Portal do Bitcoin
840 subscribers
70 photos
4.96K links
Receba em primeira mão todas as notícias do Portal do Bitcoin https://portaldobitcoin.uol.com.br
Download Telegram
to view and join the conversation
Portal do Bitcoin
Photo
Portal do BitcoinAssociação Brasileira de Criptoeconomia muda diretoria e nomeia dois novos executivos
A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) mudou a diretoria executiva da entidade. Fernando Bresslau, que foi o primeiro country manager da Ripio no Brasil, agora assume o lugar de Safiri Felix, que passa a ser apenas conselheiro.

Outra novidade, segundo a assessoria de imprensa da entidade, é a chegada do advogado Rodrigo Monteiro, especialista em Regulação, Governança Corporativa, Mercado Financeiro e de Capitais, como responsável pelo Relacionamento Institucional.

Monteiro terá a missão de estreitar os laços estabelecidos com o Poder Público e marcar a presença do setor em Brasília.

Ambos os executivos vêm do setor de inovação e fintechs. Bresslau atua com Venture Capital e Startups desde 2011, tendo passado por fundos de investimento, aceleradoras e grupos de investidores anjo como Ideiasnet, ACE e GVAngels, que ajudou a estruturar. Desde 2016 abraçou o mercado das criptomoedas. Hoje trabalha na cLabs, empresa californiana que promove e divulga o uso do blockchain celo.

Safiri foi contratado pela Transfero e irá atuar na parte de Produtos e Parcerias da empresa.

O post Associação Brasileira de Criptoeconomia muda diretoria e nomeia dois novos executivos apareceu primeiro em Portal do Bitcoin.
Portal do Bitcoin
Photo
Portal do BitcoinDólar tem maior queda diária em dois anos e meio
Influenciado pela retomada da euforia nos mercados externos, o dólar retornou para o nível de R$ 5,30 e teve a maior queda diária em dois anos e meio. A bolsa de valores recuperou-se do recuo de ontem (11) e encerrou com leve alta.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (12) vendido a R$ 5,323, com queda de R$ 0,181 (-3,29%). A divisa caiu durante toda a sessão, até fechar próxima da mínima do dia.

Com o desempenho de hoje, o dólar passou a acumular alta de 2,49% em 2021. Até ontem, a valorização estava em 6,01%. O real liderou os ganhos perante as principais moedas globais, à frente do rublo russo, que se valorizou 1,9%, o rand sul-africano (1,8%) e o peso mexicano (1,3%).

No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3, subiu 0,6%, fechando a sessão aos 123.998 pontos. O indicador iniciou o dia próximo da estabilidade, mas foi beneficiado pelo ingresso de capitais externos.

Depois de vários dias de tensão, o otimismo retornou aos mercados globais por causa da perspectiva de um novo pacote de estímulos para a economia norte-americana pelo futuro governo dos Estados Unidos. A injeção de dólares pelo Banco Central da maior economia do planeta reduz as pressões sobre países emergentes, como o Brasil.

A divulgação de que a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2020 em 4,52% também ajudou a derrubar o dólar. Com o índice acima do centro da meta, o diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Bruno Serra, disse ser possível que o Comitê de Política Monetária (Copom) reveja em breve a manutenção da taxa Selic (juros básicos da economia) em 2% ao ano.

A expectativa de que os juros básicos podem começar a subir antes do planejado para segurar a inflação e tornar o Brasil mais atrativo para o capital financeiro, estimulando a entrada de recursos no país.

O post Dólar tem maior queda diária em dois anos e meio apareceu primeiro em Portal do Bitcoin.
Portal do Bitcoin
Photo
Portal do BitcoinAssociação Brasileira de Criptoeconomia muda diretoria e nomeia dois novos executivos
A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) mudou a diretoria executiva da entidade. Fernando Bresslau, que foi o primeiro country manager da Ripio no Brasil, agora assume o lugar de Safiri Felix, que passa a ser apenas conselheiro.

