♃ | Augusto Freddo Fleck
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Gaúcho, dissidente, bacharel em Ciências Sociais e tradutor.
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As IAs serão os novos daimons.
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Forwarded from Voz da Nova Resistência
No dia de hoje, completa-se um ano desde a partida de Elizeu Gasparini.

Elizeu Gasparini era um camarada do Espírito Santo, sendo membro da ANR há anos. Além de advogado, Gasparini era campeão estadual de levantamento olímpico e lutador de MMA.

Nobre, honrado, de bom coração e sempre de bom humor, o camarada Gasparini era um defensor aguerrido da ideia clássica de que todo patriota, além de intelectual, deve ser também um atleta.

Era um digníssimo representante de nosso ideal revolucionário, que toma como ponto de partida, precisamente, a transformação revolucionária do próprio homem, em seu interior, em sua consciência e em seu corpo, para que a guerra externa não seja senão o transbordar da guerra interior, com a vitória sobre o inimigo exterior sendo consequência do triunfo do homem sobre os vícios.

Seu nome não só inspirou diversas iniciativas esportivas e marciais ao redor do país, como também foi recentemente eternizado no Centro de Treinamentos de sua cidade. Que Elizeu Gasparini inspire a cada um de nós a lutar contra o inimigo interior e triunfar sobre o exterior todos os dias.

Camarada Elizeu Gasparini,
PRESENTE! PRESENTE! PRESENTE!
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Forwarded from Voz da Nova Resistência
A Associação Nova Roma manifesta seu pesar pelo falecimento, em 22 de novembro, de Natália Braga Costa Pimenta, dirigente do Partido da Causa Operária (PCO) e vice-presidente do Instituto Brasil-Palestina (Ibraspal).

Filha de Rui Costa Pimenta, Natália dedicou 28 anos de sua vida à militância política. Sua atuação foi decisiva na formação de uma nova geração de militantes e na consolidação da presença do PCO no movimento estudantil brasileiro, especialmente na Universidade de São Paulo. Polemista incansável, defendeu até seus últimos dias a soberania brasileira, o direito palestino de existir e a classe trabalhadora, ao passo em que combatia a internacionalização da Amazônia, o identitarismo e o sectarismo.

Assim como não se pode pensar em sua vida à parte da política, o mesmo se pode dizer de sua morte: a militante enfrentava leucemia mieloide aguda, patologia que vem sendo tratada nos Estados Unidos com o medicamento Revumenib, sob os típicos preços obscenos dos fármacos inovadores patenteados no país. Apesar de o Revumenib ainda não estar registrado no Brasil, Natália tinha direito constitucional subjetivo a recebê-lo, nos termos do Tema n.º 6 do Supremo Tribunal Federal. Entretanto, a liminar que pediu o acesso ao medicamento foi desprovida em primeira instância judicial. Mesmo após a decisão ser reformada em sede recursal, sua execução foi condicionada a seguimentos burocráticos que duraram semanas preciosas. Após uma vida inteira de resistência ao neoliberalismo, Natália sucumbiu a suas ramificações: a austeridade, a ineficiência e o sucateamento. O remédio nunca chegou.

Natália Pimenta deixa para trás pai, marido, dois filhos, dois irmãos e incontáveis companheiros de luta. Permanece seu testemunho de dedicação integral à justiça social e à amizade entre os povos. Seu legado será marcado pelo exemplo de rigor organizativo, brilhantismo teórico, capacidade de liderança e poder argumentativo.
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Uma das melhores maneiras de compreender a razão de ciência viver entre duas dimensões opostas, sendo uma a de Ídolo Simbólico da Modernidade e a outra um Caminho de Conhecimento é, efetivamente, estudar algum "campo" científico.

Veja a Física, por exemplo. Tu sai da escola com uma noção relativamente generalista e precisa de conceitos como Força, Energia, Luz, Gravidade, etc. No entanto, quanto mais se aproxima desses conceitos em suas discussões proeminentes, é fácil perceber como nenhum desses conceitos é trivial ou está determinado.

De fato, muitas coisas desde o conceito de luz, energia, partículas, até espaço-tempo, dizem mais respeito a modelos matemáticos e descritivos do que uma ontologia física. A cúpula aberta da ciência continua sendo um campo fascinante para quem realmente vive esse chamado, ainda que ela pudesse ser mais aberta a correções, especialmente de amplitude disciplinar.

