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Este canal propõe um olhar diferente sobre os fatos.
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15/17) Diante disto precisávamos saber como ou quem estaria como responsável ou um dos responsáveis por esta área que avaliou os dez dias para o reestabelecimento.

Neste ponto vamos olhar para Alexander Blair, Diretor de tecnologia da Parler.

Qual a sua experiência no setor e se o seu curriculum poderia garantir que ele teria, em tese, condições de realocar os serviços do Parler antes do dia 20 de janeiro. As imagens podem ajudar aos que são da área comprovar se com um curriculum destes ele conseguiria ou não.

Embora muitos vejam o Parler como um porto seguro para os conservadores, todos estes fatos apontam na direção contrária.⤵️
16/17) Sem falar que lembram algumas das mais famosas estratégias atribuídas aos chineses. Dentre as quais destaco duas.

- Infringir dano a si mesmo para ganhar a confiança do inimigo.

- Com astúcia se pode antecipar e conseguir que os adversários se convençam a si mesmos como proceder e mover-se; ajuda-os a caminhar pelo caminho que lhes traça. Faz mover-se os inimigos com a perspectiva do triunfo, para que caiam na emboscada.⤵️
17/17) Não te preocupas com a possibilidade destes fatos relacionados ao Parler ser uma outra estratégia, mas com a mesma assinatura daquela executada no Capitólio?


Se o Parler é mesmo um "porto seguro" para os conservadores?

Prefiro deixar que os fatos possam falar.
Não fiquem sem alternativas. Conheçam outras propostas de plataformas como o Bom Perfil.
Canal de Donald Trump aqui no Telegram.

@trump
Forwarded from Jair Bolsonaro
Este canal será desativado, sigam o novo canal oficial do presidente do Brasil Jair M Bolsonaro, clique no link abaixo:

T.me/jairbolsonarobrasil
O aviso de desativação é do canal que estava vinculado ao Presidente. Este aqui permanecerá.
1/15) Depois da thread sobre comparações entre os eventos no Capitólio e com o Parler, agora precisamos responder uma pergunta crucial quanto à comparação do episódio no Capitólio com o bloqueio do Parler.

Se ambos visavam minar a credibilidade dos apoiadores de Donald Trump, poderiam ter a participação de "apoiadores" do presidente?

Você já ouviu ou leu algo sobre "Lincoln Project"?
2/15) Se não ouviu/leu, então se segura aí e vamos caminhar.

"Lincoln Project" é o nome usado por um grupo formado por estrategistas republicanos insatisfeitos com o rumo que o partido tomou sob o comando de Trump numa tentativa de impedir sua reeleição, ou seja, um grupo com a missão de minar seu apoio por meio de ações estratégicas e de dentro pra fora.


Os fundadores do Lincoln Project são conservadores conhecidos por suas posições anti-Trump, muitos deles veteranos de campanhas de candidatos republicanos.⤵️
3/15) Fazem parte do grupo nomes como Steve Schmidt, que trabalhou para George W. Bush e coordenou a campanha presidencial do senador John McCain em 2008; John Weaver, que trabalhou para McCain, George H.W. Bush e na campanha presidencial de John Kasich em 2016; e o consultor Rick Wilson, também veterano de várias campanhas republicanas e autor de um livro intitulado Everything Trump Touches Dies ("Tudo o que Trump toca Morre").


Missão do "Lincoln Project": Derrotar o que chamam de trumpismo.⤵️
4/15) Na visão dos integrantes do Lincoln Project, Trump e seus apoiadores estão arruinando o Partido Republicano e os Estados Unidos.

Em seu site, o grupo declara que tem como missão "derrotar o presidente Donald Trump e o trumpismo nas urnas".

Isto não te lembra o termo "bolsonarismo" usado aqui no Brasil?

Mas vamos seguir.⤵️
5/15) Criado em dezembro do ano passado, o Lincoln Project é um chamado "super PAC" (sigla em inglês para Comitê de Ação Política).⤵️
6/15) Essas organizações não são ligadas oficialmente a nenhum candidato ou partido, mas podem arrecadar quantidade ilimitada de fundos e fazer campanhas a favor ou contra candidatos ou causas.

Como o Lincoln Project atuou para ganhar a atenção dos apoiadores do presidente? ⤵️
7/15) Eles utilizaram uma série de anúncios criticando o presidente americano.

Estes anúncios foram veiculados muitas vezes nos intervalos dos programas de TV preferidos de Trump, esses anúncios tinham como objetivo não apenas convencer outros republicanos a apoiar Biden mas, principalmente, irritar o presidente e provocar uma resposta.

Algo muito parecido com o que acontece quando a imprensa brasileira provoca o presidente Bolsonaro.⤵️
8/15) Em um dos vídeos mais comentados, divulgado em maio de 2020, o grupo transformou o famoso slogan "Morning in America" ("Manhã na América"), usado na campanha de reeleição de Ronald Reagan em 1984 para projetar otimismo com a situação do país, em "Mourning in America" ("Luto na América"), ao criticar a resposta do governo federal à "pandemia" de covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus.⤵️
9/15) Diante de imagens de ruas desertas, prédios em ruínas, pessoas em longas filas e em corredores de hospital e uma bandeira americana de cabeça para baixo, o narrador diz que Trump ignorou o "vírus mortal" e que a economia está "em frangalhos". (Não parece a mesma narrativa da imprensa brasileira e alguns que se diziam apoiadores do presidente Bolsonaro?)

"Sob a liderança de Donald Trump, nosso país está mais fraco, mais doente e mais pobre", afirma o narrador.

"E, agora, os americanos se perguntam: se tivermos outros quatro anos disto, ainda existirá uma América?".⤵️
10/15) A divulgação do vídeo provocou reação imediata de Trump, que disparou uma série de twitters, no meio da madrugada, chamando os membros do grupo de "perdedores" e de "RINO (sigla em inglês para "republicanos só no nome") que fracassaram terrivelmente 12 anos atrás, e novamente oito anos atrás, e então foram seriamente derrotados por mim, um estreante na política, quatro anos atrás".⤵️
11/15) O ataque de Trump serviu para alavancar a popularidade do Lincoln Project e impulsionar a arrecadação de doações para o grupo.

O vídeo já teve mais de 30 milhões de visualizações, e o perfil do grupo no Twitter tem mais de 1,3 milhão de seguidores.

Calcula-se que tenha arrecadado mais de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,3 milhões) em decorrência dos twitters do presidente.

"Nós agradecemos a ele por toda a publicidade gratuita que tem dado ao nosso movimento e aos nossos esforços", disse o estrategista político Reed Galen, um dos fundadores do grupo, em artigo publicado pela rede NBC.

"Mas sua incapacidade de se controlar ilustra ainda mais sua inaptidão para o cargo." Segundo a matéria.⤵️
12/15) Agora veja se você consegue fazer um paralelo de uma declaração do Lincoln Project com algumas feitas por grupos aqui no Brasil:

"Trump e seus facilitadores abandonaram o conservadorismo e os antigos princípios republicanos e os substituíram pelo trumpismo, uma fé vazia liderada por um falso profeta", escreveram em um manifesto publicado no jornal The New York Times em dezembro para anunciar a criação do grupo. ⤵️
13/15) Conhecendo a capacidade dos estrategistas do "Lincoln Project" não é difícil entender a declaração do Parler de que somente depois do dia 20 concluiriam a realocação dos serviços de forma a reestabelecer o acesso à sua plataforma.⤵️