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Este canal propõe um olhar diferente sobre os fatos.
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23/35) Após a formatura, ele foi trabalhar para a campanha presidencial de John Kerry em 2004, trabalhando para coletar notícias de rádio para a campanha e foi promovido ao cargo de Deputy Speechwriter (Redator de discurso).

Favreau conheceu Barack Obama, então um senador estadual de Illinois, enquanto trabalhava na campanha de Kerry.

Em 2005, o diretor de comunicações de Obama, Robert Gibbs, recomendou Favreau a Obama como redator de discursos.

Favreau foi contratado como redator de discursos de Obama logo após a eleição de Obama para o Senado dos EUA.

Obama e Favreau se aproximaram e Obama se referiu a ele como seu "leitor de mentes".

Favreau, inclusive fez campanha com Obama para as eleições presidenciais.⤵️
24/35) Em 2009, ele foi nomeado para a equipe da Casa Branca como Diretor de Redação de Discursos.

Jon Favreau trabalhou na campanha e depois na Casa Branca com Obama.

Jon Favreau atuou como redator principal de discursos de Barack Obama de 2005-2013, um papel que foi muito mais sênior e influente do que Jon Lovett(outro que também figura como um dos primeiros seguidores do perfil Sleeping Giants - EUA).⤵️
25/35) Qual seria o próximo flanco na estratégia das redes da máquina de propaganda da esquerda nos EUA?

Podcast - Isso te faz refletir em que momento a onda podcast ganha corpo no Brasil?

Desde que deixou a Casa Branca, Favreau escreveu e falou sobre política e redação de discursos para audiências em todo o mundo.

Em 2017, ele foi co-fundador da “Crooked Media”, onde é co-apresentador do “Pod Save America” e apresentador do “The Wilderness”.


Aliás, o The Wilderness é um documentário da Crooked Media & Two-Up sobre a história e o futuro do Partido Democrata(esquerda nos EUA).


Jon Favreau, à época, também seguia o perfil Sleeping Giants dos EUA.⤵️
26/35) Vamos rever os nomes que aparecem na lista de perfis seguidos pelo perfil do Sleeping Giants [@ slpng_giants], curiosamente numa ordem que sugere terem sido incluídos sequencialmente após o perfil ter seguido Favreau.⤵️
27/35) Além dos fatos que mostram os primeiros perfis seguidos pelo Sleeping Giants tendo alguma ligação com o ex-presidente Barack Hussein Obama II, por meio de Jon Favreau, as atividades de Favreau, após sua saída da Casa Branca, sinalizavam mais ações com um significativo grau de comparação em relação à estratégia de Goebbels.

Em janeiro de 2017, Jon Favreau co-fundou a empresa de mídia liberal Crooked Media com os também ex-funcionários de Obama, Tommy Vietor e Jon Lovett , e começou a co-hospedar o podcast político “Pod Save America” com Vietor, Lovett e Dan Pfeiffer.

A Crooked Media seria a continuação do trabalho de Jon Favreau, agora que a esquerda havia perdido a disputa pela Casa Branca.

E assim aconteceu.

No primeiro mês do início do governo Trump surge a Crooked Media.⤵️
28/35) Curiosamente, tanto Favreau quanto os outros estiveram envolvidos com Barack Obama e estão ligados à esquerda dos EUA.

Algumas questões levantadas à época.

Teria sido o perfil Sleeping Giants uma estratégia da esquerda dos EUA para combater, ao estilo Goebbels, os conservadores?

Será que usaram o termo “Fake News” e “Discurso de Ódio” para ocultar ser uma reformulação da estratégia de Goebbels pela qual a esquerda nos EUA perseguiria conservadores e aqueles que apoiam princípios e valores oriundos da cultura judaico-cristã?


Obama e a esquerda nos EUA teriam orquestrado esta campanha onde membros da Casa Branca, durante a gestão Obama, estariam envolvidos?

Vale ressaltar que o Sleeping Giants surge no auge da disputa americana para presidente, em 2016.⤵️
29/35) Em novembro de 2016, logo após Donald Trump ter sido eleito Presidente dos EUA, Matt Rivitz surge alegando que soube pela imprensa do papel desempenhado pelo portal Breitbart News naquela eleição histórica e, claro, elege o Breitbart seu alvo principal para iniciar o que seria a maior campanha de perseguição desde a estratégia adotada por Goebbels na Alemanha nazista.


No mês(11/2016) Matt Rivitz cria o perfil “Sleeping Giants” [@ slpng_giants] no antigo Twitter com uma única missão:

Convencer as empresas de que a publicidade de seus produtos apareciam em sites como o Breitbart que ele, de forma pejorativa, passou a classificar como "extrema direita", propagadores de “Fake news” e “discurso de ódio”.

