6/10) O caso genitivo exprime relações de posse entre substantivos ou atribui propriedades ao substantivo a que se liga.
Em línguas com flexão casual (como o latim, o grego, o alemão moderno, etc.), o genitivo é morfologicamente traduzido por uma terminação ou desinência específica, que o distingue dos outros casos.⤵️
Em línguas com flexão casual (como o latim, o grego, o alemão moderno, etc.), o genitivo é morfologicamente traduzido por uma terminação ou desinência específica, que o distingue dos outros casos.⤵️
7/10) No inglês.
O caso genitivo (genitive case, em inglês) refere-se ao uso de ’s para indicar a relação de possessão ou de origem (inventor) entre duas coisas ou pessoas. Pode ser indicativo também de alguma característica de alguém.⤵️
O caso genitivo (genitive case, em inglês) refere-se ao uso de ’s para indicar a relação de possessão ou de origem (inventor) entre duas coisas ou pessoas. Pode ser indicativo também de alguma característica de alguém.⤵️
8/10) Alguns exemplos do caso genitivo em inglês:
Carl’s house.
A casa de Carl.
Einstein’s theory.
A teoria de Einstein.
Atwood’s book.
O livro de Atwood (sendo ela a escritora).
Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/ingles/genitive-case.htm ⤵️
Carl’s house.
A casa de Carl.
Einstein’s theory.
A teoria de Einstein.
Atwood’s book.
O livro de Atwood (sendo ela a escritora).
Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/ingles/genitive-case.htm ⤵️
Mundo Educação
Genitive case: o que é, formas, como usar - Mundo Educação
Saiba tudo sobre o “genitive case”. Entenda quando usar o -’s e a estrutura of para indicar possessão ou origem de algo corretamente.
9/10) Entretanto, voltando ao emprego na língua grega, o termo ανθρώπου (anthrópou) que significa "Humano" traz um sentido mais amplo do genitivo quando aponta para algo que é próprio ou tem sua origem no humano e não em um homem específico.
Neste sentido, ao depararmo-nos com o termo ανθρώπου(anthrópou) interpretaremos como algo que pertence a um homem específico ou ao gênero humano?⤵️
Neste sentido, ao depararmo-nos com o termo ανθρώπου(anthrópou) interpretaremos como algo que pertence a um homem específico ou ao gênero humano?⤵️
10/10) Talvez examinar o termo ανθρώπου (Humano) como um caso genitivo que indique relação com o ser humano como espécie, diferentemente de άνθρωπος (Homem) que estabelece uma relação entre duas coisas ou pessoas especificamente, permita-nos um novo olhar para Ap.13;18 e o emprego do termo ανθρώπου(Humano).
Procure ajuda de um bom léxico ou de quem tenha domínio do grego [o que não é o meu caso] e estude para conferir o que deixo nesta thread.
Não há nenhuma intenção de criticar quem interpretou de forma diferente o genitivo empregado. Minha intenção aqui é apenas apontando um caminho...
Procure ajuda de um bom léxico ou de quem tenha domínio do grego [o que não é o meu caso] e estude para conferir o que deixo nesta thread.
Não há nenhuma intenção de criticar quem interpretou de forma diferente o genitivo empregado. Minha intenção aqui é apenas apontando um caminho...
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10/10) Talvez examinar o termo ανθρώπου (Humano) como um caso genitivo que indique relação com o ser humano como espécie, diferentemente de άνθρωπος (Homem) que estabelece uma relação entre duas coisas ou pessoas especificamente, permita-nos um novo olhar…
Pensem no caso genitivo como referindo-se a natureza da qual origina-se algo o qual pretende-se evidenciar de que deriva(do que é feito etc)... Neste caso teríamos algo criado a partir do que é humano e não especificamente de uma pessoa humana...
Ao destacar isso e para entender as suas implicações, considere o carbono como o elemento mais abundante em nós..
Depois considere sua fórmula atômica composta por
6 prótons
6 nêutrons
6 elétrons
Eis o ponto para o qual, penso eu, uma pesquisa mais apurada pode contribuir muito.
