Friedrich Nietzsche é um dos filósofos mais provocadores e críticos da história da filosofia — e também um dos mais mal interpretados. Neste minicurso introdutório, vamos explorar suas ideias fundamentais, seu estilo singular e sua crítica profunda à filosofia e à cultura ocidental.
Sua filosofia rompeu com as tradições desde Sócrates e Platão, rejeitando sistemas dogmáticos e conceitos metafísicos. Feita por meio de aforismos, metáforas e provocações, seu pensamento habilita outras perspectivas possíveis, visando afirmar a vida de forma intensa, trágica e criativa.
Este minicurso oferece uma introdução acessível e instigante ao pensamento nietzschiano, um convite à reflexão, ao pensamento crítico e à experimentação filosófica.
Temas:
-Filosofia trágica: apolíneo e o dionisíaco
-Críticas à moral, metafísica e aos valores
-Arte como potência vital e afirmativa
-Transvaloração dos valores e além-do-homem
Mais informações e inscrições em:
https://www.ex-isto.com/2025/05/nietzsche-minicurso.html
Sua filosofia rompeu com as tradições desde Sócrates e Platão, rejeitando sistemas dogmáticos e conceitos metafísicos. Feita por meio de aforismos, metáforas e provocações, seu pensamento habilita outras perspectivas possíveis, visando afirmar a vida de forma intensa, trágica e criativa.
Este minicurso oferece uma introdução acessível e instigante ao pensamento nietzschiano, um convite à reflexão, ao pensamento crítico e à experimentação filosófica.
Temas:
-Filosofia trágica: apolíneo e o dionisíaco
-Críticas à moral, metafísica e aos valores
-Arte como potência vital e afirmativa
-Transvaloração dos valores e além-do-homem
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ex-isto - filosofia e psicologia
Minicurso: Introdução à Nietzsche
Neste minicurso introdutório, vamos explorar suas principais ideias de Friedrich Nietzsche...
Não é nada fácil ser filósofo, pois implica numa condição de incerteza e questionamento permanente sobre diversos aspectos da vida. Essa postura diante do mundo faz com que nunca nos sentimos integralmente satisfeitos com nossas constatações e considerações, mantendo uma constante revisão e problematização da vida.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/05/para-que-filosofia.html
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https://www.brunocarrasco.net/2025/05/para-que-filosofia.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Para que Filosofia?
Filosofar é uma atividade de reflexão sobre a própria vida, sobre o mundo e sobre nossos pensamentos...
Um terapeuta anarquista não se coloca como centro de poder sobre a pessoa em atendimento, seja sobre suas ideias, emoções ou modos de vida. Não se coloca como uma autoridade e não exerce nenhuma forma de controle. Sua atividade consiste em colaborar para que a pessoa se perceba e tome suas decisões por si mesma sobre sua vida...
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2024/03/terapeuta-anarquista.html
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https://www.brunocarrasco.net/2024/03/terapeuta-anarquista.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Um terapeuta anarquista
Não avalia nem submete a pessoa a critérios diagnósticos ou morais, pois entende que apenas a pessoa pode avaliar a si mesma...
A terapia filosófica é uma disposição terapêutica que se difere das terapias tradicionais centradas no saber, na autoridade e na normalização dos sujeitos. Trata-se de uma prática que reconhece a complexidade da existência em seus múltiplos processos que se entrelaçam. Em vez de utilizar fórmulas prontas ou conduzir a pessoa para um lugar determinado, propõe uma escuta e um cuidado atento às singularidades de cada um...
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/05/terapia-filosofica-dialogo-reflexao.html
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https://www.brunocarrasco.net/2025/05/terapia-filosofica-dialogo-reflexao.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Terapia Filosófica: diálogo e reflexão
A terapia filosófica é um espaço aberto para falar sobre o que sente, pensa e acredita, sem julgamentos, interpretações, diagnósticos ou correções...
"Por trás dos teus pensamentos e sentimentos, irmão, há um poderoso soberano, um sábio desconhecido - ele se chama Si-mesmo. Em teu corpo habita ele, teu corpo é ele. Há mais razão em teu corpo do que em tua melhor sabedoria."
