28/35) Curiosamente, tanto Favreau quanto os outros estiveram envolvidos com Barack Obama e estão ligados à esquerda dos EUA.
Algumas questões levantadas à época.
Teria sido o perfil Sleeping Giants uma estratégia da esquerda dos EUA para combater, ao estilo Goebbels, os conservadores?
Será que usaram o termo “Fake News” e “Discurso de Ódio” para ocultar ser uma reformulação da estratégia de Goebbels pela qual a esquerda nos EUA perseguiria conservadores e aqueles que apoiam princípios e valores oriundos da cultura judaico-cristã?
Obama e a esquerda nos EUA teriam orquestrado esta campanha onde membros da Casa Branca, durante a gestão Obama, estariam envolvidos?
Vale ressaltar que o Sleeping Giants surge no auge da disputa americana para presidente, em 2016.⤵️
Algumas questões levantadas à época.
Teria sido o perfil Sleeping Giants uma estratégia da esquerda dos EUA para combater, ao estilo Goebbels, os conservadores?
Será que usaram o termo “Fake News” e “Discurso de Ódio” para ocultar ser uma reformulação da estratégia de Goebbels pela qual a esquerda nos EUA perseguiria conservadores e aqueles que apoiam princípios e valores oriundos da cultura judaico-cristã?
Obama e a esquerda nos EUA teriam orquestrado esta campanha onde membros da Casa Branca, durante a gestão Obama, estariam envolvidos?
Vale ressaltar que o Sleeping Giants surge no auge da disputa americana para presidente, em 2016.⤵️
29/35) Em novembro de 2016, logo após Donald Trump ter sido eleito Presidente dos EUA, Matt Rivitz surge alegando que soube pela imprensa do papel desempenhado pelo portal Breitbart News naquela eleição histórica e, claro, elege o Breitbart seu alvo principal para iniciar o que seria a maior campanha de perseguição desde a estratégia adotada por Goebbels na Alemanha nazista.
No mês(11/2016) Matt Rivitz cria o perfil “Sleeping Giants” [@ slpng_giants] no antigo Twitter com uma única missão:
Convencer as empresas de que a publicidade de seus produtos apareciam em sites como o Breitbart que ele, de forma pejorativa, passou a classificar como "extrema direita", propagadores de “Fake news” e “discurso de ódio”.
Seja como for, Donald Trump foi eleito presidente dos EUA naquele ano (2016) e a imprensa americana acabou aceitando o argumento de que Matt Rivitz e Nandini Jammi seriam realmente os co-fundadores do Sleeping Giants.
A pergunta que ninguém foi atrás da resposta é:
Quais foram os idealizadores por trás da estratégia, ou seja, trazendo para o contexto do excelente vídeo sobre o caso Choquei que o Daniel Penin produziu, quem estava no topo da pirâmide construída para dar sustentação e operacionalizar uma gigantesca estrutura preparada para acusar e perseguir pessoas que se identificavam com o conservadorismo(direita)?⤵️
No mês(11/2016) Matt Rivitz cria o perfil “Sleeping Giants” [@ slpng_giants] no antigo Twitter com uma única missão:
Convencer as empresas de que a publicidade de seus produtos apareciam em sites como o Breitbart que ele, de forma pejorativa, passou a classificar como "extrema direita", propagadores de “Fake news” e “discurso de ódio”.
Seja como for, Donald Trump foi eleito presidente dos EUA naquele ano (2016) e a imprensa americana acabou aceitando o argumento de que Matt Rivitz e Nandini Jammi seriam realmente os co-fundadores do Sleeping Giants.
A pergunta que ninguém foi atrás da resposta é:
Quais foram os idealizadores por trás da estratégia, ou seja, trazendo para o contexto do excelente vídeo sobre o caso Choquei que o Daniel Penin produziu, quem estava no topo da pirâmide construída para dar sustentação e operacionalizar uma gigantesca estrutura preparada para acusar e perseguir pessoas que se identificavam com o conservadorismo(direita)?⤵️
30/35) Qual a importância dos atores ligados ao setor de propaganda e marketing para o sucesso da estratégia de perseguição da direita e qual seu impacto no ambiente da propaganda no Brasil?
Os acontecimentos recentes, no Brasil, parecem repletos de elementos capazes ajudar na resposta da questão acima.
Entretanto, vamos recordar um detalhe sobre a penetração do Omni Group no mercado brasileiro.
A entrada do Grupo Omnicom no mercado brasileiro ocorre no ano de 2015.
