Forwarded from Thauã Morlin (Thauã Rodrigues)
Digamos que há 2 tipos de desejos:
desejos de Alma X desejos mundanos
Os "desejos de Alma" são os desejos de seu coração, o que verdadeiramente lhe entusiasma em fa-Ser (fazer) dentre todas as opções disponíveis em seu momento presente; são os desejos a "nível de ser" que não são baseados em falta ("quero porque não tenho"), mas são desejos baseados em sua espontaneidade e singularidade de ser de acordo com as possibilidades em seu no momento presente; é sua expressão genuína e extática (relativo ou pertencente a êxtase) de ser - seguir à risca a "fórmula do entusiasmo" que Bashar compartilha é a forma de realizar esses "desejos de Alma".
Os "desejos mundanos" são os desejos que você aprendeu a desejar e que você-eu-nós somos condicionados a acreditar que são “escolhas melhores”, que são escolhas que irão nos gerar mais felicidade, que irão nos completar; são desejos que fazem com que seu bem-estar seja condicional: "só vou ser feliz ou me sentir realizado se X acontecer, se eu tiver isso, se meu desejo se realizar, etc etc etc"; geralmente são desejos atrelados à ter.
Agora, por intenções didáticas, te pergunto: Você acha que há grande diferença entre o estado de ser que definimos como "felicidade" de alguém financeiramente abundante e de alguém financeiramente abundante de escassez?
Não, não há.
Agora, outra pergunta: Você acha que você estará em qual estado de ser quando realizar algum desejo seu? Você acha que é algo além de felicidade, autorrealização, um estado de ser de alinhamento, um estado de êxtase? Você acha que a felicidade de conseguir alguma conquista material dura quanto tempo? Você se acostumará e irá buscar naturalmente o "próximo passo", pois esse o movimento de "vir a ser" é natural para a Consciência (a mudança é a única constante).
Não sei como você vê isso, mas de todas as realizações de desejos mundanos que vivenciei, o estado de ser que sempre surgiu é um "estado de alinhamento", um estado de êxtase independente do "tamanho da conquista".
E a boa notícia é que esse estado de alinhamento sempre está disponível, exatamente aqui e exatamente agora (o famoso "poder do Agora" - já leu esse livro? Se não, leia para entender o que estou apontando aqui; ou então estude os ensinamentos pereniais advaitas).
Quando você solta suas buscas por alguns instantes e simplesmente foca sua atenção e intenção em "ser" e não em "querer ser", a autorrealização, a plenitude, o estado de ser de alinhamento baterá em sua porta - pois é sua natureza.
E, assim, quando você cessa essa certeza de "não ter", de "não ser", de "não é", e simplesmente deleita-se com este momento e sua completude, você estará no estado de alinhamento e esses desejos mundanos não "te incomodarão" e não irão lhe gerar sofrimentos por não serem a experiência de realidade que você-eu-nós fomos condicionados a acreditar que iria nos gerar uma experiência de vida completa, em alinhamento, satisfatória; e, nesse estado de alinhamento e se permitindo seguir o caminho do êxtase que sempre está disponível, que é sua energia natural, seus desejos de Alma serão realizados e você sempre terá o que você precisa quando precisa para realizar mais desses seus desejos de Alma - que é a liberdade e alegria de ser quem você é - e isso é a verdadeira abundância.
E, paradoxalmente, (e essa explicação será abstrata para muitos) quanto mais você entende que neste momento você é "eu sou", que você sempre é "eu sou", e que desejar algo é dizer "não sou, não tenho, não é", mais de "não ser, não ter e não é" você experienciará.
"Desejar", "querer", cria mais da experiência de desejar, de querer; Ser, "saber que é", cria mais da experiência de ser, de ter, de "é". E a cada momento você está confiando com 100% de certeza (fé é natural) que você é alguém em específico, que a realidade é assim e assada, e essa sua fé sobre o que é verdade, está gerando sua experiência neste momento presente.
desejos de Alma X desejos mundanos
Os "desejos de Alma" são os desejos de seu coração, o que verdadeiramente lhe entusiasma em fa-Ser (fazer) dentre todas as opções disponíveis em seu momento presente; são os desejos a "nível de ser" que não são baseados em falta ("quero porque não tenho"), mas são desejos baseados em sua espontaneidade e singularidade de ser de acordo com as possibilidades em seu no momento presente; é sua expressão genuína e extática (relativo ou pertencente a êxtase) de ser - seguir à risca a "fórmula do entusiasmo" que Bashar compartilha é a forma de realizar esses "desejos de Alma".
Os "desejos mundanos" são os desejos que você aprendeu a desejar e que você-eu-nós somos condicionados a acreditar que são “escolhas melhores”, que são escolhas que irão nos gerar mais felicidade, que irão nos completar; são desejos que fazem com que seu bem-estar seja condicional: "só vou ser feliz ou me sentir realizado se X acontecer, se eu tiver isso, se meu desejo se realizar, etc etc etc"; geralmente são desejos atrelados à ter.
Agora, por intenções didáticas, te pergunto: Você acha que há grande diferença entre o estado de ser que definimos como "felicidade" de alguém financeiramente abundante e de alguém financeiramente abundante de escassez?
Não, não há.
Agora, outra pergunta: Você acha que você estará em qual estado de ser quando realizar algum desejo seu? Você acha que é algo além de felicidade, autorrealização, um estado de ser de alinhamento, um estado de êxtase? Você acha que a felicidade de conseguir alguma conquista material dura quanto tempo? Você se acostumará e irá buscar naturalmente o "próximo passo", pois esse o movimento de "vir a ser" é natural para a Consciência (a mudança é a única constante).
