*PRIORIZE A PALAVRA DE DEUS*
Deus não nos deu a Sua palavra para nos informar, mas para nos transformar. Ler e ouvir Suas instruções não é suficiente; precisamos praticá-la. Tiago 1, 22 afirma: “Sejam praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando a vocês mesmos”.
Na Bíblia temos toda a sabedoria de Deus. Sua sabedoria é perfeita e nos aponta para os caminhos certos e melhores. Sua sabedoria nos direciona a vivermos corretamente nesta vida e nos aponta o caminho para a eternidade. Para que possamos nos apropriar da sabedoria de Deus, precisamos estabelecer o hábito de ler, ouvir a Sua Palavra e guardá-la em nosso íntimo, em nosso coração, praticando-a.
O problema central é que somos tendentes a esquecer as verdades de Deus. Por que as esquecemos? Comumente apenas nos lembramos daquilo que consideramos importante. Se as verdades da Palavra de Deus não se tornam uma prioridade em nossa vida, nós certamente a esqueceremos.
Por isso, priorize a Palavra de Deus em Sua vida. Atente para tudo o que Deus diz. Há tremendos benefícios para todas as áreas de sua vida, se você decidir priorizar a Palavra de Deus. O salmista afirmou no Salmos 19, 9 - 11: “O temor do Senhor é límpido e permanece para sempre; os juízos do Senhor são verdadeiros e todos igualmente, justos....Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em os guardar há grande recompensa”.
Leia e ouça cuidadosamente as instruções da Palavra de Deus. Decida praticá-la; obedece-la. Faça da Bíblia o seu padrão e deixe-se ser guiado somente por ela. BB Warfield declarou: “A Bíblia tem autoridade, pois é a Palavra de Deus... Por ser a Palavra de Deus em todas as partes e elementos, ela é nossa lei e guia constante”.
Decida então priorizar a Palavra de Deus em sua vida.
Tenha um bom dia!
Deus não nos deu a Sua palavra para nos informar, mas para nos transformar. Ler e ouvir Suas instruções não é suficiente; precisamos praticá-la. Tiago 1, 22 afirma: “Sejam praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando a vocês mesmos”.
Na Bíblia temos toda a sabedoria de Deus. Sua sabedoria é perfeita e nos aponta para os caminhos certos e melhores. Sua sabedoria nos direciona a vivermos corretamente nesta vida e nos aponta o caminho para a eternidade. Para que possamos nos apropriar da sabedoria de Deus, precisamos estabelecer o hábito de ler, ouvir a Sua Palavra e guardá-la em nosso íntimo, em nosso coração, praticando-a.
O problema central é que somos tendentes a esquecer as verdades de Deus. Por que as esquecemos? Comumente apenas nos lembramos daquilo que consideramos importante. Se as verdades da Palavra de Deus não se tornam uma prioridade em nossa vida, nós certamente a esqueceremos.
Por isso, priorize a Palavra de Deus em Sua vida. Atente para tudo o que Deus diz. Há tremendos benefícios para todas as áreas de sua vida, se você decidir priorizar a Palavra de Deus. O salmista afirmou no Salmos 19, 9 - 11: “O temor do Senhor é límpido e permanece para sempre; os juízos do Senhor são verdadeiros e todos igualmente, justos....Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em os guardar há grande recompensa”.
Leia e ouça cuidadosamente as instruções da Palavra de Deus. Decida praticá-la; obedece-la. Faça da Bíblia o seu padrão e deixe-se ser guiado somente por ela. BB Warfield declarou: “A Bíblia tem autoridade, pois é a Palavra de Deus... Por ser a Palavra de Deus em todas as partes e elementos, ela é nossa lei e guia constante”.
Decida então priorizar a Palavra de Deus em sua vida.
Tenha um bom dia!
*HUMILHE-SE DIANTE DO SENHOR!*
Todos pecamos e precisamos urgentemente da graça, bondade e misericórdia de Deus. Contudo, poucas pessoas têm uma prática rotineira de fazer um exame rigoroso e honesto diante dEle. Todos precisamos aprender a nos humilharmos e a revisar nosso coração e comportamento diante do Senhor. Tiago 4, 10 declara: “Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará”. Em 1 Pedro 5, 6 o apóstolo ensina: “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte”.
Não nos humilhamos diante de Deus por causa do orgulho. O orgulho é a mãe e o pior de todos os pecados. O orgulho envolve uma inversão total da realidade. A sanidade diz: “Deus é Deus; eu não sou Deus e não devo agir como Deus”. O pecador confesso sabiamente dirá: “Deus é todo santo; não sou santo e, portanto, não agrado a Deus conforme Ele quer, por isso devo me humilhar e reconciliar-me com Ele; devo me achegar a Ele; devo viver mediante a tudo o que Ele ensina”. Deus ama os humildes e age em favor deles.
Ele nunca está tão presente e real quando humildemente alguém achega-se a Ele. Isaías 57, 15 afirma: “O Alto e Sublime, que vive na eternidade, o Santo diz: Habito nos lugares altos e santos, e também com os de espírito oprimido e humilde. Dou novo ânimo aos abatidos e coragem aos de coração arrependido”.
Assim, Deus espera que você se humilhe diante dEle com um coração quebrantado, confessando seus pecados e disposto a mudar suas atitudes. Ao fazer isso, Ele mesmo o exaltará, dará o Seu perdão, removerá a sua tristeza e transformará a sua vida.
Deus está sempre disposto a mostrar Sua grande misericórdia, abençoar e receber a todos os que se humilham ante Ele.
Humilhe-se diante do Senhor!
Tenha um bom dia!
Todos pecamos e precisamos urgentemente da graça, bondade e misericórdia de Deus. Contudo, poucas pessoas têm uma prática rotineira de fazer um exame rigoroso e honesto diante dEle. Todos precisamos aprender a nos humilharmos e a revisar nosso coração e comportamento diante do Senhor. Tiago 4, 10 declara: “Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará”. Em 1 Pedro 5, 6 o apóstolo ensina: “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte”.
Não nos humilhamos diante de Deus por causa do orgulho. O orgulho é a mãe e o pior de todos os pecados. O orgulho envolve uma inversão total da realidade. A sanidade diz: “Deus é Deus; eu não sou Deus e não devo agir como Deus”. O pecador confesso sabiamente dirá: “Deus é todo santo; não sou santo e, portanto, não agrado a Deus conforme Ele quer, por isso devo me humilhar e reconciliar-me com Ele; devo me achegar a Ele; devo viver mediante a tudo o que Ele ensina”. Deus ama os humildes e age em favor deles.
Ele nunca está tão presente e real quando humildemente alguém achega-se a Ele. Isaías 57, 15 afirma: “O Alto e Sublime, que vive na eternidade, o Santo diz: Habito nos lugares altos e santos, e também com os de espírito oprimido e humilde. Dou novo ânimo aos abatidos e coragem aos de coração arrependido”.
Assim, Deus espera que você se humilhe diante dEle com um coração quebrantado, confessando seus pecados e disposto a mudar suas atitudes. Ao fazer isso, Ele mesmo o exaltará, dará o Seu perdão, removerá a sua tristeza e transformará a sua vida.
