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Este canal propõe um olhar diferente sobre os fatos.
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16/22) Destaque para Reações dos Apoiadores do Presidente:

A narrativa pode realçar a reação dos apoiadores do presidente, retratando-os como céticos em relação às instituições que supostamente deveriam proteger a democracia.

O “Efeito Manada” poderia influenciar a percepção e as ações de um grande número de pessoas que passariam a atacar as instituições, em vez de recepcionarem como uma “denúncia” que, como qualquer outra, carece de elementos probatórios os quais possam consubstanciá-la.

Neste cenário hipotético, como resultado prático o grupo sob o “Efeito Manda”, com grande facilidade seria neutralizado como massa formadora de opinião e, consequentemente seu poder de influenciar o ambiente político estaria refém das narrativas que o lado que controla a grande mídia desejar seja propagado.
17/22) Mas o e quanto ao indivíduo que iniciou o “Efeito Manada”?

Considerando a psicologia social e como ela descreve o “Efeito Manada” ou “Comportamento de Rebanho”, através de conceitos como “Conformidade” e “Influência Social”, onde as ações ou opiniões de outros membros do grupo afetam o comportamento de um indivíduo, quer pela pressão normativa (desejo de ser aceito pelo grupo) ou pela pressão informativa (acreditar que o divulgador possui informações corretas), o indivíduo que deflagrou o “Efeito Manada” conseguirá passar como alguém que tentou alertar, está sendo alvo de perseguição e todos, com raríssimas exceções, acreditariam.

Agora tente imaginar isso aplicado em tantos outros contextos onde o indivíduo preferiu o voo solitário a contar com os caminhos legais para efetivar uma denúncia?

Ah, ninguém daria a devida importância para tal denúncia.
18/22) Talvez isso pudesse ser compreendido como um sinal para apontar que um ambiente mais apropriado deveria ser construído para que a denúncia fosse feita.

Mas isso só aconteceria se realmente estivéssemos falando de trabalho em equipe pelo bem do país e não de ações individualistas que só trazem problemas para determinado grupo.
19/22) Para terminar, com a aplicação efetiva e bem-sucedida do “Efeito Manada” vem o tão desejado controle da internet.

No que se refere à regulamentação da internet, o fenômeno conhecido como “Efeito Manada” manifesta-se quando eventos específicos, como incidentes de segurança cibernética, casos de abuso online ou tragédias como suicídios, desencadeiam uma reação em massa que promove a pressão por regulamentações mais rigorosas.

Nesse cenário, embora a legítima preocupação com a segurança online seja compreensível, a urgência muitas vezes resulta em decisões precipitadas.

Este contexto propicia a formulação de políticas mal concebidas que, além de carecerem de uma abordagem ponderada, podem potencialmente favorecer ações de partes interessadas que se sentem ameaçadas pelo impacto das redes sociais.
20/22) Principalmente pelo advento dessas plataformas, com seu potencial para facilitar a comunicação direta entre a sociedade e seus representantes, assim como para propiciar o surgimento de “outsiders”, tornando-as um terreno propício para o exercício de maior controle das ditas partes ameaçadas.

Embora os apoiadores das partes ora ameaçadas pelo advento das plataformas de redes sociais não percebam, essa tentativa de se aproveitar do “Efeito Manada” pode, por conseguinte, comprometer a liberdade e a natureza democrática da rede e isso afetará todos sem distinção sobre em qual espectro político situam-se.
21/22) Como prevenir a instrumentalização do “Efeito Manada” para impor controle sobre a internet, especialmente nas redes sociais?

Adotar uma abordagem informada e estratégica que considere a sinergia entre Forma e Conteúdo nas manifestações sobre diversos temas é essencial.

Independentemente dos temas estarem nos “Top Trends” ou não, a habilidade de adaptar o conteúdo das manifestações à forma como é disponibilizado publicamente é crucial.

Se essa adaptação não for realizada de maneira eficaz, sempre existirá o risco de alcançarmos resultados aquém do esperado.
22/22) Ou seja, sem adequarmos a forma ao conteúdo com o qual nos manifestamos, publicamente e sobre os mais variados temas nas redes, alimentaremos políticas que limitarão ainda mais as liberdades de expressão e manifestação do espectro político com o qual nos identificamos.

