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Este canal propõe um olhar diferente sobre os fatos.
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32/35) Em 02 de maio de 2016, a notícia foi confirmada pelo portal ADNEWS com a seguinte matéria:

Após meses de negociação e muita especulação, incluindo uma suposta investida da WWP, o grupo ABC, de Nizan Guanaes, foi vendido para o americano Omnicom.

De acordo com informações da coluna do jornalista Lauro Jardim, tratava-se de um negócio de aproximadamente 1 bilhão de reais, o que tornaria a transação a maior da história da propaganda no Brasil.

O valor total da compra deveria ser quitado ao final de cinco anos.

Vale lembrar que, além de Nizan e Guga, o Grupo ABC tinha como sócios o fundo Kinea(Itaú) e o Grupo Icatu.

Africa, CDN, Loducca, DM9 e outras agências também estavam no guarda chuva da empresa.⤵️
33/35) Como mencionado anteriormente, os fatos recentes ocorridos no Brasil, devem fornecer a cada leitor desta thread os elementos necessários para, à luz das conexões de algumas figuras da esquerda nos EUA por trás do Sleeping Giants (EUA) e das possíveis conexões com gigantes da publicidade, elementos com os quais possam olhar o que aconteceu lá(EUA) e o que está acontecendo aqui em relação ao grande aparato repressivo e de perseguição ao espectro político de direita no país.⤵️
34/35) Tanto o excelente vídeo do Daniel Penin, quanto esta thread, no mínimo, deveriam servir como base para reflexão da direita brasileira quanto ao nosso(de todos nós) compromisso em buscar adequar a Forma ao Conteúdo com o qual nos manifestamos na internet, em especial nas plataformas de redes sociais.

Se conseguimos enxergar uma máquina gigantesca preparada para acusar e validar o mesmo tipo de perseguição que Goebbels empreendeu contra os que pensavam diferente do que desejava o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães para os judeus, torna-se urgente entendermos quão importante é adequar nossas manifestações à forma com o qual a apresentamos nas plataformas digitais.


Se não tomarmos tal cuidado, quão fácil será para qualquer um usar as estratégias de Goebbels quando diz:

“A propaganda jamais apela à razão, mas sempre à emoção e ao instinto.”, para atrair os desavisados ao compartilhamento, impulsionando manifestações completamente desprovidas da necessária sinergia entre a Forma e o Conteúdo, validando todo tipo de acusação e perseguição, e pior, possivelmente com auxílio de uma estrutura tão gigantesca que não se pode olhar diretamente o topo da sua cadeia de comando.⤵️
35/35) Se você se identifica com o espectro político à direita, seja cuidadoso com o que postar, compartilhar nas redes, principalmente para não estejas, ainda que indiretamente, validando um ambiente de perseguição às liberdades conquistadas à duras penas.

Se cada um estiver preocupado mais com as liberdades do que com likes, certamente começaremos por nós a tarefa de impedir sejamos pegos por qualquer que seja a máquina de propaganda utilizada para calar esse ou àquele espectro político.

Nosso trabalho de trazer informações e propor reflexões sobre os mais diversos temas não terá nenhum valor se não somos capazes melhorar a forma como nos comportamos frente aos desafios aqui abordados.

Reflitam:

Não mudaremos nada, nem ninguém à nossa volta, se não somos capazes mudar nossas atitudes.
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1/3) O poder da comunicação – Forma e Conteúdo


O problema de uma comunicação desprovida da responsabilidade em se adequar à forma ao conteúdo é que, apesar de chegar a todos no meio onde é propagada, seu efeito positivo será nulo e só alcançará àqueles que não se sentem responsáveis pela forma como pretendem alcançar seus objetivos.

Se por um lado a mensagem desprovida da responsabilidade do emissor em adequar seu conteúdo à forma com a propagará só encontrará abrigo num público ao qual ninguém gostaria de estar associado, por outro servirá de combustível para invalidar todas as questões mal comunicadas, embora legítimas como fato perturbador da ordem político-social.

Logo, parece-me, em muitos casos, que há um sistemático aproveitamento de alguns em relação aos mais incautos, bastando para tal que se elabore um banner, meme em vídeo ou no formato mais adequado à plataforma que se deseja utilizar como meio de propagação e logo as pessoas começam a compartilhar sem ao menos questionarem se o conteúdo comunica preocupação de parte significativa da sociedade ou revela falta de responsabilidade em adequar à mensagem ao conteúdo que a manifesta preocupação apresenta como reivindicação?