Deus está sempre disposto a mostrar Sua grande misericórdia, abençoar e receber a todos os que se humilham ante Ele.
Humilhe-se diante do Senhor!
Tenha um bom dia!
*NÃO DESPERDICE SUA VIDA*
A maior necessidade da nossa vida é ter o próprio Deus. Riquezas, glórias e alegrias deste mundo, quando ausentes de Deus, nada valem. Agostinho disse: “As riquezas terrenas estão cheias de pobreza”. No Salmos 16, 11, o salmista declara: “Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita”.
Fomos criados por Deus e para Deus. NEle a vida encontra razão e a alma encontra descanso. NEle está tudo o que procuramos. No Salmos 4, 7, o salmista relembra: “Encheste o meu coração de alegria, alegria maior do que a daqueles que têm fartura de trigo e de vinho”.
O que urgentemente precisamos é mais de Deus; mais de Seus ensinos; mais foco nEle e para Ele. Precisamos estar em Sua presença. Precisamos nos alegrar nEle. O salmista declarou nos Salmos 68, 3: “Alegrem-se, porém, os justos! Exultem diante de Deus! Regozijem-se com grande alegria!”
Há uma vida mais abundante do que a vida que chamamos de vida. Há a verdadeira vida além dessa vida rotineira. A vida está em Deus. Salomão concluiu o seu livro, em Eclesiastes 12, 13, dizendo: “Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e guarde os seus mandamentos, pois isso é o essencial para o homem”.
Na faça da sua vida um fim. Não a idolatre. Não a desperdice. Deus é o autor dela, e através do Senhor Jesus a vida torna-se o que Ele planejou para que ela fosse. Ele mesmo afirmou em João 10, 10: “... eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância”.
Dr John Piper afirmou: “Lembre-se, você tem apenas uma vida e ela foi feita para Deus. Não a desperdice.”
A maior necessidade da nossa vida é ter o próprio Deus. Riquezas, glórias e alegrias deste mundo, quando ausentes de Deus, nada valem. Agostinho disse: “As riquezas terrenas estão cheias de pobreza”. No Salmos 16, 11, o salmista declara: “Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita”.
Fomos criados por Deus e para Deus. NEle a vida encontra razão e a alma encontra descanso. NEle está tudo o que procuramos. No Salmos 4, 7, o salmista relembra: “Encheste o meu coração de alegria, alegria maior do que a daqueles que têm fartura de trigo e de vinho”.
O que urgentemente precisamos é mais de Deus; mais de Seus ensinos; mais foco nEle e para Ele. Precisamos estar em Sua presença. Precisamos nos alegrar nEle. O salmista declarou nos Salmos 68, 3: “Alegrem-se, porém, os justos! Exultem diante de Deus! Regozijem-se com grande alegria!”
Há uma vida mais abundante do que a vida que chamamos de vida. Há a verdadeira vida além dessa vida rotineira. A vida está em Deus. Salomão concluiu o seu livro, em Eclesiastes 12, 13, dizendo: “Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e guarde os seus mandamentos, pois isso é o essencial para o homem”.
Na faça da sua vida um fim. Não a idolatre. Não a desperdice. Deus é o autor dela, e através do Senhor Jesus a vida torna-se o que Ele planejou para que ela fosse. Ele mesmo afirmou em João 10, 10: “... eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância”.
Dr John Piper afirmou: “Lembre-se, você tem apenas uma vida e ela foi feita para Deus. Não a desperdice.”
*TRATANDO O CORAÇÃO*
A Bíblia define o “coração” como a cede dos desejos, afeições, emoções, paixões, objetivos, pensamentos, interesses, percepções, propósitos, imaginações, habilidades, conhecimento, crenças, conceitos, valores, raciocínio, memórias e a consciência de si mesmo.
A Bíblia também deixa claro que do “coração” se originam todos os problemas do ser humano. Jesus afirma em Marcos 7, 21 - 22: “Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura”.
O problema humano é de ordem moral. O problema humano não está em pessoas, circunstâncias, no que se tem, no que não se tem, no que se é, no que não se tornou, na abundância, na falta, no cônjuge, nos pais, na sociedade, no governo, no diabo ou em qualquer outra coisa. O problema do ser humano está dentro dele mesmo: o seu coração está contaminado e o engana.
Cada um precisa tratar o seu coração diante de Deus. Davi orou no Salmos 51, 10: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro; renova dentro de mim um espírito inabalável”.
Se você quiser ter uma vida transformada, é preciso que você trate o seu coração; é preciso ver a si mesmo como Deus lhe vê; é preciso pedir que Ele revele quem você é.
Pare de se desculpar! Pare de jogar a culpa em outras pessoas! Pare de reclamar da situação! Levante-se! Confesse seus pecados, purifique seu coração e volte-se para Deus.
Quando o seu coração estiver tratado diante do Senhor, então a sua vida experimentará as verdadeiras mudanças.
Trate seu coração!
Tenha um bom dia!
A Bíblia define o “coração” como a cede dos desejos, afeições, emoções, paixões, objetivos, pensamentos, interesses, percepções, propósitos, imaginações, habilidades, conhecimento, crenças, conceitos, valores, raciocínio, memórias e a consciência de si mesmo.
A Bíblia também deixa claro que do “coração” se originam todos os problemas do ser humano. Jesus afirma em Marcos 7, 21 - 22: “Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura”.
O problema humano é de ordem moral. O problema humano não está em pessoas, circunstâncias, no que se tem, no que não se tem, no que se é, no que não se tornou, na abundância, na falta, no cônjuge, nos pais, na sociedade, no governo, no diabo ou em qualquer outra coisa. O problema do ser humano está dentro dele mesmo: o seu coração está contaminado e o engana.
Cada um precisa tratar o seu coração diante de Deus. Davi orou no Salmos 51, 10: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro; renova dentro de mim um espírito inabalável”.
Se você quiser ter uma vida transformada, é preciso que você trate o seu coração; é preciso ver a si mesmo como Deus lhe vê; é preciso pedir que Ele revele quem você é.
Pare de se desculpar! Pare de jogar a culpa em outras pessoas! Pare de reclamar da situação! Levante-se! Confesse seus pecados, purifique seu coração e volte-se para Deus.
Quando o seu coração estiver tratado diante do Senhor, então a sua vida experimentará as verdadeiras mudanças.
Trate seu coração!
Tenha um bom dia!
*O MAIOR PROBLEMA*
Em João 5, 2 - 5 lemos: “Ora, existe ali, junto à Porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tem cinco pavilhões. Nestes, jazia uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos... Estava ali um homem enfermo havia trinta e oito anos”.
O texto não apresenta outros detalhes sobre o homem enfermo, a não ser que ele mantinha-se perto do tanque de Betesda, junto com outros enfermos, e seu tempo ali já era de trinta e oito anos. Trinta e oito anos é literalmente uma vida toda. A expectativa de vida média daquela época era de quarenta anos.
No versículo 6, Jesus aparece naquele lugar e pergunta para aquele homem: “Queres ser curado?” Sem atender aos problemas que o homem levantou, Jesus lhe disse no versículo 8: “Levanta-te, toma o teu leito e anda”. Por obedecer, o versículo 9 conclui a nova realidade do homem: “Imediatamente, o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar”.