Seja como for, Donald Trump foi eleito presidente dos EUA naquele ano (2016) e a imprensa americana acabou aceitando o argumento de que Matt Rivitz e Nandini Jammi seriam realmente os co-fundadores do Sleeping Giants.

A pergunta que ninguém foi atrás da resposta é:

Quais foram os idealizadores por trás da estratégia, ou seja, trazendo para o contexto do excelente vídeo sobre o caso Choquei que o Daniel Penin produziu, quem estava no topo da pirâmide construída para dar sustentação e operacionalizar uma gigantesca estrutura preparada para acusar e perseguir pessoas que se identificavam com o conservadorismo(direita)?⤵️
30/35) Qual a importância dos atores ligados ao setor de propaganda e marketing para o sucesso da estratégia de perseguição da direita e qual seu impacto no ambiente da propaganda no Brasil?


Os acontecimentos recentes, no Brasil, parecem repletos de elementos capazes ajudar na resposta da questão acima.

Entretanto, vamos recordar um detalhe sobre a penetração do Omni Group no mercado brasileiro.


A entrada do Grupo Omnicom no mercado brasileiro ocorre no ano de 2015.

“Não posso falar sobre o assunto”, disse ao Meio & Mensagem o CEO do Grupo ABC, Guga Valente, naquela sexta-feira(20/11/2015), sobre a venda da holding brasileira(Grupo ABC) para o grupo norte-americano Omnicom, confirmada à reportagem por outras fontes próximas à negociação.


Apesar das duas partes serem sócias desde a fundação do ABC, em 2002, quando o grupo foi lançado com a marca Ypy, por Guga e Nizan Guanaes, o relacionamento societário da dupla brasileira com o Omnicom era anterior ao lançamento do ABC.⤵️
31/35) Em 1997, Guga e Nizan venderam para a rede DDB, integrante da holding norte-americana, o controle acionário da DM9, agência que haviam comprado de Duda Mendonça em 1989.

Até este momento, o Omnicom tinha participações em quatro agências administradas pelo Grupo ABC:

a multinacional era majoritária na DM9DDB(60%) e no escritório local da Interbrand(60%), e detinha participações minoritárias na Africa(15%) e na Loducca(9%).

A aquisição do ABC pelo Omnicom Group seria anunciada oficialmente na segunda-feira, 23/11/2015.


Como geralmente acontece nesse tipo de acordo, o contrato assinado previa a permanência de Guga e Nizan no comando do ABC por um prazo mínimo de cinco anos.⤵️
32/35) Em 02 de maio de 2016, a notícia foi confirmada pelo portal ADNEWS com a seguinte matéria:

Após meses de negociação e muita especulação, incluindo uma suposta investida da WWP, o grupo ABC, de Nizan Guanaes, foi vendido para o americano Omnicom.

De acordo com informações da coluna do jornalista Lauro Jardim, tratava-se de um negócio de aproximadamente 1 bilhão de reais, o que tornaria a transação a maior da história da propaganda no Brasil.

O valor total da compra deveria ser quitado ao final de cinco anos.

Vale lembrar que, além de Nizan e Guga, o Grupo ABC tinha como sócios o fundo Kinea(Itaú) e o Grupo Icatu.

Africa, CDN, Loducca, DM9 e outras agências também estavam no guarda chuva da empresa.⤵️
33/35) Como mencionado anteriormente, os fatos recentes ocorridos no Brasil, devem fornecer a cada leitor desta thread os elementos necessários para, à luz das conexões de algumas figuras da esquerda nos EUA por trás do Sleeping Giants (EUA) e das possíveis conexões com gigantes da publicidade, elementos com os quais possam olhar o que aconteceu lá(EUA) e o que está acontecendo aqui em relação ao grande aparato repressivo e de perseguição ao espectro político de direita no país.⤵️
34/35) Tanto o excelente vídeo do Daniel Penin, quanto esta thread, no mínimo, deveriam servir como base para reflexão da direita brasileira quanto ao nosso(de todos nós) compromisso em buscar adequar a Forma ao Conteúdo com o qual nos manifestamos na internet, em especial nas plataformas de redes sociais.

Se conseguimos enxergar uma máquina gigantesca preparada para acusar e validar o mesmo tipo de perseguição que Goebbels empreendeu contra os que pensavam diferente do que desejava o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães para os judeus, torna-se urgente entendermos quão importante é adequar nossas manifestações à forma com o qual a apresentamos nas plataformas digitais.


Se não tomarmos tal cuidado, quão fácil será para qualquer um usar as estratégias de Goebbels quando diz:

“A propaganda jamais apela à razão, mas sempre à emoção e ao instinto.”, para atrair os desavisados ao compartilhamento, impulsionando manifestações completamente desprovidas da necessária sinergia entre a Forma e o Conteúdo, validando todo tipo de acusação e perseguição, e pior, possivelmente com auxílio de uma estrutura tão gigantesca que não se pode olhar diretamente o topo da sua cadeia de comando.⤵️
35/35) Se você se identifica com o espectro político à direita, seja cuidadoso com o que postar, compartilhar nas redes, principalmente para não estejas, ainda que indiretamente, validando um ambiente de perseguição às liberdades conquistadas à duras penas.