Ajudando-nos ver o texto de Ap. 13;18 como que estabelecendo ser a marca o número humano no sentido genitivo e não o nome de uma pessoa específica.
Ao destacar isso e para entender as suas implicações, considere o carbono como o elemento mais abundante em nós..
Depois considere sua fórmula atômica composta por
6 prótons
6 nêutrons
6 elétrons
Eis o ponto para o qual, penso eu, uma pesquisa mais apurada pode contribuir muito.
Ajudando-nos ver o texto de Ap. 13;18 como que estabelecendo ser a marca o número humano no sentido genitivo e não o nome de uma pessoa específica.
1/12) Reflexão: Apocalipse fala acerca de duas bestas.
Vamos caminhar um pouco.
1º A Besta que Saiu do Mar
2º A Besta que Saiu da Terra
Vamos a proposição desta reflexão.
Mar na simbologia bíblica pode ser alusivo ao ajuntamento dos povos, mas sob a perspectiva de reinos/nações.⤵️
Vamos caminhar um pouco.
1º A Besta que Saiu do Mar
2º A Besta que Saiu da Terra
Vamos a proposição desta reflexão.
Mar na simbologia bíblica pode ser alusivo ao ajuntamento dos povos, mas sob a perspectiva de reinos/nações.⤵️
2/12) Neste sentido a 1ª Besta parece surgir deste mar, ou seja, deste construto que tem como elemento base um conjunto de nações pactuadas sobre objetivos comuns os quais servem ao seu propósito.⤵️
3/12) Enquanto Terra traz uma forte conotação com o homem, tendo em vista ser o único, dentre a criação, a ter neste elemento a sua matéria prima.⤵️
4/12) O que leva-me a compreender a Besta que sai da terra como diretamente relacionada com uma ideologia ou um construto que toma forma a partir de ideais e propostas revolucionárias que, mesmo sofísticos tanto quanto utópicos, moldam sistemas e/ou regimes de governo.⤵️
5/12) Minha proposição aponta para as duas figuras bestiais como sendo:
1ª Um conglomerado de nações reunidas sob alegações de que o mundo precisa de uma governança global.
2ª Um sistema/regime de governo compatível com um mundo onde seja possível haver uma governança global.⤵️
1ª Um conglomerado de nações reunidas sob alegações de que o mundo precisa de uma governança global.
2ª Um sistema/regime de governo compatível com um mundo onde seja possível haver uma governança global.⤵️
6/12) Note que o autor de Apocalipse, mesmo destacando quão terríveis seriam as ações das duas bestas, atenta para detalhes os quais, muitas vezes, passam desapercebidos.
1º Detalhe: As Bestas não surgem pelo seu próprio "poder", mas por concessões.
Vejamos alguns trechos:⤵️
1º Detalhe: As Bestas não surgem pelo seu próprio "poder", mas por concessões.
Vejamos alguns trechos:⤵️
7/12) "O dragão deu à besta o seu poder, o seu trono e grande autoridade." Ap 13;2
"À besta foi dada uma boca para falar palavras arrogantes e blasfemas, e lhe foi dada autoridade para agir durante quarenta e dois meses." Ap 13;5⤵️
"À besta foi dada uma boca para falar palavras arrogantes e blasfemas, e lhe foi dada autoridade para agir durante quarenta e dois meses." Ap 13;5⤵️
8/12) "Foi-lhe dado poder para guerrear contra os santos e vencê-los."
"Foi-lhe dada autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação." Ap 13;7
Notaram que seu "poder" origina-se de concessões?
De onde vieram tais concessões? Quem deu-lhes o "poder" que exercem?⤵️
"Foi-lhe dada autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação." Ap 13;7
Notaram que seu "poder" origina-se de concessões?
De onde vieram tais concessões? Quem deu-lhes o "poder" que exercem?⤵️
9/12) Qual evento teria impacto mundial ao ponto de estabelecer uma autoridade que exerça poder sobre todas as demais nações?
