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Pesquisas e reflexões sobre a singularidade, o devir e a criação, a partir da filosofia, da psicologia e das artes, em favor de outros modos de vida, mais salutares.

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Encontros em Esquizoanálise é uma atividade online para a experimentação do pensamento, a circulação de ideias e produção de deslocamentos nos modos de pensar, viver e agir. A proposta é o encontro, as trocas, circulação de ideias e o ensaio.

A esquizoanálise não é uma especialidade restrita ao campo da psicologia, nem um sistema teórico fechado, mas um instrumento crítico para analisar os modelos de vida dominantes, experimentar rupturas e outros modos de existência.

Em três encontros vamos abrir um espaço coletivo de troca, experimentação conceitual e cartografia do pensamento, dialogando com o pensamento de Deleuze & Guattari, não como teoria dada, mas como uma caixa de ferramentas para pensar e transformar.

11/Fev: Pensamento Rizomático

18/Fev: Conceitos-ferramenta

25/Fev: Diferença, cartografia e clínica

Para mais informações ou se inscrever, acesse:
https://www.ex-isto.com/2026/01/encontros-esquizoanalise.html
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Pensar não para explicar o mundo, mas para deslocar e compor outras conexões...

Encontros em Esquizoanálise é uma atividade online para a experimentação do pensamento, a circulação de ideias e produção de deslocamentos nos modos de pensar, viver e agir. A proposta é o encontro, as trocas e o ensaio.

Em três encontros vamos nos encontrar num espaço de trocas e cartografia do pensamento, dialogando com o pensamento de Deleuze & Guattari não como teoria dada, mas como uma caixa de ferramentas para pensar e transformar.


Encontros

11/Fev: Pensamento Rizomático
Pensar sem um tronco central ou hierarquias fixas, estabelecendo conexões e desvios, por linhas que se aproximam, distanciam e reinventam.

18/Fev: Conceitos-Ferramentas
Desejo, produção, agenciamento, linhas de fuga, utilizando os conceitos como instrumentos: -para que servem, quando usar, quando abandonar?

25/Fev: Diferença e Cartografia
Mapear processos, acompanhar forças e intensidades, tomar contato com a diferença sem reduzir a identidades, representações ou diagnósticos.


Mais informações em:
https://www.ex-isto.com/2026/01/encontros-esquizoanalise.html
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Segundo encontro hoje:

Um percurso histórico da Grécia Antiga até contemporaneidade, pensando a filosofia como uma ferramenta de leitura do mundo e da vida.

https://www.ex-isto.com/2026/01/grupo-estudos-filosofia.html
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Começa amanhã:

Encontros em Esquizoanálise, uma atividade online para a experimentação do pensamento, a circulação de ideias e produção de deslocamentos nos modos de pensar, viver e agir. A proposta é o encontro, as trocas e o ensaio.

Pensar não para explicar o mundo, mas para deslocar e compor outras conexões...

https://www.ex-isto.com/2026/01/encontros-esquizoanalise.html
Fenomenologia e esquizoanálise oferecem perspectivas distintas para pensar a experiência humana e o sofrimento psíquico na contemporaneidade. Embora ambas contrariem o positivismo e recusam explicações reducionistas sobre a subjetividade, seus pontos de partida, procedimentos e intenções clínicas diferem de modo significativo.

A fenomenologia busca, prioritariamente, a compreender como uma pessoa vive sua experiência, dando importância à estrutura e ao sentido do vivido, enquanto a esquizoanálise tende a se ocupar de como são produzidos determinados modos de vida e de sofrimento, as condições e os arranjos que compõem o viver, bem como a criação e experimentação de outras maneiras de existir.

Coninue lendo no link:
https://www.ex-isto.com/2026/02/fenomenologia-esquizoanalise-diferencas.html
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A palavra “diferença” costuma ser entendida como uma variação, um desvio perante algo que "não é igual". A filosofia da diferença, porém, não a trata como um atributo secundário em relação a algo, como se ela aparecesse depois que o “mesmo” já está dado. Ela desloca o eixo: a diferença não é um acidente daquilo que repete, mas o que repete é um efeito dos processos de diferenciação.