Assim como Jesus chegou àquele homem e trouxe esperança e cura no meio de sua desesperança, assim também hoje Ele chega a você. Ele continua estendendo a Sua bondade e misericórdia.
Qual é o maior problema? O maior problema é você estabelecer as suas próprias respostas aos seus problemas; é continuar crendo em suas próprias possibilidades impossíveis e improváveis; é fazer as coisas do seu próprio jeito.
Quaisquer respostas e garantias que você ache que precisa, elas nunca serão encontradas em você; suas respostas só podem ser encontradas em Jesus. Jesus é tudo o que você precisa.
O mais difícil não é Jesus agir em sua vida. O mais difícil é você deixar que Ele aja. Você sempre é o maior problema.
Em João 5, 2 - 5 lemos: “Ora, existe ali, junto à Porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tem cinco pavilhões. Nestes, jazia uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos... Estava ali um homem enfermo havia trinta e oito anos”.
O texto não apresenta outros detalhes sobre o homem enfermo, a não ser que ele mantinha-se perto do tanque de Betesda, junto com outros enfermos, e seu tempo ali já era de trinta e oito anos. Trinta e oito anos é literalmente uma vida toda. A expectativa de vida média daquela época era de quarenta anos.
No versículo 6, Jesus aparece naquele lugar e pergunta para aquele homem: “Queres ser curado?” Sem atender aos problemas que o homem levantou, Jesus lhe disse no versículo 8: “Levanta-te, toma o teu leito e anda”. Por obedecer, o versículo 9 conclui a nova realidade do homem: “Imediatamente, o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar”.
Assim como Jesus chegou àquele homem e trouxe esperança e cura no meio de sua desesperança, assim também hoje Ele chega a você. Ele continua estendendo a Sua bondade e misericórdia.
Qual é o maior problema? O maior problema é você estabelecer as suas próprias respostas aos seus problemas; é continuar crendo em suas próprias possibilidades impossíveis e improváveis; é fazer as coisas do seu próprio jeito.
Quaisquer respostas e garantias que você ache que precisa, elas nunca serão encontradas em você; suas respostas só podem ser encontradas em Jesus. Jesus é tudo o que você precisa.
O mais difícil não é Jesus agir em sua vida. O mais difícil é você deixar que Ele aja. Você sempre é o maior problema.
*AGRADAR AOS OUTROS?*
Viver agradando às pessoas é um perigo. Provérbios 29, 25 nos alerta: “Quem teme ao homem cai em armadilhas…”
Há pessoas que são mentalmente escravas da aprovação dos outros. Se não são aprovadas, elas se amarguram, pois se preocupam demais com o que os outros pensam delas.
O certo é que se você centrar a sua vida tentando descobrir o que o outro quer que você seja, em breve você se tornará o que o outro quer.
Viver preocupado com o que os outros pensam é algo muito profundo; é algo espiritualmente sério: é uma idolatria. Nesta vida, devemos apenas agradar a Deus.
Quando lemos a ordem de Deus em Êxodo 20, 3: “Não terás outros deuses além de mim”, isso significa que qualquer coisa que você coloca acima de Deus torna-se um ídolo. Permitir que as opiniões e o pensamento das pessoas se tornem algo prioritário em sua vida, mais do que a opinião e a vontade de Deus, isso lhe transforma num idólatra.
Não agradar às pessoas não significa que você deva centrar-se em si mesmo. Jesus afirmou em João 5, 30: “…não procuro agradar a mim mesmo, mas àquele que me enviou". O alvo final da vida não é agradar às pessoas e nem agradar a você mesmo, mas agradar a Deus.
Paulo afirmou categoricamente o seguinte em Gálatas 1, 10: “Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo”.
Lembre-se: Você não pode agradar a todos. Na verdade, não há necessidade disso; quem agrada a todos arruinará a vida. Pare de agir assim e agrade apenas a Deus. Viva apenas debaixo da aprovação de Deus.
Tenha um bom dia
Viver agradando às pessoas é um perigo. Provérbios 29, 25 nos alerta: “Quem teme ao homem cai em armadilhas…”
Há pessoas que são mentalmente escravas da aprovação dos outros. Se não são aprovadas, elas se amarguram, pois se preocupam demais com o que os outros pensam delas.
O certo é que se você centrar a sua vida tentando descobrir o que o outro quer que você seja, em breve você se tornará o que o outro quer.
Viver preocupado com o que os outros pensam é algo muito profundo; é algo espiritualmente sério: é uma idolatria. Nesta vida, devemos apenas agradar a Deus.
Quando lemos a ordem de Deus em Êxodo 20, 3: “Não terás outros deuses além de mim”, isso significa que qualquer coisa que você coloca acima de Deus torna-se um ídolo. Permitir que as opiniões e o pensamento das pessoas se tornem algo prioritário em sua vida, mais do que a opinião e a vontade de Deus, isso lhe transforma num idólatra.
Não agradar às pessoas não significa que você deva centrar-se em si mesmo. Jesus afirmou em João 5, 30: “…não procuro agradar a mim mesmo, mas àquele que me enviou". O alvo final da vida não é agradar às pessoas e nem agradar a você mesmo, mas agradar a Deus.
Paulo afirmou categoricamente o seguinte em Gálatas 1, 10: “Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo”.
Lembre-se: Você não pode agradar a todos. Na verdade, não há necessidade disso; quem agrada a todos arruinará a vida. Pare de agir assim e agrade apenas a Deus. Viva apenas debaixo da aprovação de Deus.
Tenha um bom dia
*O PODER DA VERDADE*
Todos estamos buscando mudanças em nossa vida, mas a realidade é que nada mudará, a menos que aprendamos a deflagrar nossas mentiras e apliquemos a verdade em nosso dia a dia.
Em João 14, 6, Jesus afirmou: “Eu sou... a verdade...” Em João 17, 17, Ele também declarou: “...a tua palavra é a verdade”. Em João 8, 33, Ele disse: “...conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. O que Jesus afirma nesses textos é que Ele é a verdade, a Palavra de Deus é a verdade e é preciso focar na verdade para que se viva livre.
Segundo Jesus, você nunca se tornará livre até que saiba, compreenda, entenda e aplique a verdade em sua vida. Mudanças ocorrem quando você encara com seriedade as mentiras que você acredita e as substitui pela prática da verdade.
Tudo muda quando você para de mentir a si mesmo quanto a seus hábitos, o uso do seu dinheiro, suas compras, seus entretenimentos, seus relacionamentos, os lugares por onde anda, com quem anda, etc.
Nada lhe deixará tão livre quanto a prática da verdade. A liberdade virá quando você disser para Deus, para si mesmo e para o outro, “eu errei”, e estiver disposto a reparar todos os seus erros.
Considere: quais são as áreas de sua vida em que você está mentindo e nas quais você não vê problemas, mas que de alguma forma está ofendendo a Deus, lhe prejudicando e prejudicando outros?
O segredo da liberdade não é mais um comprimido, mais uma terapia, mais um livro, mais um pensamento positivo ou mais alguma coisa.
O segredo da liberdade é deixar que o poder da verdade, que está na Pessoa e na Palavra de Jesus, vasculhe cada canto obscuro da sua alma, confrontando-a e trazendo luz a todos os erros e mentiras.
