Existir é ter um princípio, ou seja, um ponto de partida ou uma origem.
A existência começa com um princípio e se desdobra em uma série de consequências, ou resultados, que se originam desse princípio.
Se não possui um princípio, não existe, o que implica trazer uma questão para nossa reflexão:
Deus existe ou, por amar profundamente sua criação, experimentou existir?
Moisés, talvez pela falta do conhecimento oral transmitido pelos anciãos, desconhecia a natureza daquele que lhe falava do meio de uma sarça que em chamas desafiava a lógica.
Tal desconhecimento o fez pedir que lhe fosse dado um nome para apresentar aos anciãos e confirmar seu chamado libertador do povo hebreu.
Qual a resposta?
Nenhum nome, mas uma característica - Eu Sou.
Sem princípio de dias, sem existência, eterno.
Contudo, impossibilitado de tocar o tecido da existência humana sem perturbar a ordem por Ele estabelecida, optou por escolher um ventre e, por meio dele, experimentar ter um princípio, existir nas dimensões e limitações da experiência humana - Cristo.
O Cristo é a manifestação do Eterno dentro da realidade existencial humana para, uma vez dentro dela e sem a perturbar, olhar de perto todas as dores da sua criação e prover sua redenção.
Foi o que o Cristo do Eterno tentou dizer ao seu discípulo:
"Filipe, há tanto tempo estou convosco e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?".
Sim, nele, no Cristo, estava a manifestação do Eterno tendo um princípio, experimentando existir nos limites da vida humana, como um pai disposto a tudo por amor dos seus filhos.
Assim como o Eu Sou não tem princípio de dias, Cristo, o Cristo do Eterno, é a prova de seu profundo amor pela criação, ao ponto de experimentar existir e, a partir desta experiência, abrir uma porta pela qual o ser humano pudesse fazer o caminho de volta à comunhão com seu o Grande Eu Sou.
Não percam a fé e tenham uma excelente semana.
A existência começa com um princípio e se desdobra em uma série de consequências, ou resultados, que se originam desse princípio.
Se não possui um princípio, não existe, o que implica trazer uma questão para nossa reflexão:
Deus existe ou, por amar profundamente sua criação, experimentou existir?
Moisés, talvez pela falta do conhecimento oral transmitido pelos anciãos, desconhecia a natureza daquele que lhe falava do meio de uma sarça que em chamas desafiava a lógica.
Tal desconhecimento o fez pedir que lhe fosse dado um nome para apresentar aos anciãos e confirmar seu chamado libertador do povo hebreu.
Qual a resposta?
Nenhum nome, mas uma característica - Eu Sou.
Sem princípio de dias, sem existência, eterno.
Contudo, impossibilitado de tocar o tecido da existência humana sem perturbar a ordem por Ele estabelecida, optou por escolher um ventre e, por meio dele, experimentar ter um princípio, existir nas dimensões e limitações da experiência humana - Cristo.
O Cristo é a manifestação do Eterno dentro da realidade existencial humana para, uma vez dentro dela e sem a perturbar, olhar de perto todas as dores da sua criação e prover sua redenção.
Foi o que o Cristo do Eterno tentou dizer ao seu discípulo:
"Filipe, há tanto tempo estou convosco e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?".
Sim, nele, no Cristo, estava a manifestação do Eterno tendo um princípio, experimentando existir nos limites da vida humana, como um pai disposto a tudo por amor dos seus filhos.
Assim como o Eu Sou não tem princípio de dias, Cristo, o Cristo do Eterno, é a prova de seu profundo amor pela criação, ao ponto de experimentar existir e, a partir desta experiência, abrir uma porta pela qual o ser humano pudesse fazer o caminho de volta à comunhão com seu o Grande Eu Sou.
Não percam a fé e tenham uma excelente semana.
1/3) The Late Great Planet Earth
© 1970 by Zondervan Publishing House
Grand Rapids, Michigan
Autoria: Hal Lindsey e C. C. Carlson
Sobre os recortes(em inglês), Capa e páginas 86 e 87 correspondem a octogésima primeira edição de Novembro de 1980.
