Torna-te quem tu és - filosofia do martelo, da dança e do abismo
Neste grupo de estudos online vamos perpassar os mais destacados temas da filosofia de Nietzsche, filósofo alemão intempestivo, cujas obras inspiraram profundamente a psicologia, a literatura, a arte e o pensamento contemporâneo.
DATAS E TEMAS
07/agosto:
Introdução ao pensamento nietzschiano
21/agosto:
A crise dos valores e o fim da metafísica
04/setembro:
Filosofia trágica e vontade de verdade
18/setembro:
A vida como criação e transmutação
09/outubro:
Psicologia trágica e afirmação da vida
23/outubro:
A perspectiva da grande saúde
06/novembro:
Genealogia e vontade de potência
20/novembro:
Para a transvaloração dos valores
Encontros quinzenais:
Quintas-feiras - 19h às 20h30
(horário de Brasília)
Mais informações e inscrições em:
www.ex-isto.com
Neste grupo de estudos online vamos perpassar os mais destacados temas da filosofia de Nietzsche, filósofo alemão intempestivo, cujas obras inspiraram profundamente a psicologia, a literatura, a arte e o pensamento contemporâneo.
DATAS E TEMAS
07/agosto:
Introdução ao pensamento nietzschiano
21/agosto:
A crise dos valores e o fim da metafísica
04/setembro:
Filosofia trágica e vontade de verdade
18/setembro:
A vida como criação e transmutação
09/outubro:
Psicologia trágica e afirmação da vida
23/outubro:
A perspectiva da grande saúde
06/novembro:
Genealogia e vontade de potência
20/novembro:
Para a transvaloração dos valores
Encontros quinzenais:
Quintas-feiras - 19h às 20h30
(horário de Brasília)
Mais informações e inscrições em:
www.ex-isto.com
Vamos problematizar o sujeito e os discursos, como fomos historicamente constituídos e abrir brechas para uma crítica do que nos parece natural — investigando os dispositivos que nos atravessam e nos constituem, pensando a liberdade como prática de si.
Datas e temas:
13/agosto: Introdução ao pensamento de Foucault
27/agosto: Arqueologia do saber e regimes de verdade
10/setembro: História da Loucura e a desrazão
24/setembro: Poder disciplinar e os corpos dóceis
15/outubro: Saber-poder e as ciências humanas
29/outubro: Analítica da subjetivação e práticas de si
12/novembro: Cuidado de si e prática da liberdade
26/novembro: A vida assumida como obra de arte
Quartas-feiras, das 19h às 20h30 (horário de Brasília)
Encontros quinzenais
Mais informações e inscrições em:
https://www.ex-isto.com/2025/07/foucault-grupo-de-estudos.html
Datas e temas:
13/agosto: Introdução ao pensamento de Foucault
27/agosto: Arqueologia do saber e regimes de verdade
10/setembro: História da Loucura e a desrazão
24/setembro: Poder disciplinar e os corpos dóceis
15/outubro: Saber-poder e as ciências humanas
29/outubro: Analítica da subjetivação e práticas de si
12/novembro: Cuidado de si e prática da liberdade
26/novembro: A vida assumida como obra de arte
Quartas-feiras, das 19h às 20h30 (horário de Brasília)
Encontros quinzenais
Mais informações e inscrições em:
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ex-isto - filosofia e vida
Foucault - grupo de estudos
Filosofia, psicologia e artes, temas como o devir, a singularidade e a criação, visando possibilitar outras perspectivas de pensamento e vida.
Por que estamos tão cansados?
https://www.instagram.com/p/DNV585wxoHg/
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ex-isto | existencialismo, psicologia e filosofia
Foucault e a fenomenologia: diferenças
Foucault e a fenomenologia: diferenças
ex-isto - filosofia e psicologia
Foucault e a fenomenologia: diferenças
Enquanto a fenomenologia existencial privilegia a descrição das estruturas ontológicas da experiência, Foucault investiga como as condições históricas
O sujeito contemporâneo acredita ser “livre” para fazer o que quiser, mas vive se cobrando cada vez mais, hipnotizado pela ideia de produtividade e pelo ideal de alcançar metas. Essa concepção de liberdade é uma armadilha: nos fez exploradores e explorados ao mesmo tempo. O resultado é um cansaço extremo e uma exaustão física e mental gerados pelo desempenho a todo custo...
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/08/por-que-estamos-cansados.html
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/08/por-que-estamos-cansados.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Por que estamos tão cansados?
Vivemos numa "sociedade do desempenho", onde o sujeito é obrigado a ser produtivo, multitarefa, motivado e empreendedor de si...