“Não posso falar sobre o assunto”, disse ao Meio & Mensagem o CEO do Grupo ABC, Guga Valente, naquela sexta-feira(20/11/2015), sobre a venda da holding brasileira(Grupo ABC) para o grupo norte-americano Omnicom, confirmada à reportagem por outras fontes próximas à negociação.
Apesar das duas partes serem sócias desde a fundação do ABC, em 2002, quando o grupo foi lançado com a marca Ypy, por Guga e Nizan Guanaes, o relacionamento societário da dupla brasileira com o Omnicom era anterior ao lançamento do ABC.⤵️
Os acontecimentos recentes, no Brasil, parecem repletos de elementos capazes ajudar na resposta da questão acima.
Entretanto, vamos recordar um detalhe sobre a penetração do Omni Group no mercado brasileiro.
A entrada do Grupo Omnicom no mercado brasileiro ocorre no ano de 2015.
“Não posso falar sobre o assunto”, disse ao Meio & Mensagem o CEO do Grupo ABC, Guga Valente, naquela sexta-feira(20/11/2015), sobre a venda da holding brasileira(Grupo ABC) para o grupo norte-americano Omnicom, confirmada à reportagem por outras fontes próximas à negociação.
Apesar das duas partes serem sócias desde a fundação do ABC, em 2002, quando o grupo foi lançado com a marca Ypy, por Guga e Nizan Guanaes, o relacionamento societário da dupla brasileira com o Omnicom era anterior ao lançamento do ABC.⤵️
31/35) Em 1997, Guga e Nizan venderam para a rede DDB, integrante da holding norte-americana, o controle acionário da DM9, agência que haviam comprado de Duda Mendonça em 1989.
Até este momento, o Omnicom tinha participações em quatro agências administradas pelo Grupo ABC:
a multinacional era majoritária na DM9DDB(60%) e no escritório local da Interbrand(60%), e detinha participações minoritárias na Africa(15%) e na Loducca(9%).
A aquisição do ABC pelo Omnicom Group seria anunciada oficialmente na segunda-feira, 23/11/2015.
Como geralmente acontece nesse tipo de acordo, o contrato assinado previa a permanência de Guga e Nizan no comando do ABC por um prazo mínimo de cinco anos.⤵️
Até este momento, o Omnicom tinha participações em quatro agências administradas pelo Grupo ABC:
a multinacional era majoritária na DM9DDB(60%) e no escritório local da Interbrand(60%), e detinha participações minoritárias na Africa(15%) e na Loducca(9%).
A aquisição do ABC pelo Omnicom Group seria anunciada oficialmente na segunda-feira, 23/11/2015.
Como geralmente acontece nesse tipo de acordo, o contrato assinado previa a permanência de Guga e Nizan no comando do ABC por um prazo mínimo de cinco anos.⤵️
32/35) Em 02 de maio de 2016, a notícia foi confirmada pelo portal ADNEWS com a seguinte matéria:
Após meses de negociação e muita especulação, incluindo uma suposta investida da WWP, o grupo ABC, de Nizan Guanaes, foi vendido para o americano Omnicom.
De acordo com informações da coluna do jornalista Lauro Jardim, tratava-se de um negócio de aproximadamente 1 bilhão de reais, o que tornaria a transação a maior da história da propaganda no Brasil.
O valor total da compra deveria ser quitado ao final de cinco anos.
Vale lembrar que, além de Nizan e Guga, o Grupo ABC tinha como sócios o fundo Kinea(Itaú) e o Grupo Icatu.
Africa, CDN, Loducca, DM9 e outras agências também estavam no guarda chuva da empresa.⤵️
Após meses de negociação e muita especulação, incluindo uma suposta investida da WWP, o grupo ABC, de Nizan Guanaes, foi vendido para o americano Omnicom.
De acordo com informações da coluna do jornalista Lauro Jardim, tratava-se de um negócio de aproximadamente 1 bilhão de reais, o que tornaria a transação a maior da história da propaganda no Brasil.
O valor total da compra deveria ser quitado ao final de cinco anos.
Vale lembrar que, além de Nizan e Guga, o Grupo ABC tinha como sócios o fundo Kinea(Itaú) e o Grupo Icatu.
