Financial News | Gabriel Vasconcelos
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*Bom dia Safra Corretora - 06/08/2024 - Bolsas mistas, Japão em recuperação. Ata do Copom é destaque. Atualizamos VALE (+) e distribuição de combustível VBBR (+). Prévia do 2T24: VTRU (+). Resultados do 2T24: PGMN (+) e AURA (=)... Confira!*

https://apiext-bi.safra.com.br/apl-api-download-documentos-rdv/documento/PROSPECT-28164.PDF


*Fechamento dia anterior*
Ibovespa: 125.270 (-0,46%)
S&P: 5.186 (-3,00%)
Dólar Futuro: R$5,72 (-0,05%)

*Análise Técnica:*
O Ibovespa apresentou queda de -0,46% no último pregão, cotado a 125.269,54 pontos. O ativo apresenta tendência neutra no médio e no curto prazo. A primeira resistência fica em 130.000 pontos e a segunda em 131.700. Do lado da baixa, o primeiro suporte se encontra na região de 124.100. O próximo fica na faixa de 119.000 pontos.
O Dólar Futuro apresentou queda de -0,16% no último pregão, cotado a 5.736 pontos. O ativo apresenta tendência neutra no curto prazo e no médio alta. Do lado da baixa, o primeiro suporte fica na região de 5.625 pontos. Se perder esse patamar, poderá alcançar o suporte seguinte em 5.435. Já do lado da alta, a primeira resistência do contrato fica na região de 5.960 e a segunda em 6.040.

*Exterior:*
Futuros nos EUA apresentam alta e bolsas na Europa registram ligeira baixa. No Japão, a bolsa encerrou o dia com alta de mais de 10% recuperando boa parte da forte queda no dia anterior. Ontem o ISM de serviços nos EUA surpreendeu positivamente e amenizou o temor de recessão para a economia americana. Agenda do dia conta com dado de balança comercial norte americana referente ao mês de junho.
*Doméstico:*
A ata do Copom é destaque da agenda e pode destacar o balanço de riscos da inflação e do câmbio, que sofreu depreciação adicional desde a reunião do Banco Central na semana passada. Do lado político, o vice presidente da república assegurou em evento ontem que o governo vai cortar gastos para cumprir rigorosamente as metas fiscais e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, indicou que pautará a reoneração da folha na quarta-feira.

*Atualizações*
*Vale.* Recomendação de compra mantida em níveis atrativos de carrego e valuation, mas vemos mais riscos. As ações da Vale caíram 17% desde nossa atualização no final de maio, provavelmente acompanhando os preços do minério de ferro e devido a mais preocupações de que o desempenho econômico da China possa estar se afastando dos estímulos em larga escala, sugerindo uma desaceleração nos gastos com infraestrutura e menos alívio para o setor imobiliário. Reduzimos nossas previsões de preços de commodities, mas permanecemos positivos sobre este caso de investimento com base em uma média de 10% a 11% de fluxo de caixa livre e rendimento de dividendos em 2024-28Ee e EV/EBITDA em 2025Ee em 3,2x (abaixo da média dos últimos 5 anos de 3,7x e da média pré-Brumadinho de 5,9x). Acreditamos que a redução de riscos devido à menor preocupação com provisões adicionais e o processo de sucessão do CEO são os principais catalisadores para as ações nos próximos meses. Observamos alguns riscos para o preço das ações se (i) não for alcançado um acordo sobre o acidente de Mariana, uma vez que um "no-deal" pode impedir a Vale de reavaliar em direção à nossa estimativa de descontos justos de 17% para o Rio e BHP (33% atualmente); e (ii) os preços das commodities permanecerem abaixo de nossas previsões, com mais risco para nossas curvas de preços de cobre e níquel, que estão bem acima dos preços spot, do que para o minério de ferro.
*Distribuidoras de combustível.* Estamos atualizando nossas estimativas para a Vibra Energia e a Ultrapar. Mantemos nossa recomendação de Compra para Vibra (VBBR3) e introduzimos um preço-alvo de 12 meses de R$ 35/ação, o que implica um potencial de crescimento de 52,2%. Mantemos também a nossa recomendação neutra para Ultrapar (UGPA3) e introduzimos um preço-alvo de R$ 26/ação para o período de 12 meses, o que implica um potencial de crescimento de 17,4%. Mantemos o Vibra como nosso nome preferido no setor.
*Aura Minerals.
* Aura apresentou resultados operacionais sequencialmente melhores no 2T24, com EBITDA em US$56,2 milhões, acima de 6% no mesmo período. Os resultados ficaram 2% abaixo da nossa previsão de US$57,5 milhões, mas 2% acima do consenso da Bloomberg de US$55,3 milhões. Nossos números abaixo do esperado se deram principalmente devido aos preços de ouro realizados mais baixos, que compensaram o menor custo de caixa e o despesas operacionais por GEO. A produção da Minosa e da Aranzazu e o desempenho do custo em dinheiro/oz foram os destaques do trimestre, deixando uma boa margem para alcançar as respectivas orientações deste ano. O desempenho na EPP e Almas não foi bom e deve melhorar sequencialmente no 2S24 para atingir as metas da empresa. Acreditamos que a empresa irá abordar tais preocupações durante sua teleconferência.
*Pague Menos.* Pague Menos registrou crescimento de 12% (em linha com nossa estimativa) e ganho de margem do EBITDA (+16 bps no terceiro trimestre) devido às sinergias da aquisição da Extrafarma ("EF") e alavancagem operacional, apesar da pressão na margem bruta. No geral, vemos resultados positivos para a PGMN no 2T24 à medida que as sinergias da aquisição começam a se manifestar. Além disso, a empresa conseguiu entregar um grande ritmo de crescimento e expansão da margem EBITDA, apesar da pressão dos ajustes de estoque da Extrafarma e do menor ajuste de preço do CMED no ano passado. Assim, reiteramos nossa recomendação de Compra para ação e preço alvo de R$ 3,5/ação
*Educação.* Prévia de resultados. Após a pressão geral vista no primeiro trimestre do ano, prevemos números mistos no 2T24 para as empresas de educação sob nossa cobertura. Dada a dinâmica de admissão do setor, o segundo trimestre do ano geralmente não é tão importante quanto o primeiro e o terceiro trimestres. Consequentemente, estamos prevendo uma desaceleração sequencial no crescimento da receita e do EBITDA para todas as empresas sob nossa cobertura, enquanto esperamos alguma expansão da receita para YDUQ, VTRU e COGN devido a taxas de juros mais baixas e balanços patrimoniais menos alavancados. No geral, YDUQ3 continua sendo nossa principal escolha no setor devido a: (i) histórico de execução e geração de caixa; (ii) bom equilíbrio entre potencial de crescimento e qualidade percebida; e (iii) melhor risco-recompensa em comparação com os pares na avaliação atual, em nossa opinião.