(Nietzsche, em 'Assim falou Zaratustra')
https://www.brunocarrasco.net/2025/02/corpo-ao-inves-da-moral.html
(Nietzsche, em 'Assim falou Zaratustra')
https://www.brunocarrasco.net/2025/02/corpo-ao-inves-da-moral.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
O corpo em vez da moral
Ao romper com a moral, deixamos orientar nossos valores por uma normativa, passando a dar vazão para nosso corpo e nossas próprias experiências...
Assim Falou Nietzsche: canal sobre o filósofo no Telegram...
https://t.me/assimfalounietzsche
https://t.me/assimfalounietzsche
👆🏼 Estou iniciando um grupo de trocas entre terapeutas online, sobre o fazer terapêutico. Para mais informações acesse este material.
ex-isto | existencialismo, psicologia e filosofia
Psicologia Crítica - Minicurso Online
Psicologia Crítica - Minicurso Online
ex-isto - filosofia e psicologia
Psicologia Crítica - Minicurso Online
Espaço de reflexão e questionamento, para quem não se encaixa nos discursos tradicionais, se inquieta com os rótulos e as respostas prontas...
Vivemos numa época onde a psicologia ocupa um lugar de verdade sobre a vida, oferecendo respostas para nossas questões existenciais. Ela nos diz o que é "normal", o que é "saudável", como devemos viver, nos relacionar, sentir, pensar e até como nos comportar.
Mas... quem define esses parâmetros? A quem eles servem?
Este minicurso propõe um espaço de reflexão e questionamento, para quem não se encaixa nos discursos estabelecidos, se inquieta com os rótulos e as respostas prontas. Para questionar e repensar o papel da psicologia na sociedade, muitas vezes servindo ao controle e ajustamento ao invés da liberdade e as diferenças.
Vamos refletir sobre diversas questões fundamentais da psicologia, como a normalidade, a loucura, o cuidado e a saúde mental. O que é ser "normal"? Por que certos modos de vida são diagnosticados como transtornos? A psicologia atua para cuidar ou para controlar? É possível uma psicologia que não reproduza padrões?
Temas:
-Perspectiva crítica na psicologia: desnaturalizando verdades e questionando o discurso psicológico.
-Loucura e normalidade: como se estabeleceu o que hoje entendemos por "normal" ou "desviante"?
-Psicologia e poder: a psicologia atua como ferramenta de controle ou de libertação?
-Despsicologizando: pensar outras possibilidades de cuidado, para além da psicologia tradicional.
Quando?
Data: 14 de junho de 2025 (sábado).
Horário: 9h às 11h (horário de Brasília).
Meio: Google Meet (encontro online).
Valor: R$ 80,00.
Mais informações e inscrições em:
https://www.ex-isto.com/2025/06/psicologia-critica-minicurso-online.html
Mas... quem define esses parâmetros? A quem eles servem?
Este minicurso propõe um espaço de reflexão e questionamento, para quem não se encaixa nos discursos estabelecidos, se inquieta com os rótulos e as respostas prontas. Para questionar e repensar o papel da psicologia na sociedade, muitas vezes servindo ao controle e ajustamento ao invés da liberdade e as diferenças.
Vamos refletir sobre diversas questões fundamentais da psicologia, como a normalidade, a loucura, o cuidado e a saúde mental. O que é ser "normal"? Por que certos modos de vida são diagnosticados como transtornos? A psicologia atua para cuidar ou para controlar? É possível uma psicologia que não reproduza padrões?
Temas:
-Perspectiva crítica na psicologia: desnaturalizando verdades e questionando o discurso psicológico.
-Loucura e normalidade: como se estabeleceu o que hoje entendemos por "normal" ou "desviante"?
-Psicologia e poder: a psicologia atua como ferramenta de controle ou de libertação?
-Despsicologizando: pensar outras possibilidades de cuidado, para além da psicologia tradicional.
Quando?
Data: 14 de junho de 2025 (sábado).
Horário: 9h às 11h (horário de Brasília).
Meio: Google Meet (encontro online).
Valor: R$ 80,00.
Mais informações e inscrições em:
https://www.ex-isto.com/2025/06/psicologia-critica-minicurso-online.html
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Espaço de reflexão e questionamento, para quem não se encaixa nos discursos tradicionais, se inquieta com os rótulos e as respostas prontas...
Os anos de atendimento como filósofo clínico* me levaram a conhecer muitas pessoas que usavam medicamentos psiquiátricos ou gostariam que seus filhos, cônjuges, amigos, colegas de trabalho, entre outros, os usassem. Algo presente de modo convencionalmente aceito na sociedade – o que chamaremos aqui de princípios de verdade – é pensar o remédio como benefício. Afinal, ele deixa a pessoa “bem”.