Desde de janeiro de 2019, observo que a direita que nasceu no período pós impeachment e que foi vitoriosa nas eleições de 2018, guardadas as devidas proporções, não soube articular suas mensagens de maneira eficiente, alcançando resultados negativos.

Assim sendo, acredito que a direita enfrenta um dilema: decidir se está disposta a aprender a adequar a Forma ao Conteúdo e a aplicar esse conhecimento como uma condição crucial para evitar que o “Efeito Manada” seja explorado para fins de controle da internet, entre outros.

Esta é uma decisão de cada um e ela só será encarada como parte dos problemas que jazem à porta das nossas liberdades se estivermos dispostos a sofrer transformações em benefício das transformações as quais desejamos ocorram nos espaços da nossa cidadania.
“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.“

Provérbios 4:23

Após uma sexta-feira determinante, Roma estava tranquila, pois o poder do Estado prevalecera.

O sumo sacerdote do território ocupado sentia-se aliviado por ter assegurado a paz após três anos tumultuados por um homem e seus seguidores.

No epicentro desse drama, um grupo permanecia oculto, aterrorizado, tentando reunir os fragmentos da esperança que se despedaçara dentro deles.

Diante de todas as perdas, a paz se destacava como a mais visível e profunda.

Numa pequena casa, homens e mulheres se reuniam, buscando compreender o momento ímpar que viviam, enquanto lhes faltava o essencial – a paz.

Um ditado, pesado como a atmosfera que os envolvia, ecoava a importância desse elemento fundamental:

"É preferível passar três dias com fome a viver um minuto sem paz."

Aquele que não está em paz não enxerga claramente os fatos ao seu redor; a falta de clareza impede a compreensão, resultando na perda da capacidade de liderar a si mesmo e aos que estão sob seus cuidados e influência.

Permanecer em paz, ao contrário do que muitos supõem, não significa se render ou capitular.

Permanecer em paz implica não se deixar moldar pela percepção alheia quando esta desafia o comportamento necessário para alcançar objetivos, desdenhando da fé na providência divina.

Permanecer em paz permite identificar o oportunismo daqueles que se aproveitam de um ambiente de medo, incertezas e abandono da fé.

É, antes de tudo, reconhecer que temos acesso à verdadeira fonte da paz incondicional.

Paz incondicional que não depende das circunstâncias, dos acordos, das conveniências ou dos arranjos.

Paz que nos capacita olhar para o horizonte, mesmo diante de promessas de tempestades, mantendo o coração cheio de esperança.

Essa paz não está disponível no mercado de soluções convencionais, nas composições políticas ou nos atos dos poderes.

Essa paz reside na esperança depositada no Eterno e em Seu Cristo, confiantes de que Ele sempre trabalha para aqueles que Nele esperam.

Não por acaso, voltando àquela sexta-feira, quando o domingo chegou, após a ressurreição, aqueles homens e mulheres amedrontados, incapazes de compreender completamente o que acontecera, receberam a única coisa capaz de reorganizar suas vidas, propósitos e prioridades.

Não receberam armas, cursos ou promessas.

Ele simplesmente disse: “Paz seja convosco.”


“Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco.” (Evangelho de São João 20:19)

Independentemente de suas necessidades naquele momento, sem paz tudo seria em vão.

Uma vez em paz, era hora de abrir as portas e se preparar para a missão que sentiam incumbidos – viver em paz e sem medo.

Aquele que vive em paz semeia paz, e quem vive sem medo mantém um olhar esperançoso sobre o futuro.

Às vésperas do ano 2024, aqui estamos nós, acompanhados de uma palavra que sobreviveu a tantas perseguições, testemunhando o que homens em paz foram capazes realizar.

Acalmemos nossos corações, não porque fomos vencidos e nada mais há por fazer, mas porque compreendemos que através do Cristo temos acesso a uma paz que excede todo entendimento, sendo suficiente para compreendermos a missão para a qual fomos designados e suportarmos as dores do presente tempo.

Que, em 2024, a paz do Eterno, oferecida gratuitamente por meio de Seu Cristo, repouse sobre ti e toda a tua família.
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CHOQUEI - Lacrando Vidas
Autor: Daniel Penin
1/35) Aproveitando o excelente trabalho realizado pelo Daniel Penin, no vídeo acima, vamos relembrar uma thread publicada no X(antigo Twitter) em 26 de agosto de 2020.