*Commodities:*
Petróleo apresenta alta (US$ 73,35/b; +0,60%)
Minério de ferro registrou baixa (US$ 102,60; -1,20%)

*Agenda do Dia:*
09:30 – EUA – Balança comercial

*Empresas:*
*Prio*: Produção diária óleo julho 67.666 barris/dia
*Papel e Celulose*: HSBC rebaixou Klabin e Suzano a manutenção
*Latam Airlines*: Companhia planeja investir US$ 2 bi no Brasil em dois anos

Abs!
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Giro das 12h: Ibov bate topo histórico mesmo com NY em baixa

O Ibovespa bateu novo topo histórico intraday logo nas primeiras horas, atingindo 134.781,44 pontos na máxima. O índice permanece em leve alta (+0,23%, acima dos 134 mil), mesmo com o dia negativo das bolsas em NY, que reagiram ao tombo de 6,8% das moradias iniciadas nos EUA em julho, muito pior do que a previsão de um recuo de 0,6%, o que voltou a despertar receios de um hard landing, estimulando apostas de um ajuste de 100 pontos-base no juro este ano. Em paralelo, o Fed boy Goolsbee também causou preocupação ao dizer que alguns indicadores antecedentes dão sinais de alerta de recessão. Mais tarde, as bolsas ensaiavam reação com dados melhores que o esperado da confiança do consumidor, com Nasdaq no positivo (+0,10%). S&P 500, -0,03%, e Dow Jones, -0,20%. Também os juros dos Treasuries e o dólar ante as moedas rivais se recuperavam das mínimas. Aqui, o dólar chegou a furar R$ 5,44 (R$ 5,4371), mas há pouco era negociado a R$ 5,4690 (-0,28%), enquanto os juros futuros avançavam após o IBC-Br de junho subir 1,37%, bem acima da mediana de 0,50%, desencadeando uma série de revisões em alta para o PIB e, em alguns casos, para a Selic. Em evento do Barclays, esta manhã, Campos Neto voltou a dizer que se o Copom tiver que subir o juro para levar a inflação à meta, vai fazer isso. (Rosa Riscala)
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Fechamento dia anterior
Ibovespa: 134.882 (+0,64%)
S&P: 5.626 (+0,54%)
Dólar Futuro: R$5,56 (-0,05%)

Análise Técnica:
O Ibovespa apresentou queda de +0,64% no último pregão, cotado a 134.881,95 pontos. O ativo apresenta tendência de alta no médio prazo e no curto neutra. A primeira resistência fica em 137.500 pontos. Do lado da baixa, o primeiro suporte se encontra na região de 134.000. O próximo fica na faixa de 130.000 pontos.
O Dólar Futuro apresentou queda de -1,13% no último pregão, cotado a 5.573,50 pontos. O ativo apresenta tendência neutra no curto e médio prazo. Do lado da baixa, o primeiro suporte fica na região de 5.435 pontos. Se perder esse patamar, poderá alcançar o suporte seguinte em 5.155. Já do lado da alta, a primeira resistência do contrato fica na região de 5.740 e a segunda em 5.900.

Exterior:
Bolsas no exterior operam próximas da estabilidade. A produção industrial na China em agosto mostrou alta de 4,5% na comparação mensal, ligeiramente abaixo das expectativas de consenso de mercado, assim como os dados de vendas no varejo, que mostraram alta de 2,1%, abaixo das projeções de consenso, que apontavam para um crescimento de 2,5%. O minério de ferro reage negativamente aos dados mostrando desaceleração da economia do país asiático. Corrida eleitoral nos EUA pode repercutir tentativa de ataque ao candidato Donald Trump. Agenda do dia conta com dado da manufatura nos EUA e semana contará com decisão de juros nos EUA.
Doméstico:
Pesquisa Focus e IPC-S serão divulgados no início da manhã. Semana conta com decisão do Copom, que deve elevar a Selic para combater as expectativas de inflação desancoradas, o câmbio depreciado e a atividade forte. Ministro do STF libera créditos extraordinários fora das regras da meta fiscal para combater incêndios na Amazônia e no Pantanal e AGU alerta ministro sobre riscos de crédito fora do limite de gastos.