Na verdade, a medicação voltada para os ditos “transtornos mentais” de vários espectros tornou-se tão presente quanto o uso de dipirona para dor de cabeça. Usam, por exemplo, o clonazepam (rivotril) para dormir e evitar a “ansiedade” como quem toma um chá de camomila. Há quem recorra ao cloridrato de metilfenidato (ritalina) quando precisa se concentrar em uma atividade, como os estudos, evitando o “déficit de atenção”. A venda desses produtos deve ocorrer sob prescrição médica, mas o acesso não é tão difícil quanto se pensa.
Hoje, há pais procurando ajuda medicamentosa para deixar seus filhos mais dóceis dentro de casa; professores indicando psiquiatras para seus alunos ficarem menos bagunceiros na escola; patrões sugerindo aos funcionários um acompanhamento médico para renderem mais no trabalho. Assim, seguem as atrocidades para as pessoas se conformarem forçadamente com o meio onde vivem.
Texto completo em:
https://www.ex-isto.com/2025/06/remedios-para-domesticacao.html
Na verdade, a medicação voltada para os ditos “transtornos mentais” de vários espectros tornou-se tão presente quanto o uso de dipirona para dor de cabeça. Usam, por exemplo, o clonazepam (rivotril) para dormir e evitar a “ansiedade” como quem toma um chá de camomila. Há quem recorra ao cloridrato de metilfenidato (ritalina) quando precisa se concentrar em uma atividade, como os estudos, evitando o “déficit de atenção”. A venda desses produtos deve ocorrer sob prescrição médica, mas o acesso não é tão difícil quanto se pensa.
Hoje, há pais procurando ajuda medicamentosa para deixar seus filhos mais dóceis dentro de casa; professores indicando psiquiatras para seus alunos ficarem menos bagunceiros na escola; patrões sugerindo aos funcionários um acompanhamento médico para renderem mais no trabalho. Assim, seguem as atrocidades para as pessoas se conformarem forçadamente com o meio onde vivem.
Texto completo em:
https://www.ex-isto.com/2025/06/remedios-para-domesticacao.html
ex-isto - filosofia e psicologia
Remédios para domesticação
Os anos de atendimento como filósofo clínico me levaram a conhecer muitas pessoas que usavam medicamentos psiquiátricos ou gostariam que seus filhos..
Este minicurso propõe um espaço de reflexão e questionamento, para quem não se encaixa nos discursos estabelecidos, se inquieta com os rótulos e as respostas prontas. Para questionar e repensar o papel da psicologia na sociedade, que muitas vezes serve ao controle e ajustamento ao invés da liberdade e singularidade.
Vamos refletir sobre diversas questões fundamentais da psicologia, como a normalidade, a loucura, o cuidado e a saúde mental. O que é ser "normal"? Por que certos modos de vida são diagnosticados como transtornos? A psicologia atua para cuidar ou para controlar? É possível uma psicologia que não reproduza padrões?
Temas:
-Perspectiva crítica na psicologia
-Loucura e normalidade
-Psicologia e poder
-Despsicologizando
Quando?
Data: 14 de junho de 2025 (sábado).
Horário: 9h às 11h (horário de Brasília).
Meio: Google Meet (online).
Valor: R$ 80,00.
https://www.ex-isto.com/2025/06/psicologia-critica-minicurso-online.html
Vamos refletir sobre diversas questões fundamentais da psicologia, como a normalidade, a loucura, o cuidado e a saúde mental. O que é ser "normal"? Por que certos modos de vida são diagnosticados como transtornos? A psicologia atua para cuidar ou para controlar? É possível uma psicologia que não reproduza padrões?
Temas:
-Perspectiva crítica na psicologia
-Loucura e normalidade
-Psicologia e poder
-Despsicologizando
Quando?
Data: 14 de junho de 2025 (sábado).
Horário: 9h às 11h (horário de Brasília).
Meio: Google Meet (online).
Valor: R$ 80,00.
https://www.ex-isto.com/2025/06/psicologia-critica-minicurso-online.html
ex-isto - filosofia e psicologia
Psicologia Crítica - Minicurso Online
Espaço de reflexão e questionamento, para quem não se encaixa nos discursos tradicionais, se inquieta com os rótulos e as respostas prontas...
