Os romances de cavalaria
Por Igor Teo.
Mas aqueles que pensam que essas histórias se esgotam no moralismo cristão estão enganados. Muitas histórias de cavalaria foram criadas por autores místicos, influenciados pela Cabala, a alquimia, e possuem uma profunda espiritualidade. Podemos dizer que, durante a Idade Média, o misticismo cristão se encontra nessas histórias.
https://medium.com/@igorteo/os-romances-de-cavalaria-78e40fd0b367
#história #leitura
Por Igor Teo.
Mas aqueles que pensam que essas histórias se esgotam no moralismo cristão estão enganados. Muitas histórias de cavalaria foram criadas por autores místicos, influenciados pela Cabala, a alquimia, e possuem uma profunda espiritualidade. Podemos dizer que, durante a Idade Média, o misticismo cristão se encontra nessas histórias.
https://medium.com/@igorteo/os-romances-de-cavalaria-78e40fd0b367
#história #leitura
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Os romances de cavalaria
Quando eu era criança adorava ler romances de cavalaria. Histórias sobre cavaleiros virtuosos que enfrentavam grandes aventuras.
Descubra o que achei do primeiro livro de Conn Iggulden!
A Juventude de um Ditador: Resenha de Os Portões de Roma
https://paulo57v.medium.com/a-juventude-de-um-ditador-a12753f53c56
#leitura #história
A Juventude de um Ditador: Resenha de Os Portões de Roma
https://paulo57v.medium.com/a-juventude-de-um-ditador-a12753f53c56
#leitura #história
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A Juventude de um Ditador
Resenha de Os Portões de Roma, de Conn Iggulden
Mãos do Passado
Muitas qualidades nos separam dos outros macacos e animais. Certamente nossa postura ereta, linguagem complexa e uso consistente de ferramentas ajudam a nos definir, mas nada é mais humano do que o uso da cultura simbólica - temos sido os melhores nisso nos últimos 200.000 anos.
Para mim, não há símbolo mais representativo da humanidade do que as pegadas fantasmagóricas deixadas pelos nossos antepassados. Nesta ilustração, vemos exemplos de todo o mundo (Patagônia, Indonésia, África e sul da Europa) de humanos adornando paredes de rocha com estênceis de mão positivos e negativos.
Texto de @ethnocynology (instagram). Continua abaixo 👇🏼
Arte de @Ettore.mazza (instagram)
#história
Muitas qualidades nos separam dos outros macacos e animais. Certamente nossa postura ereta, linguagem complexa e uso consistente de ferramentas ajudam a nos definir, mas nada é mais humano do que o uso da cultura simbólica - temos sido os melhores nisso nos últimos 200.000 anos.
Para mim, não há símbolo mais representativo da humanidade do que as pegadas fantasmagóricas deixadas pelos nossos antepassados. Nesta ilustração, vemos exemplos de todo o mundo (Patagônia, Indonésia, África e sul da Europa) de humanos adornando paredes de rocha com estênceis de mão positivos e negativos.
Texto de @ethnocynology (instagram). Continua abaixo 👇🏼
Arte de @Ettore.mazza (instagram)
#história
Os estênceis de mão positivos são criados transferindo pigmentos diretamente da palma da mão para a parede, enquanto os estênceis de mão negativos são feitos soprando pigmento ao redor da mão antes de removê-lo de uma parede.
O pigmento mais frequentemente usado para isso é conhecido como hematita; um mineral de óxido de ferro ferroso (Fe2O3), comumente referido como "ocre vermelho." A gordura animal, previamente aplicada na parede ou misturada com o ocre para formar uma pasta, actuou como um adesivo para o pigmento.
O ocre vermelho também tem fins utilitários, como a preservação da pele e pode ser usado como corante. É frequentemente encontrado revestindo enterros humanos, e várias formas dele (conglomerados e manchas) podem ser encontradas em locais ao redor do mundo.
Gosto sempre de pensar nos sítios arqueológicos como pinturas; cada um é único e conta uma história diferente. Ao ver esta ilustração, lembre-se de que a arqueologia é uma pintura da vida na pré-história, geralmente pintada em ocre vermelho.
Mas voltando às mãos.
Além de serem belas obras de arte, as mãos de ocre também dizem aos antropólogos que nossos ancestrais possuíam uma linha de pensamento; que com elas eles eram capazes de dizer "Eu sou humano", mas também comunicar aos seus descendentes - "eu estive aqui.”