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Michel Foucault, criticou a primazia do sujeito como fundamento da experiência. Embora seu pensamento inicial tenha influências da fenomenologia, ele se afastou da experiência existencial e da ideia de um sujeito transcendental ou originário. Em vez disso, propôs uma análise histórica e arqueológica dos saberes e das relações de poder que configuram os modos de subjetividade e o que entendemos por "sujeito".
"Penso, pelo contrário, que o sujeito se constitui através das práticas de sujeição ou, de maneira mais autônoma, através de práticas de liberação, de liberdade."
(Michel Foucault, em 'Uma estética da existência')
Enquanto a fenomenologia existencial busca descrever as estruturas da experiência vivida, Foucault investigou como as condições históricas e sociais configuram os modos de ser e agir, os saberes, as relações de poder e os regimes de verdade. Para Foucault, não há uma existência a ser desvelada, mas processos contingentes de subjetivação, que emergem e variam conforme o tempo, o espaço e as condições históricas.
Texto completo em:
https://www.ex-isto.com/2025/08/foucault-fenomenologia-diferencas.html
"Penso, pelo contrário, que o sujeito se constitui através das práticas de sujeição ou, de maneira mais autônoma, através de práticas de liberação, de liberdade."
(Michel Foucault, em 'Uma estética da existência')
Enquanto a fenomenologia existencial busca descrever as estruturas da experiência vivida, Foucault investigou como as condições históricas e sociais configuram os modos de ser e agir, os saberes, as relações de poder e os regimes de verdade. Para Foucault, não há uma existência a ser desvelada, mas processos contingentes de subjetivação, que emergem e variam conforme o tempo, o espaço e as condições históricas.
Texto completo em:
https://www.ex-isto.com/2025/08/foucault-fenomenologia-diferencas.html
ex-isto - filosofia e psicologia
Filosofia, psicologia e artes, temas como o devir, a singularidade e a criação, visando possibilitar outras perspectivas de pensamento e vida.
Uma terapêutica inspirada em Nietzsche...
https://www.instagram.com/p/DNqCRt0R20C/
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Não me interessa encaixar pessoas em diagnósticos ou convenções, mas possibilitar condições para viver de maneira mais livre e singular. Estudo distintas formas de cuidar de si e das relações, relacionando saberes em filosofia da diferença, psicologia crítica e artes.
Proponho espaços de reflexão e invenção, para possibilitar se reconhecer em suas peculiaridades, repensar a vida e as relações, encontrar e experimentar outros caminhos para a vida, mais salutares e interessantes, questionando as normas e desnaturalizando hábitos.
Após 15 anos de experiência como terapeuta e professor, com formação em Psicologia, Filosofia e Pedagogia, dialogando com Nietzsche, Foucault e Deleuze. Não ofereço respostas, mas perguntas que abrem caminhos e provocam outros modos de existir.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/p/outro-pensar-e-viver.html
Proponho espaços de reflexão e invenção, para possibilitar se reconhecer em suas peculiaridades, repensar a vida e as relações, encontrar e experimentar outros caminhos para a vida, mais salutares e interessantes, questionando as normas e desnaturalizando hábitos.
Após 15 anos de experiência como terapeuta e professor, com formação em Psicologia, Filosofia e Pedagogia, dialogando com Nietzsche, Foucault e Deleuze. Não ofereço respostas, mas perguntas que abrem caminhos e provocam outros modos de existir.
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/p/outro-pensar-e-viver.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Por outro pensar e viver
Nem filosofia nem psicologia - um espaço para relfletir, sentir e criar outros modos de pensar e viver. Bruno Carrasco, terapeuta e professor...
Neste texto traço um breve panorama dos caminhos da filosofia contemporânea: a fenomenologia, a hermenêutica, o estruturalismo, a genealogia de Nietzsche, a arqueologia de Foucault, a cartografia de Deleuze e Guattari, e o perspectivismo. Cada caminho propõe maneiras de pensar, analisar e conceber a realidade. Suas diferenças não são meramente técnicas, mas distintas proposições para compreender o ser humano, as relações, o mundo, e as interações entre eles.
Texto em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/07/panorama-filosofia-contemporanea.html
Texto em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/07/panorama-filosofia-contemporanea.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Panorama da filosofia contemporânea
Um panorama comparativo entre a fenomenologia, a hermenêutica, o estruturalismo, a genealogia, a arqueologia, a cartografia e o perspectivismo...
"Meu papel – e este é um termo por demais pomposo – consiste em mostrar às pessoas que elas são muito mais livres do que pensam, que elas tomam por verdadeiro, por evidente, certos temas fabricados em um momento particular da história, e que essa pretensa evidência pode ser criticada e destruída.”
(Michel Foucault)
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/liberdade-foucault.html
(Michel Foucault)
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/liberdade-foucault.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Liberdade como prática de si
Pensar as práticas de liberdade enquanto um campo de práticas possíveis, abertas, que se fazem em meio a condições históricas específicas...
