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Devocional nº 08
Fruto do Espírito: Amor

O que acontece quando amamos uns aos outros?

O amor é evidência de que temos vida

Como saber que você tem a vida que Deus dá? Ao ver as evidências que o amor de Deus produz em sua vida. “Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; aquele que não ama permanece na morte.” (1Jo 3.14).
O amor cristão é a prova que passamos da morte para a vida.

Quando depositamos nossa fé em Jesus, nós recebemos vida eterna. Mas, quando amamos uns aos outros, sabemos que passamos da morte para a vida, pois vemos as evidências.
A fé em Deus por meio de Jesus e o amor mútuo como cristãos andam juntos. A vida eterna é recebida pela fé e demonstrada pelo amor.

Como sabemos que uma igreja ou um cristão está vivo? Procuramos amor. Onde há amor, há vida. Quando os cristãos verdadeiramente colocam o amor em prática, é indício e garantia de que a vida de Deus está presente entre eles e dentro deles.

Mas quando não colocamos o amor em prática, quando brigamos e discutimos, dividimos e acusamos uns aos outros, o que isso diz a nosso respeito? De acordo com João, se não há amor, não chegamos à vida; continuamos mortos.

O amor é uma questão de vida ou morte.
*Devocional nº 10*
*Fruto do Espírito: Amor*

“Sabemos que já passamos da morte para a vida porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte.”

O amor é evidência de que temos fé

João associa fé e amor e os coloca juntos como um só mandamento:
“Ora, o seu mandamento é este: que creiamos em o nome de seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o mandamento que nos ordenou.” (1Jo 3.23).

Observe que ele diz “o seu mandamento é este”, no singular. Em seguida, porém, ele fala de duas coisas! Recebemos a ordem de não apenas crer no nome de Jesus Cristo, o Filho de Deus, mas também de amar uns aos outros; juntos, esses imperativos constituem um só mandamento integrado.

Se fizermos a primeira coisa (crer), faremos a segunda (amar). Se não estivermos fazendo a segunda coisa (amando uns aos outros), não estamos fazendo a primeira (crendo em Jesus).
Não devemos tentar separá-las, pois são um só mandamento de Deus: creiam-em-Jesus-e-amem-uns-aos-outros. Crer e amar andam lado a lado.

O amor uns pelos outros é evidência da vida de Deus dentro de nós; e, também é evidência da fé por meio da qual recebemos essa vida. De acordo com Tiago, a fé sem obras é morta. De acordo com João a fé sem amor (provado por meio de obras) é morta; não passa de uma afirmação vazia, sem fundamento.

De fato, visto que “o seu mandamento é este”, segue-se que, se não demonstrarmos amor prático uns pelos outros, simplesmente desobedecemos aos mandamentos de Jesus em quem afirmamos crer. Que tipo de discípulos somos então?
*Devocional nº 11*
*Fruto do Espírito: Amor*

O amor é evidência de que eu conheço a Deus

“7 Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 8 Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. 9 Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. 10 Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. 11 Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. 12 Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado.” 1João 4.7–12

João diz três coisas fundamentais nessa passagem:

a) Deus é a fonte de todo amor (v. 7–8)
Quem não ama os outros não está ligado a Deus, não conhece a Deus e não é filho de Deus.

b) Deus nos deu prova e exemplo de seu amor (v. 9–11)
Como sabemos que Deus nos ama?
A cruz é a prova suprema do amor de Deus; o amor do Pai e do Filho.
João quer nos motivar a imitar o amor do Pai e do Filho: “Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros.” (1Jo 4.11). A cruz não é apenas o meio pelo qual somos salvos; também é o modelo para como devemos viver.

c) Deus se torna visível por meio de nosso amor uns pelos outros (v. 12)

“Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado.” (1Jo 4.12).

Esta é a segunda vez que João escreve essas palavras. A primeira vez foi em seu Evangelho. Logo no início, quando fala sobre a encarnação de Deus, a pessoa de Jesus, declara: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.” (Jo 1.18).
Jesus Cristo, a Palavra que se fez carne, tornou Deus visível. Na pessoa de Jesus Cristo, Deus foi visto, ouvido e tocado.

Mas e hoje? Deus pode ser visto de algum modo hoje?

Quando os cristãos amam uns aos outros de maneiras práticas, sacrificiais, custosas e que removem barreiras, o amor de Deus (ou melhor, o Deus que é amor) se torna visível.
O mundo deve ser capaz de olhar para os cristãos e para o modo como convivemos e amamos uns aos outros e ver parte da realidade de Deus ser demonstrada. O Deus invisível se torna visível no amor dos cristãos uns pelos outros.

O que o mundo vê quando olha pra você?
*Devocional nº 12*
*Fruto do Espírito: Amor*

Alguns anos atrás, organizações ateístas do Reino Unido pagaram por uma campanha de anúncios nos famosos ônibus vermelhos de Londres. Diziam:

“Provavelmente não há Deus, portanto pare de se preocupar e aproveite a vida”.

