O Natal é o verdadeiro símbolo do grande Amor do Eterno o qual rebaixou a si mesmo, experimentando existir nos limites das dimensões da realidade humana para, uma vez dentro dela, apresentar ao mundo a sua nova mensagem - o evangelho da reconciliação da criatura com seu criador.
Uma nova visitação na virada do dia, tal qual costumava fazer quando sua criação tinha condições de suportar a natureza da sua presença, para outra vez se olharem, retomando um relacionamento de pai para filho.
Feliz Natal!
Uma nova visitação na virada do dia, tal qual costumava fazer quando sua criação tinha condições de suportar a natureza da sua presença, para outra vez se olharem, retomando um relacionamento de pai para filho.
Feliz Natal!
A crise de credibilidade do jornalismo atualmente pode ser atribuída, em grande parte, à influência político-ideológica das redações.
Muitos veículos de imprensa demonstram ter uma visão partidária e/ou uma agenda oculta, o que leva a uma percepção de que eles não são imparciais e isentos ao relatar notícias.
Mas, como a militância político-ideológica das redações contribuiu para a crise de credibilidade do jornalismo?
Viés de seleção:
As redações podem escolher quais notícias ou informações são relevantes e quais são ignoradas, com base em critérios político-ideológicos.
Isso induz a sociedade a uma visão parcial da realidade.
Viés de interpretação:
Quando os jornalistas interpretam eventos ou dados, eles podem ser influenciados por suas próprias crenças e preconceitos político-ideológicos, o que pode resultar em relatos distorcidos ou tendenciosos.
Viés de linguagem:
O uso de linguagem com conotações político-ideológicas pode levar a uma percepção de que o jornalismo é manipulado e não é imparcial.
Por exemplo, usar termos como "extrema-direita" ou "fascista" para descrever determinados grupos ou indivíduos pode ser visto como uma forma de pejorar esses grupos, em vez de descrevê-los de forma neutra.
Censura ou autocensura:
Em alguns casos, as redações podem autocensurar-se ou censurar certas informações que não se alinham com sua agenda político-ideológica, o que leva a uma falta de transparência e a uma percepção de que o jornalismo é manipulado.
Duplo padrão:
A aplicação de critérios diferentes para diferentes grupos ou indivíduos, com base em critérios político-ideológicos, pode levar a uma percepção de que o jornalismo é parcial e não é imparcial.
Aqui cabe um alerta.
Nenhuma democracia converteu-se em ditadura ou tirania, de fato, sem que antes o jornalismo tivesse abandonado a imparcialidade, transparência e a coragem de ser fiel aos fatos, independente do espectro político que se beneficiaria com seu trabalho.
A história mostra que a perda de imparcialidade, transparência e coragem de ser fiel aos fatos pelo jornalismo tem sido um precursor da erosão das democracias e do surgimento de regimes autoritários.
Alguns exemplos históricos.
Alemanha nazista:
Durante o regime de Hitler, o jornalismo alemão se tornou um instrumento do governo nazista e perdeu sua independência.
O jornalismo alemão colaborou com a propaganda nazista, que difundia ideias de ódio e exclusão, contribuindo para a ascensão do regime e a perda de direitos e liberdades para milhares de pessoas dentre os mais diversos grupos sociais.
União Soviética:
Sob o regime comunista, o jornalismo na União Soviética era controlado pelo Partido Comunista e servia aos interesses do governo.
O jornalismo soviético perdeu sua independência e se tornou um instrumento de propaganda estatal, contribuindo para a repressão de dissidentes e a perda de direitos e liberdades para os cidadãos.
Venezuela:
Nos últimos anos, o mundo tem visto a erosão de sua democracia e o surgimento de um regime autoritário.
A perda de imparcialidade, transparência em relação aos fatos pelo jornalismo venezuelano tem sido um dos principais fatores que contribuíram para essa situação.
Esses são alguns exemplos que mostram que a perda de imparcialidade, transparência e coragem de ser fiel aos fatos pelo jornalismo são fatores determinantes no processo de enfraquecimento das democracias e do surgimento de regimes autoritários.