Não sei como você vê isso, mas de todas as realizações de desejos mundanos que vivenciei, o estado de ser que sempre surgiu é um "estado de alinhamento", um estado de êxtase independente do "tamanho da conquista".
E a boa notícia é que esse estado de alinhamento sempre está disponível, exatamente aqui e exatamente agora (o famoso "poder do Agora" - já leu esse livro? Se não, leia para entender o que estou apontando aqui; ou então estude os ensinamentos pereniais advaitas).
Quando você solta suas buscas por alguns instantes e simplesmente foca sua atenção e intenção em "ser" e não em "querer ser", a autorrealização, a plenitude, o estado de ser de alinhamento baterá em sua porta - pois é sua natureza.
E, assim, quando você cessa essa certeza de "não ter", de "não ser", de "não é", e simplesmente deleita-se com este momento e sua completude, você estará no estado de alinhamento e esses desejos mundanos não "te incomodarão" e não irão lhe gerar sofrimentos por não serem a experiência de realidade que você-eu-nós fomos condicionados a acreditar que iria nos gerar uma experiência de vida completa, em alinhamento, satisfatória; e, nesse estado de alinhamento e se permitindo seguir o caminho do êxtase que sempre está disponível, que é sua energia natural, seus desejos de Alma serão realizados e você sempre terá o que você precisa quando precisa para realizar mais desses seus desejos de Alma - que é a liberdade e alegria de ser quem você é - e isso é a verdadeira abundância.
E, paradoxalmente, (e essa explicação será abstrata para muitos) quanto mais você entende que neste momento você é "eu sou", que você sempre é "eu sou", e que desejar algo é dizer "não sou, não tenho, não é", mais de "não ser, não ter e não é" você experienciará.
"Desejar", "querer", cria mais da experiência de desejar, de querer; Ser, "saber que é", cria mais da experiência de ser, de ter, de "é". E a cada momento você está confiando com 100% de certeza (fé é natural) que você é alguém em específico, que a realidade é assim e assada, e essa sua fé sobre o que é verdade, está gerando sua experiência neste momento presente.
Assistir gente muito bom tirando a parte que toda hora ele fala do curso dele e bom mas e um ponto de vista interessante meu rs
Forwarded from 1FICINA
LÓGICA DA GUERRA
Primeiro você acredita que algo que você possuí está sendo ameaçado, então, com o intuito de proteger esse algo, ataca o outro, pois a melhor defesa é o ataque. Essa é a lógica da guerra. Matar para não morrer. Destruir para não ser destruído.
Entender a lógica da guerra ajuda você a viver melhor, pois gera autoconhecimento. Quando você está atacando o outro, com palavras ou granadas, pode e deve se perguntar: “Estou atacando o outro para proteger o que em mim?”. A descoberta do que você está tentando proteger ajuda você a lidar melhor com as circunstâncias, ou seja, viver melhor.
Guerras têm lados, bandeiras, brasões, hinos, verdades. Cada lado ataca para defender suas verdades. Quando um não quer, dois não brigam, mas enquanto dois querem, o pau come. Gregos e troianos, judeus e muçulmanos, petistas e bolsominions, são alguns exemplos disso.
Se você está participando de alguma guerra, você pode usá-la para autoconhecimento. Seja qual lado você estiver atacando, se pergunte: “Estou atacando o outro para proteger o que em mim?”. Essa descoberta irá lhe ajudar a lidar melhor com as verdades de ambos os lados do conflito, pois irá lhe trazer autoconhecimento.
Claro que diante de um conflito você pode simplesmente vestir sua verdade e sair atirando no inimigo até matá-lo. Mas garanto que não vale a pena. É fácil perceber porquê. Basta observar que embora você mate e morra por uma ideologia, jamais uma ideologia fez ou fará nada por você, a não ser te separar e te impedir de viver em paz com os outros.
https://www.1ficina.com.br/logica-da-guerra/
Primeiro você acredita que algo que você possuí está sendo ameaçado, então, com o intuito de proteger esse algo, ataca o outro, pois a melhor defesa é o ataque. Essa é a lógica da guerra. Matar para não morrer. Destruir para não ser destruído.
Entender a lógica da guerra ajuda você a viver melhor, pois gera autoconhecimento. Quando você está atacando o outro, com palavras ou granadas, pode e deve se perguntar: “Estou atacando o outro para proteger o que em mim?”. A descoberta do que você está tentando proteger ajuda você a lidar melhor com as circunstâncias, ou seja, viver melhor.
Guerras têm lados, bandeiras, brasões, hinos, verdades. Cada lado ataca para defender suas verdades. Quando um não quer, dois não brigam, mas enquanto dois querem, o pau come. Gregos e troianos, judeus e muçulmanos, petistas e bolsominions, são alguns exemplos disso.
Se você está participando de alguma guerra, você pode usá-la para autoconhecimento. Seja qual lado você estiver atacando, se pergunte: “Estou atacando o outro para proteger o que em mim?”. Essa descoberta irá lhe ajudar a lidar melhor com as verdades de ambos os lados do conflito, pois irá lhe trazer autoconhecimento.
Claro que diante de um conflito você pode simplesmente vestir sua verdade e sair atirando no inimigo até matá-lo. Mas garanto que não vale a pena. É fácil perceber porquê. Basta observar que embora você mate e morra por uma ideologia, jamais uma ideologia fez ou fará nada por você, a não ser te separar e te impedir de viver em paz com os outros.
https://www.1ficina.com.br/logica-da-guerra/
1FICINA
Lógica da guerra - 1FICINA - Autociência
Entender a lógica da guerra ajuda você a viver melhor, pois gera autoconhecimento.