Sleeping Giants - A estratégia por trás dos fatos e o
Goebbels do século XXI.


Vamos caminhar um pouco.⤵️
2/35) No dia 14/04/1943, em seu diário sobre a guerra que o governo nazista fazia contra a liberdade de imprensa, Joseph Goebbels, que havia sido jornalista, escreveu:

"Qualquer homem que ainda tenha um resíduo de honra tomará todo cuidado para não se tornar jornalista".

A palavra propaganda apareceu pela primeira vez em 1622, quando o papa Gregório XV convocou uma comissão de cardeais – a Congregatio Propaganda Fiade – para difundir a palavra cristã em missões estrangeiras.⤵️
3/35) Durante 300 anos despertou interesse de muita gente, inclusive de Pavlov, mas foi só em 1925, a partir do primeiro encontro entre Hitler e Goebbels, que os estudos sobre a capacidade de manipular as massas, na teoria e na prática, começaram a se desenvolver cientificamente.

As práticas mais modernas do marketing, baseadas em pesquisas nas emoções humanas mais do que na razão, têm seu berço no nazismo.⤵️
4/35) O movimento nazista na Alemanha dos anos 1920 ainda não era um partido e não chegava a ter 1.000 filiados quando Goebbels, contratado por Hitler, iniciou-se nas primeiras estratégias do que hoje chamamos de marketing, para difundir as ideias do nacional-socialismo.⤵️

A apropriação da cor vermelha para confeccionar os cartazes publicitários marcou um primeiro e pequeno golpe para desestabilizar as ideias comunistas.⤵️
5/35) Domínio das emoções

Goebbels, que já era doutor em filosofia, aprofundou-se nas ideias de Marx, Engels e Rathenow, com o único objetivo de combatê-las, atacando-as com sutileza e ironia nas fraquezas e com força e dogmatismo em seus pontos fortes.


Obs.: São fatos históricos - não confundir com defesa à favor do socialismo.

Tenham paciência e conheçamos os caminhos que Goebbels traçou e o quanto podemos identificar nele os elementos dos fatos presentes em nosso tempo.

"A propaganda jamais apela à razão, mas sempre à
emoção e ao instinto."


A frase acima, que encerra os princípios éticos do marketing ultramoderno, foi proferida em 1934 por Goebbels – o homem que ficou ao lado de Hitler até o fim.⤵️
6/35) Craque na oratória, Goebbels costumava dizer que ‘as grandes revoluções não são feitas por intelectuais e grandes escritores, mas por grandes oradores’.

Goebbels sabia como aproveitar até mesmo os insultos dirigidos aos nazistas, fazendo tamanha elucubração com as palavras que o nacional-socialismo só crescia e se fortalecia, enquanto o comunismo arrefecia.

Segundo Goebbels, ministro de Esclarecimento e Propaganda do Terceiro Reich, "depois que a propaganda conscientizou todo um povo a respeito de uma ideia, a organização pode obter o máximo de benefícios com a ajuda apenas de um punhado de pessoas".⤵️
7/35) Na Alemanha, Goebbels mantinha o domínio das emoções do povo e o ministério que dirigia contava com vários departamentos que se ocupavam de cultura e publicidade, rádio, cinema, teatro, música e arte, política, lei e finanças, cerimonial, juventude, problemas raciais e viagens, e o mais curioso: proteção contra a contrapropaganda no país e no exterior.

Um homem, um jornal e a propaganda que preparou o ambiente para o domínio do Nazismo.

O Der Stürmer foi o jornal anti-semita mais notório da Alemanha.

O líder provincial nazista [Gauleiter] Julius Streicher, era um antigo professor de escola secundária que havia se transformado em ativista nazista, e era o editor e diretor daquele jornal.⤵️
8/35) O jornal foi publicado por mais de 20 anos, de 1923 a 1945, divulgando histórias sensacionalistas de "assassinatos rituais", crimes sexuais e fraudes financeiras teoricamente cometidas por judeus.

Durante a República de Weimar, as alegações ofensivas e difamatórias do Der Stürmer tinham como resultado frequente a abertura de processos judiciais contra Streicher e contra o jornal por parte das organizações e dos políticos judeus afetados pelas suas mentiras.⤵️