ex-isto
148 subscribers
219 photos
2 files
403 links
Pesquisas e reflexões sobre a singularidade, o devir e a criação, a partir da filosofia, da psicologia e das artes, em favor de outros modos de vida, mais salutares.

Links:
www.ex-isto.com
www.youtube.com/existo
www.instagram.com/existocom
Download Telegram
Nietzsche e a prática terapêutica
https://www.instagram.com/share/p/_lb4FMQSd
O grupo de diálogos sobre Psicopolítica e Psicopoder propõe refletir sobre as técnicas de poder que atuam em nosso tempo, afetando a mente e as emoções, fazendo com que as pessoas explorem a si mesmas.

Este grupo de estudos propõe uma investigação crítica e profunda sobre as atuais técnicas de poder que atravessam nossa subjetividade, influenciando nossas emoções, pensamentos e modos de vida.

Datas e temas:

17/abril: Exploração da liberdade
24/abril: Um poder inteligente
01/maio: Capitalismo da emoção
08/maio: Para além do sujeito
(quintas-feiras)

Mais informações e inscrições em:
https://www.ex-isto.com/2025/04/psicopolitica-psicopoder-grupo.html
Friedrich Nietzsche é um dos filósofos mais provocadores e críticos da história da filosofia — e também um dos mais mal interpretados. Neste minicurso introdutório, vamos explorar suas ideias fundamentais, seu estilo singular e sua crítica profunda à filosofia e à cultura ocidental.

Sua filosofia rompeu com as tradições desde Sócrates e Platão, rejeitando sistemas dogmáticos e conceitos metafísicos. Feita por meio de aforismos, metáforas e provocações, seu pensamento habilita outras perspectivas possíveis, visando afirmar a vida de forma intensa, trágica e criativa.

Este minicurso oferece uma introdução acessível e instigante ao pensamento nietzschiano, um convite à reflexão, ao pensamento crítico e à experimentação filosófica.

Temas:

-Filosofia trágica: apolíneo e o dionisíaco
-Críticas à moral, metafísica e aos valores
-Arte como potência vital e afirmativa
-Transvaloração dos valores e além-do-homem

Mais informações e inscrições em:
https://www.ex-isto.com/2025/05/nietzsche-minicurso.html
Não é nada fácil ser filósofo, pois implica numa condição de incerteza e questionamento permanente sobre diversos aspectos da vida. Essa postura diante do mundo faz com que nunca nos sentimos integralmente satisfeitos com nossas constatações e considerações, mantendo uma constante revisão e problematização da vida.

Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/05/para-que-filosofia.html
Um terapeuta anarquista não se coloca como centro de poder sobre a pessoa em atendimento, seja sobre suas ideias, emoções ou modos de vida. Não se coloca como uma autoridade e não exerce nenhuma forma de controle. Sua atividade consiste em colaborar para que a pessoa se perceba e tome suas decisões por si mesma sobre sua vida...

Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2024/03/terapeuta-anarquista.html
A terapia filosófica é uma disposição terapêutica que se difere das terapias tradicionais centradas no saber, na autoridade e na normalização dos sujeitos. Trata-se de uma prática que reconhece a complexidade da existência em seus múltiplos processos que se entrelaçam. Em vez de utilizar fórmulas prontas ou conduzir a pessoa para um lugar determinado, propõe uma escuta e um cuidado atento às singularidades de cada um...

Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/05/terapia-filosofica-dialogo-reflexao.html
"Por trás dos teus pensamentos e sentimentos, irmão, há um poderoso soberano, um sábio desconhecido - ele se chama Si-mesmo. Em teu corpo habita ele, teu corpo é ele. Há mais razão em teu corpo do que em tua melhor sabedoria."
(Nietzsche, em 'Assim falou Zaratustra')

https://www.brunocarrasco.net/2025/02/corpo-ao-inves-da-moral.html
Assim Falou Nietzsche: canal sobre o filósofo no Telegram...
https://t.me/assimfalounietzsche
Co-visão.pdf
93 KB
👆🏼 Estou iniciando um grupo de trocas entre terapeutas online, sobre o fazer terapêutico. Para mais informações acesse este material.
Vivemos numa época onde a psicologia ocupa um lugar de verdade sobre a vida, oferecendo respostas para nossas questões existenciais. Ela nos diz o que é "normal", o que é "saudável", como devemos viver, nos relacionar, sentir, pensar e até como nos comportar.

Mas... quem define esses parâmetros? A quem eles servem?

Este minicurso propõe um espaço de reflexão e questionamento, para quem não se encaixa nos discursos estabelecidos, se inquieta com os rótulos e as respostas prontas. Para questionar e repensar o papel da psicologia na sociedade, muitas vezes servindo ao controle e ajustamento ao invés da liberdade e as diferenças.

Vamos refletir sobre diversas questões fundamentais da psicologia, como a normalidade, a loucura, o cuidado e a saúde mental. O que é ser "normal"? Por que certos modos de vida são diagnosticados como transtornos? A psicologia atua para cuidar ou para controlar? É possível uma psicologia que não reproduza padrões?