Africa, CDN, Loducca, DM9 e outras agências também estavam no guarda chuva da empresa.⤵️
33/35) Como mencionado anteriormente, os fatos recentes ocorridos no Brasil, devem fornecer a cada leitor desta thread os elementos necessários para, à luz das conexões de algumas figuras da esquerda nos EUA por trás do Sleeping Giants (EUA) e das possíveis conexões com gigantes da publicidade, elementos com os quais possam olhar o que aconteceu lá(EUA) e o que está acontecendo aqui em relação ao grande aparato repressivo e de perseguição ao espectro político de direita no país.⤵️
34/35) Tanto o excelente vídeo do Daniel Penin, quanto esta thread, no mínimo, deveriam servir como base para reflexão da direita brasileira quanto ao nosso(de todos nós) compromisso em buscar adequar a Forma ao Conteúdo com o qual nos manifestamos na internet, em especial nas plataformas de redes sociais.
Se conseguimos enxergar uma máquina gigantesca preparada para acusar e validar o mesmo tipo de perseguição que Goebbels empreendeu contra os que pensavam diferente do que desejava o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães para os judeus, torna-se urgente entendermos quão importante é adequar nossas manifestações à forma com o qual a apresentamos nas plataformas digitais.
Se não tomarmos tal cuidado, quão fácil será para qualquer um usar as estratégias de Goebbels quando diz:
“A propaganda jamais apela à razão, mas sempre à emoção e ao instinto.”, para atrair os desavisados ao compartilhamento, impulsionando manifestações completamente desprovidas da necessária sinergia entre a Forma e o Conteúdo, validando todo tipo de acusação e perseguição, e pior, possivelmente com auxílio de uma estrutura tão gigantesca que não se pode olhar diretamente o topo da sua cadeia de comando.⤵️
Se conseguimos enxergar uma máquina gigantesca preparada para acusar e validar o mesmo tipo de perseguição que Goebbels empreendeu contra os que pensavam diferente do que desejava o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães para os judeus, torna-se urgente entendermos quão importante é adequar nossas manifestações à forma com o qual a apresentamos nas plataformas digitais.
Se não tomarmos tal cuidado, quão fácil será para qualquer um usar as estratégias de Goebbels quando diz:
“A propaganda jamais apela à razão, mas sempre à emoção e ao instinto.”, para atrair os desavisados ao compartilhamento, impulsionando manifestações completamente desprovidas da necessária sinergia entre a Forma e o Conteúdo, validando todo tipo de acusação e perseguição, e pior, possivelmente com auxílio de uma estrutura tão gigantesca que não se pode olhar diretamente o topo da sua cadeia de comando.⤵️
35/35) Se você se identifica com o espectro político à direita, seja cuidadoso com o que postar, compartilhar nas redes, principalmente para não estejas, ainda que indiretamente, validando um ambiente de perseguição às liberdades conquistadas à duras penas.
Se cada um estiver preocupado mais com as liberdades do que com likes, certamente começaremos por nós a tarefa de impedir sejamos pegos por qualquer que seja a máquina de propaganda utilizada para calar esse ou àquele espectro político.
Nosso trabalho de trazer informações e propor reflexões sobre os mais diversos temas não terá nenhum valor se não somos capazes melhorar a forma como nos comportamos frente aos desafios aqui abordados.
Reflitam:
Não mudaremos nada, nem ninguém à nossa volta, se não somos capazes mudar nossas atitudes.
Se cada um estiver preocupado mais com as liberdades do que com likes, certamente começaremos por nós a tarefa de impedir sejamos pegos por qualquer que seja a máquina de propaganda utilizada para calar esse ou àquele espectro político.
Nosso trabalho de trazer informações e propor reflexões sobre os mais diversos temas não terá nenhum valor se não somos capazes melhorar a forma como nos comportamos frente aos desafios aqui abordados.
Reflitam:
Não mudaremos nada, nem ninguém à nossa volta, se não somos capazes mudar nossas atitudes.
1/3) O poder da comunicação – Forma e Conteúdo
O problema de uma comunicação desprovida da responsabilidade em se adequar à forma ao conteúdo é que, apesar de chegar a todos no meio onde é propagada, seu efeito positivo será nulo e só alcançará àqueles que não se sentem responsáveis pela forma como pretendem alcançar seus objetivos.
Se por um lado a mensagem desprovida da responsabilidade do emissor em adequar seu conteúdo à forma com a propagará só encontrará abrigo num público ao qual ninguém gostaria de estar associado, por outro servirá de combustível para invalidar todas as questões mal comunicadas, embora legítimas como fato perturbador da ordem político-social.
Logo, parece-me, em muitos casos, que há um sistemático aproveitamento de alguns em relação aos mais incautos, bastando para tal que se elabore um banner, meme em vídeo ou no formato mais adequado à plataforma que se deseja utilizar como meio de propagação e logo as pessoas começam a compartilhar sem ao menos questionarem se o conteúdo comunica preocupação de parte significativa da sociedade ou revela falta de responsabilidade em adequar à mensagem ao conteúdo que a manifesta preocupação apresenta como reivindicação?