Por outro lado, a catedral da ciência é um modelo em decadência, que progressivamente perde espaço e potência diante dos novos afluentes simbólicos que buscam capturar ou recapturar espaços perdidos na bacia semântica dos imaginários.
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O homem é igual ao cavalo
Quando é bom, já nasce pronto
Mas a vida é que dá o pealo
Para deixar de ser potro

O cavalo se ajeita no freio
E o homem na luta em que passa
Um se conhece em rodeio
E o outro, na causa em que abraça

— Mano Lima
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Quando dois indivíduos se amam, eles se tornam livres do Leviatã, eles criam um espaço que ele não pode controlar. Eros sempre triunfará, como verdadeiro mensageiro dos Deuses, sobre todas as criações titânicas.

— Ernst Jünger
É verdade, e corresponde a um elemento central da relação de gênero. O ferimento, seja ele por batalha, por serviço pesado ou o que for, corresponde a um afirmador da ação através da marca deixada por um mundo que é adversário e adversidade.

A doença, por outro lado, é um indicador recôndito de incapacitação, e sua cura responde, ou respondia tradicionalmente, ao reino das estranhas operações medicinais, produto do reino abissal dos mistérios naturais dominado pela mulher.

Repito, o meme é o retorno ao simbólico.
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♃ | Augusto Freddo Fleck
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As forças vivas desenvolvidas pelo espírito na história e a ação destas forças sobre a marcha e progresso das sociedades são fatos suscetíveis de observação exterior, fatos reais e concretos. Mas como estes fatos se ligam ao espírito e são precisamente criações do espírito, resulta daí que, conquanto possam ser observados exteriormente em seus efeitos objetivos, todavia só podem ser devidamente apreciados em face dos nossos próprios estados de alma; quer dizer: sendo consideradas à luz das operações de nossa atividade psíquica e como através do espelho de nossa própria consciência. Trata-se, por conseguinte, ainda aí, de introspecção. É bem certo que de introspecção indireta. Mas esta depende da introspecção direta. Nem se poderia conceber o contrário. E deste modo, tratando-se dos fatos psíquicos, quer na esfera da consciência individual, quer na esfera da consciência coletiva; quer considerando, cada um, as operações da própria consciência, quer considerando as operações de consciências estranhas, o método próprio para a elaboração do conhecimento é sempre a observação interior ou a introspecção. E quanto à história em particular, pode dizer-se que é uma espécie de introspecção organizada e sistemática. Por onde se vê que na filosofia, quer seja esta considerada em seu sentido restrito, como ciência do espírito, quer em seu sentido mais amplo, como solução ou tentativa de solução do problema da universal existência — de toda a forma, a verdade fundamental, a verdade que é o centro de todo o trabalho do espírito e o princípio mesmo do método, é ainda e será talvez sempre, a que se encerra no velho preceito socrático: Conhece-te a ti mesmo.

— Raimundo de Farias Brito
♃ | Augusto Freddo Fleck
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O novo trailer d'A Odisséia de Christopher Nolan foi recebido com certas reticências por aparentes escolhas estéticas e históricas do diretor. Já existia um descontentamento por conta de algumas escalações, como a superestimada Zendaya para interpretar a deusa Atena, mas a impressão que o primeiro trailer oficial passa é de que Nolan realmente atingiu uma espécie de platô estético do qual ele não mais consegue escapar, isso mais ou menos desde A Origem, de 15 anos atrás.

A discussão sobre acuidade histórica é relevante porque vivemos um momento bastante sensível sobre a manipulação de elementos étnicos e identitários em geral, com grandes questões sendo postas sobre as contradições nas escolhas feitas pela grande indústria midiática sobre o que deve ser respeitado e o que é manipulado e triturado até não restar nem embarcação nem Teseu.

Além disso, os filmes de Nolan sempre foram caracterizados por uma relação com forte "realismo" na abordagem dos seus temas e períodos, indo às minúcias de conceituações científicas, por exemplo, em Interestelar. Mas a verdade é que quando falamos de realismo histórico, dentro de obras como A Odisséia, o conceito que melhor se adequa é a de uma necessária observação do historial, isto é, a fundação existencial de um dado contexto histórico. Neste tipo de empreitada, é preciso citar o excelente trabalho realizado por Robert Eggers com mito e folclore, ao explorar tanto a fidelidade material dos períodos históricos quanto suas tonalidades existenciais/espirituais.

No caso de Nolan, a impressão que o trailer passa é de que ele não foi capaz de captar nenhuma das coisas. Além das caracterizações materiais estarem ora mais parecidas com um episódio de Game of Thrones e ora parecerem saídas de sua trilogia do Batman (como o Agamemnon na imagem), a sua imagética desbotada que rememora sempre um certo niilismo contemporâneo em nenhum momento consegue nos fazer sentir que estamos na Grécia Antiga, o que filmes como A Guerra de Tróia (1961) e Ulysses (1954) faziam com muita competência e menos recursos.

