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Este canal propõe um olhar diferente sobre os fatos.
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Os Rothschild - Documentario BIO.

Fragmentos importantes da história, ainda que narrados como propaganda, podem revelar detalhes que nos ajudarão entender fatos do nosso tempo.
A FACE OCULTA DA AGENDA ESG

Governança (controle social) através de políticas socioambientais.

Em outras palavras, uma nova governança global com atores não eleitos por meio do sufrágio universal.

Embora o tema e a iniciativa tenham encontrado, no presente tempo, o momento ideal para se apresentarem ao grande público, é importante recordarmos 2012.

O ano era 2012 e o destaque no 2° recorte, analisado soba ótica das iniciativas atualmente implementadas com apoio de atores que não são governos eleitos via sufrágio universal, possibilitam leitura mais precisa quanto ao que FHC estava importando para o ambiente brasileiro.
@paulazanelli(Twitter) está precisando de toda ajuda que puder ser dada neste momento.

Se puder, ajude e lhe daremos uma grande demonstração de quantas pessoas estão ao seu lado neste momento.

Link para a vakinha:

vakinha.com.br/4511287
O amanhã é o presente ainda por chegar em nossas mãos, enquanto o ontem é o que já experimentamos.

Entre um e outro, não deixe de aproveitar o que realmente pode ser desembrulhado.

Viva hoje com todas as tuas forças; mesmo com todos os desafios, este é o presente que te dá o Eterno, doador da vida, para experimentares, outra vez, o que é viver.
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Antes da era Woke, ele já era perseguido | Entrevista de Lorenzo Carrasco

Produção: Estúdio 5° Elemento(Youtube)

Notas deste canal:

Sobre Lorenzo Carrasco e este excelente material, produzido pelo Estúdio 5º Elemento, considere-o peça indispensável para aqueles que pretendem compreender as origens dos desafios que o Brasil e o mundo terão pela frente.

Dentre os quais destacamos:

1º. Necessidade de olhar além da visão binária(Direita/Esquerda).

2º. Compreender os pilares que podem surgir a partir da explosão da bolha formada pelo atual modelo econômico e seus monopólios, os quais são:

a) Crédito de Carbono(Eufemismo para o sistema de crédito social cujo objetivo é o mesmo - controlar a sociedade).

b) Imposição e, consequente, predominância dos CBDC's(Bancos Centrais de Moedas Digitais - Nova Ordem Econômica que promova controle tal qual o que surgiu a partir do tratado de Bretton Woods).

c) Nova Governança Global que tenha como meta precípua suplantar o atual conceito de soberania das nações.
1/6) Backdoors em dispositivos eletrônicos: o que você precisa saber para proteger seus dados e privacidade.

Em geral, o termo “backdoor”, também conhecido como “porta traseira” ou “entrada secreta”, é uma vulnerabilidade em sistemas computacionais, softwares ou dispositivos eletrônicos que permite que um invasor ou hacker obtenha acesso não autorizado a esses sistemas ou dispositivos.

Essas portas traseiras podem ser criadas intencionalmente por desenvolvedores ou fabricantes para fins de manutenção, depuração ou acesso de emergência, mas muitas vezes são exploradas por pessoas mal-intencionadas para obter acesso não autorizado a informações pessoais e/ou confidenciais.

Existem várias formas pelas quais backdoors podem ser implantados em dispositivos eletrônicos, incluindo atualizações de software, injeção de código malicioso ou exploração de vulnerabilidades existentes.

Os hackers também podem utilizar técnicas de engenharia social para convencer os usuários a instalar software malicioso que contenha backdoors.
2/6) Backdoor hardware

Backdoor hardware é um tipo de vulnerabilidade que pode ser implantada em dispositivos eletrônicos, como computadores, smartphones e outros dispositivos com recursos que possibilite conexão à internet e/ou simplesmente executar alguma função previamente programada para a qual não precisará necessariamente de conexão à internet.

Essas backdoors para hardware podem ser inseridas durante a produção do dispositivo ou podem ser adicionadas posteriormente por meio de atualizações de software.

Em alguns casos, as backdoors hardwares podem ser implantadas por motivos de manutenção ou segurança, mas muitas vezes são exploradas por pessoas mal-intencionadas para obter acesso não autorizado a informações pessoais e/ou confidenciais.