Tenha um bom dia!
Todos estamos buscando mudanças em nossa vida, mas a realidade é que nada mudará, a menos que aprendamos a deflagrar nossas mentiras e apliquemos a verdade em nosso dia a dia.
Em João 14, 6, Jesus afirmou: “Eu sou... a verdade...” Em João 17, 17, Ele também declarou: “...a tua palavra é a verdade”. Em João 8, 33, Ele disse: “...conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. O que Jesus afirma nesses textos é que Ele é a verdade, a Palavra de Deus é a verdade e é preciso focar na verdade para que se viva livre.
Segundo Jesus, você nunca se tornará livre até que saiba, compreenda, entenda e aplique a verdade em sua vida. Mudanças ocorrem quando você encara com seriedade as mentiras que você acredita e as substitui pela prática da verdade.
Tudo muda quando você para de mentir a si mesmo quanto a seus hábitos, o uso do seu dinheiro, suas compras, seus entretenimentos, seus relacionamentos, os lugares por onde anda, com quem anda, etc.
Nada lhe deixará tão livre quanto a prática da verdade. A liberdade virá quando você disser para Deus, para si mesmo e para o outro, “eu errei”, e estiver disposto a reparar todos os seus erros.
Considere: quais são as áreas de sua vida em que você está mentindo e nas quais você não vê problemas, mas que de alguma forma está ofendendo a Deus, lhe prejudicando e prejudicando outros?
O segredo da liberdade não é mais um comprimido, mais uma terapia, mais um livro, mais um pensamento positivo ou mais alguma coisa.
O segredo da liberdade é deixar que o poder da verdade, que está na Pessoa e na Palavra de Jesus, vasculhe cada canto obscuro da sua alma, confrontando-a e trazendo luz a todos os erros e mentiras.
Tenha um bom dia!
*UMA ALEGRIA SUPERIOR*
No Salmo 4, Davi busca a Deus e queixa-se a Ele de que os seus inimigos o caluniam. Davi na verdade encontra-se cercado de sofrimento, injustiça e opressão.
Ele se sente inseguro e ansioso, mas insiste em buscar a ajuda de Deus. Ele insiste em manter sua fé, paz e refúgio nEle. Nos versículos 6 e 7 está escrito: “Há muitos que dizem: Quem nos dará a conhecer o bem? SENHOR, levanta sobre nós a luz do teu rosto. Mais alegria me puseste no coração do que a alegria deles, quando lhes há fartura de cereal e de vinho”.
Embora Davi estivesse aflito e atormentado por homens ímpios, Deus lhe havia alegrado o coração. Ele estava ciente de que havia uma alegria superior vinda de Deus, em contraste com a felicidade e a prosperidade de seus inimigos que estavam postas em coisas mundanas e passageiras.
Como na vida de Davi, os problemas também chegam em sua vida. Eles podem vir de pessoas ou de circunstâncias. O que fará a diferença é como você reagirá a eles. Como fez Davi, você também precisa reagir corretamente, trazendo ao Senhor tudo o que lhe aflige. Você precisa passar um tempo de qualidade com Deus, experimentando de Seu favor e presença. Na verdade, você só deveria sair da presença de Deus em oração, quando estivesse convicto de que Ele alegrou o seu coração.
Em 1 Samuel 1, 15, Ana disse ao Sacerdote Eli: “Eu sou mulher atribulada”. Mas depois que ela orou ao Senhor, e colocou o seu coração diante dEle, o versículo 18 diz que “…seu semblante já não era triste”.
Sua depressão, angústia, aflição e qualquer outro sentimento, terão o final decretado quando você buscar a Deus, ficar em Sua presença e contar tudo a Ele. Há uma alegria superior lhe esperando nEle.
No Salmo 4, Davi busca a Deus e queixa-se a Ele de que os seus inimigos o caluniam. Davi na verdade encontra-se cercado de sofrimento, injustiça e opressão.
Ele se sente inseguro e ansioso, mas insiste em buscar a ajuda de Deus. Ele insiste em manter sua fé, paz e refúgio nEle. Nos versículos 6 e 7 está escrito: “Há muitos que dizem: Quem nos dará a conhecer o bem? SENHOR, levanta sobre nós a luz do teu rosto. Mais alegria me puseste no coração do que a alegria deles, quando lhes há fartura de cereal e de vinho”.
Embora Davi estivesse aflito e atormentado por homens ímpios, Deus lhe havia alegrado o coração. Ele estava ciente de que havia uma alegria superior vinda de Deus, em contraste com a felicidade e a prosperidade de seus inimigos que estavam postas em coisas mundanas e passageiras.
Como na vida de Davi, os problemas também chegam em sua vida. Eles podem vir de pessoas ou de circunstâncias. O que fará a diferença é como você reagirá a eles. Como fez Davi, você também precisa reagir corretamente, trazendo ao Senhor tudo o que lhe aflige. Você precisa passar um tempo de qualidade com Deus, experimentando de Seu favor e presença. Na verdade, você só deveria sair da presença de Deus em oração, quando estivesse convicto de que Ele alegrou o seu coração.
Em 1 Samuel 1, 15, Ana disse ao Sacerdote Eli: “Eu sou mulher atribulada”. Mas depois que ela orou ao Senhor, e colocou o seu coração diante dEle, o versículo 18 diz que “…seu semblante já não era triste”.
Sua depressão, angústia, aflição e qualquer outro sentimento, terão o final decretado quando você buscar a Deus, ficar em Sua presença e contar tudo a Ele. Há uma alegria superior lhe esperando nEle.
*COMPROMISSO COM DEUS*
A Bíblia relata em Juízes 13-16 a história de um homem que fracassou. Seu nome é Sansão. Ele nasceu debaixo do voto de nazireado de Números 6, 1-21. Esse voto indicava que a pessoa seria consagrada a Deus todos os dias de sua vida. E o voto incluía: não comer uvas, nem beber vinho ou algo extraído da videira; nunca se contaminar com um morto e nunca cortar o cabelo. O nazireu era alguém separado por Deus e socialmente visto assim.
Mas Sansão tinha um problema: Ele sempre recusou levar a sério a si mesmo e a Deus. Ele brincou com a tentação e o pecado. Depois de viver a seu bel prazer, Sansão envolveu-se num perigoso e profundo relacionamento amoroso com Dalila (Juízes 16). Dalila, instigada por dinheiro, pediu que Sansão lhe contasse o segredo de sua grande força. Ao invés de fugir da tentação, Sansão entrou no jogo de Dalila. Ele não fez isso uma, mas quatro vezes, até que tudo acabou. Em Juízes 16, 20, após Dalila despertá-lo de seu sono, Sansão orgulhosamente diz: “Sairei como antes e me livrarei. Mas não sabia que o Senhor o tinha deixado”. Sansão se perdeu e se acabou. Ele rompeu com todos os seus compromissos com Deus. Ele se afastou de Deus e Deus se afastou dele. Gradualmente ele foi vivendo um estilo autoindulgente, o qual perpetuou o seu fracasso.