Outra novidade, segundo a assessoria de imprensa da entidade, é a chegada do advogado Rodrigo Monteiro, especialista em Regulação, Governança Corporativa, Mercado Financeiro e de Capitais, como responsável pelo Relacionamento Institucional.

Monteiro terá a missão de estreitar os laços estabelecidos com o Poder Público e marcar a presença do setor em Brasília.

Ambos os executivos vêm do setor de inovação e fintechs. Bresslau atua com Venture Capital e Startups desde 2011, tendo passado por fundos de investimento, aceleradoras e grupos de investidores anjo como Ideiasnet, ACE e GVAngels, que ajudou a estruturar. Desde 2016 abraçou o mercado das criptomoedas. Hoje trabalha na cLabs, empresa californiana que promove e divulga o uso do blockchain celo.

Safiri foi contratado pela Transfero e irá atuar na parte de Produtos e Parcerias da empresa.

O post Associação Brasileira de Criptoeconomia muda diretoria e nomeia dois novos executivos apareceu primeiro em Portal do Bitcoin.
Portal do Bitcoin
Photo
Portal do BitcoinDólar tem maior queda diária em dois anos e meio
Influenciado pela retomada da euforia nos mercados externos, o dólar retornou para o nível de R$ 5,30 e teve a maior queda diária em dois anos e meio. A bolsa de valores recuperou-se do recuo de ontem (11) e encerrou com leve alta.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (12) vendido a R$ 5,323, com queda de R$ 0,181 (-3,29%). A divisa caiu durante toda a sessão, até fechar próxima da mínima do dia.

Com o desempenho de hoje, o dólar passou a acumular alta de 2,49% em 2021. Até ontem, a valorização estava em 6,01%. O real liderou os ganhos perante as principais moedas globais, à frente do rublo russo, que se valorizou 1,9%, o rand sul-africano (1,8%) e o peso mexicano (1,3%).

No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3, subiu 0,6%, fechando a sessão aos 123.998 pontos. O indicador iniciou o dia próximo da estabilidade, mas foi beneficiado pelo ingresso de capitais externos.

Depois de vários dias de tensão, o otimismo retornou aos mercados globais por causa da perspectiva de um novo pacote de estímulos para a economia norte-americana pelo futuro governo dos Estados Unidos. A injeção de dólares pelo Banco Central da maior economia do planeta reduz as pressões sobre países emergentes, como o Brasil.

A divulgação de que a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2020 em 4,52% também ajudou a derrubar o dólar. Com o índice acima do centro da meta, o diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Bruno Serra, disse ser possível que o Comitê de Política Monetária (Copom) reveja em breve a manutenção da taxa Selic (juros básicos da economia) em 2% ao ano.

A expectativa de que os juros básicos podem começar a subir antes do planejado para segurar a inflação e tornar o Brasil mais atrativo para o capital financeiro, estimulando a entrada de recursos no país.

O post Dólar tem maior queda diária em dois anos e meio apareceu primeiro em Portal do Bitcoin.
Portal do Bitcoin
Photo
Portal do BitcoinMais consultores financeiros estão alocando fundos em bitcoin e criptomoedas
Uma pesquisa publicada hoje pela Bitwise descobriu que o número de consultores financeiros nos EUA alocando em criptomoedas aumentou quase 50% entre 2019 e 2020.

A Bitwise pesquisou quase 1.000 consultores financeiros e encontrou vários indicadores de que o setor de consultoria financeira se tornou mais interessado em criptomoedas em 2020 em comparação com 2019.

“A adoção e o interesse estão crescendo: a pesquisa s

bugere que o número de conselheiros alocando pode dobrar ou mais no ano que vem”, disse Hougan.

Principais conclusões da pesquisa

De acordo com o Bitwise, houve um aumento de quase 50% no número de assessores alocando no mercado cripto. Esse número passou de 6,3% para 9,4% em 2020.

Além disso, 17% dos consultores financeiros estão considerando fazer sua primeira alocação em criptomoedas este ano. Entre eles, 2% estão “definitivamente” alocando este ano, enquanto 15% estão “provavelmente” fazendo isso.