Atualizações
Orizon. Estamos iniciando a cobertura da Orizon (ORVR3) com uma recomendação de Compra e um preço alvo para 12 meses de R$60,00/ação, o que implica um potencial de valorização de ~27%, justificando nossa recomendação. Fundada em 2009, a Orizon é uma empresa bem-posicionada no segmento de gestão de resíduos que fornece uma plataforma completa para o desenvolvimento de modelos de negócios que extraiam valor da eliminação de resíduos. Nossa visão favorável para a empresa se baseia em: (i) seu modelo de negócios resiliente baseado em receitas de longo prazo provenientes de ativos de aterro, um serviço com grandes barreiras de entrada e crescimento estável (vinculado ao crescimento populacional, bem como ao crescimento do PIB); (ii) grande potencial de crescimento (e expansão da margem, de 45% em 2023 para 62% até 2027) resultante do desenvolvimento de novos negócios derivados do portfólio de aterros existentes, como a produção de energia (a partir de biogás ou resíduos), vendas de gás (a partir de biometano), reciclagem e créditos de carbono; (iii) alternativas de crescimento inorgânico, uma vez que o mercado de gestão de resíduos ainda está fragmentado no Brasil e o país ainda precisa melhorar sua taxa de coleta de resíduos, bem como encerrar os depósitos abertos em vários municípios; e (iv) Apelo ESG, pois a empresa está fornecendo soluções alternativas para o tratamento e reutilização de resíduos, reduzindo seu impacto no meio ambiente.

Commodities:
Petróleo apresenta alta (US$ 71,95/b; +0,47%)
Minério de ferro registrou queda (US$ 91,45; -1,45%)

Agenda do Dia:
08:00 – Brasil – IPC-S
09:30 – EUA – Manufatura de NY
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*Bom dia Safra Corretora - 19/09/2024 - Diário Safra Corretora: Bolsas e commodities em alta, após decisão do Fed. Dado do mercado imobiliário nos EUA é destaque. Decisão do Copom conforme esperado. Iniciamos cobertura de POMO (+) com Compra... Confira!*
https://apiext-bi.safra.com.br/apl-api-download-documentos-rdv/documento/PROSPECT-28640.PDF

*Fechamento dia anterior*
Ibovespa: 133.748 (-0,90%)
S&P: 5.618 (-0,29%)
Dólar Futuro: R$5,46 (+0,01%)

*Análise Técnica:*
O Ibovespa apresentou queda de -0,90% no último pregão, cotado a 133.747,69 pontos. O ativo apresenta tendência de alta no médio prazo e no curto neutra. A primeira resistência fica em 137.500 pontos. Do lado da baixa, o primeiro suporte se encontra na região de 133.500. O próximo fica na faixa de 130.000 pontos.
O Dólar Futuro apresentou queda de -0,47% no último pregão, cotado a 5.462,50 pontos. O ativo apresenta tendência neutra no curto e médio prazo. Do lado da baixa, o primeiro suporte fica na região de 5.435 pontos. Se perder esse patamar, poderá alcançar o suporte seguinte em 5.155. Já do lado da alta, a primeira resistência do contrato fica na região de 5.735 e a segunda em 5.900.

*Exterior:*
Bolsas na Europa e futuros nos EUA operam em alta após surpresa com o corte de 50 pontos base na taxa de juros pelo Fed, que deve direcionar a economia norte americana para um pouso suave. Minério e petróleo apresentam alta. A agenda nos EUA conta com pedidos de auxílio desemprego, indicador líder da economia e vendas de casas usadas. O Banco Central da Inglaterra decidirá juros.
*Doméstico:*
O Copom elevou a taxa Selic para 10,75%, conforme o esperado, mas trouxe uma indicação mais dura em seu comunicado, destacando o dinamismo da economia e uma assimetria altista para o balanço de riscos da inflação, sugerindo que o ritmo de ajustes futuros na taxa e o tamanho total do ciclo iniciado será guiado pela convergência da inflação à meta. Como reflexo, espera-se que os juros futuros curtos subam e o dólar poderia perder força versus o real, que também refletirá o corte mais forte nos juros pelo Fed.

*Atualizações*
*Marcopolo.* Estamos iniciando a cobertura do Marcopolo (POMO4) com uma recomendação de Compra e um preço alvo de R$ 11,10/ação para 12 meses, o que implica um potencial de valorização de 39%. A Marcopolo é o maior fabricante de carrocerias de ônibus do Brasil, com uma participação de mercado de 49%, duas vezes maior que a do segundo maior player. A empresa foi fundada em 1949 e opera em 9 países, com ~36% de sua receita gerada no exterior. Após anos de renovação da frota subótima agravada pela pandemia COVID-19, esperamos um aumento da produção de ônibus no futuro, impulsionado pela necessidade de renovar a frota brasileira, cuja idade média já atingiu 11,3 anos. Além disso, esperamos que a Marcopolo mantenha margens saudáveis nos próximos anos, após uma combinação de ganhos de escala (devido ao aumento do volume), maior eficiência (impulsionada pelo aumento da força de trabalho), melhor mix de vendas e um cenário competitivo melhorado.

