Sophia de Novgorod
Esse anjo de fogo, Sophia, é Jesus.
"Os judeus pedem sinais, e os gregos andam em busca de sabedoria (sophia); anunciamos Cristo crucificado, que para os judeus, é escândalo, para os gentios é loucura, mas para aqueles que são chamados [...] é Cristo, poder de Deus e Sabedoria de Deus" (1Cor 1:22-24)
"[...] no meio dos candelabros, [vi] alguém semelhante a um Filho do Homem, vestido com uma túnica longa e cingido à altura do peito com um cinto de ouro. [...] seus olhos pareciam uma chama de fogo. Os pés tinham o aspecto de bronze quando está incandescente no forno [...] Sua face era como o sol, quando brilha com todo seu esplendor." (Ap. 1:13-16)
Esse anjo de fogo, Sophia, é Jesus.
"Os judeus pedem sinais, e os gregos andam em busca de sabedoria (sophia); anunciamos Cristo crucificado, que para os judeus, é escândalo, para os gentios é loucura, mas para aqueles que são chamados [...] é Cristo, poder de Deus e Sabedoria de Deus" (1Cor 1:22-24)
"[...] no meio dos candelabros, [vi] alguém semelhante a um Filho do Homem, vestido com uma túnica longa e cingido à altura do peito com um cinto de ouro. [...] seus olhos pareciam uma chama de fogo. Os pés tinham o aspecto de bronze quando está incandescente no forno [...] Sua face era como o sol, quando brilha com todo seu esplendor." (Ap. 1:13-16)
Todas as imagens de Sofia expressam uma ideia principal: a Mãe de Deus, que serviu à encarnação do Filho de Deus, ou a Sabedoria de Deus encarnada a partir dela. Portanto, a celebração de Sofia - a Sabedoria de Deus é correta. A Igreja celebra Sophia, a Sabedoria de Deus, na festa da Dormição da Theotokos nos dias de festa da Mãe de Deus, por exemplo, em Kiev, no dia da Natividade da Theotokos; em Novgorod, Vologda, Tobolsk, Moscou e outros lugares, na festa da Dormição da Theotokos.
- São Filareto (Gumilevsky) de Chernigov, Celebração de Santa Sophia, a Sabedoria Divina.
- São Filareto (Gumilevsky) de Chernigov, Celebração de Santa Sophia, a Sabedoria Divina.
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Forwarded from Alexandria Apócrifa
Você poderia entender as Torres como todas aquelas Graças e Dádivas que o Espírito Santo concedeu à Humanidade do Alto – Quero dizer a Sabedoria Intelectual, na qual foi revelada à Humanidade em certos momentos do tempo de acordo com a Celestial Benevolência em favor de nós. 1) Para Abraão, 2) para os Caldeus, e além disso, 3) aos Gregos; De fato, o Pedagogo da nossa Igreja, Paulo, fala da [Sabedoria Grega] deriva do mesmo Espírito [Santo], chamando-a, de acordo, "Sabedoria Divina". E agora, nós ousamos dizer que nossa Torre que é Christós, que é Grande e Transcendentemente maior que qualquer coisa considerada "Elevada", vinculou junto todas as outras Torres e as puxou para si mesma, como discípulos de seu Mestre.
_ São João Petritze, da Geórgia.
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Ao longo do ciclo das calamidades, os cinco elementos de difundem e nutrem [a si mesmos], mutualmente se protegem e dão origem à existência;
Sem o Dao, nada se ilumina [se manifesta]
Sem o Dao, não há clareza;
Sem o Dao, nada se estabelece;
Sem o Dao, nada é verdadeiro.
Quando se perde o Dao, surgem os distúrbios: as corrupções se condensam como névoa, e as forças perversas e monstros se espalham.
A virtude divina do fluxo natural circula continuamente; expulsa e combate as forças do mal sem cessar — isso é o modelo sagrado e maravilhoso.
É a tradição suprema do mistério elevado: o Polo Supremo (Taiji), o Portal de Jade, o Palácio Dourado, a Capital Espiritual — a harmonia de Yin e Yang.