Se todos os 17% fizerem isso, a Bitwise afirma que isso mais do que dobraria o número de consultores alocando no mercado, elevando a adoção para mais de um em cada cinco consultores.

Quando questionados sobre qual era sua principal motivação, 54% dos consultores que responderam à pesquisa disseram “retornos não relacionados”. De acordo com a Bitwise, esta descoberta estava de acordo com os resultados da pesquisa do ano passado.

Em comparação, o “hedge de inflação” foi a resposta que viu o maior aumento percentual entre 2020 e 2019. No ano passado, o hedge de inflação foi destaque por 25% dos assessores, contra apenas 9% em 2019.

Os consultores financeiros também estão cada vez mais otimistas sobre o preço do Bitcoin.

De acordo com a pesquisa, 15% esperam que o preço do Bitcoin ultrapasse US$ 100.000 em cinco anos. Em 2019, apenas 4% dos consultores financeiros estavam tão otimistas.

Além disso, a porcentagem de consultores financeiros que esperavam que o preço do Bitcoin caísse para zero caiu pela metade, diminuindo de 8% para 4%. Mas sempre haverá alguns céticos, certo?
*Traduzido e editado com autorização da Decrypt.co

O post Mais consultores financeiros estão alocando fundos em bitcoin e criptomoedas apareceu primeiro em Portal do Bitcoin.
Portal do Bitcoin
Photo
Portal do BitcoinMais consultores financeiros estão alocando fundos em bitcoin e criptomoedas
Uma pesquisa publicada hoje pela Bitwise descobriu que o número de consultores financeiros nos EUA alocando em criptomoedas aumentou quase 50% entre 2019 e 2020.

A Bitwise pesquisou quase 1.000 consultores financeiros e encontrou vários indicadores de que o setor de consultoria financeira se tornou mais interessado em criptomoedas em 2020 em comparação com 2019.

“A adoção e o interesse estão crescendo: a pesquisa s

bugere que o número de conselheiros alocando pode dobrar ou mais no ano que vem”, disse Hougan.

Principais conclusões da pesquisa

De acordo com o Bitwise, houve um aumento de quase 50% no número de assessores alocando no mercado cripto. Esse número passou de 6,3% para 9,4% em 2020.

Além disso, 17% dos consultores financeiros estão considerando fazer sua primeira alocação em criptomoedas este ano. Entre eles, 2% estão “definitivamente” alocando este ano, enquanto 15% estão “provavelmente” fazendo isso.

Se todos os 17% fizerem isso, a Bitwise afirma que isso mais do que dobraria o número de consultores alocando no mercado, elevando a adoção para mais de um em cada cinco consultores.

Quando questionados sobre qual era sua principal motivação, 54% dos consultores que responderam à pesquisa disseram “retornos não relacionados”. De acordo com a Bitwise, esta descoberta estava de acordo com os resultados da pesquisa do ano passado.

Em comparação, o “hedge de inflação” foi a resposta que viu o maior aumento percentual entre 2020 e 2019. No ano passado, o hedge de inflação foi destaque por 25% dos assessores, contra apenas 9% em 2019.

Os consultores financeiros também estão cada vez mais otimistas sobre o preço do Bitcoin.

De acordo com a pesquisa, 15% esperam que o preço do Bitcoin ultrapasse US$ 100.000 em cinco anos. Em 2019, apenas 4% dos consultores financeiros estavam tão otimistas.

Além disso, a porcentagem de consultores financeiros que esperavam que o preço do Bitcoin caísse para zero caiu pela metade, diminuindo de 8% para 4%. Mas sempre haverá alguns céticos, certo?
*Traduzido e editado com autorização da Decrypt.co

O post Mais consultores financeiros estão alocando fundos em bitcoin e criptomoedas apareceu primeiro em Portal do Bitcoin.
Portal do Bitcoin
Photo
Portal do BitcoinQuem ficou bilionário com a recente alta do bitcoin, segundo a Forbes
A Forbes destacou na segunda-feira (11) cinco personalidades que ficaram bilionárias com bitcoin e criptomoedas. A eles, a revista atribuiu os termos “investidores inteligentes”, por conseguirem manter suas criptomoedas mesmo com tantos altos e baixos na criptoeconomia.