Quando observamos a vida de Sansão, aprendemos que precisamos nos manter fortes em nossos compromissos para com Deus. Não podemos brincar com nossas convicções espirituais. E mais, não podemos justificar nossos erros e pecados. Devemos lembrar que a nossa vida é forte, enquanto nossos compromissos com Deus se manterem fortes.
Por isso, empenhe-se em seu compromisso com Deus. NEle está a verdadeira força para a vida.
Tenha um bom dia
A Bíblia relata em Juízes 13-16 a história de um homem que fracassou. Seu nome é Sansão. Ele nasceu debaixo do voto de nazireado de Números 6, 1-21. Esse voto indicava que a pessoa seria consagrada a Deus todos os dias de sua vida. E o voto incluía: não comer uvas, nem beber vinho ou algo extraído da videira; nunca se contaminar com um morto e nunca cortar o cabelo. O nazireu era alguém separado por Deus e socialmente visto assim.
Mas Sansão tinha um problema: Ele sempre recusou levar a sério a si mesmo e a Deus. Ele brincou com a tentação e o pecado. Depois de viver a seu bel prazer, Sansão envolveu-se num perigoso e profundo relacionamento amoroso com Dalila (Juízes 16). Dalila, instigada por dinheiro, pediu que Sansão lhe contasse o segredo de sua grande força. Ao invés de fugir da tentação, Sansão entrou no jogo de Dalila. Ele não fez isso uma, mas quatro vezes, até que tudo acabou. Em Juízes 16, 20, após Dalila despertá-lo de seu sono, Sansão orgulhosamente diz: “Sairei como antes e me livrarei. Mas não sabia que o Senhor o tinha deixado”. Sansão se perdeu e se acabou. Ele rompeu com todos os seus compromissos com Deus. Ele se afastou de Deus e Deus se afastou dele. Gradualmente ele foi vivendo um estilo autoindulgente, o qual perpetuou o seu fracasso.
Quando observamos a vida de Sansão, aprendemos que precisamos nos manter fortes em nossos compromissos para com Deus. Não podemos brincar com nossas convicções espirituais. E mais, não podemos justificar nossos erros e pecados. Devemos lembrar que a nossa vida é forte, enquanto nossos compromissos com Deus se manterem fortes.
Por isso, empenhe-se em seu compromisso com Deus. NEle está a verdadeira força para a vida.
Tenha um bom dia
*GUIADOS PELO ESPÍRITO DE DEUS*
Paulo afirmou em Romanos 8, 14: “Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus”.
Ao comentar essa passagem, Dr. John MacArthur afirma: “O Espírito de Deus guia e dirige seus filhos objetivamente e às vezes através das circunstâncias, mas principalmente por meio de iluminação divina ou esclarecimento das Escrituras para que a mente pecaminosa e finita possa entender a Palavra de Deus...Sempre que uma pessoa experimenta a orientação do Espírito dessa forma, ela tem certeza de que Deus a adotou em sua família”.
A verdade é que todos os “guiados pelo Espírito de Deus” se submetem à Sua influência e controle. O Espírito de Deus é Aquele que guia, influencia e controla todo aquele que pertence a Deus. Uma evidência desse guiar é a disposição de submeter-se e ceder a essa influência.
Todos os verdadeiros cristãos, os “filhos de Deus”, se submetem ao guiar do Espírito, à Sua influência. Por outro lado, todos os que não cedem à Sua influência e O rejeitam, não pertencem a Deus.
Assim, se você pertence ao Senhor Jesus, seu maior interesse será obedecê-Lo, agradá-Lo e servi-Lo. Se você pertence ao Senhor Jesus, você também desejará grandemente ser guiado por Seu Espírito para fazer a Sua vontade, fugindo do pecado e de tudo aquilo que alimenta suas paixões e vaidades e entregando-se a uma vida de obediência a todas as ordens claras e explícitas em Sua palavra.
Se você é um verdadeiro discípulo de Jesus, o Espírito Santo sempre o guiará para que você prossiga em ser igual a Ele, com toda obediência e santidade, o que confirmará em seu coração claramente que você é um verdadeiro filho de Deus.
Você está sendo guiado pelo Espírito de Deus?
Tenha um bom dia
Paulo afirmou em Romanos 8, 14: “Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus”.
Ao comentar essa passagem, Dr. John MacArthur afirma: “O Espírito de Deus guia e dirige seus filhos objetivamente e às vezes através das circunstâncias, mas principalmente por meio de iluminação divina ou esclarecimento das Escrituras para que a mente pecaminosa e finita possa entender a Palavra de Deus...Sempre que uma pessoa experimenta a orientação do Espírito dessa forma, ela tem certeza de que Deus a adotou em sua família”.
A verdade é que todos os “guiados pelo Espírito de Deus” se submetem à Sua influência e controle. O Espírito de Deus é Aquele que guia, influencia e controla todo aquele que pertence a Deus. Uma evidência desse guiar é a disposição de submeter-se e ceder a essa influência.
Todos os verdadeiros cristãos, os “filhos de Deus”, se submetem ao guiar do Espírito, à Sua influência. Por outro lado, todos os que não cedem à Sua influência e O rejeitam, não pertencem a Deus.
Assim, se você pertence ao Senhor Jesus, seu maior interesse será obedecê-Lo, agradá-Lo e servi-Lo. Se você pertence ao Senhor Jesus, você também desejará grandemente ser guiado por Seu Espírito para fazer a Sua vontade, fugindo do pecado e de tudo aquilo que alimenta suas paixões e vaidades e entregando-se a uma vida de obediência a todas as ordens claras e explícitas em Sua palavra.
Se você é um verdadeiro discípulo de Jesus, o Espírito Santo sempre o guiará para que você prossiga em ser igual a Ele, com toda obediência e santidade, o que confirmará em seu coração claramente que você é um verdadeiro filho de Deus.
Você está sendo guiado pelo Espírito de Deus?
Tenha um bom dia
*SUAS REAÇÕES*
Depois de ser preso no Getsêmani, Jesus passou por fortes e infundadas acusações, e por um julgamento injusto pelo Sinédrio que durou toda a madrugada. Ali, Ele manteve-se calado. E após ser questionado sobre sua deidade, Jesus afirmou ser o Filho de Deus e o Messias. E por essa afirmação, Ele foi madrugada afora golpeado, cuspido e zombado. Bem pela manhã, Jesus foi apresentado a Pilatos. Pilatos, mesmo não vendo injustiça nEle, mandou açoitá-Lo. Os açoites romanos tinham como objetivo a pressão mental pelo deboche e a tortura física. Após os injustos açoites, Pilatos O entregou para ser crucificado. Ao chegar ao Calvário, depois de ter carregado a própria cruz, Jesus foi deitado nela, onde O crucificaram, tendo seus pés e mãos pregados com enormes pregos. Depois de ser crucificado, Ele foi levantado. E após levantado, Jesus ora, dizendo as seguintes palavras em Lucas 23, 34: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”.
Por que Jesus reagiu assim? Jesus perdoa porque Ele decide que a atitude maldosa de seus inimigos não definiria a forma como Ele reagiria. Ao invés de retaliar, o que seria uma atitude “natural” e “normal”, Ele decide perdoar.
E, aqui é o ponto. Sua alegria, paz, tranquilidade, serenidade não pode ser dirigida pelas ações dos outros. É sempre você que escolhe como reagirá. Você é o único responsável por suas reações.
