O sujeito contemporâneo acredita ser “livre” para fazer o que quiser, mas vive se cobrando cada vez mais, hipnotizado pela ideia de produtividade e pelo ideal de alcançar metas. Essa concepção de liberdade é uma armadilha: nos fez exploradores e explorados ao mesmo tempo. O resultado é um cansaço extremo e uma exaustão física e mental gerados pelo desempenho a todo custo...
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/08/por-que-estamos-cansados.html
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Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Por que estamos tão cansados?
Vivemos numa "sociedade do desempenho", onde o sujeito é obrigado a ser produtivo, multitarefa, motivado e empreendedor de si...
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Michel Foucault, criticou a primazia do sujeito como fundamento da experiência. Embora seu pensamento inicial tenha influências da fenomenologia, ele se afastou da experiência existencial e da ideia de um sujeito transcendental ou originário. Em vez disso, propôs uma análise histórica e arqueológica dos saberes e das relações de poder que configuram os modos de subjetividade e o que entendemos por "sujeito".
"Penso, pelo contrário, que o sujeito se constitui através das práticas de sujeição ou, de maneira mais autônoma, através de práticas de liberação, de liberdade."
(Michel Foucault, em 'Uma estética da existência')
Enquanto a fenomenologia existencial busca descrever as estruturas da experiência vivida, Foucault investigou como as condições históricas e sociais configuram os modos de ser e agir, os saberes, as relações de poder e os regimes de verdade. Para Foucault, não há uma existência a ser desvelada, mas processos contingentes de subjetivação, que emergem e variam conforme o tempo, o espaço e as condições históricas.
Texto completo em:
https://www.ex-isto.com/2025/08/foucault-fenomenologia-diferencas.html
"Penso, pelo contrário, que o sujeito se constitui através das práticas de sujeição ou, de maneira mais autônoma, através de práticas de liberação, de liberdade."
(Michel Foucault, em 'Uma estética da existência')
Enquanto a fenomenologia existencial busca descrever as estruturas da experiência vivida, Foucault investigou como as condições históricas e sociais configuram os modos de ser e agir, os saberes, as relações de poder e os regimes de verdade. Para Foucault, não há uma existência a ser desvelada, mas processos contingentes de subjetivação, que emergem e variam conforme o tempo, o espaço e as condições históricas.
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ex-isto - filosofia e psicologia
Filosofia, psicologia e artes, temas como o devir, a singularidade e a criação, visando possibilitar outras perspectivas de pensamento e vida.
Uma terapêutica inspirada em Nietzsche...
https://www.instagram.com/p/DNqCRt0R20C/
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Não me interessa encaixar pessoas em diagnósticos ou convenções, mas possibilitar condições para viver de maneira mais livre e singular. Estudo distintas formas de cuidar de si e das relações, relacionando saberes em filosofia da diferença, psicologia crítica e artes.
Proponho espaços de reflexão e invenção, para possibilitar se reconhecer em suas peculiaridades, repensar a vida e as relações, encontrar e experimentar outros caminhos para a vida, mais salutares e interessantes, questionando as normas e desnaturalizando hábitos.
Após 15 anos de experiência como terapeuta e professor, com formação em Psicologia, Filosofia e Pedagogia, dialogando com Nietzsche, Foucault e Deleuze. Não ofereço respostas, mas perguntas que abrem caminhos e provocam outros modos de existir.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/p/outro-pensar-e-viver.html
Proponho espaços de reflexão e invenção, para possibilitar se reconhecer em suas peculiaridades, repensar a vida e as relações, encontrar e experimentar outros caminhos para a vida, mais salutares e interessantes, questionando as normas e desnaturalizando hábitos.
Após 15 anos de experiência como terapeuta e professor, com formação em Psicologia, Filosofia e Pedagogia, dialogando com Nietzsche, Foucault e Deleuze. Não ofereço respostas, mas perguntas que abrem caminhos e provocam outros modos de existir.
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Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Por outro pensar e viver
Nem filosofia nem psicologia - um espaço para relfletir, sentir e criar outros modos de pensar e viver. Bruno Carrasco, terapeuta e professor...
Neste texto traço um breve panorama dos caminhos da filosofia contemporânea: a fenomenologia, a hermenêutica, o estruturalismo, a genealogia de Nietzsche, a arqueologia de Foucault, a cartografia de Deleuze e Guattari, e o perspectivismo. Cada caminho propõe maneiras de pensar, analisar e conceber a realidade. Suas diferenças não são meramente técnicas, mas distintas proposições para compreender o ser humano, as relações, o mundo, e as interações entre eles.
Texto em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/07/panorama-filosofia-contemporanea.html
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Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Panorama da filosofia contemporânea
Um panorama comparativo entre a fenomenologia, a hermenêutica, o estruturalismo, a genealogia, a arqueologia, a cartografia e o perspectivismo...
"Meu papel – e este é um termo por demais pomposo – consiste em mostrar às pessoas que elas são muito mais livres do que pensam, que elas tomam por verdadeiro, por evidente, certos temas fabricados em um momento particular da história, e que essa pretensa evidência pode ser criticada e destruída.”
