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Este canal propõe um olhar diferente sobre os fatos.
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10/10) Talvez examinar o termo ανθρώπου (Humano) como um caso genitivo que indique relação com o ser humano como espécie, diferentemente de άνθρωπος (Homem) que estabelece uma relação entre duas coisas ou pessoas especificamente, permita-nos um novo olhar para Ap.13;18 e o emprego do termo ανθρώπου(Humano).

Procure ajuda de um bom léxico ou de quem tenha domínio do grego [o que não é o meu caso] e estude para conferir o que deixo nesta thread.

Não há nenhuma intenção de criticar quem interpretou de forma diferente o genitivo empregado. Minha intenção aqui é apenas apontando um caminho...
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10/10) Talvez examinar o termo ανθρώπου (Humano) como um caso genitivo que indique relação com o ser humano como espécie, diferentemente de άνθρωπος (Homem) que estabelece uma relação entre duas coisas ou pessoas especificamente, permita-nos um novo olhar…
Pensem no caso genitivo como referindo-se a natureza da qual origina-se algo o qual pretende-se evidenciar de que deriva(do que é feito etc)... Neste caso teríamos algo criado a partir do que é humano e não especificamente de uma pessoa humana...

Ao destacar isso e para entender as suas implicações, considere o carbono como o elemento mais abundante em nós..

Depois considere sua fórmula atômica composta por

6 prótons

6 nêutrons

6 elétrons

Eis o ponto para o qual, penso eu, uma pesquisa mais apurada pode contribuir muito.

Ajudando-nos ver o texto de Ap. 13;18 como que estabelecendo ser a marca o número humano no sentido genitivo e não o nome de uma pessoa específica.
1/12) Reflexão: Apocalipse fala acerca de duas bestas.

Vamos caminhar um pouco.

1º A Besta que Saiu do Mar

2º A Besta que Saiu da Terra

Vamos a proposição desta reflexão.

Mar na simbologia bíblica pode ser alusivo ao ajuntamento dos povos, mas sob a perspectiva de reinos/nações.⤵️
2/12) Neste sentido a 1ª Besta parece surgir deste mar, ou seja, deste construto que tem como elemento base um conjunto de nações pactuadas sobre objetivos comuns os quais servem ao seu propósito.⤵️
3/12) Enquanto Terra traz uma forte conotação com o homem, tendo em vista ser o único, dentre a criação, a ter neste elemento a sua matéria prima.⤵️
4/12) O que leva-me a compreender a Besta que sai da terra como diretamente relacionada com uma ideologia ou um construto que toma forma a partir de ideais e propostas revolucionárias que, mesmo sofísticos tanto quanto utópicos, moldam sistemas e/ou regimes de governo.⤵️
5/12) Minha proposição aponta para as duas figuras bestiais como sendo:

Um conglomerado de nações reunidas sob alegações de que o mundo precisa de uma governança global.

Um sistema/regime de governo compatível com um mundo onde seja possível haver uma governança global.⤵️
6/12) Note que o autor de Apocalipse, mesmo destacando quão terríveis seriam as ações das duas bestas, atenta para detalhes os quais, muitas vezes, passam desapercebidos.

Detalhe: As Bestas não surgem pelo seu próprio "poder", mas por concessões.

Vejamos alguns trechos:⤵️
7/12) "O dragão deu à besta o seu poder, o seu trono e grande autoridade." Ap 13;2

"À besta foi dada uma boca para falar palavras arrogantes e blasfemas, e lhe foi dada autoridade para agir durante quarenta e dois meses." Ap 13;5⤵️
8/12) "Foi-lhe dado poder para guerrear contra os santos e vencê-los."

"Foi-lhe dada autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação." Ap 13;7

Notaram que seu "poder" origina-se de concessões?

De onde vieram tais concessões? Quem deu-lhes o "poder" que exercem?⤵️
9/12) Qual evento teria impacto mundial ao ponto de estabelecer uma autoridade que exerça poder sobre todas as demais nações?

