A OMS propõe 6 metas básicas para garantir a segurança do paciente, esse é um tema simples e importante tanto para a prova quanto para o próprio dia a dia do médico. As metas propostas são:
1 – identificar corretamente o paciente;
2 – melhora a comunicação entre profissionais de saúde;
3 – melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos;
4 – assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e paciente corretos;
5 – higienizar as mãos para evitar infecções;
6 – reduzir riscos de queda e úlceras por pressão.
1 – identificar corretamente o paciente;
2 – melhora a comunicação entre profissionais de saúde;
3 – melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos;
4 – assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e paciente corretos;
5 – higienizar as mãos para evitar infecções;
6 – reduzir riscos de queda e úlceras por pressão.
Temos aqui uma questão que aborda mais o dia a dia médico do que de fato protocolos, pois sabemos que em muitos locais, a UBS tem dificuldades para realização de exame e/ou recebimento do resultado de exames já realizados, devendo a conduta ser individualizada.
Temos então uma paciente com “ferida” no colo uterino que chamou atenção a ponto de o médico realizar uma colposcopia, nesse exame conseguimos ver uma lesão nodular (dá para ver um certo relevo) com área acetobranca ao redor do canal cervical, área que também está muito friável.
Como o citológico vai demorar a sair o resultado, e a lesão é suspeita, devemos prosseguir com realização de uma biópsia dessa lesão, pois, e for um câncer inicial, não vamos espera 3-4 meses para começar o tratamento. Não vamos perder tempo esperando resultando da citologia, visto que a lesão é suspeita, mas também não vamos ter condutas invasivas em uma paciente que nem temos o diagnóstico ainda, precisamos da biópsia para definir a conduta.
Temos então uma paciente com “ferida” no colo uterino que chamou atenção a ponto de o médico realizar uma colposcopia, nesse exame conseguimos ver uma lesão nodular (dá para ver um certo relevo) com área acetobranca ao redor do canal cervical, área que também está muito friável.
Como o citológico vai demorar a sair o resultado, e a lesão é suspeita, devemos prosseguir com realização de uma biópsia dessa lesão, pois, e for um câncer inicial, não vamos espera 3-4 meses para começar o tratamento. Não vamos perder tempo esperando resultando da citologia, visto que a lesão é suspeita, mas também não vamos ter condutas invasivas em uma paciente que nem temos o diagnóstico ainda, precisamos da biópsia para definir a conduta.
No preenchimento da declaração de óbito (DO) vamos ter 2 partes principais:
Parte I – corresponde às causas que levarem diretamente à morte, sendo dividida nos itens a, b, c e d;
Parte II – corresponde às condições que podem ter contribuído para a morte, mas não de forma direta.
Nos itens que estão na parte I vamos ter: item a – causa de morte imediata ou terminal; Itens b e c – são as causas intermediárias; item d – é a causa base da morte.
Parte I – corresponde às causas que levarem diretamente à morte, sendo dividida nos itens a, b, c e d;
Parte II – corresponde às condições que podem ter contribuído para a morte, mas não de forma direta.
Nos itens que estão na parte I vamos ter: item a – causa de morte imediata ou terminal; Itens b e c – são as causas intermediárias; item d – é a causa base da morte.
Temos aqui um adulto jovem com história de palpitações ocasionais de duração < 10 segundos, que evoluiu com a mesma palpitação, mas dessa vez associada a desconforto por pulsação cervical e duração > 15 minutos.
Esse desconforto por pulsação cervical, também conhecida como sinal de Frog, é bastante característico da taquiarritmia paroxística supraventricular (TPSV), e avaliando o ECG do paciente conseguimos ver que de fato é uma taquiarritmia, de complexo QRS estreito, com intervalo RR regulares e sem onda P, que em paciente jovem vai falar bastante a favor de TPSV. Lembrando que na TPSV não há onda P, pois se houvesse onda P seria uma taquicardia sinusal.
Esse desconforto por pulsação cervical, também conhecida como sinal de Frog, é bastante característico da taquiarritmia paroxística supraventricular (TPSV), e avaliando o ECG do paciente conseguimos ver que de fato é uma taquiarritmia, de complexo QRS estreito, com intervalo RR regulares e sem onda P, que em paciente jovem vai falar bastante a favor de TPSV. Lembrando que na TPSV não há onda P, pois se houvesse onda P seria uma taquicardia sinusal.
O diagnóstico de DM gestacional pode ser feito quando a gestante apresentar no 1º trimestre uma glicemia de jejum ≥ 92, ou nos casos em que a glicemia é normal no 1º trimestre, for realizado o TOTG entre 24-28 semanas e ela tiver qualquer um dos seguintes resultados: 0h ≥ 92, 1h ≥ 180 ou 2h ≥ 153.
Assim que for feito o diagnóstico de DM gestacional, a primeira conduta a ser indicada é a dieta e prática de exercícios físicos. Com 2 semanas dessa conduta, vamos reavaliar a glicemia da paciente, se ela estiver conseguindo controlar a glicemia, vamos apenas fazer o seu seguimento, se essa conduta não for suficiente para controlar a glicemia, está indicado o início da insulina.
Assim que for feito o diagnóstico de DM gestacional, a primeira conduta a ser indicada é a dieta e prática de exercícios físicos. Com 2 semanas dessa conduta, vamos reavaliar a glicemia da paciente, se ela estiver conseguindo controlar a glicemia, vamos apenas fazer o seu seguimento, se essa conduta não for suficiente para controlar a glicemia, está indicado o início da insulina.
