Λίμνη Μνημοσύνη (O Lago de Mnemosyne)
- Tábuas Órficas Áureas
Encontrarás à esquerda das moradas de Hades uma fonte,
e junto dela um cipreste branco erguido;
não te aproximes em nada dessa fonte.
Mas encontrarás outra, da lagoa de Mnemosyne,
de onde flui água fria; guardiões estão diante dela.
Dize: “Sou filho da Terra e do Céu estrelado; porém, a mim pertence uma linhagem celeste — saibam disso também vós mesmos. Com sede estou, seca, e pereço. Mas concedei-me logo água fria que flui da lagoa de Mnemosyne.”
E eles te darão de beber da divina fonte,
e então tu reinarás entre os heróis com os outros iniciados.
Este é o túmulo de Mnemosyne [… pois quando estiveres para morrer,
… escreve isto…
… envolto em escuridão].
- Tábuas Órficas Áureas
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Mnemosyne e o Oráculo de Trofônio
- Pausânias, Descrição da Grécia XI, 39:3.
[O suplicante] é levado pelos sacerdotes, não imediatamente ao oráculo, mas a fontes de água muito próximas umas das outras. Ali, ele deve beber água chamada água do Lete (Esquecimento), para que se esqueça de tudo o que esteve pensando até então, e depois bebe de outra água, a água de Mnemósine (Memória), que o faz lembrar-se do que vê após sua descida... Após sua ascensão do [oráculo de] Trofônio, o consulente é novamente conduzido pelos sacerdotes, que o colocam em uma cadeira chamada cadeira de Mnemósine (Memória), que fica não muito longe do santuário, e lhe perguntam, quando estiver sentado ali, tudo o que viu ou aprendeu. Após obterem essas informações, eles o confiam aos seus parentes.
- Pausânias, Descrição da Grécia XI, 39:3.
Mnemosyne e a imortalidade do Tempo
[Apolônio de Tiana] costumava cantar um hino dirigido a Mnemosyne (Memória), na qual se diz que tudo se desgasta e murcha com o tempo, enquanto o tempo em si nunca envelhece, mas permanece imortal por causa da memória.
- Filostrato, A Vida de Apolônio de Tiana, I, 14
[Apolônio de Tiana] costumava cantar um hino dirigido a Mnemosyne (Memória), na qual se diz que tudo se desgasta e murcha com o tempo, enquanto o tempo em si nunca envelhece, mas permanece imortal por causa da memória.
- Filostrato, A Vida de Apolônio de Tiana, I, 14
Amizade...
- Cícero, De Amicitia, VI
- De Inventione Rhetorica, II, 55
é o desejo que coisas boas voltado para alguém, por causa da pessoa, a quem se dedica o amor, juntamente com o igual desejo da outra pessoa"
- Cícero, De Amicitia, VI
não é senão a suprema harmonia de todas as coisas, divinas ou humanas, com benevolência e caridade ... é benevolência (bem querer) e reciprocidade (redamare).
- De Inventione Rhetorica, II, 55
A Geração das Musas
Teogonia, 53ss
Na Pléria gerou-as [as Musas], da união do Pai Crônida, Mnemosyne, rainha nas colinas de Eleutera, para oblívio de males e pausa de aflições.
[...]
Nove filhas nascidas do grande Zeus: Kleio, Euterpe, Thaleia, Melpomene, Terpsichore, Erato, Polymnia, Ouranie e Kalliope, que dentre todas vem a frente. Ela é que acompanha os reis venerados. A quem honram as virgens do grande Zeus e dentre reis sustentados por Zeus vêem nascer, elas lhe vertem sobre a língua o doce orvalho e palavras de mel fluem de sua boca.