Além disso, preocupa que recentemente Nolan tenha reproduzido em entrevista um clichê hermenêutico da relação humana com os deuses, em que estes seriam apenas os recursos que uma sociedade ainda sem ciência teriam para lidar com o mundo fenomênico. Aproximadamente 100 anos de Antropologia e Ciência da Religião já seriam suficientes para desmantelar um discurso tão pedante, mas podemos ir até as fontes originais e ver que esse simplismo não se sustenta de forma alguma.

Se por realismo se entende a ideia de que o real é só aquilo que percebemos sob a lente ôntica da modernidade e pós-modernidade no século XXI, A Odisséia corre o risco de ser uma das caracterizações mais irreais possíveis do épico grego, seja em sua dimensão mítica, seja em sua materialidade histórica.
Estimadas e respeitadas todas as suas crenças, descrenças, convicções, dúvidas e/ou ceticismos, desejo a todos uma feliz noite de Natal! Que ela seja um momento para celebrar a vida e o amor entre os seus e também por aqueles que não estão mais aqui, mas sempre estarão conosco.

Abençoados sejam!
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A passagem de ano é sempre significativa e carrega consigo um reencantamento da experiência humana. Qualquer um de nós, ao meditar sobre esse momento, percebe o peso dessa tonalidade afetiva especial dos novos começos.

Nossa missão é, portanto, não permitir que ela se apague já nas primeiras horas do novo ciclo, mas aproveitar, especialmente no primeiro dia do ano, seu potencial contemplativo e fortificante.

Desejo a todos uma aprazível despedida de 2025, com a queima daquilo que precisa ser purificado e a preservação daquilo que foi importante. Estimo ainda um auspicioso 2026 a todos, com as bençãos divinas e as intuições para a vitória.
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📝 Notas de geopolítica, 03.01.2026

Um espectro ronda a Venezuela


"The Maduro has fallen (de maduro)", gritam os ianques. Bem, anunciam. Não há comoção suficiente para gritos.

Os ventos anunciavam essa intervenção há algumas semanas, porque todos os itens da lista na doutrina norte-americana estavam sendo preenchidos. A questão era quando e sob quais circunstâncias operancionais: Invasão, opressão ou extração. A terceira opção acabou sendo a escolhida.

A evolução do cenário pós captura-sequestro do presidente venezuelano indicam uma grande intriga para substituir a liderança sem quebra do regime mas com as mudanças mais relevantes de postura geopolítica para os lados envolvidos e interessados. Se for verdade, quer dizer que Maduro realmente não era considerada uma personalidade muito interessante para ninguém, e é fato que mesmo entre seus aliados ele nunca foi o herdeiro favorito de Chaves.

O que sustenta essa tese é a aparente tranquilidade com que a vice-presidente Delcy Rodriguez assume o trono, pedindo tranquilidade e paciência ao povo venezuelano, ao mesmo tempo em que Trump sugere uma transição tranquila com ela e joga a oposição para escanteio.

Trump realiza um ataque para ianque ver: prende um adversário ligado aos temores de comunismo e tráfico como o bode expiatório ritual, fortalece a posição dentro do espaço americano, dá as costas para as regras internacionais dos democratas ocidentais, organiza uma negociação com os adversários globais, causa danos sem envolver processos de invasão prolongada.
E agora, Bolívar?

Apesar do tom relativamente tranquilo que surge dessa operação, não nos enganemos: Os EUA executaram uma operação de intervenção direta, agressão internacional não sancionada e quebra de todo e qualquer preceito de soberania dos povos.

Os efeitos disso são menos práticos do que se imagina, mas podem ser.

Vejam, do ponto de vista do realismo geopolítico, toda e qualquer nota de repúdio e apelo ao direito internacional, cartas da ONU, democracia e demais discursos batidos (como faz o Brasil), não representam mais do que um jogo de aparências, do qual os EUA costumavam participar ativamente para mascarar seus crimes. O cenário agora meio que muda, pero no mucho, porque o ataque foi escancarado e Trump está cagando para a lei internacional.