- Yuan Shi Wu Liang Du Ren Shang Pin Miao Jing
Sem o Dao, nada se ilumina [se manifesta]
Sem o Dao, não há clareza;
Sem o Dao, nada se estabelece;
Sem o Dao, nada é verdadeiro.
Quando se perde o Dao, surgem os distúrbios: as corrupções se condensam como névoa, e as forças perversas e monstros se espalham.
A virtude divina do fluxo natural circula continuamente; expulsa e combate as forças do mal sem cessar — isso é o modelo sagrado e maravilhoso.
É a tradição suprema do mistério elevado: o Polo Supremo (Taiji), o Portal de Jade, o Palácio Dourado, a Capital Espiritual — a harmonia de Yin e Yang.
- Yuan Shi Wu Liang Du Ren Shang Pin Miao Jing
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Jacob Böhme, Dialética e Teodicéia
Theoscopia. I, 7-8.
As penúrias deste mundo, o mal e a discórdia são, portanto, a fim de que o homem possa conhecer, dialeticamente, a si e a Deus.
Theoscopia. I, 7-8.
Nada sem contrariedade pode se tornar manifesto a si mesmo [...] Se a vida natural não tivesse contrariedade e fosse sem limite, ela nunca indagaria sobre seu fundamento de onde surgiu; e, portanto, o Deus oculto permaneceria desconhecido para a vida natural. Além disso, se não houvesse contrariedade na vida, não haveria sensibilidade, nem vontade, nem eficácia nela, nem entendimento nem ciência.[...] Uma coisa única não pode conhecer nada mais do que uma [única coisa]; e mesmo que seja em si boa, ainda assim não conhece nem o mal nem o bem, pois não tem nada em si mesma para tornar isso perceptível.
As penúrias deste mundo, o mal e a discórdia são, portanto, a fim de que o homem possa conhecer, dialeticamente, a si e a Deus.
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O Nome Cristo em Orígenes - 1/2
-- Comentário ao Evangelho de João, I, 34
Cristo, o Filho unigênito, é tudo em todos, Ele é como o princípio no homem que assumiu, Ele está presente como o fim no último dos santos, e Ele também está naqueles entre, ou então Ele está presente como o princípio em Adão, como o fim em Sua vida na terra, de acordo com o ditado: O último Adão foi feito espírito vivificante.
-- Comentário ao Evangelho de João, I, 34
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O Nome Cristo em Orígenes - 2/2
Orígenes ensina que Deus se manifesta no mundo por meio de sucessivos nomes. "No Princípio era o Verbo" (Jo 1:1), o Princípio é a Sabedoria, pois "fui adquirida nas primícias de sua obra" (Pr. 8:22). Este é o primeiro nome. O segundo é Verbo, que, de acordo com ele, está no Princípio, mas não é o Princípio. O terceiro é a Vida, pois no Verbo estava a Vida (Jo 1:4). E assim em diante.
Há um nome final. O nome Cristo. Este nome teria em si todos os nomes presentes na série, pois "é tudo em todos", sendo o princípio e o fim, o Alfa e o Ômega, cada um dos nomes da série e sua conclusão suprema.
Orígenes ensina que Deus se manifesta no mundo por meio de sucessivos nomes. "No Princípio era o Verbo" (Jo 1:1), o Princípio é a Sabedoria, pois "fui adquirida nas primícias de sua obra" (Pr. 8:22). Este é o primeiro nome. O segundo é Verbo, que, de acordo com ele, está no Princípio, mas não é o Princípio. O terceiro é a Vida, pois no Verbo estava a Vida (Jo 1:4). E assim em diante.
Há um nome final. O nome Cristo. Este nome teria em si todos os nomes presentes na série, pois "é tudo em todos", sendo o princípio e o fim, o Alfa e o Ômega, cada um dos nomes da série e sua conclusão suprema.
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Deus se fez homem, para que pudesse fazer do homem um deus
- Santo Tomás de Aquino, Officium Sacerdos, noct. 1, I. 1.
Pois o Filho unigênito de Deus, querendo que participássemos da sua divindade, assumiu a nossa natureza para fazer dos homens deuses, tornando-se homem.
- Santo Tomás de Aquino, Officium Sacerdos, noct. 1, I. 1.