Viver sem Moralismos:
Ensaios para pensar com Nietzsche fora da norma
(ebook)
Viver sem moralismos não significa viver sem critérios, nem cair num caos sem norte. Trata-se, antes de tudo, de se libertar do peso das regras que não escolhemos, das culpas herdadas e dos julgamentos que nos diminuem. É desconfiar das vozes que dizem “deve ser assim”, “não pode ser assado”, “isso é certo”, “aquilo é errado”. Quantas vezes, sem perceber, seguimos um script que não escrevemos, apenas porque uma norma nos foi imposta?
Friedrich Nietzsche, filósofo intempestivo e inquieto, nos provoca a romper com os scripts e a inventar outros modos de vida. Ele não nos oferece manuais, nem respostas prontas. Ao contrário: nos lança perguntas incômodas que servem como um convite a experimentar, a criar e a afirmar nosso corpo e potência. Sua filosofia é menos uma doutrina que se aprende e mais uma faísca que incendeia: um chamado para viver como obra de arte, em vez de seguir como cópia.
https://go.hotmart.com/T101818217C
Ensaios para pensar com Nietzsche fora da norma
(ebook)
Viver sem moralismos não significa viver sem critérios, nem cair num caos sem norte. Trata-se, antes de tudo, de se libertar do peso das regras que não escolhemos, das culpas herdadas e dos julgamentos que nos diminuem. É desconfiar das vozes que dizem “deve ser assim”, “não pode ser assado”, “isso é certo”, “aquilo é errado”. Quantas vezes, sem perceber, seguimos um script que não escrevemos, apenas porque uma norma nos foi imposta?
Friedrich Nietzsche, filósofo intempestivo e inquieto, nos provoca a romper com os scripts e a inventar outros modos de vida. Ele não nos oferece manuais, nem respostas prontas. Ao contrário: nos lança perguntas incômodas que servem como um convite a experimentar, a criar e a afirmar nosso corpo e potência. Sua filosofia é menos uma doutrina que se aprende e mais uma faísca que incendeia: um chamado para viver como obra de arte, em vez de seguir como cópia.
https://go.hotmart.com/T101818217C
Hotmart
Viver sem Moralismos: Ensaios para pensar com Nietzsche fora da norma - ex-isto | Hotmart
Viver sem moralismos não significa viver sem critérios, nem cair num caos sem norte. Trata-se, antes de tudo, de se libertar do peso das regras que não...
Michel de Montaigne foi um pensador francês do século XVI, considerado um dos precursores da filosofia moderna da subjetividade. Sua obra "Os Ensaios" (1580) marca uma virada no modo de pensar o ser humano, sem o peso das tradições escolásticas e do humanismo livresco, colocando em primeiro plano a experiência singular de si como um campo de investigação filosófica.
Ao invés de buscar verdades universais e fixas, Montaigne propõe olhar para si próprio, “sou eu mesmo a matéria de meu livro”, explorando seus pensamentos, afetos, contradições e transformações, utilizando esses elementos como matéria de reflexão. Ele inclusive inaugura o ensaio como um gênero literário, escrevendo diversos textos sobre um tema, explorando perspectivas distintas, sem o intuito de alcançar uma conclusão.
"Quero que me vejam aqui em meu modo simples, natural e corrente, sem pose nem artifício: pois é a mim que retrato. Meus defeitos, minhas imperfeições e minha forma natural de ser hão de se ler (...). Assim, Leitor, sou eu mesmo a matéria de meu livro: não é razão para que empregues teu vagar em assunto tão frívolo e vão."
(Montaigne, em 'Ensaios')
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/subjetividade-montaigne.html
Ao invés de buscar verdades universais e fixas, Montaigne propõe olhar para si próprio, “sou eu mesmo a matéria de meu livro”, explorando seus pensamentos, afetos, contradições e transformações, utilizando esses elementos como matéria de reflexão. Ele inclusive inaugura o ensaio como um gênero literário, escrevendo diversos textos sobre um tema, explorando perspectivas distintas, sem o intuito de alcançar uma conclusão.
"Quero que me vejam aqui em meu modo simples, natural e corrente, sem pose nem artifício: pois é a mim que retrato. Meus defeitos, minhas imperfeições e minha forma natural de ser hão de se ler (...). Assim, Leitor, sou eu mesmo a matéria de meu livro: não é razão para que empregues teu vagar em assunto tão frívolo e vão."
(Montaigne, em 'Ensaios')
Texto completo em:
https://www.brunocarrasco.net/2025/09/subjetividade-montaigne.html
Bruno Carrasco - terapeuta e professor
Sujeito e subjetividade em Montaigne
Montaigne não escrevia sobre o universal em abstrato, mas sobre si mesmo, destacando o ordinário, aquilo que parece banal e pouco digno de atenção...