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1/2) O "Deep State", ao contrário do uso politizado do termo para rotular tudo o que não está à luz ou incomoda, caracteriza-se pela concentração de poder nas mãos de indivíduos ou grupos não eleitos diretamente pelo povo.

Esta concentração pode ser vista em várias instituições e setores, como por exemplo:

1. O sistema financeiro: Bancos centrais, instituições financeiras e corporações podem exercer grande influência nas políticas governamentais e econômicas.

2. A inteligência e segurança: Agências de inteligência e forças de segurança podem ter um papel significativo na tomada de decisões e na implementação de políticas.

3. O sistema judicial: Os tribunais e a burocracia judicial podem ter poder para interpretar e aplicar as leis de maneira que não reflita a vontade popular.

4. A mídia: Grandes corporações de mídia e jornalistas influentes podem moldar a opinião pública e influenciar a política.

5. O establishment militar-industrial: Empresas de defesa, militares e políticos ligados a eles podem exercer influência significativa na política externa e na alocação de recursos.
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2/2) Para uma compreensão mais ampla, assista o documentário 'The "Deep State" Explained'.
Barro e Ferro: A Frágil Relação entre Povo e Estado na Atual Democracia de Esquerda

A democracia pode ser vista sob o prisma da união do barro (Povo) com o ferro (Estado).

Entretanto, eis o ponto que a torna, inevitavelmente, sob domínio da esquerda, uma forja de ditaduras, pois, num primeiro momento, o Estado precisa unir-se para ser legitimado.

Uma vez legitimado, o Estado permanecerá conforme sua essência – imarcescível –, enquanto o barro seguirá perdendo a capacidade de manter-se unido ao ferro, do qual se desprenderá e será pisado, prensado para ser moldado em algo que outra vez possa ser ligado ao ferro.

Desta comparação, surge a reflexão sobre as facilidades da democracia se transformar, tragicamente, em ditadura.

Principalmente quando o Estado, por sua natureza, busca manter seu poder e controle, enquanto o povo (barro) perde sua capacidade de influenciar e moldar o Estado, promovendo o desgaste e a perda da capacidade do povo (barro) de manter-se unido ao Estado, sendo, como já descrito, "pisado" e "prensado" para ser moldado em algo que possa ser novamente ligado ao ferro.

Especialmente pelo processo de manipulação e controle da opinião pública por parte do Estado, visando manter seu poder, um verniz de legitimidade e, consequentemente, uma aparente democracia.

Este ciclo de legitimação forçada, desgaste e remoldagem do povo fatalmente resultará num sistema no qual o Estado se torna cada vez mais autoritário e menos responsivo às necessidades e desejos da população.

Nesse cenário, a democracia se transforma numa ditadura disfarçada, onde o poder está concentrado nas mãos do Estado, e o povo tem pouca ou nenhuma influência real sobre as decisões governamentais, sendo remoldado segundo conveniências daqueles que precisam do barro, agora, apenas para se autoproclamarem salvadores.

Mas o barro, embora permaneça sendo a parte mais frágil, é a única com o poder de legitimar o ferro e dar-lhe a aparência de DEMOCRACIA.
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O CEO da Moderna, Stéphane Bancel, gabou-se aos outros membros do Fórum Econômico Mundial (FEM) de que sua empresa desenvolveu “vacinas” de mRNA contra a Covid em 2019 porque eles sabiam que “haveria uma pandemia”.

Por @IceSohei(X, antigo twitter)
O ser humano está condicionado experienciar sua existência no presente.

Por outro lado, fazê-lo desprezar o presente, quer pelas consequências dos seus atos ou de terceiros o manterá olhando para o futuro, sem perceber que nada está construindo no único momento onde está no controle.

Assim, torna-se ao mesmo tempo prisioneiro das consequências e da obseção pelo futuro, sem perceber que está no lugar certo e único, onde poderá promover mudanças na sua vida e/ou na sociedade na qual está inserido.

Se por algum motivo está ruim agora, não despreze o presente olhando apenas para o futuro desejado.