Seja qual for, tal evento dará a besta poder para elevar-se acima da soberania dos povos e nações regidos por acordo/tratados internacionais vigentes.⤵️
10/12) 2º Detalhe: Quando São João fala sobre a Besta que sobe da Terra, traz a natureza de sua missão - promover adoração à 1ª Besta cuja ferida mortal fora curada.

"Ordenou-lhes que fizessem uma imagem em honra à besta que fora ferida pela espada e contudo revivera." Ap 13;14⤵️
11/12) Considerando que espada pode ser alusivo à guerras, a Besta que surge do mar(nações) pode ter tido um grande contratempo que quase custou-lhe a existência.

Longe de dizer quem está correto ou errado na leitura destes trechos do Apocalipse, penso seja importante um olhar para esta proposição em comparação com os fatos contemporâneos e assim cada um tomar leitura à luz de suas próprias constatações.⤵️
12/12) Aqui limito-me ofertar tal proposição na esperança que não tenhamos medo quando a condição para melhorar nossa compreensão, acerca de verdades bíblicas envoltas em mistérios, for um novo nascimento.


Hoje sabemos que melhor é nascer de novo que desaparecer sorrateiramente na escuridão de um viver calcado em sofismas.

Nascer de novo é aceitar despojar-se do velho pela excelência do novo.

Eis o que desejo com esta proposição.
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1/2) No primeiro vídeo temos alguém narrando o passado(Marian Turski, sobrevivente de Auschwitz).

A mesma sociedade que não entendia como o holocausto foi possível, hoje apressa-se para validar medidas que paulatinamente vão criando um estado totalitário.

Sem ao menos levar em conta que desta vez o alvo é a liberdade, primeiro dos "NEGACIONISTAS", depois de todos.
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2/2) No segundo, temos alguém do nosso tempo denunciando o perigo que ronda nossas liberdades e democracia, citando como alerta a Austrália.

Christine Anderson
(Porta-voz política do grupo parlamentar ID no parlamento da União Europeia para os direitos das mulheres, bem como cultura e educação, coordenadora nas comissões FEMM e CULT)

"Em nenhum momento da história, as pessoas que forçam os outros a se submeterem, são os mocinhos"

"O 'Bem da humanidade' sempre foi o álibi dos tiranos"

"Você não percebe que essa vacina não o protege da COVID? No entanto, protege você da opressão do governo. Pelo menos por enquanto!"

"Você precisa entender que não se trata de quebrar a quarta onda, mas de quebrar as pessoas".
1/18) Qual o maior desafio apresentado por autoridades no mundo inteiro decorrentes das medidas adotadas sob alegação de combate à pandemia?

Vamos caminhar um pouco.⤵️
2/18) Num primeiro momento pensamos, vacinação.

Entretanto, começam a surgir, na própria imprensa, relatos sobre cidadãos vacinados os quais testaram positivos para a nova variante denominada "omicrom".

Logo, há forte tendência para que o maior desafio a ser apresentado seja o real estado de saúde quanto ao contágio pelo COVID-19 e/ou suas variantes.⤵️
3/18) Novamente pensamos - o passaporte sanitário está sendo implementado exatamente para promover um meio capaz aferir o estado de saúde do cidadão.

Então nos deparamos com alguns relatos de testes com resultado falso-positivo e outros sobre falsificação do chamado "passaporte sanitário".⤵️
4/18) Ao invés de um, temos dois grandes desafios que surgem no atual senário de pandemia do COVID-19:

Saber quem aceitou ser inoculado com as "vacinas" liberadas em caráter experimental.

Saber o real estado de saúde, em relação a COVID-19 e/ou suas variantes, por meio de um "passaporte sanitário" sem que seja possível falsificá-lo.⤵️
5/18) Como tomamos percepção correta dos fatos ao nosso redor e os caminhos pelos quais possam surgir propostas para solucionar ambos os problemas com a mesma solução?

Não vejo outra ferramenta melhor do que o conhecimento de tecnologias as quais podem, sinergicamente, propor solução aos dois pontos aqui apresentados.⤵️