Não me interessa encaixar pessoas em diagnósticos ou convenções, mas possibilitar condições para viver de maneira mais livre e singular. Estudo distintas formas de cuidar de si e das relações, relacionando saberes em filosofia da diferença, psicologia crítica e artes.
Proponho espaços de reflexão e invenção, para possibilitar se reconhecer em suas peculiaridades, repensar a vida e as relações, encontrar e experimentar outros caminhos para a vida, mais salutares e interessantes, questionando as normas e desnaturalizando hábitos.
Após 15 anos de experiência como terapeuta e professor, com formação em Psicologia, Filosofia e Pedagogia, dialogando com Nietzsche, Foucault e Deleuze. Não ofereço respostas, mas perguntas que abrem caminhos e provocam outros modos de existir.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/p/outro-pensar-e-viver.html
Proponho espaços de reflexão e invenção, para possibilitar se reconhecer em suas peculiaridades, repensar a vida e as relações, encontrar e experimentar outros caminhos para a vida, mais salutares e interessantes, questionando as normas e desnaturalizando hábitos.
Após 15 anos de experiência como terapeuta e professor, com formação em Psicologia, Filosofia e Pedagogia, dialogando com Nietzsche, Foucault e Deleuze. Não ofereço respostas, mas perguntas que abrem caminhos e provocam outros modos de existir.
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Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Por outro pensar e viver
Nem filosofia nem psicologia - um espaço para relfletir, sentir e criar outros modos de pensar e viver. Bruno Carrasco, terapeuta e professor...
Neste texto traço um breve panorama dos caminhos da filosofia contemporânea: a fenomenologia, a hermenêutica, o estruturalismo, a genealogia de Nietzsche, a arqueologia de Foucault, a cartografia de Deleuze e Guattari, e o perspectivismo. Cada caminho propõe maneiras de pensar, analisar e conceber a realidade. Suas diferenças não são meramente técnicas, mas distintas proposições para compreender o ser humano, as relações, o mundo, e as interações entre eles.
Texto em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/07/panorama-filosofia-contemporanea.html
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https://www.brunocarrasco.net/2025/07/panorama-filosofia-contemporanea.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Panorama da filosofia contemporânea
Um panorama comparativo entre a fenomenologia, a hermenêutica, o estruturalismo, a genealogia, a arqueologia, a cartografia e o perspectivismo...
"Meu papel – e este é um termo por demais pomposo – consiste em mostrar às pessoas que elas são muito mais livres do que pensam, que elas tomam por verdadeiro, por evidente, certos temas fabricados em um momento particular da história, e que essa pretensa evidência pode ser criticada e destruída.”
(Michel Foucault)
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/liberdade-foucault.html
(Michel Foucault)
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/liberdade-foucault.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Liberdade como prática de si
Pensar as práticas de liberdade enquanto um campo de práticas possíveis, abertas, que se fazem em meio a condições históricas específicas...
Viver sem Moralismos:
Ensaios para pensar com Nietzsche fora da norma
(ebook)
Viver sem moralismos não significa viver sem critérios, nem cair num caos sem norte. Trata-se, antes de tudo, de se libertar do peso das regras que não escolhemos, das culpas herdadas e dos julgamentos que nos diminuem. É desconfiar das vozes que dizem “deve ser assim”, “não pode ser assado”, “isso é certo”, “aquilo é errado”. Quantas vezes, sem perceber, seguimos um script que não escrevemos, apenas porque uma norma nos foi imposta?
Friedrich Nietzsche, filósofo intempestivo e inquieto, nos provoca a romper com os scripts e a inventar outros modos de vida. Ele não nos oferece manuais, nem respostas prontas. Ao contrário: nos lança perguntas incômodas que servem como um convite a experimentar, a criar e a afirmar nosso corpo e potência. Sua filosofia é menos uma doutrina que se aprende e mais uma faísca que incendeia: um chamado para viver como obra de arte, em vez de seguir como cópia.
https://go.hotmart.com/T101818217C
Ensaios para pensar com Nietzsche fora da norma
(ebook)
Viver sem moralismos não significa viver sem critérios, nem cair num caos sem norte. Trata-se, antes de tudo, de se libertar do peso das regras que não escolhemos, das culpas herdadas e dos julgamentos que nos diminuem. É desconfiar das vozes que dizem “deve ser assim”, “não pode ser assado”, “isso é certo”, “aquilo é errado”. Quantas vezes, sem perceber, seguimos um script que não escrevemos, apenas porque uma norma nos foi imposta?