Tente encontrar uma forma pela qual possa trabalhar na construção do futuro que deseja, ao invés de aceitar antolhos que te impedem perceber que não construiste nada ouvindo quem apenas amaldiçoa o presente, enquanto te mantém refém com promessas de um futuro melhor.

O presente é o seu grande momento, então junte-se aos que estiverem dispostos a trabalhar com as ferramentas disponíveis, mesmo que não sejam aquelas que desejaria.

É no presente que se faz algo pelo futuro desejado.
The_Role_of_the_U_S_Government_in_Brazil.pdf
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PDF: O papel do governo dos EUA no complexo industrial de censura do Brasil

Por Phoebe Smith, Alex Gutentag, Eli Vieira e David Ágape
A Guerra Oculta Contra a Direita: Globalismo, Pandemia e Conflitos Internacionais

Após a administração Biden e a UE criarem as condições que deflagraram a guerra Rússia x Ucrânia, para capturar a atenção do Ocidente sobre uma ameaça externa, internamente avançaram sobre a direita numa guerra contra o contraditório e as liberdades individuais.

Convém ressaltar que as tensões entre Rússia e Ucrânia atingem o ponto de conflito em 02/2022 e, em 05/2023, a OMS decretaria o final da emergência global de COVID-19.

Ou seja, embora a pandemia tenha facilitado o avanço da esquerda global contra as liberdades, ela parece não ter sido suficiente para garantir que os globalistas conseguiriam alcançar todas as suas metas, sutilmente disfarçadas nos ODS da agenda 2030.

Eis um ponto que pode lançar um pouco de luz sobre o desinteresse dos globalistas no fim da guerra entre Rússia e Ucrânia e um aviso para a direita, caso Trump consiga o seu fim.

Se isto acontecer, não haverá ameaça externa para ocultar a guerra que os globalistas travam internamente em muitos países contra a direita.

Fato capaz de fazer o eixo declarar abertamente guerra contra a direita (rotulada como extrema), disfarçada em 'luta global pela defesa da democracia'.

Acrescente ao conjunto de eventos, uma possível sucessão no Vaticano com potencial para validar, ou não, a guerra aberta e global que se avizinha contra a direita.

Então, precisaremos da ajuda do Cristo do Eterno e de toda a unidade de propósito que pudermos para superarmos nossas diferenças.

Por mais que, num primeiro momento, não pareça, o que nos une é mais forte do que o que nos separa.
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17/02/2025: Estudo revisado por pares confirma que injeções de mRNA atravessam a placenta e chegam ao feto.

A injeção intramuscular de mRNA-1273 atravessa rapidamente a placenta em uma hora, acumula-se nos órgãos fetais, traduz-se na proteína Spike e persiste nos tecidos fetais após o nascimento.

Este estudo fornece a primeira confirmação in vivo de que injeções de mRNA atravessam a placenta, atingindo diretamente o feto.

Também ajuda a explicar por que essas injeções genéticas representam riscos tão sérios para mulheres grávidas e seus filhos ainda não nascidos.

As diretrizes atuais do CDC, que afirmam que “a vacinação contra a COVID-19 durante a gravidez é segura e eficaz”, devem ser revogadas IMEDIATAMENTE. Nossas agências reguladoras cometeram um grave desserviço às gerações futuras.

A ampla absorção fetal de mRNA por meio de injeção materna introduz consequências desconhecidas e potencialmente catastróficas para o desenvolvimento humano e a função imunológica.

Os riscos de longo prazo da exposição no útero permanecem sem estudo, mas essas injeções experimentais foram imprudentemente impostas a mulheres grávidas sem dados de segurança adequados.

Por Nicolas Hulscher, MPH -
"Master of Public Health" (Mestre em Saúde Pública).

Epidemiologista e Administrador na McCullough Foundation

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2162253125000435
Vassalos do Globalismo: A Ascensão dos Novos Ditadores e a Ardente Expectativa por um Mundo sem Fronteiras

A evidência mais contundente de que os ditadores da nossa era servem como vassalos do globalismo encontra-se na sua completa desconsideração pelas jurisdições nacionais.