Há muitos cristãos em Londres. Teoricamente, um não cristão que lesse o anúncio poderia dizer: “Não pode ser verdade que não há Deus, pois conheço Sara, pois eu conheço John. Eles são cristãos e Deus obviamente é real e vive neles”.

Devemos ser prova viva do Deus vivo. Ninguém pode ver a Deus. Mas as pessoas podem nos ver. E, quando amamos uns aos outros, o que elas veem é o amor de Deus.

Mas quando os cristãos não amam uns aos outros, não é apenas trágico; é nocivo. É venenoso e mortífero. Frustra a razão de nossa existência. Nossa missão consiste em glorificar a Deus, sendo discípulos e fazendo discípulos, compartilhando e vivendo as boas-novas do evangelho do amor de Deus ao mostrar como Ele transforma nossa vida e nossos relacionamentos.

“Pai celeste, peço que neste dia eu viva em tua presença e te agrade cada vez mais.
Senhor Jesus, peço que neste dia eu tome a cruz e te siga.
Espírito Santo, peço que neste dia me enchas de ti e faças teu fruto amadurecer em minha vida: amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.”
*Devocional nº 13*
*Fruto do Espírito: Amor*

O amor mútuo é evidência em favor de Jesus

Jesus disse: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.” (Jo 13.34–35).

Quando os cristãos amam uns aos outros, mostram a quem pertencem.
Voltam o foco para Jesus. O amor cristão é incrivelmente transformador e, em muitos contextos, é tão surpreendente e contracultural que só pode ser obra de Cristo, poder do evangelho, fruto do Espírito.

Que aspecto essencial do fruto é esse amor! É absolutamente primordial e preeminente! Quando os cristãos amam uns aos outros,

• provam que têm a vida eterna;
• provam que têm fé salvífica;
• provam que Deus é real;
• provam que são verdadeiros seguidores de Jesus.

Mas, quando não o fazem, o que isso prova?

_“Pai celeste, peço que neste dia eu viva em tua presença e te agrade cada vez mais._
_Senhor Jesus, peço que neste dia eu tome a cruz e te siga._
_Espírito Santo, peço que neste dia me enchas de ti e faças teu fruto amadurecer em minha vida: amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.”_
*Devocional nº 14*
*Fruto do Espírito: Amor*

Todas as belas palavras que paulo escreve, quando consideradas juntas, são o fruto (singular) do Espírito.
O fruto é um resultado natural da vida. Se uma árvore está viva, produz fruto.
Faz parte da natureza de ser uma árvore viva! Fruto é o que se obtém quando uma árvore tem vida dentro dela.

Por que uma árvore dá fruto?
O fruto nasce, simplesmente, da vida dentro dela, que se eleva do solo e da água que alimenta suas raízes e flui na seiva por todos os galhos até os menores ramos.
Uma árvore dá fruto simplesmente porque tem vida, porque ela é e faz o que uma árvore é e faz quando está viva.

Portanto, o que Paulo está dizendo com essa lista de belas qualidades é: estas são as qualidades que o próprio Deus produzirá na vida cotidiana da pessoa porque a vida do próprio Deus está operando dentro dela.
A vida de Deus (por seu Espírito) dará fruto na “árvore” da vida da pessoa simplesmente porque esse é o caráter de Deus e isso é o que Deus produz.
O Espírito de Deus, que é o Espírito de Cristo, fará as qualidades da vida de Cristo se desenvolverem na vida da pessoa, de modo que ela se torne cada vez mais semelhante a Cristo, o que Deus quer para todos os seus filhos.

Em outras palavras, Paulo está falando aqui de caráter cristão. Infelizmente, hoje em dia caráter é algo bastante subestimado em boa parte da vida e das atividades da igreja. Preferimos encontrar as melhores técnicas, formular as estratégias mais bem-sucedidas e celebrar (ou criticar) o desempenho. Olhamos para o exterior, avaliamos as pessoas conforme “estão se saindo” e prestamos muito menos atenção no tipo de caráter que têm ou estão desenvolvendo.

Veja, porém, as qualidades na lista de Paulo do fruto do Espírito. Não focalizam um tipo de desempenho que possamos alcançar, mas o tipo de pessoa que somos.

O fruto leva tempo. O caráter leva tempo. Aliás, leva uma vida inteira. John Stott fez aquela oração diária ao longo de toda a sua vida. Assim, separemos tempo para estudar o fruto do Espírito de Deus e deixemos que o fruto amadureça em nossa vida, ao longo de todo o tempo que Deus nos der.