Alguém te xingou nas redes?

Todas as plataformas de redes sociais possuem recurso de bloqueio. Sem palavras, sem agressões o bloqueio torna-se a melhor resposta, pois não produz provas com as quais alguns chamarão atenção para a forma, impedindo que seu conteúdo atraia a atenção daqueles que se quer sabiam sobre o mesmo.

Isto tem a nuance da estratégia do espantalho, muito abordada em dialética, onde sem condições de atacar as ideias apresentadas pelo oponente num debate, busca-se descaracterizá-lo.

Uma vez que o oponente num debate está descaracterizado, quem se importará com os argumentos que não foram apresentados para derrotar suas ideias?

Tenho observado, desde 2019, e num ritmo crescente, postagens que demonstram um certo grau de conhecimento da parte do emissor, mas carregadas de termos pejorativos, apelidos jocosos e tantas outras “pegadinhas” que invalidariam qualquer autoridade que delas se utilizassem para formar consciência coletiva sobre o tema abordado.

Enquanto no outro espectro político observo crescente o trabalho dos que tentam adequar a forma ao conteúdo com o qual transmitem suas mensagens.

Enquanto alguns deles invadem as postagens com comentários forçando, os mais incautos, responder e colocar em descrédito a mensagem que a publicação propõe difundir, quando se trata da comunicação deles, não há nenhuma demonstração de que desconhecem a importância em adequar forma e conteúdo.

Salvo nas postagens pega-moscas. Ah, essas são completamente desprovidas, pois seu intuito é aproveitar o domínio dos meios de comunicação de massa, da mídia mainstream e fazer grudar nelas o maior número de incautos possíveis.

É Exatamente o ponto onde parece haver um aproveitamento sistemático de quem já percebeu que a melhor forma de neutralizar o impacto de uma mensagem é impedir seja comunicada com responsabilidade capaz instar o emissor ao dever de adequar sua mensagem na forma e conteúdo que melhor sinergia seja empregada no seu alcance para além do seu meio[de sua própria bolha].


Há duas passagens bíblicas do Novo Testamento que me encantam quanto ao potencial que detêm para nos convidar à reflexão sobre Forma e Conteúdo.

Em ambas estão o conhecimento dos meios disponíveis, das liberdades, das potencialidades e das licitudes.

Na primeira, temos o Cristo do Eterno explicando que não se costura um remendo novo num vestido velho, sob a pretensão de que o remendo, por ser novo, evitará que o vestido rasgue novamente.

Quando, na verdade, o vestido, que continua sendo velho, tenderá a rasgar-se ao redor do local onde o remendo fora costurado, e um rasgo maior surgirá em seu lugar.

Resultado: desperdício de tempo e recursos em uma solução meramente temporária.
2/3) Nesta mesma passagem, temos outra explicação. Mudando os elementos, o Cristo do Eterno fala sobre o vinho, onde alerta quanto à importância de armazenar a preciosa bebida em recipientes que estejam de acordo com seu poder de fermentação. Em outras palavras, é necessário tomar o devido cuidado para se adequar a forma (o odre) ao conteúdo (o vinho).

Que adiantaria colocar o vinho novo em um recipiente velho se o poder da fermentação destruiria o recipiente, e ambos (odre e vinho) se perderiam?


Na segunda passagem bíblica, o Cristo do Eterno conta como uma viúva, sem padrinhos políticos, amigos nas cortes, consegue chamar a atenção de um juiz, considerado iníquo, ao ponto de que o tal decidisse julgar sua causa, fazendo-lhe justiça.

O ponto aqui não é o que a viúva fez, mas o que deixou de fazer.

Ela poderia ter convocado todos os que se compadeciam do seu dilema e sede de justiça para se juntarem a ela num clamor e expor quanta dor aquele juiz lhe estava imputando.

Não se esqueça que o texto apresenta o magistrado como um juiz iníquo, logo convocar as pessoas só serviria para duas coisas:

a) Criar um ambiente no qual o poder judiciário pudesse empreender meios para dissuadi-los e invalidar quaisquer chances de que a viúva tivesse sua causa julgada.

b) Invalidar a causa, com base nas próprias manifestações da viúva e ainda ocultar sua atuação como juiz iníquo.