Teogonia, 53ss
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Anamnesis e a forma Humana
- Fedro 249b–c
"Aquela [alma] que jamais viu a verdade não chegará a esta forma [σχῆμα] [humana]. É necessário que o homem compreenda aquilo que é dito segundo a forma (εἶδος), indo de muitas percepções (αἰσθήσεων) para uma só, reunida pelo raciocínio: isso é a reminiscência daquelas coisas que a nossa alma outrora viu ao acompanhar o deus, desprezando aquilo que agora dizemos ser, e erguendo-se para o que verdadeiramente é. Por isso, com justiça, somente o pensamento do filósofo se alça com asas: pois ele está sempre, conforme sua capacidade, em memória daquelas coisas com as quais também o Deus, sendo Deus, está.”
- Fedro 249b–c
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Quanto aos estados de não manifestação, é evidente que, não estando sujeito à forma nem a nenhuma outra condição de um modo qualquer de existência manifesta, eles são essencialmente extraindividuais; podemos dizer que constituem o que há de verdadeiramente universal em cada ser, constituindo, portanto, aquilo pelo qual todo ser se liga, em tudo o que é, a seu princípio metafísica e transcendente, ligação sem a qual não teria senão uma existência totalmente contingente e, no fundo, puramente ilusória.
- René Guénon, Estados Múltiplos do Ser, 3.
- René Guénon, Estados Múltiplos do Ser, 3.
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Guénon propõe tanto uma continuidade entre um estado e outro mediante o prolongamento da individualidade ou ao menos de suas modalidades, mas eminentemente propõe a continuidade entre os estados de manifestação mediante o imanifesto. Entre o estado "anterior" e o "posterior", só há continuidade naquilo que é inefável, em sua perspectiva.
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Esses estados de não manifestação são de certa forma semelhante à noção akbariana de عين ثابتة (‘ayn thābita). عين (‘ayn) se traduz por "olho" ou "fonte" e derivando da mesma raiz عَيَّنَ (‘ayyana), encontramos o sentido de "determinado", "apontado", "alocado". É traduzido como "ente", mas aqui significa o ente enquanto eternamente conhecido por Allah e por isso é constante, fixo, imutável, permanente (ثابتة, thābita).
O termo é utilizado para entes encontrados fora da existência, o que também é verdade para o que Guénon disse, pois os estados de não manifestação não estão contidos na Existência Universal. Eles também são utilizados filosoficamente como unificadores dos múltiplos estados encontrados na manifestação, o que me faz desconfiar que Guénon estava pensando nisso quando propôs essa teoria.
O termo é utilizado para entes encontrados fora da existência, o que também é verdade para o que Guénon disse, pois os estados de não manifestação não estão contidos na Existência Universal. Eles também são utilizados filosoficamente como unificadores dos múltiplos estados encontrados na manifestação, o que me faz desconfiar que Guénon estava pensando nisso quando propôs essa teoria.
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[A escrita] proporcionará esquecimento nas almas dos que aprendem, pela negligência da Memória, visto que, confiando na escrita, do lado de fora por meio de sinais alheios, e não de dentro por si mesmos, recordar-se-ão (αὑτῶν ἀναμιμνῃσκομένους). Portanto, encontraste não um remédio para a Memória, mas um para a lembrança (οὔκουν μνήμης ἀλλὰ ὑπομνήσεως φάρμακον ηὗρες). E aos alunos proporcionas uma aparência de sabedoria, não a verdade. Pois, tornando-se ouvintes frequentes contigo, sem ensino, parecerão oniscientes, sendo na verdade ignorantes.
— Fedro 275a
— Fedro 275a
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Hermes: O outro Deus será engendrado filho de Deus, o todo no Todo, composto completamente de todas as potências
Tat: Falas em enigma para mim, ó pai, e não como um pai que dialoga com um filho
Hermes: Esse tipo de coisa, ó filho, não é ensinado, mas quando se quer, por Deus é lembrado (αναμιμνησκεται)
Tat: Falas em enigma para mim, ó pai, e não como um pai que dialoga com um filho
Hermes: Esse tipo de coisa, ó filho, não é ensinado, mas quando se quer, por Deus é lembrado (αναμιμνησκεται)
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Hermes se refere ao Deus gerado pela palingenese, um grau de iniciação sobre o qual o texto discorre. É importante notar o conhecimento a respeito desse Deus — a transmissão da palingenesis — não é ensinado (διδασκεται), mas lembrado. O retorno a si mesmo é uma lembrança, meramente provocada pelo educador, mas atingida pelo educando e pela vontade de Deus.