_“Pai celeste, peço que neste dia eu viva em tua presença e te agrade cada vez mais._
_Senhor Jesus, peço que neste dia eu tome a cruz e te siga._
_Espírito Santo, peço que neste dia me enchas de ti e faças teu fruto amadurecer em minha vida: amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.”_
*Devocional nº 15*
*Fruto do Espírito: Amor*

A doutrina da graça que Paulo prega é perigosa!", diziam os judaizantes. "Ela substitui a Lei por licenciosidade. Se colocarmos de lado nossas regras e padrões elevados, as igrejas se desintegrarão."

Os judaizantes do primeiro século não eram os únicos a temer a dependência da graça de Deus. Nos dias de hoje, os legalistas de nossas igrejas advertem que não devemos ensinar sobre a liberdade que temos em Cristo, pois, se o fizermos, o resultado será a anarquia religiosa.

Essas pessoas interpretam incorretamente os ensinamentos de Paulo acerca da graça, e foi com o propósito de corrigir esse mal-entendido que Paulo escreveu a última seção de sua carta (Gálatas 5 e 6).

O apóstolo passa da argumentação para a aplicação, da doutrina para a prática. O cristão que vive pela fé não vai se tornar um rebelde.

Pelo contrário, vai experimentar a disciplina interior de Deus, que é muito melhor do que a disciplina exterior das regras criadas por homens.

Ninguém que depende da graça de Deus, sujeita-se ao Espírito de Deus, vive para os outros e procura glorificar a Deus é capaz de se tornar rebelde. Na verdade, o legalista é que acaba se rebelando, pois é escravo, depende da carne, vive para si mesmo e busca o louvor dos homens, não a glória de Deus.

De modo algum a doutrina de Paulo acerca da liberdade cristã pela graça é uma doutrina perigosa. O perigo está na doutrina do legalismo, que procura fazer o impossível: mudar a velha natureza e obrigá-la a obedecer às leis de Deus.

Por algum tempo, o legalismo pode ser bem-sucedido, mas logo a carne começa a se rebelar.

O cristão submisso que depende do poder do Espírito não nega a Lei de Deus nem se rebela contra ela. Antes, essa Lei está sendo cumprida nele por meio do Espírito:

“Agora, portanto, já não há nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus. Pois em Cristo Jesus a lei do Espírito que dá vida os libertou da lei do pecado, que leva à morte. A lei não era capaz de nos salvar por causa da fraqueza de nossa natureza humana, por isso Deus fez o que a lei era incapaz de fazer ao enviar seu Filho na semelhança de nossa natureza humana pecaminosa e apresentá-lo como sacrifício por nosso pecado. Com isso, declarou o fim do domínio do pecado sobre nós, de modo que nós, que agora não seguimos mais nossa natureza humana, mas sim o Espírito, possamos cumprir as justas exigências da lei. ” (Rm 8:1-4).
*Devocional nº 16*
*Fruto do Espírito: Amor*

O poder do fruto do Espírito

Paulo e Barnabé.
Antes de se tornarem colaboradores na pregação do Evangelho, Paulo e Barnabé eram inimigos. Paulo perseguia os cristãos enquanto Barnabé era um líder da igreja. No entanto, Barnabé decidiu dar uma chance a Paulo e o levou aos apóstolos em Jerusalém. Eles eventualmente se tornaram grandes amigos e parceiros na propagação do Evangelho.

Corrie ten Boom e o Guarda Nazista:
Corrie ten Boom foi uma cristã holandesa que ajudou a esconder judeus durante a Segunda Guerra Mundial para salvá-los da tortura e morte nas mãos dos nazistas.
Ela e sua família foram presas pelos alemães e enviadas para campos de concentração.
Lá havia um guarda que foi muito cruel com ela e com as outras prisioneiras.
Anos mais tarde, ela o reencontrou em um culto numa igreja e ele pediu perdão a ela por suas ações.
Ela o perdoou e eles se reconciliaram, mostrando o poder do amor cristão de superar as diferenças e feridas do passado.
*Devocional nº 17*
*Fruto do Espírito: Amor*

Tudo começa com o amor de Deus, porque Deus é o Deus de amor (2 Co 13.11)

“Quanto ao mais, irmãos, adeus! Aperfeiçoai-vos, consolai-vos, sede do mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz estará convosco.”

O amor cristão é o reflexo do amor de Deus, e dele obtém seu padrão e poder. Este amor de Deus é totalmente imerecido, porque a prova dele é que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós (Rm 5.8).

Jesus na cruz, não estava transformando a ira de Deus contra você em amor. O processo inteiro da salvação tem seu início no amor de Deus, não merecido por nós.
Bom dia irmãos, graça e paz.
Nessa semana começa o trabalho dos pintores dentro do templo.

Vão arrastar os bancos, colocar andaimes, passar massa corrida, lixar e pintar.

Em virtude disso teremos muita poeira e bagunça.

No Sábado a igreja será limpa e organizada para a EBD e culto de domingo.

Mas, durante a semana será impossível a realização do culto de quinta feira na igreja.

Por isso, o Conselho resolveu suspender os cultos de quinta feira pelo tempo necessário.
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