Exemplos que reforçam a constatação de que nenhuma democracia converteu-se em ditadura ou tirania, de fato, sem que o jornalismo tivesse abandonado a imparcialidade e a coragem de ser fiel aos fatos, independente do espectro político que se beneficiaria com seu trabalho.
Sem jornalismo imparcial, transparente e corajoso, os cidadãos ficam cegos e surdos às manipulações e às mentiras dos governos e das elites, o que pode levar à erosão das instituições democráticas e ao surgimento de regimes autoritários.
Muitos veículos de imprensa demonstram ter uma visão partidária e/ou uma agenda oculta, o que leva a uma percepção de que eles não são imparciais e isentos ao relatar notícias.
Mas, como a militância político-ideológica das redações contribuiu para a crise de credibilidade do jornalismo?
Viés de seleção:
As redações podem escolher quais notícias ou informações são relevantes e quais são ignoradas, com base em critérios político-ideológicos.
Isso induz a sociedade a uma visão parcial da realidade.
Viés de interpretação:
Quando os jornalistas interpretam eventos ou dados, eles podem ser influenciados por suas próprias crenças e preconceitos político-ideológicos, o que pode resultar em relatos distorcidos ou tendenciosos.
Viés de linguagem:
O uso de linguagem com conotações político-ideológicas pode levar a uma percepção de que o jornalismo é manipulado e não é imparcial.
Por exemplo, usar termos como "extrema-direita" ou "fascista" para descrever determinados grupos ou indivíduos pode ser visto como uma forma de pejorar esses grupos, em vez de descrevê-los de forma neutra.
Censura ou autocensura:
Em alguns casos, as redações podem autocensurar-se ou censurar certas informações que não se alinham com sua agenda político-ideológica, o que leva a uma falta de transparência e a uma percepção de que o jornalismo é manipulado.
Duplo padrão:
A aplicação de critérios diferentes para diferentes grupos ou indivíduos, com base em critérios político-ideológicos, pode levar a uma percepção de que o jornalismo é parcial e não é imparcial.
Aqui cabe um alerta.
Nenhuma democracia converteu-se em ditadura ou tirania, de fato, sem que antes o jornalismo tivesse abandonado a imparcialidade, transparência e a coragem de ser fiel aos fatos, independente do espectro político que se beneficiaria com seu trabalho.
A história mostra que a perda de imparcialidade, transparência e coragem de ser fiel aos fatos pelo jornalismo tem sido um precursor da erosão das democracias e do surgimento de regimes autoritários.
Alguns exemplos históricos.
Alemanha nazista:
Durante o regime de Hitler, o jornalismo alemão se tornou um instrumento do governo nazista e perdeu sua independência.
O jornalismo alemão colaborou com a propaganda nazista, que difundia ideias de ódio e exclusão, contribuindo para a ascensão do regime e a perda de direitos e liberdades para milhares de pessoas dentre os mais diversos grupos sociais.
União Soviética:
Sob o regime comunista, o jornalismo na União Soviética era controlado pelo Partido Comunista e servia aos interesses do governo.
O jornalismo soviético perdeu sua independência e se tornou um instrumento de propaganda estatal, contribuindo para a repressão de dissidentes e a perda de direitos e liberdades para os cidadãos.
Venezuela:
Nos últimos anos, o mundo tem visto a erosão de sua democracia e o surgimento de um regime autoritário.
A perda de imparcialidade, transparência em relação aos fatos pelo jornalismo venezuelano tem sido um dos principais fatores que contribuíram para essa situação.
Esses são alguns exemplos que mostram que a perda de imparcialidade, transparência e coragem de ser fiel aos fatos pelo jornalismo são fatores determinantes no processo de enfraquecimento das democracias e do surgimento de regimes autoritários.
Exemplos que reforçam a constatação de que nenhuma democracia converteu-se em ditadura ou tirania, de fato, sem que o jornalismo tivesse abandonado a imparcialidade e a coragem de ser fiel aos fatos, independente do espectro político que se beneficiaria com seu trabalho.
Sem jornalismo imparcial, transparente e corajoso, os cidadãos ficam cegos e surdos às manipulações e às mentiras dos governos e das elites, o que pode levar à erosão das instituições democráticas e ao surgimento de regimes autoritários.