*Commodities:*
Petróleo apresenta alta (US$ 74,28/b; +0,86%)
Minério de ferro registrou alta (US$ 92,70; +2,20%)

*Agenda do Dia:*
09:30 – EUA – Pedidos de Seguro Desemprego
11:00 – EUA – Índice Líder da Economia
11:00 – EUA – Vendas de Casas Existentes

*Empresas:*
*Itaú*: Banco emite R$ 1 bi em letras financeiras subordinadas
*Agrogalaxy:* Cia pede recuperação judicial após renúncia coletiva de executivos

Abs!
Bom dia Safra Corretora - 30/09/2024 - Diário Safra Corretora: Bolsas mistas; Minério em alta. Resultado fiscal é destaque no Brasil. Feedbacks da J. Safra Brazil Conference. Atualização em bancos: ITUB (+) e BBDC (+).... Confira!

https://apiext-bi.safra.com.br/apl-api-download-documentos-rdv/documento/PROSPECT-28704.PDF

Fechamento dia anterior
Ibovespa: 132.730 (-0,21%)
S&P: 5.738 (-0,13%)
Dólar Futuro: R$5,43 (-0,08%)

Análise Técnica:
O Ibovespa apresentou queda de -0,21% no último pregão, cotado a 132.730,36 pontos. O ativo apresenta tendência neutra no médio e curto prazo. A primeira resistência fica em 134.000 pontos e a segunda em 137.500. Do lado da baixa, o primeiro suporte se encontra na região de 129.500. O próximo fica na faixa de 125.200 pontos.
O Dólar Futuro apresentou queda -0,12% no último pregão, cotado a 5.435,50 pontos. O ativo apresenta tendência neutra no curto e médio prazo. Do lado da baixa, o primeiro suporte fica na região de 5.400 pontos. Se perder esse patamar, poderá alcançar o suporte seguinte em 5.255. Já do lado da alta, a primeira resistência do contrato fica na região de 5.675 e a segunda em 5.900.

Exterior:
As bolsas no exterior operam sem uma tendência definida, com mercados na Europa em baixa e futuros nos EUA em alta. O mercado europeu reagiu negativamente à redução de estimativas de margem de luco pela Stellantis. O minério de ferro dispara após as maiores chinesas flexibilizarem as restrições à compra de imóveis, melhorando a perspectiva de demanda pela commodity. As bolsas chinesas também tiveram rali e volume recorde de negociação antes de feriado semanal a partir de amanhã. A agenda conta com o PMI da indústria de Chicago e discurso de Christine Lagarde e Jerome Powell.
Doméstico:
No mercado doméstico, além da divulgação da Pesquisa Focus, o mercado deve acompanhara divulgação no início da manhã do resultado primário do setor público de agosto, com expectativa de consenso de mercado de déficit de R$20 bilhões. O preço da energia elétrica deve aumentar após a Aneel mudar a bandeira tarifária para vermelha patamar 2 a partir de outubro, em meio à seca que afeta a geração hídrica.

Atualizações
Recursos Naturais. Nos dias 24 e 25 de setembro, realizamos a J. Safra Brasil Conference 2024 em São Paulo, sediando reuniões entre investidores e executivos da Vale (Compra), CBA (Compra), CSN Mineração (Compra), Gerdau (Compra), CSN (Compra), Suzano Compra), Dexco (Compra) e Irani (sem cobertura). Em geral, as empresas de mineração notaram condições desafiadoras do mercado de curto prazo para a demanda e os preços de seus respectivos produtos, enquanto as empresas de aço e papel & celulose compartilharam uma visão mais construtiva. Destacamos um compromisso geral com o controle de custos e decisões adequadas de alocação de capital.
Utilidades Básicas. No dia 27 de setembro, a Agência Brasileira de Energia Elétrica (Aneel) realizou o leilão de transmissão 02/2024. Os principais vencedores foram: (i) Engie, que ganhou o bloco 1 com um desconto médio de 48,1% AAR, comprometendo-se a um capex total de R$ 2.934 milhões; (ii) Taesa, que ganhou o bloco 3 com um desconto médio de 53,5%, comprometendo-se a um capex total de R$ 244 milhões; e (iii) COX Brasil, ganha bloco 4 com desconto de 55,6%, comprometendo-se a um capex total de R$ 168 milhões. Concorrência aumentou em comparação com o leilão de 01/2024. Este leilão teve uma média de 7,7 licitantes/bloco (vs. 5,9 no último leilão) devido ao menor número de blocos oferecidos, e os níveis de desconto foram maiores (média de 49% vs. 41% no último leilão). Neste leilão, a Engie ganhou o maior bloco, localizado próximo às linhas existentes operadas pela empresa, o que poderia ajudar a criar sinergias. A Taesa ganhou um pequeno bloco localizado no Estado de São Paulo e também próximo às linhas existentes sob sua operação. Em nossa opinião, as taxas de retorno foram apertadas para este leilão devido à concorrência mais feroz e ao número reduzido de blocos disponíveis. Quanto a Eletrobras, Alupar e Copel, achamos que suas propostas foram mais co
Giro das 12h: Minério avança com China e apoia Ibovespa, enquanto NY faz pausa à espera de Powell