Texto de @ethnocynology (instagram).
#história
O pigmento mais frequentemente usado para isso é conhecido como hematita; um mineral de óxido de ferro ferroso (Fe2O3), comumente referido como "ocre vermelho." A gordura animal, previamente aplicada na parede ou misturada com o ocre para formar uma pasta, actuou como um adesivo para o pigmento.
O ocre vermelho também tem fins utilitários, como a preservação da pele e pode ser usado como corante. É frequentemente encontrado revestindo enterros humanos, e várias formas dele (conglomerados e manchas) podem ser encontradas em locais ao redor do mundo.
Gosto sempre de pensar nos sítios arqueológicos como pinturas; cada um é único e conta uma história diferente. Ao ver esta ilustração, lembre-se de que a arqueologia é uma pintura da vida na pré-história, geralmente pintada em ocre vermelho.
Mas voltando às mãos.
Além de serem belas obras de arte, as mãos de ocre também dizem aos antropólogos que nossos ancestrais possuíam uma linha de pensamento; que com elas eles eram capazes de dizer "Eu sou humano", mas também comunicar aos seus descendentes - "eu estive aqui.”
Texto de @ethnocynology (instagram).
#história
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Feiticeira_ou_bruxa_uma_análise_da_personagem_Melisandre_de_As_Crônicas.pdf
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Feiticeira ou bruxa? Uma análise da personagem Melisandre, de As crônicas do gelo e fogo sob a óptica das sagas islandesas
Por Thaïs de Matos Barbosa (2022) na Revista Medievalis.
O mundo nórdico, assim como outras regiões e períodos, conheceu diversas manifestações de práticas mágicas. A hipótese é a de que as feiticeiras reproduzidas nos romances contemporâneos, mais especificamente As Crônicas do Fogo e do Gelo, na personagem de Melisandre, apresentam características contraditórias ao termo “feiticeira”, utilizado na obra. Aqui, no presente trabalho, tem-se como objetivo identificar as características referentes à feitiçaria nos textos de George R. R. Martin em comparação à construção histórica das feiticeiras nas sagas islandesas.
#leitura #história
Por Thaïs de Matos Barbosa (2022) na Revista Medievalis.
O mundo nórdico, assim como outras regiões e períodos, conheceu diversas manifestações de práticas mágicas. A hipótese é a de que as feiticeiras reproduzidas nos romances contemporâneos, mais especificamente As Crônicas do Fogo e do Gelo, na personagem de Melisandre, apresentam características contraditórias ao termo “feiticeira”, utilizado na obra. Aqui, no presente trabalho, tem-se como objetivo identificar as características referentes à feitiçaria nos textos de George R. R. Martin em comparação à construção histórica das feiticeiras nas sagas islandesas.
#leitura #história
Um alquimista de verdade analisa Fullmetal Alchemist - O Que é a Verdade?
Por Max Derrat no YouTube.
Em inglês.
https://m.youtube.com/watch?v=lVdlJH6Q3eE
#história
Por Max Derrat no YouTube.
Em inglês.
https://m.youtube.com/watch?v=lVdlJH6Q3eE
#história
YouTube
An Actual Alchemist Analyzes Fullmetal Alchemist - What Truth REALLY Is
Yes, Truth is God... but in regards to alchemy itself, Truth references an actual concept.
My Neon Genesis: Evangelion Video: https://www.youtube.com/watch?v=8RBi_fxfsU4
Patreon: https://www.patreon.com/maxderrat
SubscribeStar: https://www.subscribestar.com/max…
My Neon Genesis: Evangelion Video: https://www.youtube.com/watch?v=8RBi_fxfsU4
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Nikola Tesla queria inventar a energia elétrica sem fio, por que deu errado?
Por umadose_deastronomia no Instagram.
Em 1894, ou seja, mais de cem anos atrás, Nikola Tesla conseguiu acender uma lâmpada sem o uso de qualquer cabo de energia, através de um processo chamado “indução eletrodinâmica”.
Tesla propôs então que os fios poderiam ser abolidos e a energia seria transmitida através do espaço
Tornando-se obcecado com a transmissão de energia sem o uso de fios, por volta de 1900 Nikola começou a trabalhar em seu projeto mais ousado:
construir um sistema de comunicação global sem fio para ser transmitido através de uma grande torre elétrica, para compartilhar informações e fornecer eletricidade livre em todo o mundo.