Então, a viúva decide pela via que não promoveria nenhuma das opções acima.

Ela apenas decide estar ali, um dia após o outro, pedindo que o magistrado julgasse sua causa. A viúva não xinga o magistrado. Não escolhe apelidos os mais diversos para ele. Não, ela apenas está ali diante do sistema pedindo que seu caso seja analisado. Passa um dia, talvez uma semana, um mês, um ano, e lá está ela, sem ofender ninguém, pedindo que o representante do poder judiciário analise sua demanda.

As pessoas começam a questionar, não o seu comportamento, menos ainda a forma como apresenta sua demanda por justiça, mas quais as razões para não encontrar, naquele magistrado, o amparo da lei para analisar, julgar e promover justiça.

Parece simples? Talvez o seja para mim e para você, mas não para quem sabia que não tinha como justificar alguma atitude de retaliação ao pedido que a viúva apresentava, não sem retirar o véu que escondia um juiz iníquo [adj. oposto à equidade; que é parcial ou injusto].

Quando o perverso está diante daquele que sabe adequar sua mensagem [reivindicação] tanto a forma quanto ao conteúdo que usará para apresentá-la, sabe que está diante do único instrumento capaz de revelar, sem guerras, arroubos, motins e revoltas, o que tanto se esforça para ocultar da sociedade que sofre sua perversidade.

Voltando para o nosso contexto social, o Brasil já viveu a fase do emprego da força bélica, das revoltas e já deveria ter percebido que elas apenas permitiram que os perversos se aparelhassem e continuassem prosperando em seus intentos.

O que nunca, sequer, tentamos é assumir a responsabilidade de amadurecer quanto à forma com a qual desejamos apresentar nossas demandas, quer sejam políticas, econômicas ou culturais, de maneiras que nossas atitudes sejam tão maduras ao ponto de impedir que ações perversas as desconstruam baseando-se apenas na sua forma e não no seu conteúdo.

Assumir tal responsabilidade não tem nada a ver com perda da liberdade de expressão, tem a ver com perda da liberdade de se deixar despojar por quem não olhará suas demandas, mas na forma e em como pode desconstruir o emissor da mensagem, impedindo que convoque a sociedade a refletir sobre seu conteúdo.

Como eu promovo a adequação da minha mensagem ao conteúdo da mesma?

Comece por compreender que respeitar alguém pelo cargo que ocupa não é idolatrá-lo, muito menos endossar seus atos ou demonstrar apoio.

Vai postar alguma crítica a um parlamentar, esteja ciente de que, goste ou não, estarás direcionando sua crítica ao membro de uma das casas que compõem o Poder Legislativo do seu país.

Está indignado com a decisão proferida pela Suprema Corte do seu país?
3/3)  Que tal considerar que, goste ou não, estás diante de um membro do Poder Judiciário do seu país.

Ah, mas eles não estão atuando como se respeitassem a instituição que representam.

E você acredita mesmo que sairá do povo uma mensagem, totalmente desprovida de sinergia entre forma e conteúdo, e, num passe de mágica, colocará tudo no seu devido lugar?

Ou sairá do meio de um povo amadurecido a mensagem que reconhecerá a importância do cargo e das instituições, tanto que buscará adequar sua mensagem à forma e ao conteúdo, principalmente abandonando o tom desrespeitoso e dando ênfase ao compromisso de trazer para o debate público propostas aos mais diversos problemas ou situações que resultariam em problemas no futuro?

Não existe caminho fora das instituições e quanto mais rápido entendermos isso, melhor ofertaremos ao ambiente do debate público elementos com os quais outros poderão conquistar o que ainda não conseguimos.

Esse não é um trabalho da classe política, dos influencers ou da imprensa.

É um trabalho de todos que em algum momento tornam pública sua manifestação diante dos fatos do seu tempo.

Eis um dos motivos pelos quais o evangelho do cristo do Eterno tenha atravessado dois mil anos – um plantava, outro regava e o Eterno garantia o crescimento.

Quando amadurecermos ao ponto de compreendermos que estamos semeando, não veremos o resultado da nossa semeadura, e precisaremos do trabalho de outros regando o que foi semeado, teremos o ambiente perfeito para a colheita.