Embora muitos fabricantes de dispositivos eletrônicos se esforcem para evitar essas vulnerabilidades, elas ainda podem ser encontradas em alguns dispositivos, especialmente em dispositivos mais antigos ou em dispositivos que utilizam sistemas operacionais menos seguros.

Para proteger seus dispositivos contra backdoors, os usuários podem tomar medidas de segurança, como instalar e manter um software antivírus e firewall atualizados, utilizar senhas fortes e únicas para cada conta online, atualizar regularmente o sistema operacional e os programas instalados e evitar clicar em links ou abrir anexos em e-mails suspeitos.

Além disso, é importante comprar dispositivos de fabricantes confiáveis e verificar as políticas de segurança antes de instalar softwares ou atualizações.

As consequências de um backdoor em dispositivos eletrônicos podem ser graves, incluindo roubo de dados, espionagem e invasão de privacidade.
3/6) Riscos de Backdoors em Roteadores

Os roteadores são dispositivos eletrônicos fundamentais para a conexão à internet em residências e empresas.

No entanto, esses dispositivos também são vulneráveis a ameaças de segurança, incluindo backdoors, que podem ser exploradas por hackers e invasores para obter acesso não autorizado a informações pessoais e confidenciais.

Um dos principais riscos de backdoors em roteadores é a possibilidade de alteração do DNS externo, que é o serviço que traduz nomes de domínio amigáveis (como www.example.com) em endereços IP (como 192.168.1.1).

Quando o DNS externo é alterado, um invasor pode redirecionar o tráfego de internet de um dispositivo infectado para um servidor controlado pelo invasor, permitindo assim o acesso não autorizado a informações pessoais e confidenciais.

Além disso, a manipulação do DNS externo pode permitir que um invasor execute ataques de phishing mais eficazes, já que ele pode redirecionar um usuário para um site falso que se parece com um site legítimo, mas que, na verdade, foi criado para roubar informações pessoais e confidenciais.

Para proteger seus dados e privacidade contra backdoors em roteadores, é importante manter o dispositivo atualizado com as últimas patches de segurança, alterar senhas padrão e desativar recursos de acesso remoto não utilizados.

Além disso, é recomendável utilizar um serviço de DNS externo confiável e seguro que ofereça proteção adicional contra-ataques de phishing e malware.
4/6) Riscos de Backdoors em dispositivos do tipo CFTV


Backdoor hardware em dispositivos CFTV (Circuito Fechado de Televisão) pode representar um grande risco de segurança, pois esses dispositivos são utilizados para monitorar áreas privadas, como escritórios, lojas e residências.

Se um hacker ou mal-intencionado conseguir acessar esses dispositivos, podem obter acesso a informações confidenciais e privadas, como conversas, imagens e informações financeiras.

Além disso, os dispositivos CFTV podem ser utilizados para espionagem e vigilância ilegal, seja por governos ou organizações criminosas. Eles podem também ser utilizados para propagar vírus e malwares ou para desativar os dispositivos de segurança do local, facilitando assim a invasão física.

Para minimizar os riscos de backdoor hardware em dispositivos CFTV, é importante que os usuários tomem medidas de segurança, como:

Escolher fabricantes de dispositivos confiáveis e verificar as políticas de segurança e atualizações dos mesmos;

Mudar a senha padrão do dispositivo e criar senhas fortes;

Desativar a função de acesso remoto, se não for necessária;

Manter o dispositivo atualizado com as últimas atualizações de segurança;

Monitorar ativamente o tráfego de rede e o uso de dispositivos para detectar atividades suspeitas.

Em suma, os backdoors hardware em dispositivos CFTV também representam um grande risco de segurança, especialmente quando utilizados em ambientes sensíveis.

É importante que os usuários tomem as medidas necessárias para minimizar esses riscos e manter a segurança de seus dispositivos e dados.
5/6) Usuários em geral – medidas preventivas

Tanto nos dispositivos que operamos diretamente quanto em roteadores, usuários devem adotar medidas que, embora simples, podem mitigar possíveis problemas com esse tipo de vulnerabilidade.