(Michel Foucault)
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/liberdade-foucault.html
(Michel Foucault)
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Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Liberdade como prática de si
Pensar as práticas de liberdade enquanto um campo de práticas possíveis, abertas, que se fazem em meio a condições históricas específicas...
Viver sem Moralismos:
Ensaios para pensar com Nietzsche fora da norma
(ebook)
Viver sem moralismos não significa viver sem critérios, nem cair num caos sem norte. Trata-se, antes de tudo, de se libertar do peso das regras que não escolhemos, das culpas herdadas e dos julgamentos que nos diminuem. É desconfiar das vozes que dizem “deve ser assim”, “não pode ser assado”, “isso é certo”, “aquilo é errado”. Quantas vezes, sem perceber, seguimos um script que não escrevemos, apenas porque uma norma nos foi imposta?
Friedrich Nietzsche, filósofo intempestivo e inquieto, nos provoca a romper com os scripts e a inventar outros modos de vida. Ele não nos oferece manuais, nem respostas prontas. Ao contrário: nos lança perguntas incômodas que servem como um convite a experimentar, a criar e a afirmar nosso corpo e potência. Sua filosofia é menos uma doutrina que se aprende e mais uma faísca que incendeia: um chamado para viver como obra de arte, em vez de seguir como cópia.
https://go.hotmart.com/T101818217C
Ensaios para pensar com Nietzsche fora da norma
(ebook)
Viver sem moralismos não significa viver sem critérios, nem cair num caos sem norte. Trata-se, antes de tudo, de se libertar do peso das regras que não escolhemos, das culpas herdadas e dos julgamentos que nos diminuem. É desconfiar das vozes que dizem “deve ser assim”, “não pode ser assado”, “isso é certo”, “aquilo é errado”. Quantas vezes, sem perceber, seguimos um script que não escrevemos, apenas porque uma norma nos foi imposta?
Friedrich Nietzsche, filósofo intempestivo e inquieto, nos provoca a romper com os scripts e a inventar outros modos de vida. Ele não nos oferece manuais, nem respostas prontas. Ao contrário: nos lança perguntas incômodas que servem como um convite a experimentar, a criar e a afirmar nosso corpo e potência. Sua filosofia é menos uma doutrina que se aprende e mais uma faísca que incendeia: um chamado para viver como obra de arte, em vez de seguir como cópia.
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Viver sem Moralismos: Ensaios para pensar com Nietzsche fora da norma - ex-isto | Hotmart
Viver sem moralismos não significa viver sem critérios, nem cair num caos sem norte. Trata-se, antes de tudo, de se libertar do peso das regras que não...
Michel de Montaigne foi um pensador francês do século XVI, considerado um dos precursores da filosofia moderna da subjetividade. Sua obra "Os Ensaios" (1580) marca uma virada no modo de pensar o ser humano, sem o peso das tradições escolásticas e do humanismo livresco, colocando em primeiro plano a experiência singular de si como um campo de investigação filosófica.
Ao invés de buscar verdades universais e fixas, Montaigne propõe olhar para si próprio, “sou eu mesmo a matéria de meu livro”, explorando seus pensamentos, afetos, contradições e transformações, utilizando esses elementos como matéria de reflexão. Ele inclusive inaugura o ensaio como um gênero literário, escrevendo diversos textos sobre um tema, explorando perspectivas distintas, sem o intuito de alcançar uma conclusão.
"Quero que me vejam aqui em meu modo simples, natural e corrente, sem pose nem artifício: pois é a mim que retrato. Meus defeitos, minhas imperfeições e minha forma natural de ser hão de se ler (...). Assim, Leitor, sou eu mesmo a matéria de meu livro: não é razão para que empregues teu vagar em assunto tão frívolo e vão."
(Montaigne, em 'Ensaios')
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/subjetividade-montaigne.html
Ao invés de buscar verdades universais e fixas, Montaigne propõe olhar para si próprio, “sou eu mesmo a matéria de meu livro”, explorando seus pensamentos, afetos, contradições e transformações, utilizando esses elementos como matéria de reflexão. Ele inclusive inaugura o ensaio como um gênero literário, escrevendo diversos textos sobre um tema, explorando perspectivas distintas, sem o intuito de alcançar uma conclusão.
"Quero que me vejam aqui em meu modo simples, natural e corrente, sem pose nem artifício: pois é a mim que retrato. Meus defeitos, minhas imperfeições e minha forma natural de ser hão de se ler (...). Assim, Leitor, sou eu mesmo a matéria de meu livro: não é razão para que empregues teu vagar em assunto tão frívolo e vão."
(Montaigne, em 'Ensaios')
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Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Sujeito e subjetividade em Montaigne
Montaigne não escrevia sobre o universal em abstrato, mas sobre si mesmo, destacando o ordinário, aquilo que parece banal e pouco digno de atenção...
Romper com moralismos não significa viver sem critérios, mas libertar-se das culpas herdadas, dos julgamentos que diminuem e das regras que seguimos sem questionar.
