negócios deve afetar a liquidez na bolsa.

Difícil vislumbrar algo capaz de espantar a cautela enquanto o Ibovespa fecha para o feriado e as bolsas norte-americanas seguem abertas.

Para acompanhar a canja que vai manter seu olhar atento aos investimentos, a cobertura de mercados do Seu Dinheiro é a melhor leitura disponível.
👉 https://tinyurl.com/bolsa-290524-tl

🇺🇸:
Dow Jones futuro: -0,57%
S&P 500 futuro: -0,62%
Nasdaq futuro: -0,68%

🇪🇺:
Euro Stoxx 50: -0,82%

Fechamento:
🇨🇳: +0,05% (fechado)
🇯🇵: -0,87%(fechado)

🛢 Petróleo Brent: US$ 84,51 (+0,68%)

🔗 Minério de ferro (Dalian, China): US$ 125,30 (-1,11%)