Se cada um estiver preocupado mais com as liberdades do que com likes, certamente começaremos por nós a tarefa de impedir sejamos pegos por qualquer que seja a máquina de propaganda utilizada para calar esse ou àquele espectro político.

Nosso trabalho de trazer informações e propor reflexões sobre os mais diversos temas não terá nenhum valor se não somos capazes melhorar a forma como nos comportamos frente aos desafios aqui abordados.

Reflitam:

Não mudaremos nada, nem ninguém à nossa volta, se não somos capazes mudar nossas atitudes.
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1/3) O poder da comunicação – Forma e Conteúdo


O problema de uma comunicação desprovida da responsabilidade em se adequar à forma ao conteúdo é que, apesar de chegar a todos no meio onde é propagada, seu efeito positivo será nulo e só alcançará àqueles que não se sentem responsáveis pela forma como pretendem alcançar seus objetivos.

Se por um lado a mensagem desprovida da responsabilidade do emissor em adequar seu conteúdo à forma com a propagará só encontrará abrigo num público ao qual ninguém gostaria de estar associado, por outro servirá de combustível para invalidar todas as questões mal comunicadas, embora legítimas como fato perturbador da ordem político-social.

Logo, parece-me, em muitos casos, que há um sistemático aproveitamento de alguns em relação aos mais incautos, bastando para tal que se elabore um banner, meme em vídeo ou no formato mais adequado à plataforma que se deseja utilizar como meio de propagação e logo as pessoas começam a compartilhar sem ao menos questionarem se o conteúdo comunica preocupação de parte significativa da sociedade ou revela falta de responsabilidade em adequar à mensagem ao conteúdo que a manifesta preocupação apresenta como reivindicação?

Alguém te xingou nas redes?

Todas as plataformas de redes sociais possuem recurso de bloqueio. Sem palavras, sem agressões o bloqueio torna-se a melhor resposta, pois não produz provas com as quais alguns chamarão atenção para a forma, impedindo que seu conteúdo atraia a atenção daqueles que se quer sabiam sobre o mesmo.

Isto tem a nuance da estratégia do espantalho, muito abordada em dialética, onde sem condições de atacar as ideias apresentadas pelo oponente num debate, busca-se descaracterizá-lo.

Uma vez que o oponente num debate está descaracterizado, quem se importará com os argumentos que não foram apresentados para derrotar suas ideias?

Tenho observado, desde 2019, e num ritmo crescente, postagens que demonstram um certo grau de conhecimento da parte do emissor, mas carregadas de termos pejorativos, apelidos jocosos e tantas outras “pegadinhas” que invalidariam qualquer autoridade que delas se utilizassem para formar consciência coletiva sobre o tema abordado.

Enquanto no outro espectro político observo crescente o trabalho dos que tentam adequar a forma ao conteúdo com o qual transmitem suas mensagens.

Enquanto alguns deles invadem as postagens com comentários forçando, os mais incautos, responder e colocar em descrédito a mensagem que a publicação propõe difundir, quando se trata da comunicação deles, não há nenhuma demonstração de que desconhecem a importância em adequar forma e conteúdo.

Salvo nas postagens pega-moscas. Ah, essas são completamente desprovidas, pois seu intuito é aproveitar o domínio dos meios de comunicação de massa, da mídia mainstream e fazer grudar nelas o maior número de incautos possíveis.

É Exatamente o ponto onde parece haver um aproveitamento sistemático de quem já percebeu que a melhor forma de neutralizar o impacto de uma mensagem é impedir seja comunicada com responsabilidade capaz instar o emissor ao dever de adequar sua mensagem na forma e conteúdo que melhor sinergia seja empregada no seu alcance para além do seu meio[de sua própria bolha].


Há duas passagens bíblicas do Novo Testamento que me encantam quanto ao potencial que detêm para nos convidar à reflexão sobre Forma e Conteúdo.

Em ambas estão o conhecimento dos meios disponíveis, das liberdades, das potencialidades e das licitudes.

Na primeira, temos o Cristo do Eterno explicando que não se costura um remendo novo num vestido velho, sob a pretensão de que o remendo, por ser novo, evitará que o vestido rasgue novamente.

Quando, na verdade, o vestido, que continua sendo velho, tenderá a rasgar-se ao redor do local onde o remendo fora costurado, e um rasgo maior surgirá em seu lugar.

Resultado: desperdício de tempo e recursos em uma solução meramente temporária.