Abaixo a tradução livre do trecho nos recortes.
© 1970 by Zondervan Publishing House
Grand Rapids, Michigan
Autoria: Hal Lindsey e C. C. Carlson
Sobre os recortes(em inglês), Capa e páginas 86 e 87 correspondem a octogésima primeira edição de Novembro de 1980.
Abaixo a tradução livre do trecho nos recortes.
2/3) Página 86:
David Inglis escreveu no Boletim de Cientistas Atômicos de fevereiro de 1965 sobre esta ameaça: “Nossa preocupação deve antecipar pelo menos duas décadas à frente.
Numa altura destas, o grande potencial humano e material de uma China em ascensão constitui uma ameaça nuclear tão vasta que nenhum esforço deve ser poupado para antecipar esta ameaça.”
Isto foi escrito antes do teste bem sucedido da bomba H pela China. Mao pode estar morto antes de isto ser lido, mas o caminho de destruição da China continuará. Os novos líderes da China Comunista podem ser mais instáveis do que Mao. Acreditamos que a China é o início da formação desta grande potência chamada “os reis do oriente” pelo apóstolo João.
Vivemos numa época da história em que já não é incrível pensar no Oriente com um exército de 200 milhões de soldados.
Na verdade, um recente documentário televisivo sobre a China Vermelha, chamado “A Voz do Dragão”, citou o orgulho dos próprios chineses de que poderiam mobilizar um “exército popular” de 200 milhões de milicianos.
Em seu próprio orgulho, eles citaram o mesmo número da predição bíblica. Coincidência?
David Inglis escreveu no Boletim de Cientistas Atômicos de fevereiro de 1965 sobre esta ameaça: “Nossa preocupação deve antecipar pelo menos duas décadas à frente.
Numa altura destas, o grande potencial humano e material de uma China em ascensão constitui uma ameaça nuclear tão vasta que nenhum esforço deve ser poupado para antecipar esta ameaça.”
Isto foi escrito antes do teste bem sucedido da bomba H pela China. Mao pode estar morto antes de isto ser lido, mas o caminho de destruição da China continuará. Os novos líderes da China Comunista podem ser mais instáveis do que Mao. Acreditamos que a China é o início da formação desta grande potência chamada “os reis do oriente” pelo apóstolo João.
Vivemos numa época da história em que já não é incrível pensar no Oriente com um exército de 200 milhões de soldados.
Na verdade, um recente documentário televisivo sobre a China Vermelha, chamado “A Voz do Dragão”, citou o orgulho dos próprios chineses de que poderiam mobilizar um “exército popular” de 200 milhões de milicianos.
Em seu próprio orgulho, eles citaram o mesmo número da predição bíblica. Coincidência?
3/3) Página 87:
Além disso, os líderes chineses afirmam que mesmo as armas nucleares não podem impedir as suas tácticas de ondas humanas.
Eles se gabam da invencibilidade do número inacreditável de soldados que podem empregar numa determinada campanha.
Esta táctica de “onda humana” parece estar por detrás da estratégia daquele exército de 200 milhões de homens que se prevê invadir o Médio Oriente na batalha do Armagedom.
Petrov diz a respeito disto: “A população abundante representa uma fonte ilimitada de material humano para o poder militar, que na nossa era de maquinaria e automação ainda não foi considerada obsoleta.
As forças armadas da China são formidáveis em número... aparentemente está se aproximando o dia em que a China se tornará definitivamente membro daquele pequeno mas exclusivo grupo comumente conhecido como as Grandes Potências Mundiais.”
O fato preocupante de que a China Vermelha terá mísseis balísticos intercontinentais capazes de lançar bombas H até 1980, o mais tardar, apresenta outro potencial terrível para o cumprimento da profecia relativa a esta potência oriental.
Dentro de uma década, só a China terá a capacidade de destruir um terço da população mundial, tal como João previu.