O Ibovespa sobe 0,08% (132.835,19) por volta do meio-dia, virando o sinal com melhora de Petrobras e Itau, com apoio do minério a ações de peso, como Vale, na esteira dos estímulos chineses. Mais cedo, o Focus elevou projeção da Selic e o setor publico trouxe números dentro do estimado, mas sem aliviar preocupação com o fiscal, que faz pressão sobre o dólar (+0,08% , a R$ 5,4407), em sessão volátil de formação da Ptax do mês e encerramento de trimestre. Os juros futuros avançam, mesmo depois que os rendimentos dos Treasuries arrefeceram a alta, na sequência do PMI americano medido pelo ISM, acima do esperado. As apostas de corte de 25pb ganharam força após o dado, a 62,9%. Ações e títulos americanos aguardam fala do presidente do Fed nesta tarde em uma conferência, enquanto o evento mais importante da semana, o payroll, não vem. Previsto para 6ªF, o indicador guarda maior chance de dar um rumo ao debate 25pb contra 50pb por seu potencial de reforçar a ideia de esfriamento do mercado de trabalho, que o Fed já disse ser o mais importante no momento. Há pouco as bolsas americanas recuavam (Dow -0,13%; S&P -0,05% e Nasdaq -0,11%) e os juros dos Treasuries subiam liderados pela nota de dois anos (4,61%, de 4,55%) sensível à política. O DXY também sobe, a 100,559 pontos (+0,18%). (Ana Katia)

Fonte: BDM Lite
*Bom dia Safra Corretora - 14/10/2024 - Bolsas e Minério em alta. IBC-BR é destaque. Aneel publica mudanças nos termos de renovação das concessões de distribuidoras: ENGI (+), NEOE (+), EQTL (+) e CPFE (+). Atualizamos nossa Carteira Top FIIs, veja as escolhas para outubro... Confira!*
https://apiext-bi.safra.com.br/apl-api-download-documentos-rdv/documento/PROSPECT-28821.PDF

*Fechamento dia anterior*
Ibovespa: 129.992 (-0,28%)
S&P: 5.815 (+0,61%)
Dólar Futuro: R$5,61 (+0,01%)

*Análise Técnica:*
O Ibovespa apresentou queda de -0,28% no último pregão, cotado a 129.992,29 pontos. O ativo apresenta tendência neutra no médio e curto prazo. A primeira resistência fica em 134.000 pontos e a segunda em 137.500. Do lado da baixa, o primeiro suporte se encontra na região de 129.800. O próximo fica na faixa de 126.000 pontos.
O Dólar Futuro apresentou alta de +0,32% no último pregão, cotado a 5.616,00 pontos. O ativo apresenta tendência neutra no curto e médio prazo. Do lado da baixa, o primeiro suporte fica na região de 5.400 pontos. Se perder esse patamar, poderá alcançar o suporte seguinte em 5.270. Já do lado da alta, a primeira resistência do contrato fica na região de 5.700 e a segunda em 5.800.

*Exterior:*
Bolsas na Europa e futuros nos EUA operam em alta. A agenda internacional está vazia. A balança comercial da China mostrou desaceleração das exportações. Minério de ferro apresentou alta após o Ministro das Finanças da China prometer novos estímulos ao setor imobiliário do país.
*Doméstico:*
Fala de Gabriel Galípolo e de Fernando Haddad em evento serão acompanhadas de perto para entender eventuais sinalizações das políticas monetária e fiscal. O IBC-BR de agosto, que mede a atividade econômica, deve mostrar aceleração de 0,1% na comparação mensal.

*Atualizações*
*Utilidades básicas* Em 10 de outubro, a Aneel (agência reguladora do setor elétrico) publicou uma nota técnica com as mudanças propostas nos termos dos novos contratos de concessão para distribuidoras, seguindo as diretrizes estabelecidas no Decreto No. 12068/2024 do Ministério das Minas e Energia (MME). Aneel agendou para a próxima reunião pública na terça-feira (15) a sessão de votação sobre os termos preliminares e a abertura de uma audiência pública de 45 dias para discutir esta proposta com o setor. Como esperado, mas positivo, já que as discussões estão finalmente avançando. Na nossa opinião, a proposta inicial da Aneel não fez mudanças significativas no atual quadro regulatório e atendeu às diretrizes estabelecidas pela MME. Temas importantes como o estabelecimento de metas para indicadores de qualidade, cláusulas sobre rescisão potencial da concessão e penalidades relacionadas à distribuição de dividendos foram incorporados ao novo modelo de acordo sem alterações na proposta do MME, conforme esperado. Consequentemente, acreditamos que esta discussão está finalmente a avançar para as suas etapas finais, e um acordo poderá ser assinado no final do 4T24/início do 1T25. Assim, vemos isso como um positivo para o setor, reduzindo o risco para algumas empresas expostas ao segmento de distribuição, como Energisa, Neoenergia, Equatorial e CPFL.
*Carteira Top FIIs.* Atualizamos nossa carteira Top FIIs para o mês de outubro. Estamos reduzindo em 2,5 pontos percentuais a exposição a Riza Terrax e a Kinea Securities para elevarmos a exposição a Kinea Recebíveis Imobiliários (pois acreditamos que ele capturará melhor o ambiente de juros mais altos no curto prazo, uma vez que 90% de sua carteira é indexada ao CDI) e incluirmos VBI Logístico (o LVBI negocia com desconto de 17% para o seu valor patrimonial após a queda recente, um patamar bastante atrativo considerando a qualidade técnica de seus ativos e suas localizações privilegiadas). Nossa carteira de Fundos Imobiliários apresentou variação de -3,33% (desde 6 de setembro de 2024), contra -5,01% do Índice Ifix nesse mesmo período, gerando um alfa de 1,68 ponto percentual.
Os destaques com performance superior à do Ifix foram JS Ativos financeiros – JSAF (+0,39%), Kinea Rendimentos Imobiliários – KNCR (+0,60%) e Kinea Securities – KNSC (-1,09%). Nos últimos 12 meses, a carteira apresenta uma valorização de 5,26% versus uma alta de 1,06% do Ifix, um alfa 4,2 pontos percentuais sobre o índice.