Com exceção ao cofundador do Ethereum, o canadense Vitalik Buterin, a revista considerou o status de bilionário das criptomoedas os irmãos Cameron e Tyler Winklevoss, donos da Gemini; o CEO da MicroStrategy, Michael Saylor; e o presidente da Bloq, Matthew Roszak.

“Embora o S&P 500 tenha dado um salto agora em janeiro, ninguém está sorrindo mais do que os detentores de bitcoin”, escreveu a publicação, ressaltando o pico recente do bitcoin em 400%, quando rompeu os US$ 40 mil por unidade.

Cameron e Tyler Winklevoss

A Forbes estima que a fortuna dos gêmeos beira a casa dos US$ 3 bilhões — US$ 1,4 bilhão cada. “Estão crescendo novamente”, disse a revista sobre os novos bilionários, ressaltando que estes em destaque são apenas alguns dos investidores em criptomoedas que ficaram muito ricos.

Aos irmãos Winklevoss, a Forbes considerou suas fortunas não só por conta do hold em bitcoin, mas também pelo faturamento diário da Gemini, que é de US$ 300 milhões em negociações.
<figcaptionRindo, os irmãos Cameron e Tyler disseram lembrar quando o preço da moeda era de US$ 8 (Foto: Reprodução)
Matthew Roszak

A escalada de Matthew Roszak de US$ 300 milhões para US$ 1,2 bilhão em patrimônio líquido em criptomoedas, deu-se através da Bloq, uma empresa que presta consultoria e que fornece várias soluções de processamento de pagamentos para stablecoins e ajuda bancos a armazenar seus ativos com segurança.

Tim Draper

Veterano do bitcoin, o investidor e empresário americano Tim Draper se deu muito bem ao comprar em um leilão em 2014 cerca de 30 mil unidades da criptomoeda ao custo de US$ 650 cada. Elas haviam sido confiscadas da plataforma Silk Road pela Justiça dos EUA.

De acordo com a revista, Draper se recusa a falar sobre o seu portfólio de criptomoedas. Mas se ele manteve o portfólio intocável, hoje o californiano tem cerca de US$ 1,1 bilhão.
<figcaptionInvestidor começou a comprar bitcoins em 2014 (Foto: reprodução)
Michael Saylor

Para destacar a fortuna de Michael Saylor, a Forbes dissertou sobre sua grande tacada com a MicroStrategy, empresa de análise de negócios.

Com o novo cenário do bitcoin, a empresa ‘apostou’ mais de $ 1,1 bilhão em criptomoedas a um preço médio de cerca de US$ 15.964; Hoje, disse a revista, essas moedas valem US$ 2,4 bilhões, e a participação de Saylor pode ser cerca de US$ 1,2 bilhão.
<figcaptionCEO da Microstrategy, Michael Saylor (Foto: Reprodução/Youtube)
Mike Novogratz

“Titã de fundos de hedge do Goldman Sachs e do Fortress Group renasceu como um ‘criptoguru’”, descreveu a Forbes a situação atual de Mike Novogratz, fundador e CEO da Galaxy Investment Partners. Em 2013, ele supostamente fez um investimento pessoal de US$ 7 milhões em bitcoin, diz a publicação. Mais tarde, completou, usou esses ativos como capital inicial da empresa.

Com base nas divulgações de setembro de 2020, a Forbes estima que os ativos em criptomoedas da Galaxy valem cerca de US$ 621 milhões. “Um salto de 300% em quatro meses”, diz a publicação, ressaltando que o empresário detém 77% da empresa. Esses valores somam US$ 478 milhões, mas não inclui o quanto em criptomoeda pode possuir.