Acreditamos que outra esfera de poder político está a formar o seu papel previsto nas fases finais da história. Juntamente com o renascimento de Israel e o regresso dos judeus dispersos,
a ascensão da Rússia, a formação da confederação árabe, a China está a ajudar a moldar o Oriente no seu padrão de profecia.
Resumindo
A história parece estar caminhando para seu momento culminante.
Fim da tradução dos recortes.
Além disso, os líderes chineses afirmam que mesmo as armas nucleares não podem impedir as suas tácticas de ondas humanas.
Eles se gabam da invencibilidade do número inacreditável de soldados que podem empregar numa determinada campanha.
Esta táctica de “onda humana” parece estar por detrás da estratégia daquele exército de 200 milhões de homens que se prevê invadir o Médio Oriente na batalha do Armagedom.
Petrov diz a respeito disto: “A população abundante representa uma fonte ilimitada de material humano para o poder militar, que na nossa era de maquinaria e automação ainda não foi considerada obsoleta.
As forças armadas da China são formidáveis em número... aparentemente está se aproximando o dia em que a China se tornará definitivamente membro daquele pequeno mas exclusivo grupo comumente conhecido como as Grandes Potências Mundiais.”
O fato preocupante de que a China Vermelha terá mísseis balísticos intercontinentais capazes de lançar bombas H até 1980, o mais tardar, apresenta outro potencial terrível para o cumprimento da profecia relativa a esta potência oriental.
Dentro de uma década, só a China terá a capacidade de destruir um terço da população mundial, tal como João previu.
Acreditamos que outra esfera de poder político está a formar o seu papel previsto nas fases finais da história. Juntamente com o renascimento de Israel e o regresso dos judeus dispersos,
a ascensão da Rússia, a formação da confederação árabe, a China está a ajudar a moldar o Oriente no seu padrão de profecia.
Resumindo
A história parece estar caminhando para seu momento culminante.
Fim da tradução dos recortes.
10 5 6 5
1/56) Como a China pretende “sinicizar” as religiões e pregar aos devotos o amor pelo PCCh? Em 22 de setembro de 2018 surge o acordo provisório Vaticano-China, cujo inteiro teor ainda é um mistério. O pouco que se sabe do acordo é que ambos concordaram…
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
Após a "Ordem de Administração Estatal de Assuntos Religiosos nº 15", em vigor na China desde 01/05/2021, agora é a vez da campanha pela "Governança estrita da religião".
Atentem para o termo 'sinicização' da religião, citado na matéria do vídeo.
Atentem para o termo 'sinicização' da religião, citado na matéria do vídeo.
Media is too big
VIEW IN TELEGRAM
Mensagem final de George Orwell, autor do livro 1984, numa entrevista realizada em 1950.
[reporter] Você já afirmou que tem a capacidade de enfrentar fatos desagradáveis.
Foi isso que você demonstrou em 1984 ao desenhar um retrato preciso do futuro?
— Acho que, considerando que o livro é, afinal, uma paródia, algo como 1984 poderia realmente acontecer.
Esta é a direção que o mundo está tomando no momento.
Em nosso mundo, não haverá emoções, exceto medo, raiva, triunfo e autodepreciação.
O instinto sexual será erradicado.
Nós aboliremos o orgasmo.
Não haverá lealdade, exceto lealdade ao partido.
Mas sempre haverá a embriaguez do poder.
Sempre, a todo momento, haverá a emoção da vitória, a sensação de pisotear um inimigo indefeso.
Se você quer uma imagem do futuro, imagine uma bota pisando em um rosto humano para sempre.
A moral da história a ser tirada dessa perigosa situação de pesadelo é simples.
Não deixe que isso aconteça.
Depende de você.
[reporter] Você já afirmou que tem a capacidade de enfrentar fatos desagradáveis.
Foi isso que você demonstrou em 1984 ao desenhar um retrato preciso do futuro?
— Acho que, considerando que o livro é, afinal, uma paródia, algo como 1984 poderia realmente acontecer.
Esta é a direção que o mundo está tomando no momento.