Para proteger-se contra backdoors, os usuários devem tomar medidas de segurança, como:

Instalar e manter um software antivírus e firewall atualizados;

Alterar dados de acesso(usuário, senha, porta de serviço, etc.) definidos por padrão pelo fabricante;

Utilizar senhas fortes e únicas para cada conta online;

Atualizar regularmente o sistema operacional e os programas instalados;

Evitar clicar em links ou abrir anexos em e-mails suspeitos;

Não baixar programas ou atualizações de fontes desconhecidas ou não confiáveis.
6/6) Resumo

Em resumo, backdoors em dispositivos eletrônicos representam uma ameaça real à segurança e privacidade dos usuários, independente do seu perfil.

É fundamental que todos tomem medidas de segurança adequadas e mantenham-se atualizados sobre as ameaças online para proteger seus dados e privacidade.

Este fragmento de informações não deve ser considerado fonte suficiente para abordar o tema, entretanto, é um ponto de partida para considerar tal possibilidade em diversos contextos e ocasiões.

Um fragmento pode ser tudo o que importa para um olhar sobre novas perspectivas.
1/6) PIX vs Taxa MDR – quem perde e quem ganha?

Por trás das operações em transações com cartões no Brasil, está o fator que permite uma exata compreensão do tamanho da batalha que o governo Bolsonaro iniciou ao criar, por meio do Banco Central, o PIX – taxa MDR.

A taxa MDR (Merchant Discount Rate) é a porcentagem cobrada pelo processador de pagamentos por cartão de crédito ou débito que permite que os comerciantes aceitem pagamentos por esse meio.
2/6) Essa taxa é composta por vários componentes, incluindo:

Taxa de intercâmbio: é a porcentagem cobrada pela rede de cartão de crédito (como VISA, Mastercard, etc.) para processar a transação.

Essa taxa é paga pela empresa de processamento de pagamentos e inclusa na taxa MDR do comerciante.

Taxa de processamento: é a porcentagem cobrada pela empresa de processamento de pagamentos para processar a transação.

Essa taxa pode variar de acordo com o fornecedor e os serviços contratados.
3/6) Taxa de autorização: é a porcentagem cobrada pela empresa de processamento de pagamentos para verificar se o cartão de crédito é válido e se há fundos suficientes para realizar a transação.

Taxa de fraude: é a porcentagem cobrada pela empresa de processamento de pagamentos para cobrir os custos associados à prevenção e detecção de fraudes com cartões de crédito.

Taxa de gateway: é a porcentagem cobrada pela empresa de processamento de pagamentos para conectar o comércio ao sistema de processamento de pagamentos.

A taxa MDR é aplicada sobre o valor total da transação e é geralmente expressa como uma porcentagem, variando de 1,5% a 3,5% em média, dependendo do fornecedor de processamento de pagamentos e dos serviços contratados.
4/6) Com base na matemática financeira, o intervalo de 1,5% a 3,5% pode ser expresso como uma média aritmética. A fórmula para calcular a média aritmética é:

(valor mais baixo + valor mais alto) / 2.

Para o intervalo 1,5% a 3,5%:(1,5% + 3,5%) / 2 = 2,5%

Portanto, podemos considerar que média aritmética do intervalo de 1,5% a 3,5% é de 2,5%.

Além disso, as empresas de processamento de pagamentos podem cobrar taxas adicionais, como taxas de instalação ou taxas de assinatura mensal, que também devem ser levadas em consideração ao calcular o custo total do processamento de pagamentos por cartão.

Contudo, vamos considerar a média aritmética de 2,5% e somente para transações em cartões de débito.
5/6) Por que somente débito?

Por ser uma operação que ocorre sobre o valor real que o consumidor dispõe para ser usado sem lançar mão do CDC(Crédito Direto ao Consumidor), sobre o qual ocorre o débito diretamente, tal qual numa operação com PIX.

Assim, vamos olhar para os dados do ano de 2023 nas operações com cartão de débito, segundo o Banco central.

1º Trimestre de 2023 R$ 230.176,68

2º Trimestre de 2023 R$ 245.579,87

3º Trimestre de 2023 R$ 243.690,77

4º Trimestre de 2023 R$ 264.139,54

Total de movimentado em operações com cartões de débito em 2023 = R$ 983.586,86