Friedrich Nietzsche, filósofo intempestivo e inquieto, nos provoca a romper com os scripts e a inventar outros modos de vida. Ele não nos oferece manuais, nem respostas prontas. Ao contrário: nos lança perguntas incômodas que servem como um convite a experimentar, a criar e a afirmar nosso corpo e potência. Sua filosofia é menos uma doutrina que se aprende e mais uma faísca que incendeia: um chamado para viver como obra de arte, em vez de seguir como cópia.
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Viver sem Moralismos: Ensaios para pensar com Nietzsche fora da norma - ex-isto | Hotmart
Viver sem moralismos não significa viver sem critérios, nem cair num caos sem norte. Trata-se, antes de tudo, de se libertar do peso das regras que não...
Michel de Montaigne foi um pensador francês do século XVI, considerado um dos precursores da filosofia moderna da subjetividade. Sua obra "Os Ensaios" (1580) marca uma virada no modo de pensar o ser humano, sem o peso das tradições escolásticas e do humanismo livresco, colocando em primeiro plano a experiência singular de si como um campo de investigação filosófica.
Ao invés de buscar verdades universais e fixas, Montaigne propõe olhar para si próprio, “sou eu mesmo a matéria de meu livro”, explorando seus pensamentos, afetos, contradições e transformações, utilizando esses elementos como matéria de reflexão. Ele inclusive inaugura o ensaio como um gênero literário, escrevendo diversos textos sobre um tema, explorando perspectivas distintas, sem o intuito de alcançar uma conclusão.
"Quero que me vejam aqui em meu modo simples, natural e corrente, sem pose nem artifício: pois é a mim que retrato. Meus defeitos, minhas imperfeições e minha forma natural de ser hão de se ler (...). Assim, Leitor, sou eu mesmo a matéria de meu livro: não é razão para que empregues teu vagar em assunto tão frívolo e vão."
(Montaigne, em 'Ensaios')
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/subjetividade-montaigne.html
Ao invés de buscar verdades universais e fixas, Montaigne propõe olhar para si próprio, “sou eu mesmo a matéria de meu livro”, explorando seus pensamentos, afetos, contradições e transformações, utilizando esses elementos como matéria de reflexão. Ele inclusive inaugura o ensaio como um gênero literário, escrevendo diversos textos sobre um tema, explorando perspectivas distintas, sem o intuito de alcançar uma conclusão.
"Quero que me vejam aqui em meu modo simples, natural e corrente, sem pose nem artifício: pois é a mim que retrato. Meus defeitos, minhas imperfeições e minha forma natural de ser hão de se ler (...). Assim, Leitor, sou eu mesmo a matéria de meu livro: não é razão para que empregues teu vagar em assunto tão frívolo e vão."
(Montaigne, em 'Ensaios')
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/subjetividade-montaigne.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Sujeito e subjetividade em Montaigne
Montaigne não escrevia sobre o universal em abstrato, mas sobre si mesmo, destacando o ordinário, aquilo que parece banal e pouco digno de atenção...
Romper com moralismos não significa viver sem critérios, mas libertar-se das culpas herdadas, dos julgamentos que diminuem e das regras que seguimos sem questionar.
Inspirado no pensamento de Friedrich Nietzsche, este ebook é um convite a rir do moralismo, abrir espaços de liberdade e compor a vida como obra de arte...
Mais informações em:
https://www.brunocarrasco.net/p/romper-com-moralismos.html
Inspirado no pensamento de Friedrich Nietzsche, este ebook é um convite a rir do moralismo, abrir espaços de liberdade e compor a vida como obra de arte...
Mais informações em:
https://www.brunocarrasco.net/p/romper-com-moralismos.html
O entendimento mais comum de “ser” na filosofia é de uma realidade essencial, imutável, estável, em contraste com a aparência e o devir. Esta perspectiva se consolidou hegemonicamente na tradição metafísica
Porém, há uma outra perspectiva de pensamento, mais complexa e diferenciada, que encara o “ser” não como essência, identidade ou existência permanente, mas como uma mera convenção, como uma ficção que organiza o mundo da experiência e da linguagem...