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A Nova Árvore da Vida
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Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. Feliz es os que lavam suas vestes para terem poder sobre a árvore da Vida e para entrarem na Cidade pelas portas." (Ap. 22:13-14)
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O esquema se chama analavos.
• ΟΒΤΔ - ΌΒασιλεύς της Δόξης - "O Rei da Glória"
• ΙC XC NIKA - Ιησούς Χριστός νικά - "Jesus Cristo vence"
• ΤΤΔΦ - Τετιμημένον τρόπαιον δαιμόνων φρίκη - "Troféu honrado, o temor de demônios"
• ΡΡΔΡ - Ρητορικοτέρα ρητόρων δακρύων ροή - "Um fluxo de lágrimas mais eloquente do que oradores" (ou, mais provavelmente: Ρητορικοτέρα ρημάτων δακρύων ροή)
• ΧΧΧΧ - Χριστός Χριστιανοίς Χαρίζει Χάριν - "Cristo despejou graça sobre os cristãos"
• ΞΓΘΗ - Ξύλου γεύσις θάνατον ηγαγεν - "A degustação da árvore provocou a morte"
• CΞΖΕ - Σταυρού Ξύλω ζωήν εύρομεν - "Através da Árvore da Cruz nós encontramos a vida"
• ΕΕΕΕ - Ελένης εύρημα εύρηκεν Εδέμ - "A descoberta de Helena descortinou o Éden"
• ΦΧΦΠ - Φως Χριστού φαίνοι πάσι - "A luz de Cristo brilha sobre todos"
• ΘΘΘΘ - Θεού Θέα Θείον Θαύμα - "A visão de Deus, uma maravilha divina"
• ΤCΔΦ - Τύπον Σταυρού δαίμονες φρίττουσιν - "Demônios temem o sinal da cruz"
• ΑΔΑΜ - Αδάμ - "Adão"
• ΤΚΠΓ - Τόπος Κρανίου Παράδεισος γέγονε - "O local do Crânio tornou-se o Paraíso"
• ΞΖ - Ξύλον Ζωής - "Árvore da vida"
Fonte e recomendação: https://aenergeia.blogspot.com/2016/11/o-simbolismo-do-analavos-do-grande.html
• ΟΒΤΔ - ΌΒασιλεύς της Δόξης - "O Rei da Glória"
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Forwarded from Alexandria Apócrifa
Cristo Ressuscitou! Uma postagem que eu vi hoje muito interessante.
https://www.respostaortodoxa.com/post/p%C3%A1scoa-a-ressurrei%C3%A7%C3%A3o-e-o-oitavo-dia?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAadj0gY695b_X7q3zR38pxvu5EVBCOmc7GcgVRiYqaM3fze5Z1RQwQloaN4YTw_aem_I4XBVI_52X5Ew2yDRQ0feg
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Resposta Ortodoxa
Páscoa – A Ressurreição e o Oitavo Dia
Por Padre Andrey TkachevA Igreja preserva sua identidade com perfeição. Os 2.000 anos que se passaram não conseguiram mudar o Evangelho. Ele permanece a mesma boa nova e a mensagem brilhante de Deus dirigida às pessoas. Às vezes, parece-nos que o rito substituiu…
Uno, o Todo
Senhor, Criador, Pai e Aquele que envolve todos os seres, que, por ser todas as coisas é Uno; que, sendo uno, é todas as coisas; pois o pleroma de tudo é uno e está no Uno, não que o Uno se duplique, mas que ambos são um. [...] se alguém procurar separar o Todo do Uno [...] destrói o Todo [...] pois todas as coisas devem ser uma única coisa.
C.H. XVI, 3.
Senhor, Criador, Pai e Aquele que envolve todos os seres, que, por ser todas as coisas é Uno; que, sendo uno, é todas as coisas; pois o pleroma de tudo é uno e está no Uno, não que o Uno se duplique, mas que ambos são um. [...] se alguém procurar separar o Todo do Uno [...] destrói o Todo [...] pois todas as coisas devem ser uma única coisa.
C.H. XVI, 3.
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Uno, o Todo - Plotino 0/3
A reunião de todas as coisas em uma unidade é o princípio no qual tudo está junto e tudo é um todo.