Você não pode controlar o que as outras pessoas pensam, falam ou fazem a você. Mas você pode controlar muito bem como você reage a todas elas.
Se você deseja reagir como Jesus, você precisa dEle dentro de sua vida. Somente através dEle você conseguirá reagir corretamente quando as pessoas lhe fizerem o mal.
Tenha um bom dia!
Depois de ser preso no Getsêmani, Jesus passou por fortes e infundadas acusações, e por um julgamento injusto pelo Sinédrio que durou toda a madrugada. Ali, Ele manteve-se calado. E após ser questionado sobre sua deidade, Jesus afirmou ser o Filho de Deus e o Messias. E por essa afirmação, Ele foi madrugada afora golpeado, cuspido e zombado. Bem pela manhã, Jesus foi apresentado a Pilatos. Pilatos, mesmo não vendo injustiça nEle, mandou açoitá-Lo. Os açoites romanos tinham como objetivo a pressão mental pelo deboche e a tortura física. Após os injustos açoites, Pilatos O entregou para ser crucificado. Ao chegar ao Calvário, depois de ter carregado a própria cruz, Jesus foi deitado nela, onde O crucificaram, tendo seus pés e mãos pregados com enormes pregos. Depois de ser crucificado, Ele foi levantado. E após levantado, Jesus ora, dizendo as seguintes palavras em Lucas 23, 34: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”.
Por que Jesus reagiu assim? Jesus perdoa porque Ele decide que a atitude maldosa de seus inimigos não definiria a forma como Ele reagiria. Ao invés de retaliar, o que seria uma atitude “natural” e “normal”, Ele decide perdoar.
E, aqui é o ponto. Sua alegria, paz, tranquilidade, serenidade não pode ser dirigida pelas ações dos outros. É sempre você que escolhe como reagirá. Você é o único responsável por suas reações.
Você não pode controlar o que as outras pessoas pensam, falam ou fazem a você. Mas você pode controlar muito bem como você reage a todas elas.
Se você deseja reagir como Jesus, você precisa dEle dentro de sua vida. Somente através dEle você conseguirá reagir corretamente quando as pessoas lhe fizerem o mal.
Tenha um bom dia!
*UMA VIDA SANTA*
O apóstolo Pedro afirmou em 1 Pedro 1, 14-16: “Como filhos obedientes, não vivam conforme as paixões que vocês tinham anteriormente, quando ainda estavam na ignorância. Pelo contrário, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem, porque está escrito: ‘Sejam santos, porque eu sou santo’”.
Segundo a Bíblia, os cristãos são chamados de “santos”. No Novo Testamento “santos” não têm nada a ver com uma vida sem pecado. Na verdade, isso é impossível. “Santos” são todos aqueles que se converteram ao Senhor Jesus, sendo assim separados para Deus. “Santos” são todos os que “nasceram de novo” (João 3), os quais agora tendo uma nova natureza, não só pertencem a Ele, como também o próprio Jesus habita neles pelo Espírito Santo.
Ser “santo” no Novo Testamento também significa pertencer a Deus. Significa viver uma vida “santificada”; viver separados para Deus, buscando viver para servir a Ele exclusivamente e focando em ser semelhante a Jesus.
Assim, ao “nascer de novo” tudo muda radicalmente em sua vida. Você passa a desejar viver uma vida santa, ou seja, uma vida que agrada somente a Deus. Sua disponibilidade espiritual será a de lidar seriamente com o pecado e ansiar diariamente ter mais do caráter santo de Jesus em sua vida.
É importante lembrar que a vida santa não é um produto final do esforço humano, antes, é a poderosa ação do Espírito Santo em sua vida. Quanto mais sua vida estiver submissa e rendida a Ele, mais a santidade e a vida de Jesus se manifestarão em você.
Jonathan Edwards afirmou: “Um cristão verdadeiro e fiel não torna a vida santa uma coisa acidental. É sua grande preocupação. Assim como a função do soldado é lutar, a função do cristão é ser semelhante a Cristo”.
Tenha um bom dia!
O apóstolo Pedro afirmou em 1 Pedro 1, 14-16: “Como filhos obedientes, não vivam conforme as paixões que vocês tinham anteriormente, quando ainda estavam na ignorância. Pelo contrário, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem, porque está escrito: ‘Sejam santos, porque eu sou santo’”.
Segundo a Bíblia, os cristãos são chamados de “santos”. No Novo Testamento “santos” não têm nada a ver com uma vida sem pecado. Na verdade, isso é impossível. “Santos” são todos aqueles que se converteram ao Senhor Jesus, sendo assim separados para Deus. “Santos” são todos os que “nasceram de novo” (João 3), os quais agora tendo uma nova natureza, não só pertencem a Ele, como também o próprio Jesus habita neles pelo Espírito Santo.
Ser “santo” no Novo Testamento também significa pertencer a Deus. Significa viver uma vida “santificada”; viver separados para Deus, buscando viver para servir a Ele exclusivamente e focando em ser semelhante a Jesus.
Assim, ao “nascer de novo” tudo muda radicalmente em sua vida. Você passa a desejar viver uma vida santa, ou seja, uma vida que agrada somente a Deus. Sua disponibilidade espiritual será a de lidar seriamente com o pecado e ansiar diariamente ter mais do caráter santo de Jesus em sua vida.
É importante lembrar que a vida santa não é um produto final do esforço humano, antes, é a poderosa ação do Espírito Santo em sua vida. Quanto mais sua vida estiver submissa e rendida a Ele, mais a santidade e a vida de Jesus se manifestarão em você.
Jonathan Edwards afirmou: “Um cristão verdadeiro e fiel não torna a vida santa uma coisa acidental. É sua grande preocupação. Assim como a função do soldado é lutar, a função do cristão é ser semelhante a Cristo”.
Tenha um bom dia!
*DEUS CONHECE TUDO*
Em Jó 1, 8, Deus pergunta a Satanás: “Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal”.
Jó capítulo 1 ensina que Satanás tem acesso ao trono de Deus após sua queda do céu e que apesar do poder e de sua agenda perversa, nada acontece com o povo de Deus sem a permissão de Deus. Alguém acertadamente disse: “Satanás está na coleira de Deus”.
No capítulo 1 há muitas tragédias na história de Jó, infligidas por Satanás sob a soberana permissão de Deus. Mas também há coisas belas, dentre elas, o fato de que o próprio Deus conhecia tudo sobre Jó. Ele o chamou de “meu servo”, e Ele mesmo sabia o quanto Jó era extremamente dedicado a Ele, sendo que na terra não havia alguém como Jó, “…homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal”.
Olhando para esse episódio da vida de Jó, é importante que você saiba que Deus também conhece tudo sobre você. Ele sabe sobre suas lutas, dificuldades, tentações e o grau de sua dedicação e compromisso com Ele. Na verdade, Ele não só conhece tudo, mas Ele também espera que você, como Jó, O ame acima de qualquer coisa ou circunstância. Ele também deseja que você seja totalmente comprometido com Ele, e que seja chamado por Ele de “íntegro, reto, temente a Ele e que se desvia do mal”.