Se o jornalismo morre, não tardará a morte da democracia, pois toda democracia que morre encontra-se com um jornalismo morto, fazendo do cadáver a sua melhor arma para ocultar os fatos e declarar que está viva, pujante e inabalável.
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RNA-mediated Epigenetic Programming and Reprogramming of DNA Rearrangements(Programação epigenética mediada por RNA e reprogramação de rearranjos de DNA).
Data: 23/04/2009
Patrocinado por: Departamento de Química, como parte da Sixty-Eighth Frontiers in Chemistry e Darwin Lecture Series
Local: Goodyear Lecture Hall no campus da Case Western Reserve University
Sobre a palestrante:
Laura F. Landweber é professora associada no Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade de Princeton.
Legendas geradas automaticamente(pode conter erros ortográficos).
Data: 23/04/2009
Patrocinado por: Departamento de Química, como parte da Sixty-Eighth Frontiers in Chemistry e Darwin Lecture Series
Local: Goodyear Lecture Hall no campus da Case Western Reserve University
Sobre a palestrante:
Laura F. Landweber é professora associada no Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade de Princeton.
Legendas geradas automaticamente(pode conter erros ortográficos).
1/2) O "Deep State", ao contrário do uso politizado do termo para rotular tudo o que não está à luz ou incomoda, caracteriza-se pela concentração de poder nas mãos de indivíduos ou grupos não eleitos diretamente pelo povo.
Esta concentração pode ser vista em várias instituições e setores, como por exemplo:
1. O sistema financeiro: Bancos centrais, instituições financeiras e corporações podem exercer grande influência nas políticas governamentais e econômicas.
2. A inteligência e segurança: Agências de inteligência e forças de segurança podem ter um papel significativo na tomada de decisões e na implementação de políticas.
3. O sistema judicial: Os tribunais e a burocracia judicial podem ter poder para interpretar e aplicar as leis de maneira que não reflita a vontade popular.
4. A mídia: Grandes corporações de mídia e jornalistas influentes podem moldar a opinião pública e influenciar a política.
5. O establishment militar-industrial: Empresas de defesa, militares e políticos ligados a eles podem exercer influência significativa na política externa e na alocação de recursos.
Esta concentração pode ser vista em várias instituições e setores, como por exemplo:
1. O sistema financeiro: Bancos centrais, instituições financeiras e corporações podem exercer grande influência nas políticas governamentais e econômicas.
2. A inteligência e segurança: Agências de inteligência e forças de segurança podem ter um papel significativo na tomada de decisões e na implementação de políticas.
3. O sistema judicial: Os tribunais e a burocracia judicial podem ter poder para interpretar e aplicar as leis de maneira que não reflita a vontade popular.
4. A mídia: Grandes corporações de mídia e jornalistas influentes podem moldar a opinião pública e influenciar a política.
5. O establishment militar-industrial: Empresas de defesa, militares e políticos ligados a eles podem exercer influência significativa na política externa e na alocação de recursos.
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2/2) Para uma compreensão mais ampla, assista o documentário 'The "Deep State" Explained'.
Barro e Ferro: A Frágil Relação entre Povo e Estado na Atual Democracia de Esquerda
A democracia pode ser vista sob o prisma da união do barro (Povo) com o ferro (Estado).
Entretanto, eis o ponto que a torna, inevitavelmente, sob domínio da esquerda, uma forja de ditaduras, pois, num primeiro momento, o Estado precisa unir-se para ser legitimado.
Uma vez legitimado, o Estado permanecerá conforme sua essência – imarcescível –, enquanto o barro seguirá perdendo a capacidade de manter-se unido ao ferro, do qual se desprenderá e será pisado, prensado para ser moldado em algo que outra vez possa ser ligado ao ferro.
Desta comparação, surge a reflexão sobre as facilidades da democracia se transformar, tragicamente, em ditadura.
Principalmente quando o Estado, por sua natureza, busca manter seu poder e controle, enquanto o povo (barro) perde sua capacidade de influenciar e moldar o Estado, promovendo o desgaste e a perda da capacidade do povo (barro) de manter-se unido ao Estado, sendo, como já descrito, "pisado" e "prensado" para ser moldado em algo que possa ser novamente ligado ao ferro.
