🦋 Bem-vinda ao Libélula 50+
Talvez você tenha chegado até aqui porque, em algum momento, percebeu que a maturidade não é exatamente aquilo que nos disseram que seria.
Há coisas que mudam.
Há outras que permanecem.
E há aquelas que, finalmente, começam a fazer sentido.
O Libélula 50+ nasceu desse lugar.
Um espaço para mulheres que já viveram bastante, mas não se sentem prontas para colocar a vida no modo de espera.
Aqui vamos conversar sobre maturidade, protagonismo, comportamento, relacionamentos, estilo, cultura, escolhas — e também sobre aquelas pequenas coisas do cotidiano que, às vezes, dizem muito mais sobre nós do que imaginamos.
Sem fórmulas para envelhecer.
Sem obrigação de parecer jovem.
Sem a ideia de que precisamos estar sempre nos reinventando.
Apenas a possibilidade de continuar descobrindo quem somos e o que ainda queremos viver.
Este canal é uma extensão do blog Libélula 50+ — mas será também um espaço próprio, para conversarmos mais de perto.
Se você chegou agora, seja bem-vinda.
Se já conhece o blog, que bom ter você por aqui.
Vamos descobrir, juntas, o que acontece quando a maturidade deixa de ser um ponto de chegada e passa a ser um novo lugar de partida. 🦋
Talvez você tenha chegado até aqui porque, em algum momento, percebeu que a maturidade não é exatamente aquilo que nos disseram que seria.
Há coisas que mudam.
Há outras que permanecem.
E há aquelas que, finalmente, começam a fazer sentido.
O Libélula 50+ nasceu desse lugar.
Um espaço para mulheres que já viveram bastante, mas não se sentem prontas para colocar a vida no modo de espera.
Aqui vamos conversar sobre maturidade, protagonismo, comportamento, relacionamentos, estilo, cultura, escolhas — e também sobre aquelas pequenas coisas do cotidiano que, às vezes, dizem muito mais sobre nós do que imaginamos.
Sem fórmulas para envelhecer.
Sem obrigação de parecer jovem.
Sem a ideia de que precisamos estar sempre nos reinventando.
Apenas a possibilidade de continuar descobrindo quem somos e o que ainda queremos viver.
Este canal é uma extensão do blog Libélula 50+ — mas será também um espaço próprio, para conversarmos mais de perto.
Se você chegou agora, seja bem-vinda.
Se já conhece o blog, que bom ter você por aqui.
Vamos descobrir, juntas, o que acontece quando a maturidade deixa de ser um ponto de chegada e passa a ser um novo lugar de partida. 🦋
🦋 E se a maturidade fosse justamente o momento de sair do lugar que nos deram?
Durante boa parte da vida, aprendemos a ocupar lugares.
Filha.
Mãe.
Profissional.
Esposa.
Cuidadora.
Papéis que, muitas vezes, fomos assumindo quase sem perceber. Alguns escolhidos. Outros esperados. Outros simplesmente incorporados porque era assim que a vida parecia funcionar.
Até que chega um momento em que uma pergunta começa a aparecer, talvez discretamente:
Mas quem somos quando deixamos de interpretar apenas o personagem que esperavam de nós?
Talvez a maturidade possa ser esse momento.
Não o de começar tudo de novo, como tantas vezes nos dizem.
Mas o de olhar para a própria história e perceber que ainda podemos escolher.
Escolher o que permanece.
O que termina.
O que faz sentido.
E, principalmente, quem queremos ser daqui para a frente.
Porque assumir o protagonismo da própria vida não significa ter todas as respostas.
Talvez signifique apenas parar de viver como se as escolhas já estivessem feitas.
🦋
Leia o texto completo no blog Libélula 50+:
Durante boa parte da vida, aprendemos a ocupar lugares.
Filha.
Mãe.
Profissional.
Esposa.
Cuidadora.
Papéis que, muitas vezes, fomos assumindo quase sem perceber. Alguns escolhidos. Outros esperados. Outros simplesmente incorporados porque era assim que a vida parecia funcionar.
Até que chega um momento em que uma pergunta começa a aparecer, talvez discretamente:
Mas quem somos quando deixamos de interpretar apenas o personagem que esperavam de nós?
Talvez a maturidade possa ser esse momento.
Não o de começar tudo de novo, como tantas vezes nos dizem.
Mas o de olhar para a própria história e perceber que ainda podemos escolher.
Escolher o que permanece.
O que termina.
O que faz sentido.
E, principalmente, quem queremos ser daqui para a frente.
Porque assumir o protagonismo da própria vida não significa ter todas as respostas.
Talvez signifique apenas parar de viver como se as escolhas já estivessem feitas.
🦋
Leia o texto completo no blog Libélula 50+:
❤1
🦋 Quando setembro vira janeiro: quem disse que a vida precisa respeitar o calendário?
Li hoje uma notícia da Climatempo que me fez parar: setembro, em São Paulo, resolveu se comportar como janeiro.
E pensei no quanto gostamos de organizar o tempo.
Meses.
Estações.
Idades.
Fases da vida.
Há uma certa tranquilidade em acreditar que cada coisa tem sua hora.
Mas talvez a vida seja menos obediente do que o calendário.
Foi então que me lembrei de Chronos, o tempo que passa, que contamos e organizamos.
E de Kairós, aquele outro tempo, menos mensurável: o momento oportuno, o instante em que alguma coisa finalmente encontra seu lugar.
Talvez a maturidade tenha algo a ver com essa passagem.
Deixar de perguntar apenas “quanto tempo passou?”
E começar a perguntar:
“Este é o meu tempo?”
Porque talvez não exista uma idade certa para começar, mudar, desejar, escolher ou simplesmente descobrir alguma coisa nova.
Às vezes, setembro vira janeiro.
E talvez tudo bem.
Escrevi sobre isso no novo texto do Libélula 50+. 🦋
Leia aqui:
https://libelula50plus.com/quando-setembro-vira-janeiro-quem-disse-que-a-vida-precisa-respeitar-o-calendario/
Li hoje uma notícia da Climatempo que me fez parar: setembro, em São Paulo, resolveu se comportar como janeiro.
E pensei no quanto gostamos de organizar o tempo.
Meses.
Estações.
Idades.
Fases da vida.
Há uma certa tranquilidade em acreditar que cada coisa tem sua hora.
Mas talvez a vida seja menos obediente do que o calendário.
Foi então que me lembrei de Chronos, o tempo que passa, que contamos e organizamos.
E de Kairós, aquele outro tempo, menos mensurável: o momento oportuno, o instante em que alguma coisa finalmente encontra seu lugar.
Talvez a maturidade tenha algo a ver com essa passagem.
Deixar de perguntar apenas “quanto tempo passou?”
E começar a perguntar:
“Este é o meu tempo?”
Porque talvez não exista uma idade certa para começar, mudar, desejar, escolher ou simplesmente descobrir alguma coisa nova.
Às vezes, setembro vira janeiro.
E talvez tudo bem.
Escrevi sobre isso no novo texto do Libélula 50+. 🦋
Leia aqui:
https://libelula50plus.com/quando-setembro-vira-janeiro-quem-disse-que-a-vida-precisa-respeitar-o-calendario/