*Commodities:*
Petróleo apresenta queda (US$ 77,07/b; -2,49%)
Minério de ferro registrou alta (US$ 107,65; +1,40%)

*Agenda do Dia:*
09:00 – Brasil – Atividade Econômica

*Empresas:*
*Vale*: Companhia aprova emissão de R$ 6 bi em debêntures
*Sequoia*: Empresa apresenta plano de recuperação extrajudicial
*Ânima*: Empresa assina renegociação de dívida com Banco do Brasil
*EZTec*: Vendas líquidas terceiro trimestre R$ 501 mi
*RD Saúde*: Morgan Stanley elevou RD Saúde para overweight

Abs!
Bom dia Safra Corretora - 15/10/2024 - Bolsas e commodities em queda. Empire Manufacturing é destaque. Prévia de resultados do 3T24: ITUB (+) e BBDC (+). Atualizamos AURA (+)... Confira!
https://apiext-bi.safra.com.br/apl-api-download-documentos-rdv/documento/PROSPECT-28836.PDF

Fechamento dia anterior
Ibovespa: 131.005 (+0,78%)
S&P: 5.860 (+0,77%)
Dólar Futuro: R$5,59 (-0,33%)

Análise Técnica:
O Ibovespa apresentou alta de +0,78% no último pregão, cotado a 131.005,92 pontos. O ativo apresenta tendência de baixa no médio prazo, mas no curto sinaliza a formação de um repique. A primeira resistência fica em 134.000 pontos e a segunda em 137.400. Do lado da baixa, o primeiro suporte se encontra na região de 129.750. O próximo fica na faixa de 125.200 pontos.
O Dólar Futuro apresentou queda de -0,34% no último pregão, cotado a 5.597 pontos. O ativo apresenta tendência neutra no curto e médio prazo. Do lado da baixa, o primeiro suporte fica na região de 5.420 pontos. Se perder esse patamar, poderá alcançar o suporte seguinte em 5.270. Já do lado da alta, a primeira resistência do contrato fica na região de 5.700 e a segunda em 5.915.

Exterior:
Bolsas na Europa e futuros nos EUA operam em baixa. O petróleo registra queda próxima de 5% após notícia indicar que Israel pode evitar ataque a infraestrutura de petróleo bruto do Irã, reduzindo receios de interrupção no fornecimento do produto. Já o minério cai com expectativas de aumento de oferta em dia de anúncio de dado trimestral de produção da Vale. A agenda conta com divulgação do índice Empire Manufacturing de outubro, falas de dirigentes do Fed e balanços de bancos.
Doméstico:
Notícia indicando que o governo prepara medidas de contenção de gastos para depois das eleições trouxe alívio para os mercados locais ontem após o estresse de sexta-feira. A queda das commodities poderia prejudicar o desempenho do mercado doméstico. De acordo com o Estado, o governo estuda retomar o horário de verão em meio à piora do cenário de chuvas.

Atualizações
Bancos Em nosso relatório, compartilhamos nossa visão da próxima temporada de ganhos do 3T24 para os bancos. Desde que atualizamos recentemente nossos números, não fizemos nenhuma alteração significativa em nossas estimativas. Para Nu, mantivemos as nossas projeções inalteradas, pois iniciamos a cobertura há apenas algumas semanas. Destaque: mantemos a preferência pelo Itaú Unibanco (Compra; Preço Alvo de R$45/ação) entre os incumbentes devido ao seu momentum de resultados, seguido pelo Bradesco (Compra; Preço Alvo de R$18/ação), principalmente pela sua assimetria de valuation.
Aura Minerals. No dia 7 de outubro, tivemos uma reunião com o CEO da Aura, Rodrigo Barbosa e a gerente de RI, Natasha Utescher. Os principais tópicos discutidos foram (i) estratégia de crescimento; (ii) impulso positivo dos resultados; (iii) perspectivas dos preços do ouro; (iv) alocação de capital; e (v) riscos-chave. Também estamos aproveitando a oportunidade para atualizar nosso modelo. Mantemos a recomendação de compra e aumentamos nosso preço alvo para 2025 para R$27,5/ação (R$23,9/ação anteriormente), enquanto ajustamos nossas estimativas para o 3T24, elevamos nossa estimativa para o preço do ouro a longo prazo para US$2.300/oz (acima de US$2.110/oz) e adiamos a expectativa para o início da operação de Matupá para 2026-27.
Alimentos e bebidas. O volume médio diário de carne bovina melhorou significativamente s/s, enquanto a carne suína teve o pior desempenho entre as exportações de proteína. O Departamento de Comércio Exterior do Brasil (Secex) divulgou os dados preliminares para a segunda semana de outubro, com um desempenho sólido para a carne bovina, cujos volumes médios diários aumentaram em s/s, enquanto as cifras de aves e suínos caíram. Considerando os volumes médios diários mensais, os volumes de exportação de carne bovina e aves ainda melhorariam devido ao maior número de dias do calendário, ao contrário do desempenho histórico de outubro, que é geralmente mais fraco que setembro. Em uma nota mais negativa, os preços médios para carne de porco e aves caíram esta semana (estável para a carne bovina). Uma vez que os custos dos insumos estão aumentando mais do que os preços de exportação das proteínas, isso poderia indicar uma tendência negativa para os futuros spreads. Mantemos nossa visão sobre os frigoríficos, já que as exportações de proteínas brasileiras permanecem sólidas, principalmente em forte desempenho de volume. Entre nosso universo de cobertura, a BRF é a empresa mais exposta às exportações brasileiras de aves e suínos, enquanto a Minerva é a mais exposta às exportações de carne bovina.

