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Pesquisas e reflexões sobre a singularidade, o devir e a criação, a partir da filosofia, da psicologia e das artes, em favor de outros modos de vida, mais salutares.

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Romper com moralismos não significa viver sem critérios, mas libertar-se das culpas herdadas, dos julgamentos que diminuem e das regras que seguimos sem questionar. Inspirado na filosofia de Friedrich Nietzsche, este ebook é um convite para rir do moralismo, abrir espaços de liberdade e compor a vida como obra de arte.

Escrito em linguagem acessível, combina ensaios filosóficos, atividades práticas e citações de Nietzsche. Não é um texto acadêmico, mas um convite a experimentar outros modos de pensar e viver, mais libertos, alegres e criativos. Para quem deseja aproximar a filosofia do cotidiano e transformar conceitos em experiências práticas.

Link:
https://www.brunocarrasco.net/p/romper-com-moralismos.html
Estamos acostumados a pensar a ciência como uma prática neutra, objetiva, que simplesmente descobre verdades que já existem no mundo.

Mas, e se a ciência fosse justamente quem produz as ideias de "verdade", bem como de "normal", "sujeito" e "adequado"?

Foucault encarava a ciência não como um espelho da realidade, mas como uma forma de organizar e produzir discursos.

A ciência não apenas descreve o mundo, mas estabelece uma ordem e cria categorias que usamos para entender o "sujeito", o “doente” o “saudável” e o “transtorno”.

Essas categorias não são naturais ou eternas, elas foram construídas em determinados contextos históricos, com intuitos específicos.

Isso significa que o saber científico estabelece também uma relação de poder, que define quem tem autoridade para dizer o que é verdadeiro e quem não tem.

Leia mais sobre em:
https://www.brunocarrasco.net/2026/02/ciencia-saber-foucault.html
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Grupo de filosofia prática para pensar o cansaço, a ansiedade, a culpa e a liberdade.

Você já sentiu que está sempre correndo, mas sem saber exatamente para onde? Ansiedade, excesso de cobrança, sensação de estar sempre devendo algo… Essas experiências são cada vez mais comuns, mas raramente paramos para pensar nelas com profundidade.

Nos encontros de Filosofia Prática, vamos pensar filosoficamente sobre as demandas que nos atravessam, entender melhor o que estamos vivendo e encontrar caminhos para lidar com essas questões Sem fórmulas prontas, sem julgamentos, com abertura ao pensamento e ao diálogo.

15/Abril:
Cansaço e ansiedade com Byung-Chul Han

22/Abril:
Culpa e criação com Friedrich Nietzsche

29/Abril:
Práticas de liberdade com Michel Foucault

Mais informações e inscrições no link:
https://www.ex-isto.com/2026/04/filosofia-pratica-grupo.html
A filosofia da diferença é uma perspectiva que concebe a diferença não como um desvio da identidade, mas como força produtiva da realidade, valorizando o devir, a multiplicidade e a transformação em oposição à tradição metafísica ocidental centrada em essências fixas e identidades estáveis.
https://youtu.be/LK9J_3m4NXA
Atividade para pensar o sofrimento não enquanto algo a ser eliminado, mas como uma experiência a ser compreendida, atravessada e transformada.

Muitas vezes, diante de um sofrimento, nossa primeira reação é tentar explicar o evitar? E se, em vez disso, nos atentarmos ao que nos modifica. Tensões e incômodos talvez não sejam falhas da vida, mas sinais de algo que precisa ser transformado.

Vamos explorar algumas ideias de Nietzsche para deslocar o modo como entendemos o sofrimento. O intuito não é "resolver problemas", mas experimentar outras maneiras de se relacionar com o que nos atravessa, com abertura ao pensamento, experiência e criação.

16/Abril — As forças da vida

23/Abril — Sofrimento como potência

30/Abril — Ressentimento e criação

Mais informações em:
https://www.ex-isto.com/2026/04/nietzsche-sofrimento-transformacao.html
Grupo de filosofia prática para pensar o cansaço, a ansiedade, a culpa e a liberdade.