Vitalik Buterin

Por fim, o criador da segunda maior criptomoeda do mundo, a Ether, de Vitalik Buterin, cujo valor de mercado ultrapassa os US$ 123 bilhões, pode não estar bilionário, mas certamente tranquilo com seus 333.000 ethers. No mercado atual, o montante vale aproximadamente US$ 360 milhões. Há um ano, disse a Forbes, valia ‘apenas’ US$ 45 milhões.

Uma curiosidade. No final d[...]
Portal do Bitcoin
Portal do BitcoinQuem ficou bilionário com a recente alta do bitcoin, segundo a Forbes A Forbes destacou na segunda-feira (11) cinco personalidades que ficaram bilionárias com bitcoin e criptomoedas. A eles, a revista atribuiu os termos “investidores inteligentes”…
e 2015, Buterin vendeu 500 mil ethers para Novogratz numa transação P2P a uma bagatela de apenas US$ 0,99 cada.

Mercado de “trilhões”, diz Forbes

Segundo a publicação, na última década, os verdadeiros crentes na revolução das criptomoedas transformaram o que antes era considerado bizarro no mercado financeiro em uma classe de ativos de trilhões de dólares. O mercado, contudo, alcançou até agora apenas a casa de 1 trilhão, logo no início do ano.

Para a Forbes, um dos fatores-chave para o frenesi do mercado de criptomoedas foram as ações do governo dos EUA. “Conforme avançava o Covid e o Fed imprimia trilhões de dólares para estimular a economia e evitar uma recessão, os investidores cada vez mais viam o bitcoin como uma proteção contra a inflação”, disse a revista.

E destacou que o hype da vez deu-se por conta da entrada na criptoeconomia tanto de investidores institucionais quanto individuais, ao contrário do que foi em 2017/2018, quando o setor foi alavancado pelo investidor de varejo. Como exemplo, a Forbes citou, respectivamente, a Square e Paul Tudor Jones. 


The true believers of the cryptocurrency revolution have turned what was once considered an oddball peanut gallery in the financial world into the next trillion-dollar asset class. And as they count their digital coin, they're ready to take a bow https://t.co/Ck7Tb7vFg9 pic.twitter.com/70i3ztjm1m
&mdash; Forbes (@Forbes) January 11, 2021

O post Quem ficou bilionário com a recente alta do bitcoin, segundo a Forbes apareceu primeiro em Portal do Bitcoin.
Portal do Bitcoin
Photo
Portal do BitcoinQuem ficou bilionário com a recente alta do bitcoin, segundo a Forbes
A Forbes destacou na segunda-feira (11) cinco personalidades que ficaram bilionárias com bitcoin e criptomoedas. A eles, a revista atribuiu os termos “investidores inteligentes”, por conseguirem manter suas criptomoedas mesmo com tantos altos e baixos na criptoeconomia.

Com exceção ao cofundador do Ethereum, o canadense Vitalik Buterin, a revista considerou o status de bilionário das criptomoedas os irmãos Cameron e Tyler Winklevoss, donos da Gemini; o CEO da MicroStrategy, Michael Saylor; e o presidente da Bloq, Matthew Roszak.

“Embora o S&P 500 tenha dado um salto agora em janeiro, ninguém está sorrindo mais do que os detentores de bitcoin”, escreveu a publicação, ressaltando o pico recente do bitcoin em 400%, quando rompeu os US$ 40 mil por unidade.

Cameron e Tyler Winklevoss

A Forbes estima que a fortuna dos gêmeos beira a casa dos US$ 3 bilhões — US$ 1,4 bilhão cada. “Estão crescendo novamente”, disse a revista sobre os novos bilionários, ressaltando que estes em destaque são apenas alguns dos investidores em criptomoedas que ficaram muito ricos.

Aos irmãos Winklevoss, a Forbes considerou suas fortunas não só por conta do hold em bitcoin, mas também pelo faturamento diário da Gemini, que é de US$ 300 milhões em negociações.
<figcaptionRindo, os irmãos Cameron e Tyler disseram lembrar quando o preço da moeda era de US$ 8 (Foto: Reprodução)
Matthew Roszak

A escalada de Matthew Roszak de US$ 300 milhões para US$ 1,2 bilhão em patrimônio líquido em criptomoedas, deu-se através da Bloq, uma empresa que presta consultoria e que fornece várias soluções de processamento de pagamentos para stablecoins e ajuda bancos a armazenar seus ativos com segurança.