Especialmente pelo processo de manipulação e controle da opinião pública por parte do Estado, visando manter seu poder, um verniz de legitimidade e, consequentemente, uma aparente democracia.
Este ciclo de legitimação forçada, desgaste e remoldagem do povo fatalmente resultará num sistema no qual o Estado se torna cada vez mais autoritário e menos responsivo às necessidades e desejos da população.
Nesse cenário, a democracia se transforma numa ditadura disfarçada, onde o poder está concentrado nas mãos do Estado, e o povo tem pouca ou nenhuma influência real sobre as decisões governamentais, sendo remoldado segundo conveniências daqueles que precisam do barro, agora, apenas para se autoproclamarem salvadores.
Mas o barro, embora permaneça sendo a parte mais frágil, é a única com o poder de legitimar o ferro e dar-lhe a aparência de DEMOCRACIA.
A democracia pode ser vista sob o prisma da união do barro (Povo) com o ferro (Estado).
Entretanto, eis o ponto que a torna, inevitavelmente, sob domínio da esquerda, uma forja de ditaduras, pois, num primeiro momento, o Estado precisa unir-se para ser legitimado.
Uma vez legitimado, o Estado permanecerá conforme sua essência – imarcescível –, enquanto o barro seguirá perdendo a capacidade de manter-se unido ao ferro, do qual se desprenderá e será pisado, prensado para ser moldado em algo que outra vez possa ser ligado ao ferro.
Desta comparação, surge a reflexão sobre as facilidades da democracia se transformar, tragicamente, em ditadura.
Principalmente quando o Estado, por sua natureza, busca manter seu poder e controle, enquanto o povo (barro) perde sua capacidade de influenciar e moldar o Estado, promovendo o desgaste e a perda da capacidade do povo (barro) de manter-se unido ao Estado, sendo, como já descrito, "pisado" e "prensado" para ser moldado em algo que possa ser novamente ligado ao ferro.
Especialmente pelo processo de manipulação e controle da opinião pública por parte do Estado, visando manter seu poder, um verniz de legitimidade e, consequentemente, uma aparente democracia.
Este ciclo de legitimação forçada, desgaste e remoldagem do povo fatalmente resultará num sistema no qual o Estado se torna cada vez mais autoritário e menos responsivo às necessidades e desejos da população.
Nesse cenário, a democracia se transforma numa ditadura disfarçada, onde o poder está concentrado nas mãos do Estado, e o povo tem pouca ou nenhuma influência real sobre as decisões governamentais, sendo remoldado segundo conveniências daqueles que precisam do barro, agora, apenas para se autoproclamarem salvadores.
Mas o barro, embora permaneça sendo a parte mais frágil, é a única com o poder de legitimar o ferro e dar-lhe a aparência de DEMOCRACIA.
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O CEO da Moderna, Stéphane Bancel, gabou-se aos outros membros do Fórum Econômico Mundial (FEM) de que sua empresa desenvolveu “vacinas” de mRNA contra a Covid em 2019 porque eles sabiam que “haveria uma pandemia”.
Por @IceSohei(X, antigo twitter)
Por @IceSohei(X, antigo twitter)
O ser humano está condicionado experienciar sua existência no presente.
Por outro lado, fazê-lo desprezar o presente, quer pelas consequências dos seus atos ou de terceiros o manterá olhando para o futuro, sem perceber que nada está construindo no único momento onde está no controle.
Assim, torna-se ao mesmo tempo prisioneiro das consequências e da obseção pelo futuro, sem perceber que está no lugar certo e único, onde poderá promover mudanças na sua vida e/ou na sociedade na qual está inserido.
Se por algum motivo está ruim agora, não despreze o presente olhando apenas para o futuro desejado.
Tente encontrar uma forma pela qual possa trabalhar na construção do futuro que deseja, ao invés de aceitar antolhos que te impedem perceber que não construiste nada ouvindo quem apenas amaldiçoa o presente, enquanto te mantém refém com promessas de um futuro melhor.
O presente é o seu grande momento, então junte-se aos que estiverem dispostos a trabalhar com as ferramentas disponíveis, mesmo que não sejam aquelas que desejaria.
É no presente que se faz algo pelo futuro desejado.