Nasci em 1984. Dedico estas palavras àqueles que também nasceram nos anos 80.
No início da adolescência, assinava a revista Capricho. Às vezes, deixava de almoçar só para comprar a minha outra revista favorita, Querida — comecei a trabalhar aos 11 anos, na imobiliária do meu pai.
Minha mãe assinava Claudia e Marie Claire. Meu pai e meus irmãos liam o jornal. Não que minha mãe não o lesse — lia, sim. Mas meu pai jamais folheava as revistas femininas. Ele ouvia música. E há algo de libertador no gesto de ouvir uma canção: nela, é possível se reconhecer sem ser guiado, habitar uma história que não é a sua — ou é — sem que se imponha um caminho, sem que se diga como viver. A música não conduz a existência. Ela apenas a acompanha.
As capas das revistas da minha mãe orbitavam entre os temas do romance e da beleza — que, no fundo, são dois nomes para uma mesma coisa. Títulos como “Como salvar seu casamento” ou “Como enlouquecer um homem na cama” surgiam com frequência. Nas minhas revistas adolescentes, o mesmo tema ganhava tom mais suave: “Descubra seu par ideal”.
Por Mayra Coutinho, texto completo em:
https://www.ex-isto.com/2025/06/terapia-tal-qual-revista-marie-clare.html
No início da adolescência, assinava a revista Capricho. Às vezes, deixava de almoçar só para comprar a minha outra revista favorita, Querida — comecei a trabalhar aos 11 anos, na imobiliária do meu pai.
Minha mãe assinava Claudia e Marie Claire. Meu pai e meus irmãos liam o jornal. Não que minha mãe não o lesse — lia, sim. Mas meu pai jamais folheava as revistas femininas. Ele ouvia música. E há algo de libertador no gesto de ouvir uma canção: nela, é possível se reconhecer sem ser guiado, habitar uma história que não é a sua — ou é — sem que se imponha um caminho, sem que se diga como viver. A música não conduz a existência. Ela apenas a acompanha.
As capas das revistas da minha mãe orbitavam entre os temas do romance e da beleza — que, no fundo, são dois nomes para uma mesma coisa. Títulos como “Como salvar seu casamento” ou “Como enlouquecer um homem na cama” surgiam com frequência. Nas minhas revistas adolescentes, o mesmo tema ganhava tom mais suave: “Descubra seu par ideal”.
Por Mayra Coutinho, texto completo em:
https://www.ex-isto.com/2025/06/terapia-tal-qual-revista-marie-clare.html
ex-isto - filosofia e psicologia
Terapia tal qual revista Marie Clare
Filosofia, psicologia e artes, temas como o devir, a singularidade e a criação, visando possibilitar outras perspectivas de pensamento e vida.
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Segundo Foucault, a crítica não deve ser entendida como uma técnica de argumentação ou uma ferramenta de avaliação, mas utilizada enquanto uma disposição prática, uma maneira de se relacionar com o presente, com a verdade, com as instituições e as formas de controle.
Trata-se de uma atitude de contraponto ao poder e aos discursos voltados para a condução da conduta humana, seja na escola, no trabalho, na religião, na família, no Estado ou na ciência. A crítica seria uma disposição de interrogar, deslocar e resistir a essas formas de controle.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/06/critica-foucault.html
Trata-se de uma atitude de contraponto ao poder e aos discursos voltados para a condução da conduta humana, seja na escola, no trabalho, na religião, na família, no Estado ou na ciência. A crítica seria uma disposição de interrogar, deslocar e resistir a essas formas de controle.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/06/critica-foucault.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Crítica em Foucault
A noção de crítica em Foucault ultrapassa os limites tradicionais da filosofia, sendo um modo de viver e pensar...
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Para Deleuze, a filosofia não deve buscar verdades universais, mas criar conceitos singulares para pensar e lidar com realidades singulares.
Os conceitos não representam o mundo nem são verdades eternas, mas ferramentas. Um conceito não vale para tudo, mas serve para pensar movimentos, configurações e situações específicas.
A filosofia da diferença não busca encontrar essências, mas afirmar a multiplicidade, a heterogeneidade e tudo aquilo que escapa as classificações.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/06/filosofia-como-criacao.html
Os conceitos não representam o mundo nem são verdades eternas, mas ferramentas. Um conceito não vale para tudo, mas serve para pensar movimentos, configurações e situações específicas.