Tim Draper

Veterano do bitcoin, o investidor e empresário americano Tim Draper se deu muito bem ao comprar em um leilão em 2014 cerca de 30 mil unidades da criptomoeda ao custo de US$ 650 cada. Elas haviam sido confiscadas da plataforma Silk Road pela Justiça dos EUA.

De acordo com a revista, Draper se recusa a falar sobre o seu portfólio de criptomoedas. Mas se ele manteve o portfólio intocável, hoje o californiano tem cerca de US$ 1,1 bilhão.
<figcaptionInvestidor começou a comprar bitcoins em 2014 (Foto: reprodução)
Michael Saylor

Para destacar a fortuna de Michael Saylor, a Forbes dissertou sobre sua grande tacada com a MicroStrategy, empresa de análise de negócios.

Com o novo cenário do bitcoin, a empresa ‘apostou’ mais de $ 1,1 bilhão em criptomoedas a um preço médio de cerca de US$ 15.964; Hoje, disse a revista, essas moedas valem US$ 2,4 bilhões, e a participação de Saylor pode ser cerca de US$ 1,2 bilhão.
<figcaptionCEO da Microstrategy, Michael Saylor (Foto: Reprodução/Youtube)
Mike Novogratz

“Titã de fundos de hedge do Goldman Sachs e do Fortress Group renasceu como um ‘criptoguru’”, descreveu a Forbes a situação atual de Mike Novogratz, fundador e CEO da Galaxy Investment Partners. Em 2013, ele supostamente fez um investimento pessoal de US$ 7 milhões em bitcoin, diz a publicação. Mais tarde, completou, usou esses ativos como capital inicial da empresa.

Com base nas divulgações de setembro de 2020, a Forbes estima que os ativos em criptomoedas da Galaxy valem cerca de US$ 621 milhões. “Um salto de 300% em quatro meses”, diz a publicação, ressaltando que o empresário detém 77% da empresa. Esses valores somam US$ 478 milhões, mas não inclui o quanto em criptomoeda pode possuir.

Vitalik Buterin

Por fim, o criador da segunda maior criptomoeda do mundo, a Ether, de Vitalik Buterin, cujo valor de mercado ultrapassa os US$ 123 bilhões, pode não estar bilionário, mas certamente tranquilo com seus 333.000 ethers. No mercado atual, o montante vale aproximadamente US$ 360 milhões. Há um ano, disse a Forbes, valia ‘apenas’ US$ 45 milhões.

Uma curiosidade. No final d[...]
Portal do Bitcoin
Portal do BitcoinQuem ficou bilionário com a recente alta do bitcoin, segundo a Forbes A Forbes destacou na segunda-feira (11) cinco personalidades que ficaram bilionárias com bitcoin e criptomoedas. A eles, a revista atribuiu os termos “investidores inteligentes”…
e 2015, Buterin vendeu 500 mil ethers para Novogratz numa transação P2P a uma bagatela de apenas US$ 0,99 cada.

Mercado de “trilhões”, diz Forbes

Segundo a publicação, na última década, os verdadeiros crentes na revolução das criptomoedas transformaram o que antes era considerado bizarro no mercado financeiro em uma classe de ativos de trilhões de dólares. O mercado, contudo, alcançou até agora apenas a casa de 1 trilhão, logo no início do ano.

Para a Forbes, um dos fatores-chave para o frenesi do mercado de criptomoedas foram as ações do governo dos EUA. “Conforme avançava o Covid e o Fed imprimia trilhões de dólares para estimular a economia e evitar uma recessão, os investidores cada vez mais viam o bitcoin como uma proteção contra a inflação”, disse a revista.

E destacou que o hype da vez deu-se por conta da entrada na criptoeconomia tanto de investidores institucionais quanto individuais, ao contrário do que foi em 2017/2018, quando o setor foi alavancado pelo investidor de varejo. Como exemplo, a Forbes citou, respectivamente, a Square e Paul Tudor Jones. 