Por outro lado, fazê-lo desprezar o presente, quer pelas consequências dos seus atos ou de terceiros o manterá olhando para o futuro, sem perceber que nada está construindo no único momento onde está no controle.
Assim, torna-se ao mesmo tempo prisioneiro das consequências e da obseção pelo futuro, sem perceber que está no lugar certo e único, onde poderá promover mudanças na sua vida e/ou na sociedade na qual está inserido.
Se por algum motivo está ruim agora, não despreze o presente olhando apenas para o futuro desejado.
Tente encontrar uma forma pela qual possa trabalhar na construção do futuro que deseja, ao invés de aceitar antolhos que te impedem perceber que não construiste nada ouvindo quem apenas amaldiçoa o presente, enquanto te mantém refém com promessas de um futuro melhor.
O presente é o seu grande momento, então junte-se aos que estiverem dispostos a trabalhar com as ferramentas disponíveis, mesmo que não sejam aquelas que desejaria.
É no presente que se faz algo pelo futuro desejado.
The_Role_of_the_U_S_Government_in_Brazil.pdf
218.4 KB
PDF: O papel do governo dos EUA no complexo industrial de censura do Brasil
Por Phoebe Smith, Alex Gutentag, Eli Vieira e David Ágape
Por Phoebe Smith, Alex Gutentag, Eli Vieira e David Ágape
A Guerra Oculta Contra a Direita: Globalismo, Pandemia e Conflitos Internacionais
Após a administração Biden e a UE criarem as condições que deflagraram a guerra Rússia x Ucrânia, para capturar a atenção do Ocidente sobre uma ameaça externa, internamente avançaram sobre a direita numa guerra contra o contraditório e as liberdades individuais.
Convém ressaltar que as tensões entre Rússia e Ucrânia atingem o ponto de conflito em 02/2022 e, em 05/2023, a OMS decretaria o final da emergência global de COVID-19.
Ou seja, embora a pandemia tenha facilitado o avanço da esquerda global contra as liberdades, ela parece não ter sido suficiente para garantir que os globalistas conseguiriam alcançar todas as suas metas, sutilmente disfarçadas nos ODS da agenda 2030.
Eis um ponto que pode lançar um pouco de luz sobre o desinteresse dos globalistas no fim da guerra entre Rússia e Ucrânia e um aviso para a direita, caso Trump consiga o seu fim.
Se isto acontecer, não haverá ameaça externa para ocultar a guerra que os globalistas travam internamente em muitos países contra a direita.
Fato capaz de fazer o eixo declarar abertamente guerra contra a direita (rotulada como extrema), disfarçada em 'luta global pela defesa da democracia'.
Acrescente ao conjunto de eventos, uma possível sucessão no Vaticano com potencial para validar, ou não, a guerra aberta e global que se avizinha contra a direita.
Então, precisaremos da ajuda do Cristo do Eterno e de toda a unidade de propósito que pudermos para superarmos nossas diferenças.
Por mais que, num primeiro momento, não pareça, o que nos une é mais forte do que o que nos separa.
Após a administração Biden e a UE criarem as condições que deflagraram a guerra Rússia x Ucrânia, para capturar a atenção do Ocidente sobre uma ameaça externa, internamente avançaram sobre a direita numa guerra contra o contraditório e as liberdades individuais.
Convém ressaltar que as tensões entre Rússia e Ucrânia atingem o ponto de conflito em 02/2022 e, em 05/2023, a OMS decretaria o final da emergência global de COVID-19.
Ou seja, embora a pandemia tenha facilitado o avanço da esquerda global contra as liberdades, ela parece não ter sido suficiente para garantir que os globalistas conseguiriam alcançar todas as suas metas, sutilmente disfarçadas nos ODS da agenda 2030.
Eis um ponto que pode lançar um pouco de luz sobre o desinteresse dos globalistas no fim da guerra entre Rússia e Ucrânia e um aviso para a direita, caso Trump consiga o seu fim.
Se isto acontecer, não haverá ameaça externa para ocultar a guerra que os globalistas travam internamente em muitos países contra a direita.
Fato capaz de fazer o eixo declarar abertamente guerra contra a direita (rotulada como extrema), disfarçada em 'luta global pela defesa da democracia'.