Inspirado no pensamento de Friedrich Nietzsche, este ebook é um convite a rir do moralismo, abrir espaços de liberdade e compor a vida como obra de arte...
Mais informações em:
https://www.brunocarrasco.net/p/romper-com-moralismos.html
Inspirado no pensamento de Friedrich Nietzsche, este ebook é um convite a rir do moralismo, abrir espaços de liberdade e compor a vida como obra de arte...
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O entendimento mais comum de “ser” na filosofia é de uma realidade essencial, imutável, estável, em contraste com a aparência e o devir. Esta perspectiva se consolidou hegemonicamente na tradição metafísica
Porém, há uma outra perspectiva de pensamento, mais complexa e diferenciada, que encara o “ser” não como essência, identidade ou existência permanente, mas como uma mera convenção, como uma ficção que organiza o mundo da experiência e da linguagem...
Texto completo no link:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/ser-como-ficcao.html
Porém, há uma outra perspectiva de pensamento, mais complexa e diferenciada, que encara o “ser” não como essência, identidade ou existência permanente, mas como uma mera convenção, como uma ficção que organiza o mundo da experiência e da linguagem...
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Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Ser como ficção na Filosofia
Para Nietzsche o ser é uma ficção útil, que dá estabilidade ao pensamento e à vida social, mas ao custo de negar o movimento incessante da vida...
Romper com moralismos não significa viver sem critérios, mas libertar-se das culpas herdadas, dos julgamentos que diminuem e das regras que seguimos sem questionar. Inspirado no pensamento intempestivo de Friedrich Nietzsche, este ebook é um convite para rir do moralismo, abrir espaços de liberdade e compor a vida como obra de arte.
Escrito em linguagem acessível, combina ensaios filosóficos, exercícios práticos e citações originais de Nietzsche. Não se trata de um tratado acadêmico, mas um convite a experimentar outros modos de viver, mais libertos, alegres e criativos. Para quem deseja aproximar a filosofia do cotidiano e transformar conceitos em experiências práticas.
Mais informações em:
https://www.brunocarrasco.net/p/romper-com-moralismos.html
Escrito em linguagem acessível, combina ensaios filosóficos, exercícios práticos e citações originais de Nietzsche. Não se trata de um tratado acadêmico, mas um convite a experimentar outros modos de viver, mais libertos, alegres e criativos. Para quem deseja aproximar a filosofia do cotidiano e transformar conceitos em experiências práticas.
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Depois de um tempo mexendo e remexendo, dei uma atualizada em meu blog, um ateliê filosófico de experimentações de ideias, onde compartilho ensaios numa perspectiva crítica sobre terapia e filosofia.
Se quiser conhecer um pouco de meu trabalho e ideias, segue o link: www.brunocarrasco.net
Se quiser conhecer um pouco de meu trabalho e ideias, segue o link: www.brunocarrasco.net
O grupo online de Co-visão para Terapeutas é um convite para refletir sobre a prática terapêutica, compartilhar experiências e escutar outras perspectivas, num espaço de apoio colaborativo, onde não há hierarquias de saber, mas trocas de ideias e experiências.
Parte da ideia que ninguém detém a verdade sobre o fazer terapêutico. O que interessa é ampliar olhares sobre a terapia, num espaço coletivo de escuta e trocas entre terapeutas, onde partilhamos experiências, angústias e dilemas.
Mais informações em:
https://www.brunocarrasco.net/p/covisao-grupo.html
Parte da ideia que ninguém detém a verdade sobre o fazer terapêutico. O que interessa é ampliar olhares sobre a terapia, num espaço coletivo de escuta e trocas entre terapeutas, onde partilhamos experiências, angústias e dilemas.
Mais informações em:
https://www.brunocarrasco.net/p/covisao-grupo.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Co-visão para Terapeutas (grupo)
Espaço de apoio mútuo, troca e reflexão, onde não há hierarquias de saber, mas um espaço de pensamento compartilhado, abertura para aprendizagem...
A noção de “terapia” geralmente nos remete à psicologia clínica ou à psiquiatria, enquanto campo de tratamento de sintomas, doenças ou disfunções. Porém, inspirado em Michel Foucault, seguimos por outro caminho, no sentido de uma terapia que não se restringe à cura ou normalização, mas se abre como prática crítica, exercício de liberdade e de constituição de modos de vida.
Essa terapêutica não se fundamenta na busca de uma essência interior ou de uma verdade psicológica a ser desvelada, mas na análise das forças históricas, sociais, culturais e políticas que atravessam os sujeitos, ao mesmo tempo em que aposta na possibilidade de compor novas formas de existir, destacando o cuidado, a crítica e a invenção de si.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/foucault-terapia.html
Essa terapêutica não se fundamenta na busca de uma essência interior ou de uma verdade psicológica a ser desvelada, mas na análise das forças históricas, sociais, culturais e políticas que atravessam os sujeitos, ao mesmo tempo em que aposta na possibilidade de compor novas formas de existir, destacando o cuidado, a crítica e a invenção de si.
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Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Terapeuta filosófico, professor de filosofia e psicologia, questionador e crítico. Em favor de outros modos de vida, mais salutares e criativos.