Talvez você, como eu, não possa muito…

Talvez só estejamos semeando…

Mas podemos adequar a forma ao conteúdo enquanto lançamos nossas sementes ao solo.
Cuidado, quando um recorte não oferece o link da fonte, a cautela pode evitar que involuntariamente você colabore com os que desejam nova lei para regular as redes sociais.

Tenho observado, com relativa frequência, recortes com um layout específico.

Não parece aleatório.
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Os Rothschild - Documentario BIO.

Fragmentos importantes da história, ainda que narrados como propaganda, podem revelar detalhes que nos ajudarão entender fatos do nosso tempo.
A FACE OCULTA DA AGENDA ESG

Governança (controle social) através de políticas socioambientais.

Em outras palavras, uma nova governança global com atores não eleitos por meio do sufrágio universal.

Embora o tema e a iniciativa tenham encontrado, no presente tempo, o momento ideal para se apresentarem ao grande público, é importante recordarmos 2012.

O ano era 2012 e o destaque no 2° recorte, analisado soba ótica das iniciativas atualmente implementadas com apoio de atores que não são governos eleitos via sufrágio universal, possibilitam leitura mais precisa quanto ao que FHC estava importando para o ambiente brasileiro.
@paulazanelli(Twitter) está precisando de toda ajuda que puder ser dada neste momento.

Se puder, ajude e lhe daremos uma grande demonstração de quantas pessoas estão ao seu lado neste momento.

Link para a vakinha:

vakinha.com.br/4511287
O amanhã é o presente ainda por chegar em nossas mãos, enquanto o ontem é o que já experimentamos.

Entre um e outro, não deixe de aproveitar o que realmente pode ser desembrulhado.

Viva hoje com todas as tuas forças; mesmo com todos os desafios, este é o presente que te dá o Eterno, doador da vida, para experimentares, outra vez, o que é viver.
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Antes da era Woke, ele já era perseguido | Entrevista de Lorenzo Carrasco

Produção: Estúdio 5° Elemento(Youtube)

Notas deste canal:

Sobre Lorenzo Carrasco e este excelente material, produzido pelo Estúdio 5º Elemento, considere-o peça indispensável para aqueles que pretendem compreender as origens dos desafios que o Brasil e o mundo terão pela frente.

Dentre os quais destacamos:

1º. Necessidade de olhar além da visão binária(Direita/Esquerda).

2º. Compreender os pilares que podem surgir a partir da explosão da bolha formada pelo atual modelo econômico e seus monopólios, os quais são:

a) Crédito de Carbono(Eufemismo para o sistema de crédito social cujo objetivo é o mesmo - controlar a sociedade).

b) Imposição e, consequente, predominância dos CBDC's(Bancos Centrais de Moedas Digitais - Nova Ordem Econômica que promova controle tal qual o que surgiu a partir do tratado de Bretton Woods).

c) Nova Governança Global que tenha como meta precípua suplantar o atual conceito de soberania das nações.
1/6) Backdoors em dispositivos eletrônicos: o que você precisa saber para proteger seus dados e privacidade.

Em geral, o termo “backdoor”, também conhecido como “porta traseira” ou “entrada secreta”, é uma vulnerabilidade em sistemas computacionais, softwares ou dispositivos eletrônicos que permite que um invasor ou hacker obtenha acesso não autorizado a esses sistemas ou dispositivos.

Essas portas traseiras podem ser criadas intencionalmente por desenvolvedores ou fabricantes para fins de manutenção, depuração ou acesso de emergência, mas muitas vezes são exploradas por pessoas mal-intencionadas para obter acesso não autorizado a informações pessoais e/ou confidenciais.

Existem várias formas pelas quais backdoors podem ser implantados em dispositivos eletrônicos, incluindo atualizações de software, injeção de código malicioso ou exploração de vulnerabilidades existentes.

Os hackers também podem utilizar técnicas de engenharia social para convencer os usuários a instalar software malicioso que contenha backdoors.
2/6) Backdoor hardware

Backdoor hardware é um tipo de vulnerabilidade que pode ser implantada em dispositivos eletrônicos, como computadores, smartphones e outros dispositivos com recursos que possibilite conexão à internet e/ou simplesmente executar alguma função previamente programada para a qual não precisará necessariamente de conexão à internet.