Commodities:
Petróleo apresenta queda (US$ 73,65/b; -4,92%)
Minério de ferro registrou baixa (US$ 105,65; -1,80%)

Agenda do Dia:
09:30 – EUA – Manufatura de NY

Empresas:
Vale e Anglo American: Cade aprova acordo entre empresas
Smartfit e Velocity: Cade aprova acordo entre empresas
Natura: Empresa faz parceria com o Mercado Livre para vendas on-line
Petrobras: Itaú BBA eleva ADRs da Petrobras para outperform
Eletrobras: Companhia reiniciada como compra por HSBC
Auren Energia: Companhia aprova emissão de debêntures de R$ 5,4 bilhões
Hapvida: Empresa anuncia emissão de R$ 2 bilhões
Cteep: Companhia aprova emissão de R$ 1,8 bilhões

Abs!
*Bom dia Safra Corretora - 31/01/2025 - Bolsas em alta; PCE nos EUA e fiscal no Brasil são destaques. Atualização em siderurgia, mantendo a preferência por GGBR (+)... Confira!*
https://apiext-bi.safra.com.br/apl-api-download-documentos-rdv/documento/PROSPECT-29758.PDF

*Fechamento dia anterior*
Ibovespa: 126.912 (+2,82%)
S&P: 6.071 (+0,53%)
Dólar Futuro: R$5,90 (-0,15%)

*Análise Técnica:*
O Ibovespa apresentou alta de +2,82% no último pregão, cotado a 126.912 pontos. O ativo apresenta tendência neutra no médio prazo e alta no curto. A primeira resistência fica em 129.900 pontos e a segunda em 131.700. Do lado da baixa, o primeiro suporte se encontra na região de 124.800. O próximo fica na faixa de 118.500 pontos.
O Dólar Futuro apresentou alta de +0,38% no último pregão, cotado a 5.904 pontos. O ativo apresenta tendência neutra no médio prazo e baixa no curto. Do lado da baixa, o primeiro suporte fica na região de 5.770 pontos. Se perder esse patamar, poderá alcançar o suporte seguinte em 5.515. Já do lado da alta, a primeira resistência do contrato fica na região de 5.965 e a segunda em 6.165.

*Exterior:*
Bolsa na Europa e futuros nos EUA operam em alta com fortes resultados de Apple e Intel. Mercado aguarda anúncios de tarifas de 25% pelo presidente Trump ao Canadá e México que poderiam alcançar cerca de USD900 bilhões em produtos. A agenda externa está carregada, e o destaque fica para o PCE de dezembro nos EUA. O petróleo cai e o minério apresenta leve alta.
*Doméstico:*
Ontem, o mercado reagiu positivamente ao comunicado do Copom e aos dados de criação de postos de trabalho do Caged, ambos indicando uma atividade mais fraca, que poderia aliviar as perspectivas para os aumentos de juros. A entrevista dada pelo presidente Lula com tom conciliador também animou o mercado. Hoje, saem resultado primário do governo, com expectativa de superávit de R$10,4 bilhões em dezembro e taxa de desemprego também de dezembro com estimativa de estabilidade em 6,1%.

*Atualizações*
*Siderurgia*: Mantendo preferências e recomendações para as siderúrgicas brasileiras, ajustamos nossas estimativas aos eventos recentes. Aproveitamos a oportunidade para reduzir nossas estimativas e preços-alvo (PA) para Gerdau (Compra; 32% de potencial de alta) e Usiminas (Neutro; 21% de potencial de alta), considerando uma visão mais negativa sobre os preços do aço nos EUA, inflação dos custos de produção (COGS) e deterioração do risco-país no Brasil. No entanto, estamos confortáveis em chamar o 4T24 de fundo dos lucros, à medida que os preços do aço doméstico aumentam e os custos de produção por tonelada (COGS/t) se normalizam, e acreditamos que ambas as empresas serão negociadas com base no crescimento dos lucros à frente.

*Commodities:*
Petróleo apresenta queda (US$ 72,50/b; -0,30%)
Minério de ferro registrou alta (US$ 105,75/t; +0,40%)

*Agenda do dia:*
08h30 – Brasil – BCB: Resultado primário do setor público
08h30 – Brasil – BCB: Dívida líquida do setor público
09h00 – Brasil – IBGE: PNAD contínua – taxa de desemprego trimestral
10h30 – EUA – Índice do Custo da Mão de Obra
10h30 – EUA – Renda pessoal
10h30 – EUA – Índice de preços do consumo das famílias (PCE)
10h30 – EUA – Núcleo do PCE (excluindo alimentos e energia) (PCE)
10h30 – EUA – Índice de manufatura de Chicago

*Empresas:*
*Petrobras*: Empresa aumentará preços do QAV para distribuidoras em 8% em 1 de fevereiro; Estatal subiu na bolsa ontem com fala de Lula de que é a companhia que autoriza aumento do diesel. Presidente afirmou que se for preciso conversar com os caminhoneiros, governo vai conversar
*Unigel*: Companhia diz que concluiu processo de recuperação extrajudicial
*Braskem*: Empresa descontinuará novos investimentos na Oxygea
*Taesa*: Empresa elege Cátia Pereira como CFO
*Varejo*: Fitch vê Assaí, GPA e CVC expostas a juro
*Vibra Energia*: Goldman rebaixa Vibra Energia a neutra
*Ultrapar*: Goldman eleva Ultrapar a compra
*Caixa Seguridade*: Oferta de ações da companhia deve sair em fevereiro