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Asclépio a Amon: Quando o raio ilumina a parte racional [da alma] por meio do Sol, os daemones se fazem inativos em relação a eles. Pois nenhum dos daemones nem dos Deuses astrais pode nada em relação a um raio de Deus; mas todos os outros são guiados e levados, também as almas e os corpos, pelos daemones, amando e acariciando as energias deles; mas a razão não o Eros é o que é enganado e o que engana; assim, os daemones regem toda essa regência terrena através dos órgãos dos nossos corpos; e essa regência Hermes chamou de Heimarmene.
C.H. XVI
Imagem: Asclépio e Hygeia
C.H. XVI
Imagem: Asclépio e Hygeia
Ítaca Sagrada
Essa, certamente, é a melhor ocasião para citar com força peculiar: ‘deixe-nos voar à nossa querida Pátria!’ Mas como devemos voar? Como escapar daqui? Essa é a questão que Ulysses pergunta a si nessa alegoria que representa-o tentando escapar da tentação mágica de Circe ou Calypso, onde nenhum dos prazeres dos olhos, nem da beleza carnal foram capazes de prende-lo nesses lugares encantados. Nossa pátria é a região de onde nós descendemos até aqui em baixo. É onde está nosso Pai. Mas como nós devemos retornar? Que meios devemos usar para fazê-lo? Certamente não são nossos pés; tudo que eles poderiam fazer é mover-nos de um lugar terreno à outro. Nem são bigas nem naus, que precisam ser preparadas. Todas essas ajudas vãs devem ser deixadas de lado, e nem consideradas. Devemos fechar os olhos do corpo para abrirmos outra visão, que tudo vê, mas que poucos a usam.
- Plotino. Enn. I, 6:7.
Essa, certamente, é a melhor ocasião para citar com força peculiar: ‘deixe-nos voar à nossa querida Pátria!’ Mas como devemos voar? Como escapar daqui? Essa é a questão que Ulysses pergunta a si nessa alegoria que representa-o tentando escapar da tentação mágica de Circe ou Calypso, onde nenhum dos prazeres dos olhos, nem da beleza carnal foram capazes de prende-lo nesses lugares encantados. Nossa pátria é a região de onde nós descendemos até aqui em baixo. É onde está nosso Pai. Mas como nós devemos retornar? Que meios devemos usar para fazê-lo? Certamente não são nossos pés; tudo que eles poderiam fazer é mover-nos de um lugar terreno à outro. Nem são bigas nem naus, que precisam ser preparadas. Todas essas ajudas vãs devem ser deixadas de lado, e nem consideradas. Devemos fechar os olhos do corpo para abrirmos outra visão, que tudo vê, mas que poucos a usam.
- Plotino. Enn. I, 6:7.
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Theosis e Imiaslavie:
Por que Deus criou o homem?
Com o propósito de tornar feliz o ser criado, comunicando-lhe Sua Divindade. Para que, ao tornar o homem capaz de inteligir e assimilar os atributos perfeitos de Deus, e ao torná-lo a imagem de Deus, Ele pudesse capacitá-lo a se tornar a mais perfeita semelhança possível de Deus. Com que propósito Deus criou o homem? Para uni-lo a Si mesmo por meio da união do amor divino e para tornar o homem participante da natureza divina. Para que Deus criou o homem? Para que o homem, tendo sido educado espiritualmente, ocupasse o lugar no céu que foi abolido pela descida e partida de Deus do diabo e seus anjos. Portanto, Deus criou o homem a fim de deificá-lo, e a deificação do homem consiste no fato de que a Energia da Divindade é instilada no homem. A essência da Divindade não é comunicável às criaturas, mas a Energia é comunicável.