Essas backdoors para hardware podem ser inseridas durante a produção do dispositivo ou podem ser adicionadas posteriormente por meio de atualizações de software.

Em alguns casos, as backdoors hardwares podem ser implantadas por motivos de manutenção ou segurança, mas muitas vezes são exploradas por pessoas mal-intencionadas para obter acesso não autorizado a informações pessoais e/ou confidenciais.

Embora muitos fabricantes de dispositivos eletrônicos se esforcem para evitar essas vulnerabilidades, elas ainda podem ser encontradas em alguns dispositivos, especialmente em dispositivos mais antigos ou em dispositivos que utilizam sistemas operacionais menos seguros.

Para proteger seus dispositivos contra backdoors, os usuários podem tomar medidas de segurança, como instalar e manter um software antivírus e firewall atualizados, utilizar senhas fortes e únicas para cada conta online, atualizar regularmente o sistema operacional e os programas instalados e evitar clicar em links ou abrir anexos em e-mails suspeitos.

Além disso, é importante comprar dispositivos de fabricantes confiáveis e verificar as políticas de segurança antes de instalar softwares ou atualizações.

As consequências de um backdoor em dispositivos eletrônicos podem ser graves, incluindo roubo de dados, espionagem e invasão de privacidade.
3/6) Riscos de Backdoors em Roteadores

Os roteadores são dispositivos eletrônicos fundamentais para a conexão à internet em residências e empresas.

No entanto, esses dispositivos também são vulneráveis a ameaças de segurança, incluindo backdoors, que podem ser exploradas por hackers e invasores para obter acesso não autorizado a informações pessoais e confidenciais.

Um dos principais riscos de backdoors em roteadores é a possibilidade de alteração do DNS externo, que é o serviço que traduz nomes de domínio amigáveis (como www.example.com) em endereços IP (como 192.168.1.1).

Quando o DNS externo é alterado, um invasor pode redirecionar o tráfego de internet de um dispositivo infectado para um servidor controlado pelo invasor, permitindo assim o acesso não autorizado a informações pessoais e confidenciais.

Além disso, a manipulação do DNS externo pode permitir que um invasor execute ataques de phishing mais eficazes, já que ele pode redirecionar um usuário para um site falso que se parece com um site legítimo, mas que, na verdade, foi criado para roubar informações pessoais e confidenciais.

Para proteger seus dados e privacidade contra backdoors em roteadores, é importante manter o dispositivo atualizado com as últimas patches de segurança, alterar senhas padrão e desativar recursos de acesso remoto não utilizados.

Além disso, é recomendável utilizar um serviço de DNS externo confiável e seguro que ofereça proteção adicional contra-ataques de phishing e malware.
4/6) Riscos de Backdoors em dispositivos do tipo CFTV


Backdoor hardware em dispositivos CFTV (Circuito Fechado de Televisão) pode representar um grande risco de segurança, pois esses dispositivos são utilizados para monitorar áreas privadas, como escritórios, lojas e residências.

Se um hacker ou mal-intencionado conseguir acessar esses dispositivos, podem obter acesso a informações confidenciais e privadas, como conversas, imagens e informações financeiras.

Além disso, os dispositivos CFTV podem ser utilizados para espionagem e vigilância ilegal, seja por governos ou organizações criminosas. Eles podem também ser utilizados para propagar vírus e malwares ou para desativar os dispositivos de segurança do local, facilitando assim a invasão física.

Para minimizar os riscos de backdoor hardware em dispositivos CFTV, é importante que os usuários tomem medidas de segurança, como:

Escolher fabricantes de dispositivos confiáveis e verificar as políticas de segurança e atualizações dos mesmos;

Mudar a senha padrão do dispositivo e criar senhas fortes;

Desativar a função de acesso remoto, se não for necessária;

Manter o dispositivo atualizado com as últimas atualizações de segurança;

Monitorar ativamente o tráfego de rede e o uso de dispositivos para detectar atividades suspeitas.

Em suma, os backdoors hardware em dispositivos CFTV também representam um grande risco de segurança, especialmente quando utilizados em ambientes sensíveis.

É importante que os usuários tomem as medidas necessárias para minimizar esses riscos e manter a segurança de seus dispositivos e dados.