Acrescente ao conjunto de eventos, uma possível sucessão no Vaticano com potencial para validar, ou não, a guerra aberta e global que se avizinha contra a direita.
Então, precisaremos da ajuda do Cristo do Eterno e de toda a unidade de propósito que pudermos para superarmos nossas diferenças.
Por mais que, num primeiro momento, não pareça, o que nos une é mais forte do que o que nos separa.
17/02/2025: Estudo revisado por pares confirma que injeções de mRNA atravessam a placenta e chegam ao feto.
A injeção intramuscular de mRNA-1273 atravessa rapidamente a placenta em uma hora, acumula-se nos órgãos fetais, traduz-se na proteína Spike e persiste nos tecidos fetais após o nascimento.
Este estudo fornece a primeira confirmação in vivo de que injeções de mRNA atravessam a placenta, atingindo diretamente o feto.
Também ajuda a explicar por que essas injeções genéticas representam riscos tão sérios para mulheres grávidas e seus filhos ainda não nascidos.
As diretrizes atuais do CDC, que afirmam que “a vacinação contra a COVID-19 durante a gravidez é segura e eficaz”, devem ser revogadas IMEDIATAMENTE. Nossas agências reguladoras cometeram um grave desserviço às gerações futuras.
A ampla absorção fetal de mRNA por meio de injeção materna introduz consequências desconhecidas e potencialmente catastróficas para o desenvolvimento humano e a função imunológica.
Os riscos de longo prazo da exposição no útero permanecem sem estudo, mas essas injeções experimentais foram imprudentemente impostas a mulheres grávidas sem dados de segurança adequados.
Por Nicolas Hulscher, MPH -
"Master of Public Health" (Mestre em Saúde Pública).
Epidemiologista e Administrador na McCullough Foundation
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2162253125000435
A injeção intramuscular de mRNA-1273 atravessa rapidamente a placenta em uma hora, acumula-se nos órgãos fetais, traduz-se na proteína Spike e persiste nos tecidos fetais após o nascimento.
Este estudo fornece a primeira confirmação in vivo de que injeções de mRNA atravessam a placenta, atingindo diretamente o feto.
Também ajuda a explicar por que essas injeções genéticas representam riscos tão sérios para mulheres grávidas e seus filhos ainda não nascidos.
As diretrizes atuais do CDC, que afirmam que “a vacinação contra a COVID-19 durante a gravidez é segura e eficaz”, devem ser revogadas IMEDIATAMENTE. Nossas agências reguladoras cometeram um grave desserviço às gerações futuras.
A ampla absorção fetal de mRNA por meio de injeção materna introduz consequências desconhecidas e potencialmente catastróficas para o desenvolvimento humano e a função imunológica.
Os riscos de longo prazo da exposição no útero permanecem sem estudo, mas essas injeções experimentais foram imprudentemente impostas a mulheres grávidas sem dados de segurança adequados.
Por Nicolas Hulscher, MPH -
"Master of Public Health" (Mestre em Saúde Pública).
Epidemiologista e Administrador na McCullough Foundation
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2162253125000435
Vassalos do Globalismo: A Ascensão dos Novos Ditadores e a Ardente Expectativa por um Mundo sem Fronteiras
A evidência mais contundente de que os ditadores da nossa era servem como vassalos do globalismo encontra-se na sua completa desconsideração pelas jurisdições nacionais.
Ao contrário dos autocratas do passado, que buscavam consolidar o poder dentro de seus próprios domínios, esses novos déspotas agem como se o mundo inteiro fosse uma extensão de seu próprio território, sem respeitar as soberanias nacionais.
Tal atitude revela uma lealdade não a seus países ou povos, mas a uma agenda globalista que visa eliminar as fronteiras e concentrar o poder em um governo mundial.
A evidência mais contundente de que os ditadores da nossa era servem como vassalos do globalismo encontra-se na sua completa desconsideração pelas jurisdições nacionais.
Ao contrário dos autocratas do passado, que buscavam consolidar o poder dentro de seus próprios domínios, esses novos déspotas agem como se o mundo inteiro fosse uma extensão de seu próprio território, sem respeitar as soberanias nacionais.