- Enéada III, 3:7
Explicação:
I. Enéada V, 9:1-2
II. Enéada VI, 6:4
III. Enéada III, 3:7
A reunião de todas as coisas em uma unidade é o princípio no qual tudo está junto e tudo é um todo.
- Enéada III, 3:7
Explicação:
I. Enéada V, 9:1-2
II. Enéada VI, 6:4
III. Enéada III, 3:7
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Uno, o Todo - Plotino 1/3 - Enéada V, 9:1-2
Sem dúvida, deve parecer estranho que a minha alma e a de qualquer outra pessoa sejam uma coisa só [...] No entanto, se rejeitarmos essa unidade, o próprio universo deixa de ser uma coisa só e as almas não podem mais ser incluídas em nenhum princípio.
Não estamos afirmando a unidade da alma no sentido de uma completa negação da multiplicidade - somente do Supremo isso pode ser afirmado - estamos pensando na alma como simultaneamente una e múltipla, participante da natureza dividida no corpo, mas ao mesmo tempo uma unidade em virtude de pertencer àquela Ordem que não sofre divisão.
Sem dúvida, deve parecer estranho que a minha alma e a de qualquer outra pessoa sejam uma coisa só [...] No entanto, se rejeitarmos essa unidade, o próprio universo deixa de ser uma coisa só e as almas não podem mais ser incluídas em nenhum princípio.
Não estamos afirmando a unidade da alma no sentido de uma completa negação da multiplicidade - somente do Supremo isso pode ser afirmado - estamos pensando na alma como simultaneamente una e múltipla, participante da natureza dividida no corpo, mas ao mesmo tempo uma unidade em virtude de pertencer àquela Ordem que não sofre divisão.
Uno, o Todo - Plotino 2/3 - Enéada VI, 6:4
O fato, então, de a Alma ser una não anula as múltiplas almas, assim como o Ser não anula os seres, nem a multiplicidade no Mundo Inteligível contradiz a sua unidade, nem devemos encher os corpos de vida por meio da multiplicidade, nem devemos acreditar que a multiplicidade de almas surge por causa da magnitude do corpo; ao contrário, as almas eram muitas e uma só antes dos corpos, pois as muitas almas já estão no todo, não potencialmente, mas cada uma delas está lá de fato. Pois a Alma una e completa não impede que hajam múltiplas almas nela, nem as múltiplas impedem a unidade. Elas são distintas sem serem distintas; estão presentes umas às outras sem estarem alienadas de si mesmas. Elas não são divididas por limites, assim como não o são as muitas ciências na alma. E a Alma é uma unidade tal que tem em si todas as almas. É dessa forma que esse tipo de natureza é ilimitado.
O fato, então, de a Alma ser una não anula as múltiplas almas, assim como o Ser não anula os seres, nem a multiplicidade no Mundo Inteligível contradiz a sua unidade, nem devemos encher os corpos de vida por meio da multiplicidade, nem devemos acreditar que a multiplicidade de almas surge por causa da magnitude do corpo; ao contrário, as almas eram muitas e uma só antes dos corpos, pois as muitas almas já estão no todo, não potencialmente, mas cada uma delas está lá de fato. Pois a Alma una e completa não impede que hajam múltiplas almas nela, nem as múltiplas impedem a unidade. Elas são distintas sem serem distintas; estão presentes umas às outras sem estarem alienadas de si mesmas. Elas não são divididas por limites, assim como não o são as muitas ciências na alma. E a Alma é uma unidade tal que tem em si todas as almas. É dessa forma que esse tipo de natureza é ilimitado.
Uno, o Todo - Plotino 3/3 - Enéada III, 3:7
E, assim sendo, todas as coisas individuais procedem desse princípio enquanto ele permanece em seu interior, como se partissem de uma única raiz que permanece estabelecida em si mesma. E elas floresceram em uma multiplicidade dividida, cada uma carregando uma imagem do princípio superior e, quando chegaram ao mundo sensível, cada uma estava em um lugar diferente, algumas perto da raiz, outras saindo e se dividindo até mesmo para formar, de certa forma, galhos, ramos, frutos e folhas. E enquanto alguns deles sempre permaneciam, outros, os frutos e as folhas, estavam sempre surgindo. E aqueles que estavam sempre surgindo têm dentro de si os princípios expressos das coisas acima, como se quisessem ser árvores em miniatura. E se elas produziram antes de serem destruídas, produziram apenas algo próximo a elas. E os espaços entre os galhos foram preenchidos por brotos secundários que também cresceram a partir da raiz, mesmo que tenham crescido de maneira diferente. E as pontas dos galhos foram afetadas por eles de uma forma que nos faz pensar que a afeição veio apenas do que está próximo.