Ao contrário dos autocratas do passado, que buscavam consolidar o poder dentro de seus próprios domínios, esses novos déspotas agem como se o mundo inteiro fosse uma extensão de seu próprio território, sem respeitar as soberanias nacionais.

Tal atitude revela uma lealdade não a seus países ou povos, mas a uma agenda globalista que visa eliminar as fronteiras e concentrar o poder em um governo mundial.
Por Adolfo Sachida:

Me perguntaram se assisti “Ainda Estou Aqui”.

Minha resposta foi direta:
Sim, infelizmente, tenho assistido a esse episódio há mais de um ano.

Eu sou a viúva de Clezão, preso injustamente e morto na Papuda. Eu ainda estou aqui.

Eu sou Débora, cabeleireira e mãe de dois filhos, que escreveu "Perdeu, Mané" com batom em uma estátua e fui condenada a 17 anos de prisão. Eu ainda estou aqui.

Eu sou o vendedor de algodão doce, que estava na Esplanada dos Ministérios trabalhando no dia 8 de janeiro e fui preso por engano. Eu ainda estou aqui.

Eu sou o morador de rua que pedia comida e também fui preso injustamente. Eu ainda estou aqui.

Eu sou o autista que trabalha em um lixão e que, por estar presente no dia 8 de janeiro, sou obrigado a usar tornozeleira eletrônica. Eu ainda estou aqui.

Eu sou Felipe Martins, preso injustamente por seis meses por uma viagem que nunca fiz (e que, mesmo se tivesse feito, não seria crime). Eu ainda estou aqui.

Eu sou a mãe de seis filhos e esposa de um caminhoneiro que viajou a Brasília para entregar mercadorias. Enquanto esperava o caminhão ser carregado, meu marido foi à Esplanada e hoje está condenado a mais de 15 anos de cadeia. Eu ainda estou aqui.

Eu sou uma menina de 3 anos. Eu sou um menino de 6. Somos crianças órfãs de pais vivos. Nossos pais nunca pegaram em armas, nunca cometeram crime algum, mas hoje estão condenados a mais de 15 anos de prisão. Nós ainda estamos aqui.

Eu sou um brasileiro comum, que vê a classe artística e os jornalistas serem TIGRÃO com uma ditadura que acabou há 50 anos, mas TCHUTCHUCA diante dos desmandos que acontecem hoje no Brasil. Eu ainda estou aqui.

Eu sou um advogado, chocado com o silêncio ensurdecedor da OAB diante de tantos absurdos jurídicos, condenações e penas desproporcionais. Eu ainda estou aqui.

Eu sou um brasileiro comum, que hoje tem medo de escrever um texto na internet criticando uma autoridade pública, temendo ser preso por crimes que não existem.

Eu ainda estou aqui.
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Por Jordan Pedro.

A História do Banco Itaú
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O arquiteto do caos - Documentário Completo sobre George Soros (György Schwartz)

Produção: Canal Danuzio Neto (youtube - @DanuzioNeto)
⚠️LEMBRETE - O maior estudo de segurança da "vacina" contra a COVID-19 já conduzido, envolvendo 99 milhões de indivíduos, confirmou que as injeções NÃO SÃO SEGURAS PARA USO HUMANO:

➊ Aumento de 610% no risco de miocardite após injeção de plataforma de mRNA.

➋ Aumento de 378% no risco de encefalomielite disseminada aguda (ADEM) após injeção de mRNA.

➌ Aumento de 323% no risco de trombose do seio venoso cerebral (TSVC) após injeção de vetor viral.

➍ Aumento de 249% no risco de síndrome de Guillain-Barré (SGB) após injeção de vetor viral.