Embora muitas pessoas acreditem que a estrutura falhou porque Tesla não recebeu o financiamento adequado, o problema foi que o dispositivo não funcionou!
Mas, porque deu errado ?
Especialistas que estudaram a Torre Wardenclyffe possuem mais perguntas do que respostas.
Eles não conseguiram descobrir como o dispositivo de Tesla deveria realizar os fins previstos.
Além disso, a mesma patente que propôs o plano de usar a Terra como um condutor indicava também um outro plano para enviar a energia para a ionosfera da Terra.
Ninguém tem certeza qual método Tesla pretendia usar, ou qual ele realmente testou!
Mas partindo da ideia de energia compartilhada pelo espaço, a transmissão de energia pelo espaço tem problemas enormes!
E o maior deles é a dispersão da energia!
Se pensarmos, por exemplo, no uso da luz para a transmissão, verificamos que ela se dispersa e a poucos metros do emissor, a quantidade captada já se reduz muito, e o mesmo ocorre com as ondas de rádio, por exemplo...
Atualmente essa ideia de energia sem fio de Tesla é denominada Wireless Power Transfer ou WPT tem sua aplicação ainda a curta distância em aplicações diretas como a carga de bateria de celulares e de outros eletroeletrônicos.
Algum dia teremos esse tipo de energia sem fio em grande escala ? 🤔
#inspire #história
Por umadose_deastronomia no Instagram.
Em 1894, ou seja, mais de cem anos atrás, Nikola Tesla conseguiu acender uma lâmpada sem o uso de qualquer cabo de energia, através de um processo chamado “indução eletrodinâmica”.
Tesla propôs então que os fios poderiam ser abolidos e a energia seria transmitida através do espaço
Tornando-se obcecado com a transmissão de energia sem o uso de fios, por volta de 1900 Nikola começou a trabalhar em seu projeto mais ousado:
construir um sistema de comunicação global sem fio para ser transmitido através de uma grande torre elétrica, para compartilhar informações e fornecer eletricidade livre em todo o mundo.
Embora muitas pessoas acreditem que a estrutura falhou porque Tesla não recebeu o financiamento adequado, o problema foi que o dispositivo não funcionou!
Mas, porque deu errado ?
Especialistas que estudaram a Torre Wardenclyffe possuem mais perguntas do que respostas.
Eles não conseguiram descobrir como o dispositivo de Tesla deveria realizar os fins previstos.
Além disso, a mesma patente que propôs o plano de usar a Terra como um condutor indicava também um outro plano para enviar a energia para a ionosfera da Terra.
Ninguém tem certeza qual método Tesla pretendia usar, ou qual ele realmente testou!
Mas partindo da ideia de energia compartilhada pelo espaço, a transmissão de energia pelo espaço tem problemas enormes!
E o maior deles é a dispersão da energia!
Se pensarmos, por exemplo, no uso da luz para a transmissão, verificamos que ela se dispersa e a poucos metros do emissor, a quantidade captada já se reduz muito, e o mesmo ocorre com as ondas de rádio, por exemplo...
Atualmente essa ideia de energia sem fio de Tesla é denominada Wireless Power Transfer ou WPT tem sua aplicação ainda a curta distância em aplicações diretas como a carga de bateria de celulares e de outros eletroeletrônicos.
Algum dia teremos esse tipo de energia sem fio em grande escala ? 🤔
#inspire #história
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Astrônoma amadora - Nanda✨ shared a post on Instagram: "Em 1894, ou seja, mais de cem anos atrás, Nikola Tesla conseguiu acender uma lâmpada sem o uso de qualquer cabo de energia, através de um processo chamado “indução eletrodinâmica”.
Tesla propôs então…
Tesla propôs então…
Livro Uma História da Guerra, de John Keegan
O que é a guerra? Por que o homem luta contra o homem?
Que diferenças há entre um guerreiro ianomâmi, um bárbaro das hostes de Átila e um soldado entrincheirado da Segunda Guerra Mundial?
Como foi possível a humanidade chegar à beira da autodestruição total?
Conhecedor profundo de tudo o que diz respeito à história militar, John Keegan aborda neste livro essas e muitas outras questões ligadas à guerra, oferecendo uma visão abrangente da História da humanidade a partir das formas de guerrear e do progresso da tecnologia bélica.
