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A seleção inclui não apenas livros de desenvolvimento pessoal e profissional, mas também títulos para lazer e entretenimento.
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#professores #tocomprof
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Por que são tão lindos os cavalos?
Sem pressa nem plano, parece ir tomando forma diante dos olhos de quem o lê. Mas nada aqui ― nem a crônica da demência e da pandemia, nem as vinhetas da vida de bairro ou os verbetes do “léxico familiar” ― se faz a esmo. Aos poucos, vai se impondo à autora…
Por que são tão lindos os cavalos?
A narradora observa o mundo com sensibilidade e estranhamento, refletindo sobre o cotidiano, a infância, os afetos e pequenas inquietações da vida. Em textos curtos e delicados, Julieta Correa constrói uma prosa intimista que mistura memória, imaginação e poesia. O resultado é um livro contemplativo, que convida o leitor a olhar com mais atenção para aquilo que, à primeira vista, parece simples.
A narrativa captura a beleza efêmera da vida e a potência das lembranças que nos constituem.
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#julietacorrea #argentina
A narradora observa o mundo com sensibilidade e estranhamento, refletindo sobre o cotidiano, a infância, os afetos e pequenas inquietações da vida. Em textos curtos e delicados, Julieta Correa constrói uma prosa intimista que mistura memória, imaginação e poesia. O resultado é um livro contemplativo, que convida o leitor a olhar com mais atenção para aquilo que, à primeira vista, parece simples.
A narrativa captura a beleza efêmera da vida e a potência das lembranças que nos constituem.
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A máquina do caos: Como as redes sociais reprogramaram nossa mente e nosso mundo
A máquina do caos: Como as redes sociais reprogramaram nossa mente e nosso mundo
A máquina do caos: Como as redes sociais reprogramaram nossa mente e nosso mundo
Este é provavelmente um dos livros mais impactantes sobre redes sociais dos últimos anos.
A tese central: o problema não é apenas o «uso excessivo», mas o design das plataformas. Os algoritmos foram criados para explorar vulnerabilidades psicológicas e maximizar a participação, muitas vezes promovendo conteúdos mais extremos, polarizadores ou conspirativos.
O autor investigou casos em todo o mundo (Mianmar, EUA, Brasil, Europa) que mostram como as redes sociais podem amplificar os conflitos sociais e a desinformação. Ele conecta a tecnologia com a política e a psicologia. Apresenta uma profunda investigação jornalística.
Ver também: A geração ansiosa
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#maxfisher #livro
Este é provavelmente um dos livros mais impactantes sobre redes sociais dos últimos anos.
A tese central: o problema não é apenas o «uso excessivo», mas o design das plataformas. Os algoritmos foram criados para explorar vulnerabilidades psicológicas e maximizar a participação, muitas vezes promovendo conteúdos mais extremos, polarizadores ou conspirativos.
O autor investigou casos em todo o mundo (Mianmar, EUA, Brasil, Europa) que mostram como as redes sociais podem amplificar os conflitos sociais e a desinformação. Ele conecta a tecnologia com a política e a psicologia. Apresenta uma profunda investigação jornalística.
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Viver é prejudicial à saúde
Sabe quando alguém chega e de repente começa a contar uma história? Pode ser em uma festa, na fila ou desses esbarrões da vida. E aos poucos a coisa vai te envolvendo, sem cerimônia ela te pega e quando percebe a festa acabou, sua vez já foi e a vida seguiu.…
Viver é prejudicial à saúde
Livro cult da literatura marginal brasileira, reúne textos curtos marcados por humor ácido, ironia e certo desencanto com a vida urbana. Snege escreve como quem observa tudo de fora, com olhar crítico e muitas vezes sarcástico sobre relações, fracassos e o absurdo do cotidiano. Com linguagem coloquial e afiada, a obra mistura crônica, ficção e reflexão existencial, criando uma leitura rápida, mas incômoda — dessas que fazem rir e, logo depois, pensar.
📖 Seu momento de leitura:
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#jamilsnege #livro
Livro cult da literatura marginal brasileira, reúne textos curtos marcados por humor ácido, ironia e certo desencanto com a vida urbana. Snege escreve como quem observa tudo de fora, com olhar crítico e muitas vezes sarcástico sobre relações, fracassos e o absurdo do cotidiano. Com linguagem coloquial e afiada, a obra mistura crônica, ficção e reflexão existencial, criando uma leitura rápida, mas incômoda — dessas que fazem rir e, logo depois, pensar.