Sabendo que Deus conhece tudo, onde você se encontra em seu compromisso espiritual? Você poderia afirmar que está vivendo também como Jó, de forma íntegra, reta, temente a Ele e se desviando do mal?
Deus sabia sobre a dedicação espiritual de Jó e conhece também o nível de sua dedicação a Ele.
Deus conhece! Ele sempre conhece tudo!
Tenha um bom dia!
Em Jó 1, 8, Deus pergunta a Satanás: “Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal”.
Jó capítulo 1 ensina que Satanás tem acesso ao trono de Deus após sua queda do céu e que apesar do poder e de sua agenda perversa, nada acontece com o povo de Deus sem a permissão de Deus. Alguém acertadamente disse: “Satanás está na coleira de Deus”.
No capítulo 1 há muitas tragédias na história de Jó, infligidas por Satanás sob a soberana permissão de Deus. Mas também há coisas belas, dentre elas, o fato de que o próprio Deus conhecia tudo sobre Jó. Ele o chamou de “meu servo”, e Ele mesmo sabia o quanto Jó era extremamente dedicado a Ele, sendo que na terra não havia alguém como Jó, “…homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal”.
Olhando para esse episódio da vida de Jó, é importante que você saiba que Deus também conhece tudo sobre você. Ele sabe sobre suas lutas, dificuldades, tentações e o grau de sua dedicação e compromisso com Ele. Na verdade, Ele não só conhece tudo, mas Ele também espera que você, como Jó, O ame acima de qualquer coisa ou circunstância. Ele também deseja que você seja totalmente comprometido com Ele, e que seja chamado por Ele de “íntegro, reto, temente a Ele e que se desvia do mal”.
Sabendo que Deus conhece tudo, onde você se encontra em seu compromisso espiritual? Você poderia afirmar que está vivendo também como Jó, de forma íntegra, reta, temente a Ele e se desviando do mal?
Deus sabia sobre a dedicação espiritual de Jó e conhece também o nível de sua dedicação a Ele.
Deus conhece! Ele sempre conhece tudo!
Tenha um bom dia!
2. Quinta-feira depois das cinzas: O jejum
Quinta-feira depois das cinzas
I. — Pratica-se o jejum por três motivos:
1. Primeiro, para reprimir as concupiscências da carne. Donde o dizer o Apóstolo (2 Cor 6, 5): «Nos jejuns, na necessidade», porque o jejum conserva a castidade. Pois, como diz Jerônimo, «sem Ceres e Baco Vênus esfria», i. é, pela abstinência da comida e da bebida a luxúria se amortece.
6
2. Segundo, praticamos o jejum para mais livremente se nos elevar a alma na contemplação das sublimes verdades. Por isso, refere a Escritura que Daniel (Dn 10), depois de ter jejuado três semanas, recebeu de Deus a revelação.
3. Terceiro, para satisfazer pelos nossos pecados. Por isso, diz a Escritura (Jl 2, 12): «Convertei-vos a mim de todo o vosso coração em jejum e em lágrimas e em gemido». E é o que ensina Agostinho num sermão: «O jejum purifica a alma, eleva os sentidos, sujeita a carne ao espírito, faz-nos contrito e humilhado o coração, dissipa o nevoeiro da concupiscência, extingue os odores da sensualidade, acende a verdadeira luz da castidade».
II. — O jejum é objeto de preceito. Pois o jejum é útil para delir e coibir as nossas culpas e elevar-nos a mente para as coisas espirituais. Ora, cada um está obrigado, pela razão natural, a jejuar tanto quanto lhe for necessário para conseguir tal fim. Por onde, o jejum, em geral, constitui um preceito da lei natural. Mas, a determinação do tempo e do modo de jejuar, conforme à conveniência e à utilidade do povo Cristão, constitui um preceito de direito positivo, instituído pelos superiores eclesiásticos. E tal é o jejum da Igreja, diferente do jejum natural.
III. — Os tempos de jejum estão convenientemente determinados pela Igreja. O jejum é ordenado por dois motivos: para delir a culpa e para nos elevar a mente às coisas espirituais. Por isso, os jejuns foram ordenados especialmente naqueles tempos em que, sobretudo, devemos os fiéis nos purificar dos pecados e elevar a mente a Deus pela devoção. O que sobretudo se dá antes da solenidade Pascal, quando as culpas são delidas pelo batismo, celebrado solenemente na vigília da Páscoa, em memória da
7
sepultura do Senhor; pois, pelo batismo, somos sepultados com Cristo para «morrer ao pecado», na frase do Apóstolo (Rm 6, 4). E também na festa Pascal devemos, sobretudo, pela devoção, elevar a mente à glória da eternidade, a que Cristo deu começo pela sua ressurreição. Por isso, imediatamente antes da solenidade Pascal, a Igreja nos manda jejuar; e pela mesma razão, nas vigílias das principais festividades, quando devemos nos preparar devotamente para celebrar as festas que se vão celebrar.
Ia IIae, q. CXLVII, a. 1, 3, 5. (P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
Quinta-feira depois das cinzas
I. — Pratica-se o jejum por três motivos:
1. Primeiro, para reprimir as concupiscências da carne. Donde o dizer o Apóstolo (2 Cor 6, 5): «Nos jejuns, na necessidade», porque o jejum conserva a castidade. Pois, como diz Jerônimo, «sem Ceres e Baco Vênus esfria», i. é, pela abstinência da comida e da bebida a luxúria se amortece.
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2. Segundo, praticamos o jejum para mais livremente se nos elevar a alma na contemplação das sublimes verdades. Por isso, refere a Escritura que Daniel (Dn 10), depois de ter jejuado três semanas, recebeu de Deus a revelação.
3. Terceiro, para satisfazer pelos nossos pecados. Por isso, diz a Escritura (Jl 2, 12): «Convertei-vos a mim de todo o vosso coração em jejum e em lágrimas e em gemido». E é o que ensina Agostinho num sermão: «O jejum purifica a alma, eleva os sentidos, sujeita a carne ao espírito, faz-nos contrito e humilhado o coração, dissipa o nevoeiro da concupiscência, extingue os odores da sensualidade, acende a verdadeira luz da castidade».
II. — O jejum é objeto de preceito. Pois o jejum é útil para delir e coibir as nossas culpas e elevar-nos a mente para as coisas espirituais. Ora, cada um está obrigado, pela razão natural, a jejuar tanto quanto lhe for necessário para conseguir tal fim. Por onde, o jejum, em geral, constitui um preceito da lei natural. Mas, a determinação do tempo e do modo de jejuar, conforme à conveniência e à utilidade do povo Cristão, constitui um preceito de direito positivo, instituído pelos superiores eclesiásticos. E tal é o jejum da Igreja, diferente do jejum natural.