Ao mesmo tempo, não esquece que a história da guerra acompanha a história do homem e que a guerra é um testemunho permanente da força de instintos e emoções que o coração humano faz tudo para camuflar.
Leia de graça no Biblion:
https://biblion.odilo.us/info/uma-historia-da-guerra-00273943
#ebook #história
O que é a guerra? Por que o homem luta contra o homem?
Que diferenças há entre um guerreiro ianomâmi, um bárbaro das hostes de Átila e um soldado entrincheirado da Segunda Guerra Mundial?
Como foi possível a humanidade chegar à beira da autodestruição total?
Conhecedor profundo de tudo o que diz respeito à história militar, John Keegan aborda neste livro essas e muitas outras questões ligadas à guerra, oferecendo uma visão abrangente da História da humanidade a partir das formas de guerrear e do progresso da tecnologia bélica.
Ao mesmo tempo, não esquece que a história da guerra acompanha a história do homem e que a guerra é um testemunho permanente da força de instintos e emoções que o coração humano faz tudo para camuflar.
Leia de graça no Biblion:
https://biblion.odilo.us/info/uma-historia-da-guerra-00273943
#ebook #história
O livro contrapõe a teoria de Clausewitz de que a guerra seria uma extensão da política, além de explicar como as técnicas de guerra evoluíram. Dividido em 5 unidades (Limitações, Fortificações, Exércitos, Logística e Armas de Fogo), descobrimos de fato como as guerras são executadas.
Se você quer entender o que é a cultura da guerra ou a evolução das técnicas bélicas ao longo da história, leia John Keegan.
https://biblion.odilo.us/info/uma-historia-da-guerra-00273943
Se você gostar desse livro, recomendo também A Face da Batalha (The Face of Battle) do mesmo autor, que trata como os soldados se comportam durante os conflitos.
A Face da Batalha descreve com detalhes as técnicas e o psicológico dos guerreiros da Batalha de Azincourt (lembra quando alguém foi enterrado por uma montanha de corpos na Batalha dos Bastardos em Game of Thrones?), Waterloo (pra você perceber como uma chuvinha pode ser traiçoeira) e a terrível Batalha de Somme (quem curte Band of Brothers ou jogou Medalha de Honra aí?).
Infelizmente, A Face ainda não está no catálogo do Biblion.
Descrição da capa de Uma História da Guerra: Fundo com pinceladas grosseiras de tinta amarela. No alto em caixa alta, John Keegan. Abaixo do nome do autor, o título Uma história de guerra. Abaixo do título, uma ilustração de um tanque de guerra saindo do mar para a praia onde bombas explodem.
#ebook #história
Se você quer entender o que é a cultura da guerra ou a evolução das técnicas bélicas ao longo da história, leia John Keegan.
https://biblion.odilo.us/info/uma-historia-da-guerra-00273943
Se você gostar desse livro, recomendo também A Face da Batalha (The Face of Battle) do mesmo autor, que trata como os soldados se comportam durante os conflitos.
A Face da Batalha descreve com detalhes as técnicas e o psicológico dos guerreiros da Batalha de Azincourt (lembra quando alguém foi enterrado por uma montanha de corpos na Batalha dos Bastardos em Game of Thrones?), Waterloo (pra você perceber como uma chuvinha pode ser traiçoeira) e a terrível Batalha de Somme (quem curte Band of Brothers ou jogou Medalha de Honra aí?).
Infelizmente, A Face ainda não está no catálogo do Biblion.
Descrição da capa de Uma História da Guerra: Fundo com pinceladas grosseiras de tinta amarela. No alto em caixa alta, John Keegan. Abaixo do nome do autor, o título Uma história de guerra. Abaixo do título, uma ilustração de um tanque de guerra saindo do mar para a praia onde bombas explodem.
#ebook #história
biblion.odilo.us
Uma história da guerra
O que é a guerra? Por que o homem luta contra o homem? Que diferenças há entre um guerreiro ianomâmi, um bárbaro das hostes de Átila e um soldado entrincheirado da Segunda Guerra Mundial? Como foi ...
“Creio que o homem, quanto mais se preocupa com o futuro mais está subindo na escala da perfeição. (...) o homem vai se aperfeiçoando no seu juízo geral sobre o mundo, aprendendo a prever, ele acabará por profetizar
com segurança.”