A questão aborda algumas neoplasias ginecológicas e seus fatores de risco, vamos revisar alguns desses fatores.
Câncer de mama: idade avançada (> 50anos), menarca precoce, menopausa tardia, nuliparidade, obesidade na pós-menopausa, tabagismo, exposição à radiação, terapia hormonal, uso de anticoncepcionais, mutações BRCA 1 e 2.
Câncer de colo de útero: tabagismo, inicio de vida sexual precoce, multiplicidade de parceiros sexuais, multiparidade, uso de contraceptivos, imunossupressão.
Câncer de endométrio: idade avançada (50-70 anos), uso de estrogênio sem oposição da progesterona, menarca precoce, menopausa tardia, nuliparidade, SOP, obesidade, síndrome de Lynch.
Câncer de ovário: idade avançada, menarca precoce e menopausa tardia, obesidade, mutações genéticas (BRCA 1 e 2, síndrome de Lynch), endometriose, tabagismo.
Câncer de mama: idade avançada (> 50anos), menarca precoce, menopausa tardia, nuliparidade, obesidade na pós-menopausa, tabagismo, exposição à radiação, terapia hormonal, uso de anticoncepcionais, mutações BRCA 1 e 2.
Câncer de colo de útero: tabagismo, inicio de vida sexual precoce, multiplicidade de parceiros sexuais, multiparidade, uso de contraceptivos, imunossupressão.
Câncer de endométrio: idade avançada (50-70 anos), uso de estrogênio sem oposição da progesterona, menarca precoce, menopausa tardia, nuliparidade, SOP, obesidade, síndrome de Lynch.
Câncer de ovário: idade avançada, menarca precoce e menopausa tardia, obesidade, mutações genéticas (BRCA 1 e 2, síndrome de Lynch), endometriose, tabagismo.
Para crianças abaixo de 5 anos e para crianças entre 5 – 10 anos existe uma diferença de classificação em relação ao escore Z entre + 1 e +2, entre +2 e +3 e acima de +3, sendo frequentes as questões de prova abordando isso.
Nos menores de 5 anos o escore entre +1 e +2 é considerado risco de sobrepeso, enquanto nas crianças com 5 - 10, esse escore entre +1 e +2 já é considerado como sobrepeso.
Esse “aumento de classificação” nas crianças entre 5-10 anos também acontece nos escores seguintes, com os menores de 5 anos entre +2 e +3 sendo considerados com sobrepeso, enquanto os com idade entre 5-10 anos são considerados com obesidade, e os menores de 5 anos com escore Z > +3 são considerados com obesidade, enquanto os com idade entre 5-10 anos são considerados com obesidade grave.
Nos menores de 5 anos o escore entre +1 e +2 é considerado risco de sobrepeso, enquanto nas crianças com 5 - 10, esse escore entre +1 e +2 já é considerado como sobrepeso.
Esse “aumento de classificação” nas crianças entre 5-10 anos também acontece nos escores seguintes, com os menores de 5 anos entre +2 e +3 sendo considerados com sobrepeso, enquanto os com idade entre 5-10 anos são considerados com obesidade, e os menores de 5 anos com escore Z > +3 são considerados com obesidade, enquanto os com idade entre 5-10 anos são considerados com obesidade grave.
O método clínico centrado na pessoa é uma forma de abordagem ao paciente, de forma que ele seja avaliado por completo, garantindo que ele seja escutado adequadamente, de forma a garantir uma consulta clínica de qualidade. Esse método possui basicamente 4 passos:
1 – explorar a saúde, a doença e a experiência do indivíduo com a sua doença;
2 – entender o paciente como um todo, não apenas a doença, mas também todo o seu contexto familiar, domiciliar, morbidades presentes, etc;
3 – elaboração de um plano terapêutico em comum, o plano terapêutico do paciente deve ser elaborado de forma conjunta com o paciente;
4 – fortalecer a relação médico-paciente.
1 – explorar a saúde, a doença e a experiência do indivíduo com a sua doença;
2 – entender o paciente como um todo, não apenas a doença, mas também todo o seu contexto familiar, domiciliar, morbidades presentes, etc;
3 – elaboração de um plano terapêutico em comum, o plano terapêutico do paciente deve ser elaborado de forma conjunta com o paciente;
4 – fortalecer a relação médico-paciente.
Temos aqui uma criança que após infecção de vias aéreas evoluiu com claudicação e limitação na rotação interna do quadril direito, quadro compatível com a sinovite transitória do quadril.
Essa patologia é classicamente associada à um quadro anterior de doença viral, geralmente uma infecção de via aérea superior, é um quadro benigno e autolimitado que requer apenas reavaliação ambulatorial e analgesia quando necessário.
Um diagnóstico diferencial importante desse quadro é a artrite séptica, quadro mais grave e que requer a realização de uma artrocentese do quadril, mas na artrite séptica o paciente classicamente está toxemiado, com estado geral ruim, febril, com leucocitose nos exames laboratoriais.
Essa patologia é classicamente associada à um quadro anterior de doença viral, geralmente uma infecção de via aérea superior, é um quadro benigno e autolimitado que requer apenas reavaliação ambulatorial e analgesia quando necessário.
Um diagnóstico diferencial importante desse quadro é a artrite séptica, quadro mais grave e que requer a realização de uma artrocentese do quadril, mas na artrite séptica o paciente classicamente está toxemiado, com estado geral ruim, febril, com leucocitose nos exames laboratoriais.
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