Em nosso mundo, não haverá emoções, exceto medo, raiva, triunfo e autodepreciação.
O instinto sexual será erradicado.
Nós aboliremos o orgasmo.
Não haverá lealdade, exceto lealdade ao partido.
Mas sempre haverá a embriaguez do poder.
Sempre, a todo momento, haverá a emoção da vitória, a sensação de pisotear um inimigo indefeso.
Se você quer uma imagem do futuro, imagine uma bota pisando em um rosto humano para sempre.
A moral da história a ser tirada dessa perigosa situação de pesadelo é simples.
Não deixe que isso aconteça.
Depende de você.
Media is too big
VIEW IN TELEGRAM
O Destino dos Líderes Nazistas capturados após a Segunda Guerra Mundial
Esta é a história de como os Aliados primeiro, e as forças especiais israelenses depois, caçaram, executaram e aprisionaram alguns dos piores criminosos da história do mundo.
Durante décadas, esses gângsteres desprezíveis pensaram que haviam escapado do longo braço da lei. No entanto, os crimes de guerra nunca prescrevem, e os esforços incansáveis de homens e mulheres garantiram que eles pagassem por eles..
Um Fim Amargo para o "Reich de Mil Anos"
No final de 1944, havia se tornado óbvio para o Eixo e os Aliados que a maré da guerra havia virado decisivamente contra a Alemanha nazista.
O outrora impenetrável Terceiro Reich começou uma rápida descida ao caos.
Produção: Canal Memórias do Marechal(youtube).
Esta é a história de como os Aliados primeiro, e as forças especiais israelenses depois, caçaram, executaram e aprisionaram alguns dos piores criminosos da história do mundo.
Durante décadas, esses gângsteres desprezíveis pensaram que haviam escapado do longo braço da lei. No entanto, os crimes de guerra nunca prescrevem, e os esforços incansáveis de homens e mulheres garantiram que eles pagassem por eles..
Um Fim Amargo para o "Reich de Mil Anos"
No final de 1944, havia se tornado óbvio para o Eixo e os Aliados que a maré da guerra havia virado decisivamente contra a Alemanha nazista.
O outrora impenetrável Terceiro Reich começou uma rápida descida ao caos.
Produção: Canal Memórias do Marechal(youtube).
Media is too big
VIEW IN TELEGRAM
Os dois Lados da Guerra Civil Global | GEOECONOMIA
É possível ir de uma guerra civil mundial para uma ditadura constitucional global? Se isso acontecerá ou não, só o futuro pode nos responder - mas boa parte da elite anglo-americana acredita que isso é possível.
Para isso acontecer a elite financeira global pretende criar uma oligarquia travestida de democracia, onde seu consumo será controlado e sua liberdade tolhida.
O texto acima é de @IceShohei comentando o vídeo[importantíssimo] de Arthur Machado(Canal 5° Elemento).
É possível ir de uma guerra civil mundial para uma ditadura constitucional global? Se isso acontecerá ou não, só o futuro pode nos responder - mas boa parte da elite anglo-americana acredita que isso é possível.
Para isso acontecer a elite financeira global pretende criar uma oligarquia travestida de democracia, onde seu consumo será controlado e sua liberdade tolhida.
O texto acima é de @IceShohei comentando o vídeo[importantíssimo] de Arthur Machado(Canal 5° Elemento).
Media is too big
VIEW IN TELEGRAM
Palestra sobre “hesitação vacinal” por Filipe Rafaeli no congresso do Médicos Pela Vida @mpvcovid19(𝕏) e FLCCC Alliance @Honest_Medicine(𝕏).
Estudo Recém-Publicado Mostra Derramamento de Produtos de Vacina contra o RNA de Covid (a matéria está em inglês):
https://pierrekorymedicalmusings.com/p/newly-published-study-shows-shedding
https://pierrekorymedicalmusings.com/p/newly-published-study-shows-shedding
Pierrekorymedicalmusings
Newly Published Study Shows Shedding Of Covid mRNA Vaccine Products
A new study found a strong association of new onset menstrual irregularities with "indirect" exposure to Covid vaccines, i.e. being in proximity with vaccinated persons. Shedding is real.