(Jeronymo Monteiro, pai da ficção
científica brasileira)
Não sabia? Hoje (11.12) é dia da ficção científica brasileira, e temos resenha de um dos livros do Jeronymo, pai do gênero em terras tupiniquins: A Cidade Perdida.
Confira:
https://medium.com/mundo-em-letras/resenha-de-a-cidade-perdida-de-jeronymo-monteiro-2720ff5e336f
#news #história
com segurança.”
(Jeronymo Monteiro, pai da ficção
científica brasileira)
Não sabia? Hoje (11.12) é dia da ficção científica brasileira, e temos resenha de um dos livros do Jeronymo, pai do gênero em terras tupiniquins: A Cidade Perdida.
Confira:
https://medium.com/mundo-em-letras/resenha-de-a-cidade-perdida-de-jeronymo-monteiro-2720ff5e336f
#news #história
O que é o Chthulhuceno?
Termo misto de brincadeira e crítica criado pela cientista ecofeminista Donna Hareway ao falar sobre o Antropoceno.
https://www.ihuonline.unisinos.br/artigo/7692-uma-vida-no-chthuluceno
#ambiente #história
Termo misto de brincadeira e crítica criado pela cientista ecofeminista Donna Hareway ao falar sobre o Antropoceno.
https://www.ihuonline.unisinos.br/artigo/7692-uma-vida-no-chthuluceno
#ambiente #história
www.ihuonline.unisinos.br
Uma vida no Chthuluceno
O Instituto Humanitas Unisinos - IHU - um órgão transdisciplinar da Unisinos, que visa apontar novas questões e buscar respostas para os desafios de nossa época. Parte da visão do humanismo social cristão, debatendo a sociedade do futuro.
Como um hospital italiano salvou pacientes dos nazistas criando uma doença falsa
Por trás das portas fechadas do Hospital Fatebenefratelli, em Roma, estava uma enfermaria com pacientes sendo tratados da Síndrome K.
https://radiopeaobrasil.com.br/como-um-hospital-italiano-salvou-pacientes-dos-nazistas-inventando-uma-doenca-falsa/
#história
Por trás das portas fechadas do Hospital Fatebenefratelli, em Roma, estava uma enfermaria com pacientes sendo tratados da Síndrome K.
https://radiopeaobrasil.com.br/como-um-hospital-italiano-salvou-pacientes-dos-nazistas-inventando-uma-doenca-falsa/
#história
Rádio Peão Brasil
Como um hospital italiano salvou pacientes dos nazistas inventando uma doença falsa
Por trás das portas fechadas do Hospital Fatebenefratelli, em Roma, estava uma enfermaria com pacientes sendo tratados da Síndrome K. Essa doença nova e não familiar – cujo nome evocava a Síndr
🎦 Jutlândia, a maior batalha naval da história
Por Nerdologia, no YouTube.
https://www.youtube.com/watch?v=Z2rPsjAkoTE&t=486
#história
Por Nerdologia, no YouTube.
https://www.youtube.com/watch?v=Z2rPsjAkoTE&t=486
#história
YouTube
Jutlândia, a maior batalha naval da História moderna | Nerdologia
Entenda, neste Nerdologia, o que foi a Grande Guerra e como aconteceu a Batalha da Jutlândia, a maior batalha naval da História moderna.
Apresentação e Roteiro:
Filipe Figueiredo – https://twitter.com/xadrezverbal
Edição e Arte:
Estúdio 42 – http://ww…
Apresentação e Roteiro:
Filipe Figueiredo – https://twitter.com/xadrezverbal
Edição e Arte:
Estúdio 42 – http://ww…
🎦 As línguas originais do Brasil
Por Nerdologia, no Youtube.
https://www.youtube.com/watch?v=MTCirOb6Lbo&t=477
#história
Por Nerdologia, no Youtube.
https://www.youtube.com/watch?v=MTCirOb6Lbo&t=477
#história
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As línguas originais do Brasil | Nerdologia
Você sabia que, além da língua portuguesa, ainda existem quase 200 línguas indígenas pelo Brasil? No Nerdologia veja mais sobre a história dessas línguas, suas diferenças e como funcionam.
Apresentação e Roteiro:
Reinaldo José Lopes - https://twitter.c…
Apresentação e Roteiro:
Reinaldo José Lopes - https://twitter.c…