Aquele que cria sabe esquecer e não dá muita importância ao que não o faz bem, quando retoma uma situação passada o faz apenas para transformar e transfigurar, para com ela criar algo novo, mais forte e potente, nunca para rememorar e manter. O criador é aquele que lida com a impermanência de maneira alegre, assim ele sofre menos, pois rapidamente cicatriza suas feridas e deixa que elas passem, ao invés de ficar ressentido, recordando a todo tempo suas dores.
Para Nietzsche, a memória é passiva, pois nos mantém na lembrança do passado, retornando sempre a um tempo que já foi, nos impedindo de enfrentar o que está acontecendo no agora. Diferente da recordação, o esquecimento nos dispõe o presente, por deixar o passado para trás, possibilitando uma postura mais ativa e uma atividade de criação liberta do passado, para um futuro desejado, porém desconhecido e incerto. A vontade criadora nos liberta do ressentimento.
https://www.ex-isto.com/2023/01/nietzsche-vida-criacao.html
Para Nietzsche, a memória é passiva, pois nos mantém na lembrança do passado, retornando sempre a um tempo que já foi, nos impedindo de enfrentar o que está acontecendo no agora. Diferente da recordação, o esquecimento nos dispõe o presente, por deixar o passado para trás, possibilitando uma postura mais ativa e uma atividade de criação liberta do passado, para um futuro desejado, porém desconhecido e incerto. A vontade criadora nos liberta do ressentimento.
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ex-isto - filosofia e psicologia
Vida e criação em Nietzsche
Friedrich Nietzsche foi um filósofo que destacou a afirmação da vida enquanto potência criativa, entendendo a vida como um processo de transformação..
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*Alteração de datas, início em 11/Fev:
Friedrich Nietzsche (1844-1900) foi filósofo, filólogo, poeta e crítico cultural. Conhecido por suas obras que questionam a moral e a filosofia tradicional, e conceitos como "vontade de potência", "eterno retorno" e "além-do-homem". É um dos pensadores mais importantes de nosso tempo.
Suas críticas sobre os valores, a filosofia da tradição e a metafísica influenciaram diversos filósofos, psicólogos e sociólogos do século XX. Porém, não é um autor fácil de ler, sua linguagem aforismática e poética, por vezes irônica e enigmática, exige uma leitura cuidadosa e atenta.
Neste grupo de diálogos vamos abordar alguns dos principais temas de sua filosofia, comentando brevemente sua biografia e algumas de suas obras, suas críticas à moral, o papel criativo da arte e filosofia trágica, e a transvaloração dos valores, para uma filosofia além de bem e mal.
Mais informações e inscrições em:
www.ex-isto.com
Friedrich Nietzsche (1844-1900) foi filósofo, filólogo, poeta e crítico cultural. Conhecido por suas obras que questionam a moral e a filosofia tradicional, e conceitos como "vontade de potência", "eterno retorno" e "além-do-homem". É um dos pensadores mais importantes de nosso tempo.
Suas críticas sobre os valores, a filosofia da tradição e a metafísica influenciaram diversos filósofos, psicólogos e sociólogos do século XX. Porém, não é um autor fácil de ler, sua linguagem aforismática e poética, por vezes irônica e enigmática, exige uma leitura cuidadosa e atenta.
Neste grupo de diálogos vamos abordar alguns dos principais temas de sua filosofia, comentando brevemente sua biografia e algumas de suas obras, suas críticas à moral, o papel criativo da arte e filosofia trágica, e a transvaloração dos valores, para uma filosofia além de bem e mal.
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Etnopsiquiatria é uma perspectiva clínica que busca conhecer distintos modelos terapêuticos, sejam estes "científicos" ou específicos de uma comunidade étnica, religiosa ou social, sem nenhum tipo de hierarquização, visando compreender seus paradigmas e noções próprias de saúde e doença, entendendo que cada grupo seleciona modos de vida entendidos por "adequados" ou "inadequados", que possuem valor e sentido para esses grupos.
Coloca-se em questão os fundamentos da psiquiatria moderna, da psicologia institucionalizada e da psicanálise, a partir das distintas realidades culturais, pois não há como utilizar os mesmos valores para grupos culturais e etnias distintas. Deste modo, nos convida a um deslocamento de olhar, de modo a sair um pouco das noções que constituem nossos valores e saberes, para observar outros valores e perspectivas distintas.