Texto completo no link:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/ser-como-ficcao.html
Porém, há uma outra perspectiva de pensamento, mais complexa e diferenciada, que encara o “ser” não como essência, identidade ou existência permanente, mas como uma mera convenção, como uma ficção que organiza o mundo da experiência e da linguagem...
Texto completo no link:
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Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Ser como ficção na Filosofia
Para Nietzsche o ser é uma ficção útil, que dá estabilidade ao pensamento e à vida social, mas ao custo de negar o movimento incessante da vida...
Romper com moralismos não significa viver sem critérios, mas libertar-se das culpas herdadas, dos julgamentos que diminuem e das regras que seguimos sem questionar. Inspirado no pensamento intempestivo de Friedrich Nietzsche, este ebook é um convite para rir do moralismo, abrir espaços de liberdade e compor a vida como obra de arte.
Escrito em linguagem acessível, combina ensaios filosóficos, exercícios práticos e citações originais de Nietzsche. Não se trata de um tratado acadêmico, mas um convite a experimentar outros modos de viver, mais libertos, alegres e criativos. Para quem deseja aproximar a filosofia do cotidiano e transformar conceitos em experiências práticas.
Mais informações em:
https://www.brunocarrasco.net/p/romper-com-moralismos.html
Escrito em linguagem acessível, combina ensaios filosóficos, exercícios práticos e citações originais de Nietzsche. Não se trata de um tratado acadêmico, mas um convite a experimentar outros modos de viver, mais libertos, alegres e criativos. Para quem deseja aproximar a filosofia do cotidiano e transformar conceitos em experiências práticas.
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Depois de um tempo mexendo e remexendo, dei uma atualizada em meu blog, um ateliê filosófico de experimentações de ideias, onde compartilho ensaios numa perspectiva crítica sobre terapia e filosofia.
Se quiser conhecer um pouco de meu trabalho e ideias, segue o link: www.brunocarrasco.net
Se quiser conhecer um pouco de meu trabalho e ideias, segue o link: www.brunocarrasco.net
O grupo online de Co-visão para Terapeutas é um convite para refletir sobre a prática terapêutica, compartilhar experiências e escutar outras perspectivas, num espaço de apoio colaborativo, onde não há hierarquias de saber, mas trocas de ideias e experiências.
Parte da ideia que ninguém detém a verdade sobre o fazer terapêutico. O que interessa é ampliar olhares sobre a terapia, num espaço coletivo de escuta e trocas entre terapeutas, onde partilhamos experiências, angústias e dilemas.
Mais informações em:
https://www.brunocarrasco.net/p/covisao-grupo.html
Parte da ideia que ninguém detém a verdade sobre o fazer terapêutico. O que interessa é ampliar olhares sobre a terapia, num espaço coletivo de escuta e trocas entre terapeutas, onde partilhamos experiências, angústias e dilemas.
Mais informações em:
https://www.brunocarrasco.net/p/covisao-grupo.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Co-visão para Terapeutas (grupo)
Espaço de apoio mútuo, troca e reflexão, onde não há hierarquias de saber, mas um espaço de pensamento compartilhado, abertura para aprendizagem...
A noção de “terapia” geralmente nos remete à psicologia clínica ou à psiquiatria, enquanto campo de tratamento de sintomas, doenças ou disfunções. Porém, inspirado em Michel Foucault, seguimos por outro caminho, no sentido de uma terapia que não se restringe à cura ou normalização, mas se abre como prática crítica, exercício de liberdade e de constituição de modos de vida.
Essa terapêutica não se fundamenta na busca de uma essência interior ou de uma verdade psicológica a ser desvelada, mas na análise das forças históricas, sociais, culturais e políticas que atravessam os sujeitos, ao mesmo tempo em que aposta na possibilidade de compor novas formas de existir, destacando o cuidado, a crítica e a invenção de si.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/foucault-terapia.html
Essa terapêutica não se fundamenta na busca de uma essência interior ou de uma verdade psicológica a ser desvelada, mas na análise das forças históricas, sociais, culturais e políticas que atravessam os sujeitos, ao mesmo tempo em que aposta na possibilidade de compor novas formas de existir, destacando o cuidado, a crítica e a invenção de si.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/foucault-terapia.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Terapeuta filosófico, professor de filosofia e psicologia, questionador e crítico. Em favor de outros modos de vida, mais salutares e criativos.