Por Nicolas Hulscher

Epidemiologista e Administrador na Fundação McCullough

Fonte dos dados no recorte:

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0264410X24001270
Conhecendo a história, como a conhecemos atualmente, a qual se pode dividir em antes e depois do Cristo do Eterno, qualquer um que estivesse assistindo àquela triste e terrível crucificação diria:

É sexta-feira, mas o domingo vem aí!
1/10) INRI: A Inscrição que Ecoa a Verdade na História

Ao observarmos a sigla INRI, frequentemente presente no topo das representações da cruz de Cristo, adentramos não apenas um símbolo religioso, mas um marco histórico carregado de significado político, cultural e espiritual.

A inscrição foi registrada nas três principais línguas faladas na região dos acontecimentos da crucificação:

Latim, Grego e Hebraico.

Latim: Iesus Nazarenus, Rex Iudaeorum

Grego: Ἰησοῦς ὁ Ναζωραῖος ὁ βασιλεὺς τῶν Ἰουδαίων

Hebraico: ישוע הנצרי מלך היהודים

Essas palavras, à primeira vista simples, guardam em si uma poderosa revelação sobre o contexto político da época e o propósito que se desenhava por trás da crucificação.

Quando os líderes religiosos judeus perceberam que não dispunham do apoio popular necessário para executar o Cristo por seus próprios meios, recorreram à autoridade romana.
2/10) Alegaram que Ele representava uma ameaça ao domínio de Roma sobre Israel – uma acusação que visava transformar um conflito interno em uma questão de segurança imperial.

Contudo, essa estratégia se revelou um histórico erro de cálculo.

A ideia de que um homem humilde, vindo de uma vila marginal como Nazaré, pudesse representar um risco ao poder de Roma era, aos olhos de Pôncio Pilatos, governador da província romana da Judeia, absurda.
3/10) Sua resposta foi tanto estratégica quanto simbólica:

ordenou que a acusação fosse escrita sobre a cruz – não como uma sentença romana propriamente dita, mas como uma exposição pública do verdadeiro motivo da condenação, conforme a própria tradição religiosa judaica.

Para garantir que a mensagem fosse compreendida por todos, a inscrição foi feita em três línguas:

• Latim, a língua oficial de Roma, símbolo do poder político e militar;

• Grego, o idioma da filosofia, da erudição e da cultura predominante no mundo helenístico;

• Hebraico, a língua sagrada do povo que aguardava o Messias prometido.
4/10) Essa escolha tornou a mensagem universal e inegável: Jesus de Nazaré, o Rei dos Judeus.

Assim, Pilatos cravou na cruz não apenas um nome, mas uma declaração histórica – uma refutação à tentativa dos líderes judeus de imputar a Roma a responsabilidade exclusiva por sua morte.

Ao tentar utilizar o poder romano como instrumento para executar sua vontade, os líderes judeus acabaram por deixar um registro público e indelével da verdade que buscavam ocultar.
5/10) A inscrição INRI, não apenas anulava a ideia de que Jesus fosse uma ameaça real ao império, mas revelava, diante de todos os povos e gerações futuras, que sua condenação não se deu por um crime contra Roma, mas por fatores internos – fatores endógenos, disfarçados sob o véu da suposta violação das leis judaicas

Assim, a inscrição na cruz não foi apenas a declaração de sua sentença de morte, mas também um registro histórico que eternizou o conflito entre a luz revelada e os que, por orgulho ou temor, escolheram rejeitá-la.
6/10) Muito além de sua função administrativa ou cerimonial, a inscrição sobre a cruz carrega em si um eco profundo: ela revela os conflitos, as tensões e as motivações que conduziram à morte do Cristo do Eterno.

Mais do que uma simples identificação, ela se tornou uma testemunha histórica — uma que ainda hoje confronta os leitores com uma verdade inescapável.

Nela, encontra-se exposta a rejeição daqueles que, em nome da religião, optaram por manter seus privilégios e estruturas de poder ao custo da verdade.

A mensagem do Cristo do Eterno — uma luz que iluminava os corações, libertava os oprimidos e confrontava os hipócritas — foi recebida com hostilidade pelos que haviam transformado a fé em um instrumento de dominação.