- Hilarion (Alfeyev), O Sagrado Mistério da Igreja: Uma Introdução à História e Problemas das Disputas Imiaslav, IX.
Por que Deus criou o homem?
Com o propósito de tornar feliz o ser criado, comunicando-lhe Sua Divindade. Para que, ao tornar o homem capaz de inteligir e assimilar os atributos perfeitos de Deus, e ao torná-lo a imagem de Deus, Ele pudesse capacitá-lo a se tornar a mais perfeita semelhança possível de Deus. Com que propósito Deus criou o homem? Para uni-lo a Si mesmo por meio da união do amor divino e para tornar o homem participante da natureza divina. Para que Deus criou o homem? Para que o homem, tendo sido educado espiritualmente, ocupasse o lugar no céu que foi abolido pela descida e partida de Deus do diabo e seus anjos. Portanto, Deus criou o homem a fim de deificá-lo, e a deificação do homem consiste no fato de que a Energia da Divindade é instilada no homem. A essência da Divindade não é comunicável às criaturas, mas a Energia é comunicável.
- Hilarion (Alfeyev), O Sagrado Mistério da Igreja: Uma Introdução à História e Problemas das Disputas Imiaslav, IX.
Theosis e Imiaslavie:
A Nova Vida
A “nova vida” revelada pelo nome de Jesus Cristo é, antes de tudo, a vida interior e oculta do homem em Deus, a transformação de seu coração por meio da união com o nome sagrado: “Quando o nome do Senhor Jesus permanece em nosso coração, ele se torna um receptáculo da Divindade, uma terra de luz, alegria e a sensação espiritual da vida eterna”. O monge Hilarion desenvolve a doutrina de que, por meio da invocação prolongada do nome de Jesus, uma pessoa pode chegar a um estado em que sentirá o nome de Deus idêntico ao próprio Senhor. Ao atingir esse estado, a pessoa se torna semelhante a Deus e adquire atributos divinos. Isso nada mais é do que a doutrina cristã oriental tradicional da deificação (theosis):
Quando um homem, movido pela inspiração divina, invocar o nome de Deus dia e noite com sua mente ou com seus lábios - com a sagrada Oração de Jesus - com toda atividade, com toda a diligência que depende dele, sem poupar trabalho e tempo: “Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tem piedade de mim, pecador”, é claro, cumprindo junto com isso, tanto quanto possível, e todos os outros mandamentos evangélicos, estando em profunda auto-humilhação e consciência de seu estado pecaminoso e da necessidade da ajuda de Deus, então, em muito ou pouco tempo, conforme for favorável ao Coração, haverá com ele uma certa obra maravilhosa e natural. O nome do Senhor Jesus Cristo, se assim posso dizer, como se estivesse encarnado, o homem sente claramente, com o sentimento interior de sua alma, o nome do próprio Deus, o Senhor. Esse sentimento do próprio Senhor e Seu nome se fundem em uma identidade, o que torna impossível distinguir um do outro. E isso, por sua vez, é esclarecido pelo pensamento de que se o Senhor Jesus Cristo tomou nossa natureza em Sua pessoa Divina e é chamado por um nome de Homem-Deus, porque “em Sua carne habitou toda a plenitude da Divindade”, então certamente essa plenitude de Suas perfeições Divinas também habita em Seu Santíssimo Nome Jesus Cristo.
- Hilarion (Alfeyev), O Sagrado Mistério da Igreja: Uma Introdução à História e Problemas das Disputas Imiaslav, V.