Tal atitude revela uma lealdade não a seus países ou povos, mas a uma agenda globalista que visa eliminar as fronteiras e concentrar o poder em um governo mundial.
Por Adolfo Sachida:
Me perguntaram se assisti “Ainda Estou Aqui”.
Minha resposta foi direta:
Sim, infelizmente, tenho assistido a esse episódio há mais de um ano.
Eu sou a viúva de Clezão, preso injustamente e morto na Papuda. Eu ainda estou aqui.
Eu sou Débora, cabeleireira e mãe de dois filhos, que escreveu "Perdeu, Mané" com batom em uma estátua e fui condenada a 17 anos de prisão. Eu ainda estou aqui.
Eu sou o vendedor de algodão doce, que estava na Esplanada dos Ministérios trabalhando no dia 8 de janeiro e fui preso por engano. Eu ainda estou aqui.
Eu sou o morador de rua que pedia comida e também fui preso injustamente. Eu ainda estou aqui.
Eu sou o autista que trabalha em um lixão e que, por estar presente no dia 8 de janeiro, sou obrigado a usar tornozeleira eletrônica. Eu ainda estou aqui.
Eu sou Felipe Martins, preso injustamente por seis meses por uma viagem que nunca fiz (e que, mesmo se tivesse feito, não seria crime). Eu ainda estou aqui.
Eu sou a mãe de seis filhos e esposa de um caminhoneiro que viajou a Brasília para entregar mercadorias. Enquanto esperava o caminhão ser carregado, meu marido foi à Esplanada e hoje está condenado a mais de 15 anos de cadeia. Eu ainda estou aqui.
Eu sou uma menina de 3 anos. Eu sou um menino de 6. Somos crianças órfãs de pais vivos. Nossos pais nunca pegaram em armas, nunca cometeram crime algum, mas hoje estão condenados a mais de 15 anos de prisão. Nós ainda estamos aqui.
Eu sou um brasileiro comum, que vê a classe artística e os jornalistas serem TIGRÃO com uma ditadura que acabou há 50 anos, mas TCHUTCHUCA diante dos desmandos que acontecem hoje no Brasil. Eu ainda estou aqui.
Eu sou um advogado, chocado com o silêncio ensurdecedor da OAB diante de tantos absurdos jurídicos, condenações e penas desproporcionais. Eu ainda estou aqui.
Eu sou um brasileiro comum, que hoje tem medo de escrever um texto na internet criticando uma autoridade pública, temendo ser preso por crimes que não existem.
Eu ainda estou aqui.
Me perguntaram se assisti “Ainda Estou Aqui”.
Minha resposta foi direta:
Sim, infelizmente, tenho assistido a esse episódio há mais de um ano.
Eu sou a viúva de Clezão, preso injustamente e morto na Papuda. Eu ainda estou aqui.
Eu sou Débora, cabeleireira e mãe de dois filhos, que escreveu "Perdeu, Mané" com batom em uma estátua e fui condenada a 17 anos de prisão. Eu ainda estou aqui.
Eu sou o vendedor de algodão doce, que estava na Esplanada dos Ministérios trabalhando no dia 8 de janeiro e fui preso por engano. Eu ainda estou aqui.
Eu sou o morador de rua que pedia comida e também fui preso injustamente. Eu ainda estou aqui.
Eu sou o autista que trabalha em um lixão e que, por estar presente no dia 8 de janeiro, sou obrigado a usar tornozeleira eletrônica. Eu ainda estou aqui.
Eu sou Felipe Martins, preso injustamente por seis meses por uma viagem que nunca fiz (e que, mesmo se tivesse feito, não seria crime). Eu ainda estou aqui.
Eu sou a mãe de seis filhos e esposa de um caminhoneiro que viajou a Brasília para entregar mercadorias. Enquanto esperava o caminhão ser carregado, meu marido foi à Esplanada e hoje está condenado a mais de 15 anos de cadeia. Eu ainda estou aqui.
Eu sou uma menina de 3 anos. Eu sou um menino de 6. Somos crianças órfãs de pais vivos. Nossos pais nunca pegaram em armas, nunca cometeram crime algum, mas hoje estão condenados a mais de 15 anos de prisão. Nós ainda estamos aqui.