Por não ser um desvio com relação a algo que já teria uma identidade, mas a própria realidade, ela é originária e produtiva. Entende-se que o real se faz por processos de diferenciação, que geram singularidades, multiplicidades e mudanças. Por isso, a diferença não é um atributo secundário das coisas, mas o próprio modo delas. A identidade, as essências e a repetição são recortes de processos de diferenciação.

Leia o texto em:
https://www.brunocarrasco.net/2026/02/diferenca-filosofia.html
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Você não está cansado “só porque trabalhou demais”, mas porque a própria vida foi convertida em performance.

A tecnologia digital e o capitalismo neoliberal reorganizam a existência num regime de atenção fragmentada, produtividade compulsória e visibilidade obrigatória — onde o sujeito virou empresário de si, gerente e funcionário ao mesmo tempo.

https://youtu.be/Yi1KKPkpqEg
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Fomos ensinados a encarar a ciência como uma verdade inquestionável, a reconhecer seus saberes como legítimos e atribuir valor a seus conhecimentos. Entendemos a ciência como uma explicação sobre o mundo e a vida, um desvelamento e uma descrição apurada do real.

Contrapondo a essa perspectiva, o filósofo francês Michel Foucault colocou em questão a posição da ciência em nossa sociedade e o modo como ela atua em nossas vidas, entendendo que o saber científico não "descobre" o mundo, mas produz uma leitura específica de mundo.

Segundo Foucault, a ciência é uma prática histórica de produção discursiva, um modo de organizar entendimentos, enunciados e métodos que oferece uma leitura de mundo, usando termos como "normalidade", "identidade" ou "transtorno", governando condutas e modelos de vida.

https://www.brunocarrasco.net/2026/02/ciencia-saber-foucault.html
Como as tecnologias modificaram nossa relação com o tempo, com as experiências, com as pessoas e com nós mesmos?

Do instante vivido para o “feed infinito”, os smartphones com suas notificações constantes transformaram a experiência em registro, a presença em postagem e a memória em arquivo.

Estamos mais conectados do que nunca, mas também exaustos, dispersos e distantes das experiências. O que as redes sociais fizeram com nossa atenção, nosso tempo e encontros?

https://www.youtube.com/watch?v=w3n4ou6GCZg
Cansaço, ansiedade difusa, sensação de insuficiência e necessidade de exposição. Não são apenas questões individuais, mas uma nova configuração de vida, trabalho e relações.

Esta atividade propõe pensar o cansaço não como falha individual, mas um sintoma histórico de nosso tempo. Partindo da leitura de Byung-Chul Han, vamos pensar o cenário atual em que não somos apenas controlados, mas convocados a nos otimizar continuamente.

Produzir, performar e melhorar a si mesmo são as palavras de ordem de nosso tempo. A vida segue numa lógica do “feed”, correndo sem fim. Os algoritmos configuram nossos desejos, a subjetividade se torna vitrine e a experiência um conteúdo a ser publicado.

A autoexploração e a psicopolítica são técnicas atuais e sutis de controle, que operam não pela repressão, mas pela sedução e o engajamento voluntário. Não se trata apenas de trabalhar demais, mas transformar a vida num projeto ininterrupto de desempenho.

Estamos doentes ou exaustos de um modelo específico de vida?

https://www.ex-isto.com/2026/02/byung-chul-han-exaustao-existencial.html
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Estamos doentes ou exaustos de um modelo específico de vida?

Vamos olhar o cansaço não como falha individual, mas um sintoma histórico de nosso tempo.

10/março:
Por que estamos tão cansados?

17/março:
A vida em modo “feed”

24/março:
Movimentos para resistir

Formato: online, via Google Meet.
Duração: 1h por encontro.
Horário: 16h às 17h.

Os encontros serão gravados e a gravação será enviada por e-mail aos inscritos.

Mais informações em:
https://www.ex-isto.com/2026/02/byung-chul-han-exaustao-existencial.html
Uma proposta teórico-prática para tensionar os fundamentos da identidade, deslocar as estruturas da filosofia tradicional e experimentar outros modos de pensamento e vida.

O intuito não é pensar as teorias como elementos estáveis e acabados, mas operar deslocamentos, questionar evidências e produzir travessias. Não buscar confirmar identidades, mas pensar para provocar, produzir fissuras e movimentos.

Mais informações:
https://www.ex-isto.com/2026/02/dialogos-filosofia-diferenca.html