Alguém te xingou nas redes?
Todas as plataformas de redes sociais possuem recurso de bloqueio. Sem palavras, sem agressões o bloqueio torna-se a melhor resposta, pois não produz provas com as quais alguns chamarão atenção para a forma, impedindo que seu conteúdo atraia a atenção daqueles que se quer sabiam sobre o mesmo.
Isto tem a nuance da estratégia do espantalho, muito abordada em dialética, onde sem condições de atacar as ideias apresentadas pelo oponente num debate, busca-se descaracterizá-lo.
Uma vez que o oponente num debate está descaracterizado, quem se importará com os argumentos que não foram apresentados para derrotar suas ideias?
Tenho observado, desde 2019, e num ritmo crescente, postagens que demonstram um certo grau de conhecimento da parte do emissor, mas carregadas de termos pejorativos, apelidos jocosos e tantas outras “pegadinhas” que invalidariam qualquer autoridade que delas se utilizassem para formar consciência coletiva sobre o tema abordado.
Enquanto no outro espectro político observo crescente o trabalho dos que tentam adequar a forma ao conteúdo com o qual transmitem suas mensagens.
Enquanto alguns deles invadem as postagens com comentários forçando, os mais incautos, responder e colocar em descrédito a mensagem que a publicação propõe difundir, quando se trata da comunicação deles, não há nenhuma demonstração de que desconhecem a importância em adequar forma e conteúdo.
Salvo nas postagens pega-moscas. Ah, essas são completamente desprovidas, pois seu intuito é aproveitar o domínio dos meios de comunicação de massa, da mídia mainstream e fazer grudar nelas o maior número de incautos possíveis.
É Exatamente o ponto onde parece haver um aproveitamento sistemático de quem já percebeu que a melhor forma de neutralizar o impacto de uma mensagem é impedir seja comunicada com responsabilidade capaz instar o emissor ao dever de adequar sua mensagem na forma e conteúdo que melhor sinergia seja empregada no seu alcance para além do seu meio[de sua própria bolha].
Há duas passagens bíblicas do Novo Testamento que me encantam quanto ao potencial que detêm para nos convidar à reflexão sobre Forma e Conteúdo.
Em ambas estão o conhecimento dos meios disponíveis, das liberdades, das potencialidades e das licitudes.
Na primeira, temos o Cristo do Eterno explicando que não se costura um remendo novo num vestido velho, sob a pretensão de que o remendo, por ser novo, evitará que o vestido rasgue novamente.
Quando, na verdade, o vestido, que continua sendo velho, tenderá a rasgar-se ao redor do local onde o remendo fora costurado, e um rasgo maior surgirá em seu lugar.
Resultado: desperdício de tempo e recursos em uma solução meramente temporária.
O problema de uma comunicação desprovida da responsabilidade em se adequar à forma ao conteúdo é que, apesar de chegar a todos no meio onde é propagada, seu efeito positivo será nulo e só alcançará àqueles que não se sentem responsáveis pela forma como pretendem alcançar seus objetivos.
Se por um lado a mensagem desprovida da responsabilidade do emissor em adequar seu conteúdo à forma com a propagará só encontrará abrigo num público ao qual ninguém gostaria de estar associado, por outro servirá de combustível para invalidar todas as questões mal comunicadas, embora legítimas como fato perturbador da ordem político-social.
Logo, parece-me, em muitos casos, que há um sistemático aproveitamento de alguns em relação aos mais incautos, bastando para tal que se elabore um banner, meme em vídeo ou no formato mais adequado à plataforma que se deseja utilizar como meio de propagação e logo as pessoas começam a compartilhar sem ao menos questionarem se o conteúdo comunica preocupação de parte significativa da sociedade ou revela falta de responsabilidade em adequar à mensagem ao conteúdo que a manifesta preocupação apresenta como reivindicação?
Alguém te xingou nas redes?
Todas as plataformas de redes sociais possuem recurso de bloqueio. Sem palavras, sem agressões o bloqueio torna-se a melhor resposta, pois não produz provas com as quais alguns chamarão atenção para a forma, impedindo que seu conteúdo atraia a atenção daqueles que se quer sabiam sobre o mesmo.
Isto tem a nuance da estratégia do espantalho, muito abordada em dialética, onde sem condições de atacar as ideias apresentadas pelo oponente num debate, busca-se descaracterizá-lo.