A Nova Vida
A “nova vida” revelada pelo nome de Jesus Cristo é, antes de tudo, a vida interior e oculta do homem em Deus, a transformação de seu coração por meio da união com o nome sagrado: “Quando o nome do Senhor Jesus permanece em nosso coração, ele se torna um receptáculo da Divindade, uma terra de luz, alegria e a sensação espiritual da vida eterna”. O monge Hilarion desenvolve a doutrina de que, por meio da invocação prolongada do nome de Jesus, uma pessoa pode chegar a um estado em que sentirá o nome de Deus idêntico ao próprio Senhor. Ao atingir esse estado, a pessoa se torna semelhante a Deus e adquire atributos divinos. Isso nada mais é do que a doutrina cristã oriental tradicional da deificação (theosis):
Quando um homem, movido pela inspiração divina, invocar o nome de Deus dia e noite com sua mente ou com seus lábios - com a sagrada Oração de Jesus - com toda atividade, com toda a diligência que depende dele, sem poupar trabalho e tempo: “Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tem piedade de mim, pecador”, é claro, cumprindo junto com isso, tanto quanto possível, e todos os outros mandamentos evangélicos, estando em profunda auto-humilhação e consciência de seu estado pecaminoso e da necessidade da ajuda de Deus, então, em muito ou pouco tempo, conforme for favorável ao Coração, haverá com ele uma certa obra maravilhosa e natural. O nome do Senhor Jesus Cristo, se assim posso dizer, como se estivesse encarnado, o homem sente claramente, com o sentimento interior de sua alma, o nome do próprio Deus, o Senhor. Esse sentimento do próprio Senhor e Seu nome se fundem em uma identidade, o que torna impossível distinguir um do outro. E isso, por sua vez, é esclarecido pelo pensamento de que se o Senhor Jesus Cristo tomou nossa natureza em Sua pessoa Divina e é chamado por um nome de Homem-Deus, porque “em Sua carne habitou toda a plenitude da Divindade”, então certamente essa plenitude de Suas perfeições Divinas também habita em Seu Santíssimo Nome Jesus Cristo.
- Hilarion (Alfeyev), O Sagrado Mistério da Igreja: Uma Introdução à História e Problemas das Disputas Imiaslav, V.
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Theosis e Imiaslavie:
As Teses de Alexandr Bulatovich.
O Monge Hieroschema Anthony, cujo nome secular um dia foi Alexandr Bulatovich, é o autor dessas teses que sumarizam o núcleo doutrinário do Movimento Nameslavita.
Teses contidas na Petição ao Sínodo Governante:
I
II
III-VI
VII-VIII
Fonte: Hilarion (Alfeyev), O Sagrado Mistério da Igreja: Uma Introdução à História e Problemas das Disputas Imiaslav, IX.
As Teses de Alexandr Bulatovich.
O Monge Hieroschema Anthony, cujo nome secular um dia foi Alexandr Bulatovich, é o autor dessas teses que sumarizam o núcleo doutrinário do Movimento Nameslavita.
Teses contidas na Petição ao Sínodo Governante:
I
II
III-VI
VII-VIII
Fonte: Hilarion (Alfeyev), O Sagrado Mistério da Igreja: Uma Introdução à História e Problemas das Disputas Imiaslav, IX.
Theosis e Imiaslavie:
As Teses de Alexandr Bulatovich 1/4
A “Petição ao Sínodo Governante” conclui com uma tese da doutrina do nome de Deus, feita por Bulatovich em nome dos Nameslavitas, e um pedido de um julgamento justo:
1) O Nome de Deus, no sentido mais extenso e misterioso da palavra, é entendido na Sagrada Escritura e pelos Santos Padres como equivalente ao nome “Verbo de Deus”; isto é, “o Nome de Deus” significa “o Filho de Deus”.
As Teses de Alexandr Bulatovich 1/4
A “Petição ao Sínodo Governante” conclui com uma tese da doutrina do nome de Deus, feita por Bulatovich em nome dos Nameslavitas, e um pedido de um julgamento justo:
1) O Nome de Deus, no sentido mais extenso e misterioso da palavra, é entendido na Sagrada Escritura e pelos Santos Padres como equivalente ao nome “Verbo de Deus”; isto é, “o Nome de Deus” significa “o Filho de Deus”.