Seja qual for, tal evento dará a besta poder para elevar-se acima da soberania dos povos e nações regidos por acordo/tratados internacionais vigentes.⤵️
Seja qual for, tal evento dará a besta poder para elevar-se acima da soberania dos povos e nações regidos por acordo/tratados internacionais vigentes.⤵️
10/12) 2º Detalhe: Quando São João fala sobre a Besta que sobe da Terra, traz a natureza de sua missão - promover adoração à 1ª Besta cuja ferida mortal fora curada.
"Ordenou-lhes que fizessem uma imagem em honra à besta que fora ferida pela espada e contudo revivera." Ap 13;14⤵️
"Ordenou-lhes que fizessem uma imagem em honra à besta que fora ferida pela espada e contudo revivera." Ap 13;14⤵️
11/12) Considerando que espada pode ser alusivo à guerras, a Besta que surge do mar(nações) pode ter tido um grande contratempo que quase custou-lhe a existência.
Longe de dizer quem está correto ou errado na leitura destes trechos do Apocalipse, penso seja importante um olhar para esta proposição em comparação com os fatos contemporâneos e assim cada um tomar leitura à luz de suas próprias constatações.⤵️
Longe de dizer quem está correto ou errado na leitura destes trechos do Apocalipse, penso seja importante um olhar para esta proposição em comparação com os fatos contemporâneos e assim cada um tomar leitura à luz de suas próprias constatações.⤵️
12/12) Aqui limito-me ofertar tal proposição na esperança que não tenhamos medo quando a condição para melhorar nossa compreensão, acerca de verdades bíblicas envoltas em mistérios, for um novo nascimento.
Hoje sabemos que melhor é nascer de novo que desaparecer sorrateiramente na escuridão de um viver calcado em sofismas.
Nascer de novo é aceitar despojar-se do velho pela excelência do novo.
Eis o que desejo com esta proposição.
Hoje sabemos que melhor é nascer de novo que desaparecer sorrateiramente na escuridão de um viver calcado em sofismas.
Nascer de novo é aceitar despojar-se do velho pela excelência do novo.
Eis o que desejo com esta proposição.
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1/2) No primeiro vídeo temos alguém narrando o passado(Marian Turski, sobrevivente de Auschwitz).
A mesma sociedade que não entendia como o holocausto foi possível, hoje apressa-se para validar medidas que paulatinamente vão criando um estado totalitário.
Sem ao menos levar em conta que desta vez o alvo é a liberdade, primeiro dos "NEGACIONISTAS", depois de todos.
A mesma sociedade que não entendia como o holocausto foi possível, hoje apressa-se para validar medidas que paulatinamente vão criando um estado totalitário.
Sem ao menos levar em conta que desta vez o alvo é a liberdade, primeiro dos "NEGACIONISTAS", depois de todos.
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2/2) No segundo, temos alguém do nosso tempo denunciando o perigo que ronda nossas liberdades e democracia, citando como alerta a Austrália.
Christine Anderson (Porta-voz política do grupo parlamentar ID no parlamento da União Europeia para os direitos das mulheres, bem como cultura e educação, coordenadora nas comissões FEMM e CULT)
"Em nenhum momento da história, as pessoas que forçam os outros a se submeterem, são os mocinhos"
"O 'Bem da humanidade' sempre foi o álibi dos tiranos"
"Você não percebe que essa vacina não o protege da COVID? No entanto, protege você da opressão do governo. Pelo menos por enquanto!"
"Você precisa entender que não se trata de quebrar a quarta onda, mas de quebrar as pessoas".
Christine Anderson (Porta-voz política do grupo parlamentar ID no parlamento da União Europeia para os direitos das mulheres, bem como cultura e educação, coordenadora nas comissões FEMM e CULT)
"Em nenhum momento da história, as pessoas que forçam os outros a se submeterem, são os mocinhos"
"O 'Bem da humanidade' sempre foi o álibi dos tiranos"
"Você não percebe que essa vacina não o protege da COVID? No entanto, protege você da opressão do governo. Pelo menos por enquanto!"
"Você precisa entender que não se trata de quebrar a quarta onda, mas de quebrar as pessoas".
1/18) Qual o maior desafio apresentado por autoridades no mundo inteiro decorrentes das medidas adotadas sob alegação de combate à pandemia?
Vamos caminhar um pouco.⤵️
Vamos caminhar um pouco.⤵️