Uma vez que o oponente num debate está descaracterizado, quem se importará com os argumentos que não foram apresentados para derrotar suas ideias?
Tenho observado, desde 2019, e num ritmo crescente, postagens que demonstram um certo grau de conhecimento da parte do emissor, mas carregadas de termos pejorativos, apelidos jocosos e tantas outras “pegadinhas” que invalidariam qualquer autoridade que delas se utilizassem para formar consciência coletiva sobre o tema abordado.
Enquanto no outro espectro político observo crescente o trabalho dos que tentam adequar a forma ao conteúdo com o qual transmitem suas mensagens.
Enquanto alguns deles invadem as postagens com comentários forçando, os mais incautos, responder e colocar em descrédito a mensagem que a publicação propõe difundir, quando se trata da comunicação deles, não há nenhuma demonstração de que desconhecem a importância em adequar forma e conteúdo.
Salvo nas postagens pega-moscas. Ah, essas são completamente desprovidas, pois seu intuito é aproveitar o domínio dos meios de comunicação de massa, da mídia mainstream e fazer grudar nelas o maior número de incautos possíveis.
É Exatamente o ponto onde parece haver um aproveitamento sistemático de quem já percebeu que a melhor forma de neutralizar o impacto de uma mensagem é impedir seja comunicada com responsabilidade capaz instar o emissor ao dever de adequar sua mensagem na forma e conteúdo que melhor sinergia seja empregada no seu alcance para além do seu meio[de sua própria bolha].
Há duas passagens bíblicas do Novo Testamento que me encantam quanto ao potencial que detêm para nos convidar à reflexão sobre Forma e Conteúdo.
Em ambas estão o conhecimento dos meios disponíveis, das liberdades, das potencialidades e das licitudes.
Na primeira, temos o Cristo do Eterno explicando que não se costura um remendo novo num vestido velho, sob a pretensão de que o remendo, por ser novo, evitará que o vestido rasgue novamente.
Quando, na verdade, o vestido, que continua sendo velho, tenderá a rasgar-se ao redor do local onde o remendo fora costurado, e um rasgo maior surgirá em seu lugar.
Resultado: desperdício de tempo e recursos em uma solução meramente temporária.
2/3) Nesta mesma passagem, temos outra explicação. Mudando os elementos, o Cristo do Eterno fala sobre o vinho, onde alerta quanto à importância de armazenar a preciosa bebida em recipientes que estejam de acordo com seu poder de fermentação. Em outras palavras, é necessário tomar o devido cuidado para se adequar a forma (o odre) ao conteúdo (o vinho).
Que adiantaria colocar o vinho novo em um recipiente velho se o poder da fermentação destruiria o recipiente, e ambos (odre e vinho) se perderiam?
Na segunda passagem bíblica, o Cristo do Eterno conta como uma viúva, sem padrinhos políticos, amigos nas cortes, consegue chamar a atenção de um juiz, considerado iníquo, ao ponto de que o tal decidisse julgar sua causa, fazendo-lhe justiça.
O ponto aqui não é o que a viúva fez, mas o que deixou de fazer.
Ela poderia ter convocado todos os que se compadeciam do seu dilema e sede de justiça para se juntarem a ela num clamor e expor quanta dor aquele juiz lhe estava imputando.
Não se esqueça que o texto apresenta o magistrado como um juiz iníquo, logo convocar as pessoas só serviria para duas coisas:
a) Criar um ambiente no qual o poder judiciário pudesse empreender meios para dissuadi-los e invalidar quaisquer chances de que a viúva tivesse sua causa julgada.
b) Invalidar a causa, com base nas próprias manifestações da viúva e ainda ocultar sua atuação como juiz iníquo.
Então, a viúva decide pela via que não promoveria nenhuma das opções acima.
Ela apenas decide estar ali, um dia após o outro, pedindo que o magistrado julgasse sua causa. A viúva não xinga o magistrado. Não escolhe apelidos os mais diversos para ele. Não, ela apenas está ali diante do sistema pedindo que seu caso seja analisado. Passa um dia, talvez uma semana, um mês, um ano, e lá está ela, sem ofender ninguém, pedindo que o representante do poder judiciário analise sua demanda.
As pessoas começam a questionar, não o seu comportamento, menos ainda a forma como apresenta sua demanda por justiça, mas quais as razões para não encontrar, naquele magistrado, o amparo da lei para analisar, julgar e promover justiça.