Eu sou um brasileiro comum, que vê a classe artística e os jornalistas serem TIGRÃO com uma ditadura que acabou há 50 anos, mas TCHUTCHUCA diante dos desmandos que acontecem hoje no Brasil. Eu ainda estou aqui.
Eu sou um advogado, chocado com o silêncio ensurdecedor da OAB diante de tantos absurdos jurídicos, condenações e penas desproporcionais. Eu ainda estou aqui.
Eu sou um brasileiro comum, que hoje tem medo de escrever um texto na internet criticando uma autoridade pública, temendo ser preso por crimes que não existem.
Eu ainda estou aqui.
Media is too big
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Por Jordan Pedro.
A História do Banco Itaú
A História do Banco Itaú
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O arquiteto do caos - Documentário Completo sobre George Soros (György Schwartz)
Produção: Canal Danuzio Neto (youtube - @DanuzioNeto)
Produção: Canal Danuzio Neto (youtube - @DanuzioNeto)
⚠️LEMBRETE - O maior estudo de segurança da "vacina" contra a COVID-19 já conduzido, envolvendo 99 milhões de indivíduos, confirmou que as injeções NÃO SÃO SEGURAS PARA USO HUMANO:
➊ Aumento de 610% no risco de miocardite após injeção de plataforma de mRNA.
➋ Aumento de 378% no risco de encefalomielite disseminada aguda (ADEM) após injeção de mRNA.
➌ Aumento de 323% no risco de trombose do seio venoso cerebral (TSVC) após injeção de vetor viral.
➍ Aumento de 249% no risco de síndrome de Guillain-Barré (SGB) após injeção de vetor viral.
Por Nicolas Hulscher
Epidemiologista e Administrador na Fundação McCullough
Fonte dos dados no recorte:
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0264410X24001270
➊ Aumento de 610% no risco de miocardite após injeção de plataforma de mRNA.
➋ Aumento de 378% no risco de encefalomielite disseminada aguda (ADEM) após injeção de mRNA.
➌ Aumento de 323% no risco de trombose do seio venoso cerebral (TSVC) após injeção de vetor viral.
➍ Aumento de 249% no risco de síndrome de Guillain-Barré (SGB) após injeção de vetor viral.
Por Nicolas Hulscher
Epidemiologista e Administrador na Fundação McCullough
Fonte dos dados no recorte:
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0264410X24001270
1/10) INRI: A Inscrição que Ecoa a Verdade na História
Ao observarmos a sigla INRI, frequentemente presente no topo das representações da cruz de Cristo, adentramos não apenas um símbolo religioso, mas um marco histórico carregado de significado político, cultural e espiritual.
A inscrição foi registrada nas três principais línguas faladas na região dos acontecimentos da crucificação:
Latim, Grego e Hebraico.
Latim: Iesus Nazarenus, Rex Iudaeorum
Grego: Ἰησοῦς ὁ Ναζωραῖος ὁ βασιλεὺς τῶν Ἰουδαίων
Hebraico: ישוע הנצרי מלך היהודים
Essas palavras, à primeira vista simples, guardam em si uma poderosa revelação sobre o contexto político da época e o propósito que se desenhava por trás da crucificação.
Quando os líderes religiosos judeus perceberam que não dispunham do apoio popular necessário para executar o Cristo por seus próprios meios, recorreram à autoridade romana.
Ao observarmos a sigla INRI, frequentemente presente no topo das representações da cruz de Cristo, adentramos não apenas um símbolo religioso, mas um marco histórico carregado de significado político, cultural e espiritual.
A inscrição foi registrada nas três principais línguas faladas na região dos acontecimentos da crucificação:
Latim, Grego e Hebraico.
Latim: Iesus Nazarenus, Rex Iudaeorum
Grego: Ἰησοῦς ὁ Ναζωραῖος ὁ βασιλεὺς τῶν Ἰουδαίων
Hebraico: ישוע הנצרי מלך היהודים
Essas palavras, à primeira vista simples, guardam em si uma poderosa revelação sobre o contexto político da época e o propósito que se desenhava por trás da crucificação.
Quando os líderes religiosos judeus perceberam que não dispunham do apoio popular necessário para executar o Cristo por seus próprios meios, recorreram à autoridade romana.