Media is too big
VIEW IN TELEGRAM
Faça do cidadão uma pessoa sem acesso ao sistema bancário, aos meios de pagamento ou ao consumo básico e você tem um prisioneiro sem grades.
É assim que “os donos do sistema” têm tratado aqueles que os desagradam. Quem precisa de prisão ou pena de morte se você pode transformar alguém em “ninguém”?
O texto acima, e o vídeo são de autoria do perfil do podcast 'Saindo da Bolha' (𝕏, antigo twitter) a quem deixo os devidos créditos pelo excelente conteúdo.
Se puder, colabore com o seu trabalho.
visite o site do podcast: https://www.lojasaindodabolha.com.br/
É assim que “os donos do sistema” têm tratado aqueles que os desagradam. Quem precisa de prisão ou pena de morte se você pode transformar alguém em “ninguém”?
O texto acima, e o vídeo são de autoria do perfil do podcast 'Saindo da Bolha' (𝕏, antigo twitter) a quem deixo os devidos créditos pelo excelente conteúdo.
Se puder, colabore com o seu trabalho.
visite o site do podcast: https://www.lojasaindodabolha.com.br/
Quatro anos atrás, a vacina de mRNA foi disponibilizada ao público.
No início de 2021, comecei a ver coagulação estranha no falecido durante o processo de embalsamamento.
Aqui estão algumas fotos deste mês de dezembro de 2024.
Agora acredito que esses coágulos são amiloides.
A coloração de tioflavina-T foi feita duas vezes e indicou amiloide.
Que tipo de amiloide?
Mais pesquisas precisam ser feitas. Estamos olhando para um possível Príon? 🤔
Espero que não!
Faça uma pequena pesquisa sobre amiloide e Príon, as chances de tê-lo e como eles estão conectados um ao outro.
Quando você perceber o quão raro é, pergunte a si mesmo, como é possível que um embalsamador tenha visto tantos coágulos como este?
Busque a verdade e Deus 🙏
Seja gentil 😇
Esforce-se para fazer o que é certo ✅️
Richard Hirschman
Diretor Funerário e Embalsamador
Alabama - EUA
Fonte:
https://x.com/r_hirschman/status/1868496421395001374?t=P8imLk7QRP_Cg9s-4rQCsQ&s=19
No início de 2021, comecei a ver coagulação estranha no falecido durante o processo de embalsamamento.
Aqui estão algumas fotos deste mês de dezembro de 2024.
Agora acredito que esses coágulos são amiloides.
A coloração de tioflavina-T foi feita duas vezes e indicou amiloide.
Que tipo de amiloide?
Mais pesquisas precisam ser feitas. Estamos olhando para um possível Príon? 🤔
Espero que não!
Faça uma pequena pesquisa sobre amiloide e Príon, as chances de tê-lo e como eles estão conectados um ao outro.
Quando você perceber o quão raro é, pergunte a si mesmo, como é possível que um embalsamador tenha visto tantos coágulos como este?
Busque a verdade e Deus 🙏
Seja gentil 😇
Esforce-se para fazer o que é certo ✅️
Richard Hirschman
Diretor Funerário e Embalsamador
Alabama - EUA
Fonte:
https://x.com/r_hirschman/status/1868496421395001374?t=P8imLk7QRP_Cg9s-4rQCsQ&s=19
O Natal é o verdadeiro símbolo do grande Amor do Eterno o qual rebaixou a si mesmo, experimentando existir nos limites das dimensões da realidade humana para, uma vez dentro dela, apresentar ao mundo a sua nova mensagem - o evangelho da reconciliação da criatura com seu criador.
Uma nova visitação na virada do dia, tal qual costumava fazer quando sua criação tinha condições de suportar a natureza da sua presença, para outra vez se olharem, retomando um relacionamento de pai para filho.
Feliz Natal!