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Theosis e Imiaslavie:
As Teses de Alexandr Bulatovich 2/4
2) O Nome de Deus, no sentido mais íntimo dessa palavra, significa os vários nomes do Nome de Deus revelados por Deus ao homem, pelos quais chamamos Deus de acordo com Seus atributos divinamente revelados. Nesse sentido, o Nome de Deus entendido é equivalente aos Verbos (Logoi) de Deus, que misteriosamente contêm o Espírito e a Vida, ou seja, a atividade Divina da Divindade, que, sendo dissolvida pela fé daqueles que percebem esses Verbos, os santifica e os ilumina para a salvação e a comunhão com a Divindade. Nesse sentido, temos o direito de chamar o Nome de Deus de o próprio Deus, pois nele percebemos a energia Divina da Divindade, e nessa energia da Divindade incorporamos incompreensivelmente e inconcebivelmente o próprio Deus. No sentido dogmático estrito, o Nome de Deus, entendido no sentido da revelação divina, é a energia da Divindade e a Divindade.
As Teses de Alexandr Bulatovich 2/4
2) O Nome de Deus, no sentido mais íntimo dessa palavra, significa os vários nomes do Nome de Deus revelados por Deus ao homem, pelos quais chamamos Deus de acordo com Seus atributos divinamente revelados. Nesse sentido, o Nome de Deus entendido é equivalente aos Verbos (Logoi) de Deus, que misteriosamente contêm o Espírito e a Vida, ou seja, a atividade Divina da Divindade, que, sendo dissolvida pela fé daqueles que percebem esses Verbos, os santifica e os ilumina para a salvação e a comunhão com a Divindade. Nesse sentido, temos o direito de chamar o Nome de Deus de o próprio Deus, pois nele percebemos a energia Divina da Divindade, e nessa energia da Divindade incorporamos incompreensivelmente e inconcebivelmente o próprio Deus. No sentido dogmático estrito, o Nome de Deus, entendido no sentido da revelação divina, é a energia da Divindade e a Divindade.
Theosis e Imiaslavie:
As Teses de Alexandr Bulatovich 3/4
3) O Nome de Deus é o Poder Divino, que age como Senhor. O Nome de Deus está em Deus e Deus em Seu Nome.
4) O Nome de Deus não é apenas sagrado, mas, de acordo com a Doutrina Ortodoxa, é sagrado em si mesmo.
5) Pelo Nome do Senhor Jesus Cristo e pelo sinal da Cruz, somos santificados nos sacramentos.
6) O Nome “Jesus” é um Nome maior do que qualquer outro Nome, não como maior do que os outros Nomes de Deus, mas como revelando mais plenamente as propriedades da humanidade de Deus e a salvação do homem caído por Deus. O nome Jesus refere-se igualmente à Sua Deidade e à Sua humanidade. O nome Jesus é eterno. O nome Jesus não é um mero nome próprio sem significado, mas é o nome mais perfeito do Filho de Deus, que tem o maior significado oculto.
As Teses de Alexandr Bulatovich 3/4
3) O Nome de Deus é o Poder Divino, que age como Senhor. O Nome de Deus está em Deus e Deus em Seu Nome.
4) O Nome de Deus não é apenas sagrado, mas, de acordo com a Doutrina Ortodoxa, é sagrado em si mesmo.
5) Pelo Nome do Senhor Jesus Cristo e pelo sinal da Cruz, somos santificados nos sacramentos.
6) O Nome “Jesus” é um Nome maior do que qualquer outro Nome, não como maior do que os outros Nomes de Deus, mas como revelando mais plenamente as propriedades da humanidade de Deus e a salvação do homem caído por Deus. O nome Jesus refere-se igualmente à Sua Deidade e à Sua humanidade. O nome Jesus é eterno. O nome Jesus não é um mero nome próprio sem significado, mas é o nome mais perfeito do Filho de Deus, que tem o maior significado oculto.