A etnopsiquiatria entende que as coletividades humanas elaboram seus próprios modelos de normalidade e de loucura, e que estas variam para cada agrupamento humano. De acordo com o fundador da Etnopsiquiatria, George Devereux (1908-1985), cada sociedade desenvolve noções específicas sobre como deve ser o modo de agir, pensar e sentir dos "loucos" e dos "normais". Assim, a loucura não é entendida como uma questão estritamente médica ou biológica, mas uma apreciação cultural.
https://www.ex-isto.com/2023/02/etnopsiquiatria.html
Coloca-se em questão os fundamentos da psiquiatria moderna, da psicologia institucionalizada e da psicanálise, a partir das distintas realidades culturais, pois não há como utilizar os mesmos valores para grupos culturais e etnias distintas. Deste modo, nos convida a um deslocamento de olhar, de modo a sair um pouco das noções que constituem nossos valores e saberes, para observar outros valores e perspectivas distintas.
A etnopsiquiatria entende que as coletividades humanas elaboram seus próprios modelos de normalidade e de loucura, e que estas variam para cada agrupamento humano. De acordo com o fundador da Etnopsiquiatria, George Devereux (1908-1985), cada sociedade desenvolve noções específicas sobre como deve ser o modo de agir, pensar e sentir dos "loucos" e dos "normais". Assim, a loucura não é entendida como uma questão estritamente médica ou biológica, mas uma apreciação cultural.
https://www.ex-isto.com/2023/02/etnopsiquiatria.html
ex-isto
Etnopsiquiatria, uma psicologia despsicologizante
A etnopsiquiatria entende que as coletividades humanas elaboram seus próprios modelos de normalidade e de loucura, e que estas variam para cada grupo.
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A aula online sobre Perspectiva Crítica em Psicologia, um olhar crítico sobre a psicologia, refletindo sobre sua construção enquanto ciência e seus pressupostos implícitos.
Nesta aula serão feitos apontamentos críticos sobre a Psicologia, colocando em questão seus fundamentos e embasamentos a partir de um olhar filosófico, refletindo as condições históricas de emergência desta ciência e seus fundamentos.
Link para mais informações ou inscrições:
https://www.ex-isto.com/2023/02/perspectiva-critica-psicologia-aula.html
Nesta aula serão feitos apontamentos críticos sobre a Psicologia, colocando em questão seus fundamentos e embasamentos a partir de um olhar filosófico, refletindo as condições históricas de emergência desta ciência e seus fundamentos.
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ex-isto (Youtube)
Foucault - Arqueologia e relações de poder
Michel Foucault (1926-1984) foi um dos filósofos mais destacados do século XX, não fez filosofia como na tradição, onde se pretendia encontrar "verdades", mas buscou tomar contato com os elementos implícitos nos saberes e nas práticas, evidenciando a construção das verdades, das disposições e das relações de poder.
Foucault abordou diversos temas, como a loucura, o saber, o poder, o sujeito, a ética de si, a sexualidade, em relação com a história, o direito, a medicina, a psicologia, a arquitetura e as artes. A partir de seus estudos, constatou a condição histórica dos saberes, entendendo que há precondições que possibilitam a constituição e emergência dos saberes, convenções, normativas e regimes de verdade.
*Fragmento do Curso Livre - Filosofia para não-filósofos.
Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
Referências bibliográficas:
ABRÃO, Bernadette. História da Filosofia. São Paulo: Nova Cultural, 1999.
CASTRO, Edgardo. Introdução a Foucault. Belo Horizonte: Autentica Editora, 2014.
DÍAZ, Esther. A filosofia de Michel Foucault. São Paulo: Editora Unesp, 2012.
MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
REVEL, Judith. Michel Foucault: conceitos essenciais. São Carlos: Claraluz, 2005.
ex-isto
singularidade | diferença | criação
http://www.ex-isto.com/
http://www.fb.com/existocom/
http://www.instagram.com/existocom/
2022.
Foucault - Arqueologia e relações de poder
Michel Foucault (1926-1984) foi um dos filósofos mais destacados do século XX, não fez filosofia como na tradição, onde se pretendia encontrar "verdades", mas buscou tomar contato com os elementos implícitos nos saberes e nas práticas, evidenciando a construção das verdades, das disposições e das relações de poder.