Uma nova visitação na virada do dia, tal qual costumava fazer quando sua criação tinha condições de suportar a natureza da sua presença, para outra vez se olharem, retomando um relacionamento de pai para filho.
Feliz Natal!
A crise de credibilidade do jornalismo atualmente pode ser atribuída, em grande parte, à influência político-ideológica das redações.
Muitos veículos de imprensa demonstram ter uma visão partidária e/ou uma agenda oculta, o que leva a uma percepção de que eles não são imparciais e isentos ao relatar notícias.
Mas, como a militância político-ideológica das redações contribuiu para a crise de credibilidade do jornalismo?
Viés de seleção:
As redações podem escolher quais notícias ou informações são relevantes e quais são ignoradas, com base em critérios político-ideológicos.
Isso induz a sociedade a uma visão parcial da realidade.
Viés de interpretação:
Quando os jornalistas interpretam eventos ou dados, eles podem ser influenciados por suas próprias crenças e preconceitos político-ideológicos, o que pode resultar em relatos distorcidos ou tendenciosos.
Viés de linguagem:
O uso de linguagem com conotações político-ideológicas pode levar a uma percepção de que o jornalismo é manipulado e não é imparcial.
Por exemplo, usar termos como "extrema-direita" ou "fascista" para descrever determinados grupos ou indivíduos pode ser visto como uma forma de pejorar esses grupos, em vez de descrevê-los de forma neutra.
Censura ou autocensura:
Em alguns casos, as redações podem autocensurar-se ou censurar certas informações que não se alinham com sua agenda político-ideológica, o que leva a uma falta de transparência e a uma percepção de que o jornalismo é manipulado.
Duplo padrão:
A aplicação de critérios diferentes para diferentes grupos ou indivíduos, com base em critérios político-ideológicos, pode levar a uma percepção de que o jornalismo é parcial e não é imparcial.
Aqui cabe um alerta.
Nenhuma democracia converteu-se em ditadura ou tirania, de fato, sem que antes o jornalismo tivesse abandonado a imparcialidade, transparência e a coragem de ser fiel aos fatos, independente do espectro político que se beneficiaria com seu trabalho.
A história mostra que a perda de imparcialidade, transparência e coragem de ser fiel aos fatos pelo jornalismo tem sido um precursor da erosão das democracias e do surgimento de regimes autoritários.
Alguns exemplos históricos.
Alemanha nazista:
Durante o regime de Hitler, o jornalismo alemão se tornou um instrumento do governo nazista e perdeu sua independência.
O jornalismo alemão colaborou com a propaganda nazista, que difundia ideias de ódio e exclusão, contribuindo para a ascensão do regime e a perda de direitos e liberdades para milhares de pessoas dentre os mais diversos grupos sociais.
União Soviética:
Sob o regime comunista, o jornalismo na União Soviética era controlado pelo Partido Comunista e servia aos interesses do governo.
O jornalismo soviético perdeu sua independência e se tornou um instrumento de propaganda estatal, contribuindo para a repressão de dissidentes e a perda de direitos e liberdades para os cidadãos.
Venezuela:
Nos últimos anos, o mundo tem visto a erosão de sua democracia e o surgimento de um regime autoritário.
A perda de imparcialidade, transparência em relação aos fatos pelo jornalismo venezuelano tem sido um dos principais fatores que contribuíram para essa situação.
Esses são alguns exemplos que mostram que a perda de imparcialidade, transparência e coragem de ser fiel aos fatos pelo jornalismo são fatores determinantes no processo de enfraquecimento das democracias e do surgimento de regimes autoritários.
Exemplos que reforçam a constatação de que nenhuma democracia converteu-se em ditadura ou tirania, de fato, sem que o jornalismo tivesse abandonado a imparcialidade e a coragem de ser fiel aos fatos, independente do espectro político que se beneficiaria com seu trabalho.
Sem jornalismo imparcial, transparente e corajoso, os cidadãos ficam cegos e surdos às manipulações e às mentiras dos governos e das elites, o que pode levar à erosão das instituições democráticas e ao surgimento de regimes autoritários.
