Um livro de José Hipólito dos Santos, ainda em projecto, mas já com vários textos prontos a publicar, foi encontrado no seu computador pessoal, em 2020, pela filha, Irene, três anos após a sua morte. Atraíra-lhe a atenção o nome da pasta: «A vida faz-se de acasos e valores», dentro encontrou esta obra «quase pronta» que viria a ser editada no passado mês de Junho pela editora Letra Livre, depois de cinco anos dedicados por Irene Hipólito dos Santos à sua organização e a «intervenções tímidas» explicadas na introdução.
Uma viagem ao passado de José Hipólito dos Santos que nos traz memória de tempos sombrios, cada vez mais parecidos com os que vivemos agora.
https://www.jornalmapa.pt/2026/01/17/a-vida-faz-se-de-acasos-e-valores/
Uma viagem ao passado de José Hipólito dos Santos que nos traz memória de tempos sombrios, cada vez mais parecidos com os que vivemos agora.
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A vida faz-se de acasos e valores
Uma viagem ao passado de José Hipólito dos Santos que nos traz memória de tempos sombrios, cada vez mais parecidos com os que vivemos agora.
Um livro de José Hipólito dos Santos, ainda em projecto, mas já com vários textos prontos a publicar, foi encontrado…
Um livro de José Hipólito dos Santos, ainda em projecto, mas já com vários textos prontos a publicar, foi encontrado…
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15F - saímos à rua em Lisboa, no dia em que o Jorge faria 36 anos.
Jorge faz parte da já longa lista de pessoas assassinadas pelo sistema prisional português. Esta manifestação convocada pela familia do Jorge, com os colectivos @vozes_dedentro , @vidajusta.pt , @coletivomumiaabujamal , @mnegroportugal tinha o objectivo de homenagear o Jorge e todas as vitimas dentro de muros, assim como dar visibilidade ao invisível... a violência, impunidade e falta de transparência nesta facção do estado que é o sistema prisional.
Junt@s, do luto à luta!
https://www.instagram.com/p/DU8XN0FAjjf/?igsh=MXA0MWJ3cHQ4anh2MA==
Jorge faz parte da já longa lista de pessoas assassinadas pelo sistema prisional português. Esta manifestação convocada pela familia do Jorge, com os colectivos @vozes_dedentro , @vidajusta.pt , @coletivomumiaabujamal , @mnegroportugal tinha o objectivo de homenagear o Jorge e todas as vitimas dentro de muros, assim como dar visibilidade ao invisível... a violência, impunidade e falta de transparência nesta facção do estado que é o sistema prisional.
Junt@s, do luto à luta!
https://www.instagram.com/p/DU8XN0FAjjf/?igsh=MXA0MWJ3cHQ4anh2MA==
Traduzimos um comunicado publicado em @decolonize_anarchism2 , após a confirmação da morte do líder supremo da República Islâmica do Irão, Ali Khamenei. Partilhamos estas reflexões num momento histórico duríssimo para um povo que há décadas resiste à violência do fascismo religioso e que agora sofre com uma guerra entre estados, num xadrez geopolítico, que o coloca frente a muitas incógnitas.
https://www.instagram.com/p/DVXTZtqCIMl/?img_index=3&igsh=MTAwczV3aWk3ejRwZQ==
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Um MAPA para tempos de guerra
Nestes tempos em que o estado de guerra permanente se instalou, a edição #49 do Jornal MAPA sai para as ruas a posicionar-se ao lado dos movimentos sociais. Dos EUA trazemos o testemunho de uma das vítimas do ICE e falamos sobre a crise social desencadeada pela perseguição de imigrantes. Analisamos o baixar das armas do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) e o que isso significa para a região, e olhamos para a Ucrânia, onde, com polémica, a deserção e a sabotagem não são as únicas saídas possíveis para anarquistas face à invasão russa. Analisamos também a mobilização social que em Janeiro assolou Turim por causa do despejo do centro social Askatasuna, e aproveitamos para dar a conhecer a rádio independente Blackout que emite a partir de Turim há mais de 20 anos.
Da Galiza trazemos notícias de uma vitória popular contra a Altri e contra a indústria extractivista da pasta de papel, mas do Barroso relatamos a acumulação de apoios do Estado para o ataque ambiental em curso. De Lisboa trazemos um ponto de situação sobre a luta pelo Quartel da Graça; trazemos a história da bicicleta enquanto arma contra a ditadura do automóvel, e falamos sobre mulheres imigrantes, com as suas vidas perdidas e sitiadas entre fronteiras e fogões. Esta edição traz também reflexões sobre a decisão governamental de roubar direitos a pessoas trans, e demora-se no nenúfar vitória-régia (Victoria amazonica) para estimular a prática de uma ecologia queer. Também a partir de uma perspetiva queer, questionamos o apelo à criminalização do discurso de ódio, que supõe encontrar no Estado um interlocutor justo na hora de aplicar a lei e de gerir o crime.