Foucault abordou diversos temas, como a loucura, o saber, o poder, o sujeito, a ética de si, a sexualidade, em relação com a história, o direito, a medicina, a psicologia, a arquitetura e as artes. A partir de seus estudos, constatou a condição histórica dos saberes, entendendo que há precondições que possibilitam a constituição e emergência dos saberes, convenções, normativas e regimes de verdade.
*Fragmento do Curso Livre - Filosofia para não-filósofos.
Por Bruno Carrasco, professor de filosofia e psicologia, terapeuta, graduado em psicologia, licenciado em filosofia e pedagogia, pós-graduado em ensino de filosofia, psicoterapia fenomenológico existencial e aconselhamento filosófico.
Referências bibliográficas:
ABRÃO, Bernadette. História da Filosofia. São Paulo: Nova Cultural, 1999.
CASTRO, Edgardo. Introdução a Foucault. Belo Horizonte: Autentica Editora, 2014.
DÍAZ, Esther. A filosofia de Michel Foucault. São Paulo: Editora Unesp, 2012.
MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
REVEL, Judith. Michel Foucault: conceitos essenciais. São Carlos: Claraluz, 2005.
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Foucault - Arqueologia e relações de poder
Michel Foucault (1926-1984) foi um dos filósofos mais destacados do século XX, não fez filosofia como na tradição, onde se pretendia encontrar "verdades", mas buscou tomar contato com os elementos implícitos nos saberes e nas práticas, evidenciando a construção…
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O grupo de diálogos sobre Foucault pretende apresentar uma introdução sobre o filósofo, destacando alguns dos principais temas que ele abordou.
Michel Foucault (1926-1984) é um dos filósofos mais complexos e intrigantes de nosso tempo, que trabalhou temas diversos, como a loucura, o saber, o poder, a sexualidade, o sujeito e a ética; a partir de distintas perspectivas, como a filosofia, a história, a medicina, o direito e as artes.
Neste grupo de diálogos vamos abordar alguns dos principais temas de sua filosofia, iniciando com uma breve introdução sobre seu filosofar histórico e crítico, seguindo para as relações entre loucura e saber, sua análise do poder e o poder disciplinar, e por fim a analítica da subjetivação.
Datas e temas:
18/Mar: Introdução a Foucault
25/Mar: Loucura e psicologia
01/Abr: Poder disciplinar
08/Abr: Analítica da subjetivação
(aos sábados)
Horário e valor:
Horário: 10h às 11h (horário de Brasília)
Inscrição: R$ 90,00 (todos os encontros)
Mais informações e inscrições em:
https://www.ex-isto.com/2023/03/foucault-grupo-dialogos.html
Michel Foucault (1926-1984) é um dos filósofos mais complexos e intrigantes de nosso tempo, que trabalhou temas diversos, como a loucura, o saber, o poder, a sexualidade, o sujeito e a ética; a partir de distintas perspectivas, como a filosofia, a história, a medicina, o direito e as artes.
Neste grupo de diálogos vamos abordar alguns dos principais temas de sua filosofia, iniciando com uma breve introdução sobre seu filosofar histórico e crítico, seguindo para as relações entre loucura e saber, sua análise do poder e o poder disciplinar, e por fim a analítica da subjetivação.
Datas e temas:
18/Mar: Introdução a Foucault
25/Mar: Loucura e psicologia
01/Abr: Poder disciplinar
08/Abr: Analítica da subjetivação
(aos sábados)
Horário e valor:
Horário: 10h às 11h (horário de Brasília)
Inscrição: R$ 90,00 (todos os encontros)
Mais informações e inscrições em:
https://www.ex-isto.com/2023/03/foucault-grupo-dialogos.html
ex-isto
Foucault - Grupo de diálogos
O grupo de diálogos sobre Foucault pretende oferecer uma introdução sobre o filósofo, destacando alguns dos principais temas de sua filosofia.
Papo experimental com Priscila Mulin, musicoterapeuta, pesquisadora e professora, onde conversamos sobre a Musicoterapia e o Mapa da Escuta, projeto que propõe uma escuta atenta sobre a experiência musical terapêutica singular de cada pessoa, visando tomar contato com dimensão musical da existência e os afetos, numa perspectiva estética.