ex-isto
149 subscribers
219 photos
2 files
403 links
Pesquisas e reflexões sobre a singularidade, o devir e a criação, a partir da filosofia, da psicologia e das artes, em favor de outros modos de vida, mais salutares.

Links:
www.ex-isto.com
www.youtube.com/existo
www.instagram.com/existocom
Download Telegram
Neste minicurso, vamos pensar filosoficamente como a ansiedade, a hiperatividade, o esgotamento e a autocobrança se tornaram elementos estruturais da vida, e como podemos reagir a isso.

Temas:
-Sociedade do desempenho e do cansaço
-Excesso de estímulos e ansiedade constante
-Cansaço psíquico e esgotamento existencial
-Ausência de silêncio e de contemplação
-Resistência, pausa e outros modos de vida

Data: 23 de maio de 2026 (sábado)
Horário: 9h às 11h30
Formato: Online ao vivo

https://www.ex-isto.com/2026/05/ansiedade-exaustao-minicurso.html
👍1
Neste grupo, vamos pensar com filósofos que romperam esses discursos, desconfiando das verdades estabelecidas, questionando a ideia de sujeito fixo e abrindo espaço para outros modos de pensamento e vida.

Esse grupo não é um espaço de respostas prontas, mas encontros para pensar criticamente os modos de vida contemporâneos, produzir fissuras no pensamento e deslocamentos existenciais.

Mais informações:
https://www.ex-isto.com/2026/05/filosofia-ruptura-grupo.html
Atividade em grupo online, um laboratório filosófico da ruptura, para deslocar os modos comuns de pensar a filosofia e vida.

Neste grupo, vamos pensar com filósofos que romperam esses discursos, desconfiando das verdades estabelecidas, questionando a ideia de sujeito fixo e abrindo espaço para outros modos de pensamento e vida.

20/Maio: A crítica do sujeito
27/Maio: Rompendo com a verdade
03/Junho: Outros modos de vida

Mais infos:
https://www.ex-isto.com/2026/05/filosofia-ruptura-grupo.html
Transmutar a dor em potência de vida é uma característica do pensamento de Nietzsche, concebendo o sofrimento como uma disposição plástica que pode ser transformada em algo distinto, novo e até mesmo criativo.

Seu pensamento não busca nem propõe uma "cura" no sentido terapêutico convencional, mas uma transmutação, utilizando a da como uma matéria para uma vida mais intensa e afirmativa.

Para Nietzsche, o ressentido é aquele que não consegue digerir suas experiências ruins, nem transformar a dor em algo novo, ficando preso ao sofrimento vivido e à mesma ofensa sofrida.

Continue lendo em:
https://www.brunocarrasco.net/2026/05/transformacao-da-dor.html
Para Nietzsche, reviver constantemente uma mágoa ou um sofrimento nos impede a ação e a criação de outros modos de vida. O esquecimento é entendido como uma força vital e plástica, indispensável para abrir espaço ao novo.

Neste vídeo comento sobre a diferença entre o ressentido o criador diante do sofrimento, dialogando com a perspectiva de Friedrich Nietzsche. A superação do sofrimento não consiste em negar ou evitar a dor, mas integrá-la e transformá-la, sem se fixar nela como uma identidade permanente.

https://youtu.be/SYZQlBDqz_Y
Foucault não busca saber se a liberdade é uma essência universal do ser humano, mas entender como somos historicamente constituídos, restringidos, produzidos e configurados, e quais possibilidades nessas condições...
https://youtu.be/o7ovS5atrek
👍1
Atividade em grupo online, um espaço para dialogar sobre a experiência, a percepção, o corpo, as relações de poder e a produção da realidade.

A fenomenologia se iniciou com o intuito de retornar à experiência vivida anterior às abstrações, teorizações e explicações. Um movimento de voltar ao mundo tal como ele nos aparece, buscando compreender como percebemos, sentimos e nos orientamos.

Vivemos implicados em modos de percepção e sentido que são produzidos socialmente, configurando nosso olhar, desejos e possibilidades existenciais. A fenomenologia crítica se coloca a pensar como a história, as normas sociais, as relações de poder, gênero e raça atravessam aquilo que percebemos e sentimos.

Temas:
16/Junho: A volta ao mundo-da-vida
23/Junho: Teoria tradicional e crítica
30/Junho: Para uma fenomenologia crítica

Horário: 15h30 às 17h

Mais informações e inscrições em:
https://www.ex-isto.com/2026/05/fenomenologia-critica-grupo.html
Hábitos, relações, trabalho, leituras, lazer, alimentação, espaços que frequentamos e pessoas que convivemos formam uma configuração que estrutura nossa existência.

Essa configuração não é fixa, mas está em constante construção e transformação, podendo ser reorganizada, desmontada e refeita. Deste modo, vamos reconfigurando e refazendo a nós mesmos...

https://youtu.be/cGa_H68I0ls
Diferente das concepções morais tradicionais, baseadas em noções de certo e errado, bem e mal, Espinosa propõe uma pergunta mais radical e prática: o que aumenta ou diminui nossa potência de agir?

Nesta perspectiva, nossos encontros cotidianos com pessoas, lugares, objetos, atividades e até pensamentos influenciam nossa capacidade de agir, criar, transformar e existir.

Sua ética não consiste num conjunto de regras universais para termos de seguir, mas um exercício contínuo de avaliação dos afetos que nos constituem.

https://youtu.be/BdywM2X4j7w
Contrário da tradição filosófica que buscava verdades universais e essências imutáveis, Nietzsche propôs uma filosofia da interpretação, da criação e da vida. Para ele, a tarefa do filósofo não é descobrir uma verdade sobre o mundo, mas avaliar as ideias, valores e modos de existência que fortalecem ou enfraquecem nossa potência de viver...
https://youtu.be/nO9U4IBRdDI
👍1
Vivemos numa época que nos promete liberdade, mas que também nos cobra desempenho constante. Precisamos produzir mais, melhorar mais, aparecer mais. Fomos ensinados que nós mesmos devemos nos impor essa pressão.

Neste vídeo, comento um pouco sobre o pensamento de Byung-Chul Han sobre a sociedade do desempenho, a cultura da produtividade e a hiperexposição nas redes sociais. Por que estamos tão sobrecarregados e cansados? Como resistir a essa lógica?

https://youtu.be/SjCYvO68DOk
Atividade em grupo online para dialogar sobre a experiência, a percepção, o corpo, as relações de poder e a produção da realidade.

A fenomenologia se iniciou com o intuito de retornar à experiência vivida anterior às abstrações, teorizações e explicações. Um movimento de voltar ao mundo tal como ele nos aparece, buscando compreender como percebemos, sentimos e nos orientamos.

Vivemos implicados em modos de percepção e sentido que são produzidos socialmente, configurando nosso olhar, desejos e possibilidades existenciais.

A fenomenologia crítica se coloca a pensar como a história, as normas sociais, as relações de poder, gênero e raça atravessam aquilo que percebemos e sentimos.

Datas e Temas
26/Junho: A volta ao mundo-da-vida
03/Julho: Teoria tradicional e crítica
10/Julho: Para uma fenomenologia crítica

Horário: 15h30 às 17h

Mais informações e inscrições em:
https://www.ex-isto.com/2026/05/fenomenologia-critica-grupo.html