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Desejo: Mulheres do mundo todo revelam suas fantasias de amor e sexo
A partir de cartas anônimas escritas por mulheres de diferentes países, a obra reúne relatos íntimos sobre desejo, fantasia, amor e identidade. Organizado por Gillian Anderson, o livro dá voz a experiências diversas — algumas sensíveis, outras ousadas — revelando inseguranças, curiosidades e anseios muitas vezes silenciados. Mais do que provocar, a proposta é ampliar o entendimento sobre a sexualidade feminina, destacando sua complexidade, liberdade e pluralidade.
Ver também: Por que as mulheres fazem sexo: do amor à compaixão, da aventura à vingança
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#gilliananderson #livro
A partir de cartas anônimas escritas por mulheres de diferentes países, a obra reúne relatos íntimos sobre desejo, fantasia, amor e identidade. Organizado por Gillian Anderson, o livro dá voz a experiências diversas — algumas sensíveis, outras ousadas — revelando inseguranças, curiosidades e anseios muitas vezes silenciados. Mais do que provocar, a proposta é ampliar o entendimento sobre a sexualidade feminina, destacando sua complexidade, liberdade e pluralidade.
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História da violência
A partir de um episódio traumático, Édouard Louis constrói uma narrativa intensa e fragmentada sobre violência, memória e identidade. O relato mistura testemunho pessoal e reconstrução indireta dos fatos, explorando como a linguagem tenta dar forma ao indizível. Com olhar crítico, o autor também revela as dimensões sociais, políticas e raciais que atravessam a experiência da violência. O livro provoca desconforto e reflexão, ao mostrar como trauma, classe e exclusão se entrelaçam na vida contemporânea.
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#edouardlouis #livro
A partir de um episódio traumático, Édouard Louis constrói uma narrativa intensa e fragmentada sobre violência, memória e identidade. O relato mistura testemunho pessoal e reconstrução indireta dos fatos, explorando como a linguagem tenta dar forma ao indizível. Com olhar crítico, o autor também revela as dimensões sociais, políticas e raciais que atravessam a experiência da violência. O livro provoca desconforto e reflexão, ao mostrar como trauma, classe e exclusão se entrelaçam na vida contemporânea.
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Os imortais
Os imortais
Os imortais
Ambientado na pré-história, o romance acompanha um clã de neandertais enfrentando fome, migração e ameaças constantes em um mundo hostil. A chegada de uma criança sapiens ao grupo tensiona laços e identidades, revelando diferenças e semelhanças entre espécies. Com linguagem inventiva e atmosfera quase mítica, a narrativa recria um tempo anterior à própria linguagem, explorando origem, pertencimento e o que nos torna humanos.
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#paullinytort #livro
Ambientado na pré-história, o romance acompanha um clã de neandertais enfrentando fome, migração e ameaças constantes em um mundo hostil. A chegada de uma criança sapiens ao grupo tensiona laços e identidades, revelando diferenças e semelhanças entre espécies. Com linguagem inventiva e atmosfera quase mítica, a narrativa recria um tempo anterior à própria linguagem, explorando origem, pertencimento e o que nos torna humanos.
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QUERO ESTAR ACORDADO QUANDO MORRER
Além de escritor, Atef Abu Saif é ministro da Cultura da Autoridade Nacional Palestina. Mora em Ramallah, na Cisjordânia, e estava em Gaza cumprindo uma agenda de trabalho quando grupos da resistência armada palestina realizaram uma série de ataquesao território…
Quero estar acordado quando morrer: Diário de um genocídio
Escrito sob constante risco, este diário retrata a vida quando tudo ao redor desmorona. Atef Abu Saif transforma o estrondo das bombas em palavras que resistem, onde cada dia é uma luta para continuar sendo humano. Entre ruínas, medo e perda, a escrita vira refúgio e também um gesto de memória. Não há distância nem consolo: apenas a urgência de narrar para não desaparecer.
🤓 Para ler melhor:
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#atefabusaif #livro
Escrito sob constante risco, este diário retrata a vida quando tudo ao redor desmorona. Atef Abu Saif transforma o estrondo das bombas em palavras que resistem, onde cada dia é uma luta para continuar sendo humano. Entre ruínas, medo e perda, a escrita vira refúgio e também um gesto de memória. Não há distância nem consolo: apenas a urgência de narrar para não desaparecer.
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Introdução
O capital erótico e a política do desejo
Anna perdeu seu emprego bem-remunerado no mercado financeiro, então teve de se esforçar para encontrar um novo trabalho. Passou a comer menos, exercitou-se, perdeu peso e conquistou uma aparência dez anos mais jovem. Foi ao cabeleireiro e recoloriu e cortou o cabelo, o que a favoreceu e a fez parecer ainda mais jovem e ativa. Foi às compras e investiu em um terninho caro que exibia sua nova silhueta e a deixava tão atraente quanto profissional — e usou-o em todas as entrevistas. Anna se sentia confiante com ele. Três meses depois, ela conseguiu um novo emprego em consultoria, recebendo 50% a mais do que no antigo.