A filosofia da diferença não busca encontrar essências, mas afirmar a multiplicidade, a heterogeneidade e tudo aquilo que escapa as classificações.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/06/filosofia-como-criacao.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Filosofia como criação e experimentação
Para Deleuze, a filosofia não deve buscar verdades universais, mas criar conceitos singulares para pensar e lidar com realidades singulares...
ex-isto | existencialismo, psicologia e filosofia
Nietzsche, o eterno retorno e meu amor por roupas
Nietzsche, o eterno retorno e meu amor por roupas
ex-isto - filosofia e psicologia
Nietzsche, o eterno retorno e meu amor por roupas
Filosofia, psicologia e artes, temas como o devir, a singularidade e a criação, visando possibilitar outras perspectivas de pensamento e vida.
Pensar a teoria como uma caixa de ferramentas é uma maneira aberta e não dogmática de utilizar o conhecimento. Em vez de partir de uma teoria para conceber e explicar toda a realidade, essa metáfora sugere que as teorias e os conceitos sejam usados como instrumentos e ferramentas, servindo para algo específico, de forma localizada e situada.
Uma caixa de ferramentas contém chaves, alicates e martelos, que usamos conforme a necessidade ou a situação que precisamos resolver. Entender uma teoria como ferramenta consiste em pensar seus conceitos, métodos e análises como possibilidades e instrumentos para usos particulares e situacionais, sem a pretensão de responder a qualquer questão, mas para um contexto e necessidade.
Neste sentido, a teoria não serviria para explicar o mundo, mas para agir no mundo. Ela deixa de ser contemplativa, para atuar de maneira prática; deixa de ser totalizante, para ser singular. Como uma ferramenta, a teoria pode servir para uma situação específica e não servir para outra. Não há uma teoria que sirva para tudo, cada teoria tem seu uso específico e limitado.
Cada pensador compõe sua "caixa de ferramentas teórica" incluindo saberes, experiências, reflexões e perspectivas. Essa caixa pode ser combinada de diversas maneiras, criando novas ferramentas teóricas, compondo novas configurações e possibilidades. De acordo com Foucault, a teoria não possui valor apenas por seu aspecto argumentativo, mas especialmente quando ela funciona.
Esse entendimento rompe com a ideia tradicional da filosofia como contemplação de verdades eternas, relacionando o pensamento com a ação, criação e experimentação. Pensar não é permanecer sobre da realidade, analisando de cima, mas se envolver na vida concreta, estabelecendo uma relação prática e criativa com as teorias, sem ter de ser fiel a uma escola, fazendo um uso estratégico dos conceitos...
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/06/teoria-caixa-ferramentas.html
Uma caixa de ferramentas contém chaves, alicates e martelos, que usamos conforme a necessidade ou a situação que precisamos resolver. Entender uma teoria como ferramenta consiste em pensar seus conceitos, métodos e análises como possibilidades e instrumentos para usos particulares e situacionais, sem a pretensão de responder a qualquer questão, mas para um contexto e necessidade.
Neste sentido, a teoria não serviria para explicar o mundo, mas para agir no mundo. Ela deixa de ser contemplativa, para atuar de maneira prática; deixa de ser totalizante, para ser singular. Como uma ferramenta, a teoria pode servir para uma situação específica e não servir para outra. Não há uma teoria que sirva para tudo, cada teoria tem seu uso específico e limitado.
Cada pensador compõe sua "caixa de ferramentas teórica" incluindo saberes, experiências, reflexões e perspectivas. Essa caixa pode ser combinada de diversas maneiras, criando novas ferramentas teóricas, compondo novas configurações e possibilidades. De acordo com Foucault, a teoria não possui valor apenas por seu aspecto argumentativo, mas especialmente quando ela funciona.
Esse entendimento rompe com a ideia tradicional da filosofia como contemplação de verdades eternas, relacionando o pensamento com a ação, criação e experimentação. Pensar não é permanecer sobre da realidade, analisando de cima, mas se envolver na vida concreta, estabelecendo uma relação prática e criativa com as teorias, sem ter de ser fiel a uma escola, fazendo um uso estratégico dos conceitos...
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/06/teoria-caixa-ferramentas.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Teoria como caixa de ferramentas
Em vez de partir de uma teoria conceber e explicar a realidade ou para compor verdades, usamos as teorias como ferramentas, que servem para...