The true believers of the cryptocurrency revolution have turned what was once considered an oddball peanut gallery in the financial world into the next trillion-dollar asset class. And as they count their digital coin, they're ready to take a bow https://t.co/Ck7Tb7vFg9 pic.twitter.com/70i3ztjm1m
&mdash; Forbes (@Forbes) January 11, 2021

O post Quem ficou bilionário com a recente alta do bitcoin, segundo a Forbes apareceu primeiro em Portal do Bitcoin.
Portal do Bitcoin
Photo
Portal do BitcoinPolícia alemã fecha site da deepweb que negociou 4650 bitcoins e 12800 moneros
A Polícia Federal da Alemanha derrubou na terça-feira (12) o DarkMarket, um site da deepweb que operava com vendas ilegais cuja receita foi de pelo menos 4.650 bitcoins (BTC) e 12.800 moneros (XMR), o que dá na cotação atual cerca de US$ 160 milhões. Na operação, um australiano de 34 anos foi preso, suspeito de comandar a plataforma, diz o comunicado da Europol.

De acordo com a agência, trata-se do maior mercado ilegal do mundo na deepweb. Nele, havia cerca de 500 mil usuários que eram atendidos por mais de 2.400 vendedores. Mais de 320.000 transações foram realizadas até a ação da força-tarefa, disse a agência.

“Os vendedores do marketplace comercializavam principalmente todos os tipos de drogas, dinheiro falsificado, dados roubados de cartões de crédito, cartões SIM anônimos e malware”, diz o comunicado.

Para localizar os mentores da plataforma ilegal e desativá-la, o Centro Europeu de Cibercrime (EC3) criou uma força-tarefa chamda ‘Dark Web Team’ para trabalhar em conjunto com os parceiros da União Europeia. O objetivo é realizar mais ações como esta e aplicar a lei em todo o mundo para reduzir o tamanho da economia ilegal.

Segundo a Europol, a time fornecerá uma abordagem completa e coordenada, compartilhando informações e fornecendo suporte operacional e experiência em diferentes áreas do crime. Além disso, o time deve desenvolver ferramentas, táticas e técnicas para conduzir investigações da deepweb e identificar ameaças e alvos.

A equipe pretende ainda aprimorar ações técnicas e investigativas conjuntas, organizar formação e capacitação, e criar campanhas de sensibilização. “Uma estratégia completa contra a criminalidade na deepweb”, disse o órgão, acrescentando:

“Um compromisso compartilhado com a comunidade policial em todo o mundo e uma abordagem coordenada por parte das agências policiais mais uma vez provaram sua eficácia. A escala da operação na Europol demonstra o compromisso global de combater o uso da dark web como meio de cometer crimes”. 

A operação coordenada pela Europol contra o DarkMarket, envolveu autoridades da Alemanha, Austrália, Dinamarca, Moldávia, Ucrânia, Reino Unido e dos Estados Unidos. 

Silk Road na deepweb

A ação alemã remete ao caso Silk Road, que ficou conhecido mundialmente como o marketplace ilegal na deepweb que envolveu uam grande quantidade de bitcoin. Comandada por Ross Ulbricht, a plataforma permitia livremente a comercialização de armas e drogas.

Com isso, Ulbricht fez fortuna e chegou a juntar mais de 140 mil bitcoins, equivalentes a US$ 4,8 bilhões no mercado de hoje, mas foi preso em flagrante operando o site em uma biblioteca pública de São Francisco, em outubro de 2013, após ter sido rastreado pelo FBI.

Ultimamente, o americano tem tentado o perdão presidencial. Em 2019, pediu ajuda a Roger Ver, fundador do site Bitcoin.com e ‘pai’ do Bitcoin Cash (BCH).

* Siga o Portal do Bitcoin no Youtube





O post Polícia alemã fecha site da deepweb que negociou 4650 bitcoins e 12800 moneros apareceu primeiro em Portal do Bitcoin.