Parece simples? Talvez o seja para mim e para você, mas não para quem sabia que não tinha como justificar alguma atitude de retaliação ao pedido que a viúva apresentava, não sem retirar o véu que escondia um juiz iníquo [adj. oposto à equidade; que é parcial ou injusto].
Quando o perverso está diante daquele que sabe adequar sua mensagem [reivindicação] tanto a forma quanto ao conteúdo que usará para apresentá-la, sabe que está diante do único instrumento capaz de revelar, sem guerras, arroubos, motins e revoltas, o que tanto se esforça para ocultar da sociedade que sofre sua perversidade.
Voltando para o nosso contexto social, o Brasil já viveu a fase do emprego da força bélica, das revoltas e já deveria ter percebido que elas apenas permitiram que os perversos se aparelhassem e continuassem prosperando em seus intentos.
O que nunca, sequer, tentamos é assumir a responsabilidade de amadurecer quanto à forma com a qual desejamos apresentar nossas demandas, quer sejam políticas, econômicas ou culturais, de maneiras que nossas atitudes sejam tão maduras ao ponto de impedir que ações perversas as desconstruam baseando-se apenas na sua forma e não no seu conteúdo.
Assumir tal responsabilidade não tem nada a ver com perda da liberdade de expressão, tem a ver com perda da liberdade de se deixar despojar por quem não olhará suas demandas, mas na forma e em como pode desconstruir o emissor da mensagem, impedindo que convoque a sociedade a refletir sobre seu conteúdo.
Como eu promovo a adequação da minha mensagem ao conteúdo da mesma?
Comece por compreender que respeitar alguém pelo cargo que ocupa não é idolatrá-lo, muito menos endossar seus atos ou demonstrar apoio.
Vai postar alguma crítica a um parlamentar, esteja ciente de que, goste ou não, estarás direcionando sua crítica ao membro de uma das casas que compõem o Poder Legislativo do seu país.
Está indignado com a decisão proferida pela Suprema Corte do seu país?
Que adiantaria colocar o vinho novo em um recipiente velho se o poder da fermentação destruiria o recipiente, e ambos (odre e vinho) se perderiam?
Na segunda passagem bíblica, o Cristo do Eterno conta como uma viúva, sem padrinhos políticos, amigos nas cortes, consegue chamar a atenção de um juiz, considerado iníquo, ao ponto de que o tal decidisse julgar sua causa, fazendo-lhe justiça.
O ponto aqui não é o que a viúva fez, mas o que deixou de fazer.
Ela poderia ter convocado todos os que se compadeciam do seu dilema e sede de justiça para se juntarem a ela num clamor e expor quanta dor aquele juiz lhe estava imputando.
Não se esqueça que o texto apresenta o magistrado como um juiz iníquo, logo convocar as pessoas só serviria para duas coisas:
a) Criar um ambiente no qual o poder judiciário pudesse empreender meios para dissuadi-los e invalidar quaisquer chances de que a viúva tivesse sua causa julgada.
b) Invalidar a causa, com base nas próprias manifestações da viúva e ainda ocultar sua atuação como juiz iníquo.
Então, a viúva decide pela via que não promoveria nenhuma das opções acima.
Ela apenas decide estar ali, um dia após o outro, pedindo que o magistrado julgasse sua causa. A viúva não xinga o magistrado. Não escolhe apelidos os mais diversos para ele. Não, ela apenas está ali diante do sistema pedindo que seu caso seja analisado. Passa um dia, talvez uma semana, um mês, um ano, e lá está ela, sem ofender ninguém, pedindo que o representante do poder judiciário analise sua demanda.
As pessoas começam a questionar, não o seu comportamento, menos ainda a forma como apresenta sua demanda por justiça, mas quais as razões para não encontrar, naquele magistrado, o amparo da lei para analisar, julgar e promover justiça.
Parece simples? Talvez o seja para mim e para você, mas não para quem sabia que não tinha como justificar alguma atitude de retaliação ao pedido que a viúva apresentava, não sem retirar o véu que escondia um juiz iníquo [adj. oposto à equidade; que é parcial ou injusto].
Quando o perverso está diante daquele que sabe adequar sua mensagem [reivindicação] tanto a forma quanto ao conteúdo que usará para apresentá-la, sabe que está diante do único instrumento capaz de revelar, sem guerras, arroubos, motins e revoltas, o que tanto se esforça para ocultar da sociedade que sofre sua perversidade.
Voltando para o nosso contexto social, o Brasil já viveu a fase do emprego da força bélica, das revoltas e já deveria ter percebido que elas apenas permitiram que os perversos se aparelhassem e continuassem prosperando em seus intentos.