Os efeitos imediatos disso são: primeiro, uma necessária percepção, já atrasada em décadas, de que os preceitos do direito internacional estão defasados e não são suportados por qualquer arcabouço material relevante; segundo, clarificação de que soberania não é uma abstração jurídica, mas uma qualidade adquirida pela força. Soberano é aquele que decide o próprio destino porque pode manifestar sua vontade de modo independente. Quem não pode, está sujeito a esse tipo de evento. A Coréia do Norte enfatizou isso hoje, ao lembrar Venezuela e Irã do erro de não se armarem com artefatos nucleares.
A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser!

De quem é a "culpa" pela queda de Maduro? É uma questão interessante e longe de ser trivial. Exige um certo perspectivismo. Logicamente, os EUA são os agentes diretos da queda, mas dentro de uma discussão mais ampla, aparecem as questões de apoio internacional e soberania regional.

Por exemplo, há quem esteja culpando aliados como China e Rússia por não interferirem diretamente para impedir o golpe. Ora, serão eles responsáveis pelo quintal ibero-americano? Queremos realmente tratar potencial de cooperação internacional e multipolar como linha de amizade e apoio irrestrito dentro de um território tão sinuoso como a política internacional? Não, China e Rússia não podem ser culpados aqui. Se mais nada, a Rússia parece ter se interessado o suficiente para garantir uma transição menos agressiva e evitar que a região se torne um polo de conflitos incessantes, embora isso ainda esteja indefinido. Tudo indica que a Venezuela viverá tensões que precisarão ser administradas internamente, com a influência dos demais interessados. Não descarto a possibilidade de manipulação de guerrilhas e conflitos civis patrocinados ao longos dos próximos meses e anos.

E o Brasil? Bom, se formos pensar dentro do contexto de grande espaço ibero-americano, o Brasil não pode passar incólume. O Brasil tratou todo o período de tensão entre EUA e Venezuela como um agente neutro e impotente. Começou pelo não reconhecimento da vitória de Maduro nas eleições, se submetendo ao jugo de observadores internacionais sobre questões regionais; agora, emite uma dessas notas de condenação que os diplomatas costumam usar pra limpar a bunda, sem qualquer efeito prático. Para todos os efeitos, o Brasil age cedendo à quaisquer que sejam os resultados de um conflito geopolítico no qual ele deveria ser um dos principais interessados.

O Brasil não parece ainda compreender a mudança (ou regeneração) do conceito de soberania. Nossa força política e operacional é risível e provavelmente troçada pelas próprias avaliações dos outros atores relevantes.

Isso retoma a questão da culpa estrangeira: Um movimento que procurasse defender o território e regime venezuelano frontalmente precisaria necessariamente angariar o apoio político, territorial e operacional brasileiro para responder em tempo hábil, o que provavelmente foi considerado inviável, dada a postura do Itamaraty e de Lula.
Reflex(ã)o

É estranho pensar nisso, mas o Brasil parece ser o grande perdedor do dia. Se pensamos num cenário de multipolaridade definido por um equilíbrio advindo da manutenção da tensão permanente, em que os polos são organizados principalmente por um poder regional proeminente, nosso Estado demonstra mais uma vez sua completa inaptidão para essa função e vê a própria realidade local ser movida e reordenada pelos outros.

Quem mais sofre é o povo venezuelano e ibero-americano como um todo, refém da falta de orientação, senso de destino. A história se move e apenas observamos, famintos por existência e resistência autênticas.
Algo que deveria fazer o cérebro da direita conservadora trumpófila pifar, mas pra isso ela precisaria, de fato, usar o cérebro:

Entre os regimes da América Ibérica, a Venezuela de Maduro era o mais conservador em medidas efetivas, muito mais do que a Argentina de Milei, o Brasil de Bolsonaro, etc.

Entender como essa aparente contradição na verdade revela perfeitamente as motivações existenciais dos atores seria um passo importante para solidificar uma posição mais autêntica e legitimamente patriótica.

O que acontece na verdade é a revelação ainda mais clara dessa direita brasileira como sendo 100% norte-americana, usando o nacionalismo como proxy.
Marco Rubio disse hoje que está pouco se lixando para a ONU. O sequestro de Maduro corrobora isso.

Novamente, sabemos que soberania é força, e que força não é apenas militar, mas política, cultural, social. É preciso mobilizar um povo na direção da soberania, ou não se tem nada. Não se pode dar abertura para revoluções coloridas e generais vendilhões. A questão é: temos isso aqui? É óbvio que não. A Nova República apodrece e é prato cheio para o caos.

Outros podem fazer o mesmo que os EUA? Talvez, mas é necessário. Na Rússia, na China, no Oriente Médio, na África. Não se pode continuar o jogo internacional e agir sob os panos; as coisas estão mudando, o pano está sendo arrancado pelos próprios ianques.
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