Temas:

-Perspectiva crítica na psicologia: desnaturalizando verdades e questionando o discurso psicológico.
-Loucura e normalidade: como se estabeleceu o que hoje entendemos por "normal" ou "desviante"?
-Psicologia e poder: a psicologia atua como ferramenta de controle ou de libertação?
-Despsicologizando: pensar outras possibilidades de cuidado, para além da psicologia tradicional.

Quando?

Data: 14 de junho de 2025 (sábado).
Horário: 9h às 11h (horário de Brasília).
Meio: Google Meet (encontro online).
Valor: R$ 80,00.

Mais informações e inscrições em:
https://www.ex-isto.com/2025/06/psicologia-critica-minicurso-online.html
Os anos de atendimento como filósofo clínico* me levaram a conhecer muitas pessoas que usavam medicamentos psiquiátricos ou gostariam que seus filhos, cônjuges, amigos, colegas de trabalho, entre outros, os usassem. Algo presente de modo convencionalmente aceito na sociedade – o que chamaremos aqui de princípios de verdade – é pensar o remédio como benefício. Afinal, ele deixa a pessoa “bem”.


Na verdade, a medicação voltada para os ditos “transtornos mentais” de vários espectros tornou-se tão presente quanto o uso de dipirona para dor de cabeça. Usam, por exemplo, o clonazepam (rivotril) para dormir e evitar a “ansiedade” como quem toma um chá de camomila. Há quem recorra ao cloridrato de metilfenidato (ritalina) quando precisa se concentrar em uma atividade, como os estudos, evitando o “déficit de atenção”. A venda desses produtos deve ocorrer sob prescrição médica, mas o acesso não é tão difícil quanto se pensa.


Hoje, há pais procurando ajuda medicamentosa para deixar seus filhos mais dóceis dentro de casa; professores indicando psiquiatras para seus alunos ficarem menos bagunceiros na escola; patrões sugerindo aos funcionários um acompanhamento médico para renderem mais no trabalho. Assim, seguem as atrocidades para as pessoas se conformarem forçadamente com o meio onde vivem.

Texto completo em:
https://www.ex-isto.com/2025/06/remedios-para-domesticacao.html
Este minicurso propõe um espaço de reflexão e questionamento, para quem não se encaixa nos discursos estabelecidos, se inquieta com os rótulos e as respostas prontas. Para questionar e repensar o papel da psicologia na sociedade, que muitas vezes serve ao controle e ajustamento ao invés da liberdade e singularidade.

Vamos refletir sobre diversas questões fundamentais da psicologia, como a normalidade, a loucura, o cuidado e a saúde mental. O que é ser "normal"? Por que certos modos de vida são diagnosticados como transtornos? A psicologia atua para cuidar ou para controlar? É possível uma psicologia que não reproduza padrões?

Temas:
-Perspectiva crítica na psicologia
-Loucura e normalidade
-Psicologia e poder
-Despsicologizando

Quando?
Data: 14 de junho de 2025 (sábado).
Horário: 9h às 11h (horário de Brasília).
Meio: Google Meet (online).
Valor: R$ 80,00.

https://www.ex-isto.com/2025/06/psicologia-critica-minicurso-online.html
Nasci em 1984. Dedico estas palavras àqueles que também nasceram nos anos 80.
No início da adolescência, assinava a revista Capricho. Às vezes, deixava de almoçar só para comprar a minha outra revista favorita, Querida — comecei a trabalhar aos 11 anos, na imobiliária do meu pai.

Minha mãe assinava Claudia e Marie Claire. Meu pai e meus irmãos liam o jornal. Não que minha mãe não o lesse — lia, sim. Mas meu pai jamais folheava as revistas femininas. Ele ouvia música. E há algo de libertador no gesto de ouvir uma canção: nela, é possível se reconhecer sem ser guiado, habitar uma história que não é a sua — ou é — sem que se imponha um caminho, sem que se diga como viver. A música não conduz a existência. Ela apenas a acompanha.

As capas das revistas da minha mãe orbitavam entre os temas do romance e da beleza — que, no fundo, são dois nomes para uma mesma coisa. Títulos como “Como salvar seu casamento” ou “Como enlouquecer um homem na cama” surgiam com frequência. Nas minhas revistas adolescentes, o mesmo tema ganhava tom mais suave: “Descubra seu par ideal”.

Por Mayra Coutinho, texto completo em:
https://www.ex-isto.com/2025/06/terapia-tal-qual-revista-marie-clare.html
👏1
Segundo Foucault, a crítica não deve ser entendida como uma técnica de argumentação ou uma ferramenta de avaliação, mas utilizada enquanto uma disposição prática, uma maneira de se relacionar com o presente, com a verdade, com as instituições e as formas de controle.

Trata-se de uma atitude de contraponto ao poder e aos discursos voltados para a condução da conduta humana, seja na escola, no trabalho, na religião, na família, no Estado ou na ciência. A crítica seria uma disposição de interrogar, deslocar e resistir a essas formas de controle.

Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/06/critica-foucault.html
👍1