O que nunca, sequer, tentamos é assumir a responsabilidade de amadurecer quanto à forma com a qual desejamos apresentar nossas demandas, quer sejam políticas, econômicas ou culturais, de maneiras que nossas atitudes sejam tão maduras ao ponto de impedir que ações perversas as desconstruam baseando-se apenas na sua forma e não no seu conteúdo.
Assumir tal responsabilidade não tem nada a ver com perda da liberdade de expressão, tem a ver com perda da liberdade de se deixar despojar por quem não olhará suas demandas, mas na forma e em como pode desconstruir o emissor da mensagem, impedindo que convoque a sociedade a refletir sobre seu conteúdo.
Como eu promovo a adequação da minha mensagem ao conteúdo da mesma?
Comece por compreender que respeitar alguém pelo cargo que ocupa não é idolatrá-lo, muito menos endossar seus atos ou demonstrar apoio.
Vai postar alguma crítica a um parlamentar, esteja ciente de que, goste ou não, estarás direcionando sua crítica ao membro de uma das casas que compõem o Poder Legislativo do seu país.
Está indignado com a decisão proferida pela Suprema Corte do seu país?
3/3) Que tal considerar que, goste ou não, estás diante de um membro do Poder Judiciário do seu país.
Ah, mas eles não estão atuando como se respeitassem a instituição que representam.
E você acredita mesmo que sairá do povo uma mensagem, totalmente desprovida de sinergia entre forma e conteúdo, e, num passe de mágica, colocará tudo no seu devido lugar?
Ou sairá do meio de um povo amadurecido a mensagem que reconhecerá a importância do cargo e das instituições, tanto que buscará adequar sua mensagem à forma e ao conteúdo, principalmente abandonando o tom desrespeitoso e dando ênfase ao compromisso de trazer para o debate público propostas aos mais diversos problemas ou situações que resultariam em problemas no futuro?
Não existe caminho fora das instituições e quanto mais rápido entendermos isso, melhor ofertaremos ao ambiente do debate público elementos com os quais outros poderão conquistar o que ainda não conseguimos.
Esse não é um trabalho da classe política, dos influencers ou da imprensa.
É um trabalho de todos que em algum momento tornam pública sua manifestação diante dos fatos do seu tempo.
Eis um dos motivos pelos quais o evangelho do cristo do Eterno tenha atravessado dois mil anos – um plantava, outro regava e o Eterno garantia o crescimento.
Quando amadurecermos ao ponto de compreendermos que estamos semeando, não veremos o resultado da nossa semeadura, e precisaremos do trabalho de outros regando o que foi semeado, teremos o ambiente perfeito para a colheita.
Talvez você, como eu, não possa muito…
Talvez só estejamos semeando…
Mas podemos adequar a forma ao conteúdo enquanto lançamos nossas sementes ao solo.
Ah, mas eles não estão atuando como se respeitassem a instituição que representam.
E você acredita mesmo que sairá do povo uma mensagem, totalmente desprovida de sinergia entre forma e conteúdo, e, num passe de mágica, colocará tudo no seu devido lugar?
Ou sairá do meio de um povo amadurecido a mensagem que reconhecerá a importância do cargo e das instituições, tanto que buscará adequar sua mensagem à forma e ao conteúdo, principalmente abandonando o tom desrespeitoso e dando ênfase ao compromisso de trazer para o debate público propostas aos mais diversos problemas ou situações que resultariam em problemas no futuro?
Não existe caminho fora das instituições e quanto mais rápido entendermos isso, melhor ofertaremos ao ambiente do debate público elementos com os quais outros poderão conquistar o que ainda não conseguimos.
Esse não é um trabalho da classe política, dos influencers ou da imprensa.
É um trabalho de todos que em algum momento tornam pública sua manifestação diante dos fatos do seu tempo.
Eis um dos motivos pelos quais o evangelho do cristo do Eterno tenha atravessado dois mil anos – um plantava, outro regava e o Eterno garantia o crescimento.
Quando amadurecermos ao ponto de compreendermos que estamos semeando, não veremos o resultado da nossa semeadura, e precisaremos do trabalho de outros regando o que foi semeado, teremos o ambiente perfeito para a colheita.
Talvez você, como eu, não possa muito…
Talvez só estejamos semeando…
Mas podemos adequar a forma ao conteúdo enquanto lançamos nossas sementes ao solo.
Media is too big
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Os Rothschild - Documentario BIO.