O pós-estruturalismo pode ser compreendido como um conjunto de experimentos filosóficos que buscam desfazer verdades fixas e abrir o pensamento ao imprevisível. Trata-se de uma filosofia da diferença e da multiplicidade, que nega qualquer centro transcendental e afirma a imanência da vida em seus fluxos e transformações. Em vez de oferecer respostas definitivas, propõe uma atitude de constante crítica, criação e abertura ao novo.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/pos-estruturalismo.html
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https://www.brunocarrasco.net/2025/09/pos-estruturalismo.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Pós-estruturalismo: crítica e diferença
Conjunto de experimentos filosóficos que buscam desfazer verdades fixas e abrir o pensamento ao imprevisível, uma filosofia da diferença e da multi...
Para muitas pessoas, receber um diagnóstico de TDAH, depressão ou autismo pode ser um meio de validar suas características distintas. É como se a existência, antes difusa e sem justificativa, ganhasse um contorno. O mal-estar, a diferença, a inadequação e tudo aquilo que era percebido como uma falha pessoal ou erro, passa a ter um “motivo”. Não é preguiça, é depressão; não é desorganização, mas TDAH; não é esquisitice sem causa, mas autismo.
Essa inscrição num vocabulário psiquiátrico possibilita uma forma de reconhecimento que legitima suas peculiaridades. Pode inclusive abrir espaços de solidariedade, sensação de pertencimento e acolhimento entre grupos que compartilham do mesmo signo. Porém, o diagnóstico pode promover alívio e aprisionamento, simultaneamente. O diagnóstico não oferece apenas uma descrição de sintomas, mas emparelha o modo como o sujeito se percebe e narra a si mesmo.
A constatação “estou com ansiedade” aos poucos se transforma em “sou ansioso”. O que antes era uma descrição de um momento específico começa a se tornar o modo como nos percebemos. Aqui está a faca de dois gumes: ao mesmo tempo que alivia, captura. O que poderia ser uma abertura para perceber características que atravessamos, se torna identidade, tomado como destino, delimitando horizontes, estabelecendo o que podemos e o que não podemos, o que somos e o que jamais seremos.
Leia o texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/diagnostico-critica.html
Essa inscrição num vocabulário psiquiátrico possibilita uma forma de reconhecimento que legitima suas peculiaridades. Pode inclusive abrir espaços de solidariedade, sensação de pertencimento e acolhimento entre grupos que compartilham do mesmo signo. Porém, o diagnóstico pode promover alívio e aprisionamento, simultaneamente. O diagnóstico não oferece apenas uma descrição de sintomas, mas emparelha o modo como o sujeito se percebe e narra a si mesmo.
A constatação “estou com ansiedade” aos poucos se transforma em “sou ansioso”. O que antes era uma descrição de um momento específico começa a se tornar o modo como nos percebemos. Aqui está a faca de dois gumes: ao mesmo tempo que alivia, captura. O que poderia ser uma abertura para perceber características que atravessamos, se torna identidade, tomado como destino, delimitando horizontes, estabelecendo o que podemos e o que não podemos, o que somos e o que jamais seremos.
Leia o texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/diagnostico-critica.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Diagnóstico psiquiátrico - faca de dois gumes
Ao mesmo tempo que o diagnóstico pode gerar uma sensação de alívio, ele pode também direcionar a pessoa para um discurso psiquiátrico sobre si mesma..
Minha terapêutica parte de uma escuta aberta sem pressuposições, reconhecendo e valorizando os distintos modos de existir, considerando as características singulares de cada pessoa. Por meio de um diálogo aberto, com um viés filosófico e contextual, trabalho com dilemas, paradoxos e dinâmicas emocionais, para se perceber maneira mais ampla e encontrar meios próprios de expressão e inserção no mundo. Não reduzo a vida em diagnósticos ou categorias, me interessa tomar contato a complexidade da existência em sua constante transformação.
Página de dúvidas..
https://www.brunocarrasco.net/p/duvidas.html
Página de dúvidas..
https://www.brunocarrasco.net/p/duvidas.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Dúvidas
Terapeuta filosófico, professor de filosofia e psicologia, questionador e crítico. Em favor de outros modos de vida, mais salutares e criativos.