Na era da catástrofe, falamos sobre a organização popular e sobre o poder do «colectivismo de desastre», e acompanhamos como de costume as fronteiras da Europa Fortaleza. Partilhamos a história mais ou menos feliz da Casa da Horta, no Porto, trazemos um retrato do filósofo Diógenes, o habitual passeio futurista, a poesia, as palavras cruzadas, os cartoons e as recensões de livros. Tudo isto está na edição #49 do Jornal MAPA, à venda por todo o país e disponível para assinatura anual. Apoia o Jornal MAPA e contribui para a continuação deste projeto de informação crítica
Nestes tempos em que o estado de guerra permanente se instalou, a edição #49 do Jornal MAPA sai para as ruas a posicionar-se ao lado dos movimentos sociais. Dos EUA trazemos o testemunho de uma das vítimas do ICE e falamos sobre a crise social desencadeada pela perseguição de imigrantes. Analisamos o baixar das armas do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) e o que isso significa para a região, e olhamos para a Ucrânia, onde, com polémica, a deserção e a sabotagem não são as únicas saídas possíveis para anarquistas face à invasão russa. Analisamos também a mobilização social que em Janeiro assolou Turim por causa do despejo do centro social Askatasuna, e aproveitamos para dar a conhecer a rádio independente Blackout que emite a partir de Turim há mais de 20 anos.
Da Galiza trazemos notícias de uma vitória popular contra a Altri e contra a indústria extractivista da pasta de papel, mas do Barroso relatamos a acumulação de apoios do Estado para o ataque ambiental em curso. De Lisboa trazemos um ponto de situação sobre a luta pelo Quartel da Graça; trazemos a história da bicicleta enquanto arma contra a ditadura do automóvel, e falamos sobre mulheres imigrantes, com as suas vidas perdidas e sitiadas entre fronteiras e fogões. Esta edição traz também reflexões sobre a decisão governamental de roubar direitos a pessoas trans, e demora-se no nenúfar vitória-régia (Victoria amazonica) para estimular a prática de uma ecologia queer. Também a partir de uma perspetiva queer, questionamos o apelo à criminalização do discurso de ódio, que supõe encontrar no Estado um interlocutor justo na hora de aplicar a lei e de gerir o crime.
Na era da catástrofe, falamos sobre a organização popular e sobre o poder do «colectivismo de desastre», e acompanhamos como de costume as fronteiras da Europa Fortaleza. Partilhamos a história mais ou menos feliz da Casa da Horta, no Porto, trazemos um retrato do filósofo Diógenes, o habitual passeio futurista, a poesia, as palavras cruzadas, os cartoons e as recensões de livros. Tudo isto está na edição #49 do Jornal MAPA, à venda por todo o país e disponível para assinatura anual. Apoia o Jornal MAPA e contribui para a continuação deste projeto de informação crítica
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Neste 1° Maio, na manifestação convocada por colectivos anarquistas, algumas centenas de pessoas desceram em bloco, ao ritmo de palavras de ordem e ritmos de resistência, desde o largo Camões até ao largo do Intendente, passando pelo Chiado, Rossio, Martim Moniz e rua do Benformoso.
(...) Num bloco anti-autoritário, a proposta era de "um 1º de Maio anarquista, transfeminista, antirracista e anti-imperialista. Um 1º de Maio que incluísse quem é empurrado para as margens: a comunidade queer, as trabalhadoras migrantes, racializadas e precarizadas, as trabalhadoras sexuais, as pessoas presas forçadas a trabalhar em condições de escravatura. Porque a sociedade do trabalho é patriarcal, capacitista e extrativista, valoriza a produtividade acima da vida e transforma corpos em recurso."
(...) Seguindo caminho até ao Rossio, a manifestação viu um dos pontos altos na passagem pela rua do Benformoso, em solidariedade com xs trabalhadorxs imigrantes (...)
(...) Num bloco anti-autoritário, a proposta era de "um 1º de Maio anarquista, transfeminista, antirracista e anti-imperialista. Um 1º de Maio que incluísse quem é empurrado para as margens: a comunidade queer, as trabalhadoras migrantes, racializadas e precarizadas, as trabalhadoras sexuais, as pessoas presas forçadas a trabalhar em condições de escravatura. Porque a sociedade do trabalho é patriarcal, capacitista e extrativista, valoriza a produtividade acima da vida e transforma corpos em recurso."
(...) Seguindo caminho até ao Rossio, a manifestação viu um dos pontos altos na passagem pela rua do Benformoso, em solidariedade com xs trabalhadorxs imigrantes (...)
Reportagem fotografica @outros_angulos_garras
pelo Mapa.
https://www.instagram.com/p/DX32of9CKrF/?igsh=MW4ycHlscDQycXQ5ZA==
pelo Mapa.
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