E, assim sendo, todas as coisas individuais procedem desse princípio enquanto ele permanece em seu interior, como se partissem de uma única raiz que permanece estabelecida em si mesma. E elas floresceram em uma multiplicidade dividida, cada uma carregando uma imagem do princípio superior e, quando chegaram ao mundo sensível, cada uma estava em um lugar diferente, algumas perto da raiz, outras saindo e se dividindo até mesmo para formar, de certa forma, galhos, ramos, frutos e folhas. E enquanto alguns deles sempre permaneciam, outros, os frutos e as folhas, estavam sempre surgindo. E aqueles que estavam sempre surgindo têm dentro de si os princípios expressos das coisas acima, como se quisessem ser árvores em miniatura. E se elas produziram antes de serem destruídas, produziram apenas algo próximo a elas. E os espaços entre os galhos foram preenchidos por brotos secundários que também cresceram a partir da raiz, mesmo que tenham crescido de maneira diferente. E as pontas dos galhos foram afetadas por eles de uma forma que nos faz pensar que a afeição veio apenas do que está próximo.
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Praktikos, Gnostikos e Theologos
Quem não se deixa transformar pelo movimento das coisas sensíveis segue a prática inalterada das virtudes (apatheia/praktikos). Quem não deixa moldar seu intelecto pelas suas formas recebe em retorno a verdadeira glória dos seres (theoria/gnostikos). E aquele que, pelo pensamento, ultrapassou até a essência dos seres, como um excelente teólogo, deixa-se dirigir pelo “desconhecimento” (agnosis/theologos), depois desta, até a unidade.
- São Máximo, o Confessor. Centúria Terceira sobre a teologia e a economia da encarnação do Verbo de Deus, cap. 93.
Quem não se deixa transformar pelo movimento das coisas sensíveis segue a prática inalterada das virtudes (apatheia/praktikos). Quem não deixa moldar seu intelecto pelas suas formas recebe em retorno a verdadeira glória dos seres (theoria/gnostikos). E aquele que, pelo pensamento, ultrapassou até a essência dos seres, como um excelente teólogo, deixa-se dirigir pelo “desconhecimento” (agnosis/theologos), depois desta, até a unidade.
- São Máximo, o Confessor. Centúria Terceira sobre a teologia e a economia da encarnação do Verbo de Deus, cap. 93.
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A Igreja enquanto princípio metafísico
Irmãos, quando eu dormia, tive uma revelação. Foi-me feita por um jovem encantador, que me disse: 'Quem achas que é a mulher idosa de quem recebeste o livrinho?' Eu respondi "A Sibila". Ele disse: "Estás enganado. Não é ela". Eu lhe perguntei: 'Quem é então?" Ele me respondeu: "É a Igreja." Eu lhe perguntei: "Então, por que era tão idosa?" Ele respondeu: "Porque foi criada antes de todas as coisas. Por isso ela é idosa. Foi por meio dela que o mundo foi ordenado"
- Pastor de Hermas, 8.
I. Em Efésios
II. Em Apocalipse
III. Enquanto Mãe
IV. Enquanto Noiva
Irmãos, quando eu dormia, tive uma revelação. Foi-me feita por um jovem encantador, que me disse: 'Quem achas que é a mulher idosa de quem recebeste o livrinho?' Eu respondi "A Sibila". Ele disse: "Estás enganado. Não é ela". Eu lhe perguntei: 'Quem é então?" Ele me respondeu: "É a Igreja." Eu lhe perguntei: "Então, por que era tão idosa?" Ele respondeu: "Porque foi criada antes de todas as coisas. Por isso ela é idosa. Foi por meio dela que o mundo foi ordenado"
- Pastor de Hermas, 8.
I. Em Efésios
II. Em Apocalipse
III. Enquanto Mãe
IV. Enquanto Noiva
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