Fragmentos importantes da história, ainda que narrados como propaganda, podem revelar detalhes que nos ajudarão entender fatos do nosso tempo.
Fragmentos importantes da história, ainda que narrados como propaganda, podem revelar detalhes que nos ajudarão entender fatos do nosso tempo.
A FACE OCULTA DA AGENDA ESG
Governança (controle social) através de políticas socioambientais.
Em outras palavras, uma nova governança global com atores não eleitos por meio do sufrágio universal.
Embora o tema e a iniciativa tenham encontrado, no presente tempo, o momento ideal para se apresentarem ao grande público, é importante recordarmos 2012.
O ano era 2012 e o destaque no 2° recorte, analisado soba ótica das iniciativas atualmente implementadas com apoio de atores que não são governos eleitos via sufrágio universal, possibilitam leitura mais precisa quanto ao que FHC estava importando para o ambiente brasileiro.
Governança (controle social) através de políticas socioambientais.
Em outras palavras, uma nova governança global com atores não eleitos por meio do sufrágio universal.
Embora o tema e a iniciativa tenham encontrado, no presente tempo, o momento ideal para se apresentarem ao grande público, é importante recordarmos 2012.
O ano era 2012 e o destaque no 2° recorte, analisado soba ótica das iniciativas atualmente implementadas com apoio de atores que não são governos eleitos via sufrágio universal, possibilitam leitura mais precisa quanto ao que FHC estava importando para o ambiente brasileiro.
@paulazanelli(Twitter) está precisando de toda ajuda que puder ser dada neste momento.
Se puder, ajude e lhe daremos uma grande demonstração de quantas pessoas estão ao seu lado neste momento.
Link para a vakinha:
vakinha.com.br/4511287
Se puder, ajude e lhe daremos uma grande demonstração de quantas pessoas estão ao seu lado neste momento.
Link para a vakinha:
vakinha.com.br/4511287
O amanhã é o presente ainda por chegar em nossas mãos, enquanto o ontem é o que já experimentamos.
Entre um e outro, não deixe de aproveitar o que realmente pode ser desembrulhado.
Viva hoje com todas as tuas forças; mesmo com todos os desafios, este é o presente que te dá o Eterno, doador da vida, para experimentares, outra vez, o que é viver.
Entre um e outro, não deixe de aproveitar o que realmente pode ser desembrulhado.
Viva hoje com todas as tuas forças; mesmo com todos os desafios, este é o presente que te dá o Eterno, doador da vida, para experimentares, outra vez, o que é viver.
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Antes da era Woke, ele já era perseguido | Entrevista de Lorenzo Carrasco
Produção: Estúdio 5° Elemento(Youtube)
Notas deste canal:
Sobre Lorenzo Carrasco e este excelente material, produzido pelo Estúdio 5º Elemento, considere-o peça indispensável para aqueles que pretendem compreender as origens dos desafios que o Brasil e o mundo terão pela frente.
Dentre os quais destacamos:
1º. Necessidade de olhar além da visão binária(Direita/Esquerda).
2º. Compreender os pilares que podem surgir a partir da explosão da bolha formada pelo atual modelo econômico e seus monopólios, os quais são:
a) Crédito de Carbono(Eufemismo para o sistema de crédito social cujo objetivo é o mesmo - controlar a sociedade).
b) Imposição e, consequente, predominância dos CBDC's(Bancos Centrais de Moedas Digitais - Nova Ordem Econômica que promova controle tal qual o que surgiu a partir do tratado de Bretton Woods).
c) Nova Governança Global que tenha como meta precípua suplantar o atual conceito de soberania das nações.
Produção: Estúdio 5° Elemento(Youtube)
Notas deste canal:
Sobre Lorenzo Carrasco e este excelente material, produzido pelo Estúdio 5º Elemento, considere-o peça indispensável para aqueles que pretendem compreender as origens dos desafios que o Brasil e o mundo terão pela frente.
Dentre os quais destacamos:
1º. Necessidade de olhar além da visão binária(Direita/Esquerda).
2º. Compreender os pilares que podem surgir a partir da explosão da bolha formada pelo atual modelo econômico e seus monopólios, os quais são:
a) Crédito de Carbono(Eufemismo para o sistema de crédito social cujo objetivo é o mesmo - controlar a sociedade).
b) Imposição e, consequente, predominância dos CBDC's(Bancos Centrais de Moedas Digitais - Nova Ordem Econômica que promova controle tal qual o que surgiu a partir do tratado de Bretton Woods).
c) Nova Governança Global que tenha como meta precípua suplantar o atual conceito de soberania das nações.