III. — Os tempos de jejum estão convenientemente determinados pela Igreja. O jejum é ordenado por dois motivos: para delir a culpa e para nos elevar a mente às coisas espirituais. Por isso, os jejuns foram ordenados especialmente naqueles tempos em que, sobretudo, devemos os fiéis nos purificar dos pecados e elevar a mente a Deus pela devoção. O que sobretudo se dá antes da solenidade Pascal, quando as culpas são delidas pelo batismo, celebrado solenemente na vigília da Páscoa, em memória da
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sepultura do Senhor; pois, pelo batismo, somos sepultados com Cristo para «morrer ao pecado», na frase do Apóstolo (Rm 6, 4). E também na festa Pascal devemos, sobretudo, pela devoção, elevar a mente à glória da eternidade, a que Cristo deu começo pela sua ressurreição. Por isso, imediatamente antes da solenidade Pascal, a Igreja nos manda jejuar; e pela mesma razão, nas vigílias das principais festividades, quando devemos nos preparar devotamente para celebrar as festas que se vão celebrar.
Ia IIae, q. CXLVII, a. 1, 3, 5. (P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
*BOM DIA!*
*DISCERNIMENTO NA DOR*
Não são poucos os que se perdem quando as dores chegam. As principais perguntas quando elas chegam são: “Por que eu”? “Como isso veio a acontecer comigo”? “Por que Deus está permitindo tanta dor e sofrimento”? “Onde está Deus em tudo isso”?
Diante da dor é necessário discernimento. É preciso perguntar: “Há pecado em minha vida”, ou “estou passando por provações”? Se há pecado, o caminho sempre e único é o arrependimento, a confissão e a conversão a Deus. Se há provações, o caminho é a paciência, a perseverança e a confiança em Deus.
As dores fazem parte da realidade espiritual. Em Tiago 1, 2-4, somos advertidos: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes”.
Tiago nos ensina que a alegria pelas provações é pelo fato de que elas sempre trazem consigo algo de bom no plano futuro de Deus para nossa vida. Ele também deixa claro que, para sermos completos em Cristo e irmos ao caminho da maturidade espiritual durante nossa peregrinação nesta vida, é necessário passar por lutas, dores, provações, sofrimentos e circunstâncias difíceis.
Por meio das dores você tem a oportunidade de agradar e honrar a Deus, enquanto vê o desenvolvimento de sua fé. Quando você não entende os propósitos de Deus em suas dores, sua tendência natural será desanimar, parar de crer ou até mesmo abandonar a fé.
Lembre-se sempre: a vida de facilidade e sem dores não é o caminho que Deus tem escolhido para o seu verdadeiro crescimento espiritual. Por isso, quando a dor chegar, tenha discernimento.
Tenha um bom dia!
*DISCERNIMENTO NA DOR*
Não são poucos os que se perdem quando as dores chegam. As principais perguntas quando elas chegam são: “Por que eu”? “Como isso veio a acontecer comigo”? “Por que Deus está permitindo tanta dor e sofrimento”? “Onde está Deus em tudo isso”?
Diante da dor é necessário discernimento. É preciso perguntar: “Há pecado em minha vida”, ou “estou passando por provações”? Se há pecado, o caminho sempre e único é o arrependimento, a confissão e a conversão a Deus. Se há provações, o caminho é a paciência, a perseverança e a confiança em Deus.
As dores fazem parte da realidade espiritual. Em Tiago 1, 2-4, somos advertidos: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes”.
Tiago nos ensina que a alegria pelas provações é pelo fato de que elas sempre trazem consigo algo de bom no plano futuro de Deus para nossa vida. Ele também deixa claro que, para sermos completos em Cristo e irmos ao caminho da maturidade espiritual durante nossa peregrinação nesta vida, é necessário passar por lutas, dores, provações, sofrimentos e circunstâncias difíceis.
Por meio das dores você tem a oportunidade de agradar e honrar a Deus, enquanto vê o desenvolvimento de sua fé. Quando você não entende os propósitos de Deus em suas dores, sua tendência natural será desanimar, parar de crer ou até mesmo abandonar a fé.
Lembre-se sempre: a vida de facilidade e sem dores não é o caminho que Deus tem escolhido para o seu verdadeiro crescimento espiritual. Por isso, quando a dor chegar, tenha discernimento.
Tenha um bom dia!
*O QUE VOCÊ AMA MAIS?*
Em Lucas 13, 10-17, temos a história de Jesus ensinando, num sábado, numa sinagoga. Enquanto ensinava, chegou ali uma mulher enferma. Jesus a curou. O líder da sinagoga ficou indignado com Jesus porque ele curara a mulher num sábado. Jesus então o repreendeu, chamando-o de hipócrita. Mas por que o líder da sinagoga ficou tão indignado?
O centro da indignação dele é porque ele amava mais a sinagoga, o sábado, a tradição, a religiosidade e sua zona de conforto. O sentido da vida dele estava em tudo isso. O seu amor não era nem por Deus nem por pessoas. Cuidar de pessoas não era o seu objetivo. A sua estrutura religiosa era o seu “deus”, e a cura feita por Jesus o ameaçou. Por isso ele ficou irado.
A raiva é o resultado final do que se ama. A ira é uma forma de defender aquilo que está sendo ameaçado. Se você não tem amor por nada, você não ficará irado. Agora, se você coloca o sentido de sua vida em algo, qualquer ameaça a esse sentido o deixa irritado e com medo.
Quando algo que não seja Deus se torna o sentido de seu viver é nesse algo que está o seu amor; isso é o que você adora; isso é o que lhe prende; esse é o seu ídolo.
O caminho mais simples para se descobrir o que você ama mais do que a Deus é perguntar: “Ao que estou dando tanta importância?” ou “O que estou tentando proteger?” Sua resposta lhe fará ver a razão de sua irritabilidade.
Se você ama algo ou alguém mais do que a Deus, isso é idolatria. Idolatria é pecado. O passo certo é se arrepender e centrar sua vida em amar apenas a Deus.
Tenha um bom dia!
Em Lucas 13, 10-17, temos a história de Jesus ensinando, num sábado, numa sinagoga. Enquanto ensinava, chegou ali uma mulher enferma. Jesus a curou. O líder da sinagoga ficou indignado com Jesus porque ele curara a mulher num sábado. Jesus então o repreendeu, chamando-o de hipócrita. Mas por que o líder da sinagoga ficou tão indignado?
O centro da indignação dele é porque ele amava mais a sinagoga, o sábado, a tradição, a religiosidade e sua zona de conforto. O sentido da vida dele estava em tudo isso. O seu amor não era nem por Deus nem por pessoas. Cuidar de pessoas não era o seu objetivo. A sua estrutura religiosa era o seu “deus”, e a cura feita por Jesus o ameaçou. Por isso ele ficou irado.
A raiva é o resultado final do que se ama. A ira é uma forma de defender aquilo que está sendo ameaçado. Se você não tem amor por nada, você não ficará irado. Agora, se você coloca o sentido de sua vida em algo, qualquer ameaça a esse sentido o deixa irritado e com medo.
Quando algo que não seja Deus se torna o sentido de seu viver é nesse algo que está o seu amor; isso é o que você adora; isso é o que lhe prende; esse é o seu ídolo.
O caminho mais simples para se descobrir o que você ama mais do que a Deus é perguntar: “Ao que estou dando tanta importância?” ou “O que estou tentando proteger?” Sua resposta lhe fará ver a razão de sua irritabilidade.
Se você ama algo ou alguém mais do que a Deus, isso é idolatria. Idolatria é pecado. O passo certo é se arrepender e centrar sua vida em amar apenas a Deus.
Tenha um bom dia!
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