Abs!
*Bom dia Safra Corretora – 16/07/2025 - Diário Safra Corretora: Bolsas em queda; Commodities mistas. Tensões comerciais e Livro Bege são destaque nos EUA; Fiscal é foco no Brasil; Investor day de Auren (+/=); Dados operacionais Nu Mexico (+/=)... Confira!*

https://apiext-bi.safra.com.br/apl-api-download-documentos-rdv/documento/PROSPECT-31444.PDF?idu=129167


*Fechamento dia anterior*
Ibovespa: 135.250 (-0,04%)
S&P: 6.244 (-0,40%)
Dólar Futuro: R$5,57 (-0,70%)

*Análise Técnica:*
O Ibovespa apresentou leve queda de 0,04% no último pregão, cotado a 135.250 pontos. O ativo apresenta tendência de alta no médio e neutra no curto prazo. A primeira resistência fica em 140.000 pontos e a segunda em 141.600 pontos. Do lado da baixa, o primeiro suporte se encontra na região de 135.100. O próximo fica na faixa de 133.200 pontos.

O Dólar Futuro apresentou queda de 0,70% no último pregão, cotado a 5.573,50 pontos. O ativo apresenta tendência de baixa no médio prazo e neutra no curto. Do lado da baixa, o primeiro suporte fica na região de 5.445 pontos. Se perder esse patamar, poderá alcançar o suporte seguinte em 5.325. Já do lado da alta, a primeira resistência do contrato fica na região de 5.635 e a segunda em 5.700.

*Exterior:*
Bolsas na Europa e futuros nos Estados Unidos negociam em baixa com tensões comerciais sendo apontadas como redutores de crescimento das empresas, como divulgado pela empresa de tecnologia ASML, e expectativas reduzidas de cortes nas taxas de juros dos EUA. A agenda inclui PPI de junho, Livro Bege que deve indicar tom cauteloso com pouca mudança na atividade econômica desde o último relatório, falas de dirigentes do Fed e leilões de títulos. Petróleo reverte alta registrada mais cedo e minério de ferro sobe com melhora do sentimento sobre o crescimento chinês.

*Doméstico:*
No Brasil, o foco recai sobre o risco fiscal com a aprovação na Câmara da PEC que exclui precatórios do limite de gastos, enquanto segue indefinição sobre o IOF. A agenda de dados é fraca e o país é investigado pelos EUA com base na seção 301 da legislação comercial de forma a pavimentar o caminho para possível aumento de tarifas.

*Empresas*

*Auren.* Investor day: Em 15 de julho, a Auren realizou seu Investor Day, no qual executivos-chave discutiram tendências do setor, atualizações regulatórias e as perspectivas da empresa após a integração. Em nossa visão as entregas são consistentes, mas com pressão de curto prazo devido à restrição de geração e alavancagem ainda em foco. A empresa apresentou sinais encorajadores no front operacional, com melhor disponibilidade dos ativos e sinergias acima do esperado. No lado financeiro, a gestão de passivos ajudou a mitigar o impacto das taxas de juros mais altas no balanço após a aquisição. Dito isso, continuaremos monitorando os impactos da restrição de geração sobre a geração de caixa e o processo de desalavancagem.

*Nu Holdings.* Em maio, as operações do Nu México continuaram no vermelho (-US$7 milhões e -P$140 milhões), mostrando uma melhora sequencial e se aproximando do ponto de equilíbrio. A margem financeira líquida (NII) foi maior sequencialmente, atingindo P$252 milhões (US$13 milhões), refletindo um aumento na receita de juros (+6,8% mês a mês) e uma redução nas despesas com juros (-1,7% mês a mês). Vale destacar que os números do terceiro trimestre devem se beneficiar ainda mais da redução nos custos de captação, devido aos ajustes recentes nas taxas de depósitos.

*MRV & Co.* A empresa apresentou resultados operacionais mistos. Por um lado, a empresa teve uma forte atividade de lançamentos, que, juntamente com números sólidos de vendas, resultou em um índice SoS de 22% em seu segmento principal. Por outro lado, o fluxo de caixa da empresa ainda não mostrou uma melhora mais significativa, com queima de caixa no segmento de desenvolvimento atingindo R$77 milhões — acima do esperado (excluindo a entrada líquida proveniente da venda de recebíveis).

*Commodities:*
Petróleo apresenta alta (US$ 66,41/b; +0,28%)
Minério de ferro registrou alta (US$ 100,05/t; +1,14%)
*Agenda do dia:*
08:00 – EUA – Pedidos de Hipoteca
09:30 – Brasil – IPC-S
09:30 – EUA – PPI
10:15 – EUA – Produção Industrial

*Empresas:*
*GPA*: Família Coelho Diniz eleva participação na empresa a 17,7%
*Usiminas*: Companhia rebaixada a neutra por Goldman
*Camil*: Ebitda 1T frustra estimativas
*Trisul*: Vendas contratadas 2T R$ 284,7 mi
*Votorantim*: Empresa negocia com estrangeiros para projeto da CBA
*Banco do Brasil*: Banco vai trocar comando da BB Asset

Abs!
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