Muitos veículos de imprensa demonstram ter uma visão partidária e/ou uma agenda oculta, o que leva a uma percepção de que eles não são imparciais e isentos ao relatar notícias.
Mas, como a militância político-ideológica das redações contribuiu para a crise de credibilidade do jornalismo?
Viés de seleção:
As redações podem escolher quais notícias ou informações são relevantes e quais são ignoradas, com base em critérios político-ideológicos.
Isso induz a sociedade a uma visão parcial da realidade.
Viés de interpretação:
Quando os jornalistas interpretam eventos ou dados, eles podem ser influenciados por suas próprias crenças e preconceitos político-ideológicos, o que pode resultar em relatos distorcidos ou tendenciosos.
Viés de linguagem:
O uso de linguagem com conotações político-ideológicas pode levar a uma percepção de que o jornalismo é manipulado e não é imparcial.
Por exemplo, usar termos como "extrema-direita" ou "fascista" para descrever determinados grupos ou indivíduos pode ser visto como uma forma de pejorar esses grupos, em vez de descrevê-los de forma neutra.
Censura ou autocensura:
Em alguns casos, as redações podem autocensurar-se ou censurar certas informações que não se alinham com sua agenda político-ideológica, o que leva a uma falta de transparência e a uma percepção de que o jornalismo é manipulado.
Duplo padrão:
A aplicação de critérios diferentes para diferentes grupos ou indivíduos, com base em critérios político-ideológicos, pode levar a uma percepção de que o jornalismo é parcial e não é imparcial.
Aqui cabe um alerta.
Nenhuma democracia converteu-se em ditadura ou tirania, de fato, sem que antes o jornalismo tivesse abandonado a imparcialidade, transparência e a coragem de ser fiel aos fatos, independente do espectro político que se beneficiaria com seu trabalho.
A história mostra que a perda de imparcialidade, transparência e coragem de ser fiel aos fatos pelo jornalismo tem sido um precursor da erosão das democracias e do surgimento de regimes autoritários.
Alguns exemplos históricos.
Alemanha nazista:
Durante o regime de Hitler, o jornalismo alemão se tornou um instrumento do governo nazista e perdeu sua independência.
O jornalismo alemão colaborou com a propaganda nazista, que difundia ideias de ódio e exclusão, contribuindo para a ascensão do regime e a perda de direitos e liberdades para milhares de pessoas dentre os mais diversos grupos sociais.
União Soviética:
Sob o regime comunista, o jornalismo na União Soviética era controlado pelo Partido Comunista e servia aos interesses do governo.
O jornalismo soviético perdeu sua independência e se tornou um instrumento de propaganda estatal, contribuindo para a repressão de dissidentes e a perda de direitos e liberdades para os cidadãos.
Venezuela:
Nos últimos anos, o mundo tem visto a erosão de sua democracia e o surgimento de um regime autoritário.
A perda de imparcialidade, transparência em relação aos fatos pelo jornalismo venezuelano tem sido um dos principais fatores que contribuíram para essa situação.
Esses são alguns exemplos que mostram que a perda de imparcialidade, transparência e coragem de ser fiel aos fatos pelo jornalismo são fatores determinantes no processo de enfraquecimento das democracias e do surgimento de regimes autoritários.
Exemplos que reforçam a constatação de que nenhuma democracia converteu-se em ditadura ou tirania, de fato, sem que o jornalismo tivesse abandonado a imparcialidade e a coragem de ser fiel aos fatos, independente do espectro político que se beneficiaria com seu trabalho.
Sem jornalismo imparcial, transparente e corajoso, os cidadãos ficam cegos e surdos às manipulações e às mentiras dos governos e das elites, o que pode levar à erosão das instituições democráticas e ao surgimento de regimes autoritários.
Se o jornalismo morre, não tardará a morte da democracia, pois toda democracia que morre encontra-se com um jornalismo morto, fazendo do cadáver a sua melhor arma para ocultar os fatos e declarar que está viva, pujante e inabalável.