Parece que estamos sempre correndo, mas sem saber exatamente para onde? Ansiedade, excesso de cobrança, sensação de estar sempre devendo algo… Essas experiências são cada vez mais comuns, mas raramente paramos para sobre elas com profundidade.

https://www.ex-isto.com/2026/04/filosofia-pratica-grupo.html
O pensamento difundido "seja sua melhor versão" nos exerce uma tirania silenciosa, uma obrigação de ser produtivo, criativo, otimista, feliz e bem-sucedido todo o tempo. E o resultado disso é uma sensação de esgotamento permanente, um cansaço psíquico crônico.

Vivemos sob o imperativo da performance, cada indivíduo se tornou um empresário de si, responsável por gerir sua vida e energia, para extrair sempre o máximo possível de si. A exploração hoje é autoimposta, e justamente por isso mais eficaz.

https://www.brunocarrasco.net/2026/04/cansaco-permanente.html
A pergunta "quem somos?", que muitas vezes nos ocorre, pressupõe um "eu", uma "identidade", uma "personalidade", ou uma "essência", enfim, algo que revelaria uma espécie de "verdade" ou "fundamento" sobre nós mesmos, que nem sempre parece muito perceptível, mas que pode ser encontrada ou descoberta.

Esse pensamento é muito presente desde Descartes até a psicologia moderna. Porém, Michel Foucault deslocou essa perspectiva para perguntar como nos tornamos. Para ele, não possuímos um núcleo original ou pessoal, mas nos configuramos em meio a práticas sociais e históricas, relações de poder, discursos, instituições e saberes.

Foucault não perguntava "o que é o sujeito?", mas "como nos tornamos sujeito?", pensando como o sujeito foi produzido e se tornou um objeto de saber. Em vez de procurar uma verdade do sujeito, ele investigou os processos que produzem os sujeitos, fazendo uma análise das condições históricas que tornam possíveis certos modos de subjetividade.

Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2026/05/como-nos-tornamos.html
Antes nós usávamos a Internet. Hoje a internet nos usa...

https://www.instagram.com/p/DYHrE5UlbVZ/
Foucault contrariou o discurso comum ao pensar a loucura como uma experiência muito anterior à psicologia, percebida por outros saberes antes de chegar na psicologia, que nem sempre foi uma questão médica ou entendida como um problema que necessita de tratamento. Segundo ele, a loucura não é um fato natural, mas uma produção histórica marcada por práticas sociais e discursivas.

As principais questões que comenta em seu livro são: como se transformaram historicamente os entendimentos e as disposições para com a loucura? Como a loucura se tornou um objeto de saber médico, num progressivo domínio da razão sobre a loucura? Quais foram as mudanças de perspectiva, de olhar, de disposição, de sensibilidade e de práticas para com o "louco" na história do ocidente?

Evidenciando a condição histórica dos saberes e das práticas, Foucault entendia que os saberes são resultantes de um conjunto de configurações históricas. Seu método arqueológico buscava escavar as condições de enunciação dos discursos e de sua eleição como verdadeiro ou falso, contrariando a ideia de uma racionalidade global e unitária, buscando as condições de possibilidade históricas dos saberes e das práticas.

Leia o texto em:
https://www.brunocarrasco.net/2026/05/historia-da-loucura.html
Neste minicurso, vamos pensar filosoficamente como a ansiedade, a hiperatividade, o esgotamento e a autocobrança se tornaram elementos estruturais da vida, e como podemos reagir a isso.

Temas:
-Sociedade do desempenho e do cansaço
-Excesso de estímulos e ansiedade constante
-Cansaço psíquico e esgotamento existencial
-Ausência de silêncio e de contemplação
-Resistência, pausa e outros modos de vida

Data: 23 de maio de 2026 (sábado)
Horário: 9h às 11h30
Formato: Online ao vivo

https://www.ex-isto.com/2026/05/ansiedade-exaustao-minicurso.html
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