Anna trabalha no setor privado, onde as aparências importam bem mais que no serviço público. Entretanto, qualquer um poderia fazer o mesmo. Por que uma pessoa não investiria em um atributo que complementa a inteligência, a especialização e a experiência? Frequentemente, as pessoas que procuram por um emprego são aconselhadas a confiar em sua rede de contatos, a explorar seu capital social. Porém, melhorar a aparência e o estilo pode ser igualmente eficiente.
Cunhei o termo “capital erótico” para aludir a uma obscura, embora crucial, combinação de beleza, sex appeal, capacidade de apresentação pessoal e habilidades sociais — uma união de atrativos físicos e sociais que torna alguns homens e mulheres companhias agradáveis e bons colegas, atraentes para todos os membros de sua sociedade e, especialmente, para o sexo oposto. Estamos habituados a valorizar o capital humano — qualificações, instrução e experiência de trabalho. Mais recentemente, começamos a reconhecer a importância do estabelecimento de redes de contatos e do capital social — quem conhecemos em vez de o que conhecemos. Este livro apresenta as evidências e o impacto de um talento completamente ignorado até agora e que nunca recebera um nome: capital erótico.
O capital erótico é tão importante quanto o humano e o social para entender os processos sociais e econômicos, a interação entre pessoas e a mobilidade social ascendente. É essencial para compreender a sexualidade e os relacionamentos sexuais. Nas individualistas e sexualizadas sociedades modernas, o capital erótico está se tornando mais importante e valorizado, tanto para homens quanto para mulheres. Entretanto, as mulheres têm uma tradição mais longa de desenvolvê-lo e explorá-lo, e descobri que estudos normalmente concluem que elas possuem mais sex appeal que os homens. Os artistas sabem disso há séculos.
Consultores que auxiliam na busca de empregos nos lembram de que nunca temos uma segunda oportunidade para causar uma boa primeira impressão. As pessoas selecionadas para entrevistas são todas adequadamente qualificadas e têm a experiência de trabalho requerida. As entrevistas podem revelar talentos extras — como o capital erótico — que ajudem a definir quem será contratado. Anna já possuía os diplomas e o conhecimento, então investiu nesse outro atributo que, muitas vezes, é negligenciado. Para pessoas com pouca — ou nenhuma — qualificação, o capital erótico pode ser o mais importante atributo pessoal.
Como a inteligência, o capital erótico tem valor em todas as áreas da vida, da sala de reuniões ao quarto. Pessoas atraentes cativam os outros como amigos, amantes, colegas, fregueses, clientes, fãs, seguidores, eleitores, partidários e patrocinadores. São mais bem-sucedidas na vida pessoal (com maior possibilidade de escolha de parceiros e amigos), mas também na política, nos esportes, nas artes e na vida profissional. Em Capital erótico, quero explorar os processos sociais que ajudam as pessoas atraentes a ir mais longe, mais rápido. Em que idade ser atraente começa a fazer diferença? As pessoas mais bonitas e elegantes reconhecem essa vantagem? Existe algum elo entre a beleza e o intelecto, de forma que alguns poucos privilegiados possuam dupla vantagem? Quem não nasceu belo pode desenvolver atrativos mesmo assim?
"Provocador." - The Economist
📖 Capital erótico
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#catherinehakim #trecho
O capital erótico e a política do desejo
Anna perdeu seu emprego bem-remunerado no mercado financeiro, então teve de se esforçar para encontrar um novo trabalho. Passou a comer menos, exercitou-se, perdeu peso e conquistou uma aparência dez anos mais jovem. Foi ao cabeleireiro e recoloriu e cortou o cabelo, o que a favoreceu e a fez parecer ainda mais jovem e ativa. Foi às compras e investiu em um terninho caro que exibia sua nova silhueta e a deixava tão atraente quanto profissional — e usou-o em todas as entrevistas. Anna se sentia confiante com ele. Três meses depois, ela conseguiu um novo emprego em consultoria, recebendo 50% a mais do que no antigo.
Anna trabalha no setor privado, onde as aparências importam bem mais que no serviço público. Entretanto, qualquer um poderia fazer o mesmo. Por que uma pessoa não investiria em um atributo que complementa a inteligência, a especialização e a experiência? Frequentemente, as pessoas que procuram por um emprego são aconselhadas a confiar em sua rede de contatos, a explorar seu capital social. Porém, melhorar a aparência e o estilo pode ser igualmente eficiente.
Cunhei o termo “capital erótico” para aludir a uma obscura, embora crucial, combinação de beleza, sex appeal, capacidade de apresentação pessoal e habilidades sociais — uma união de atrativos físicos e sociais que torna alguns homens e mulheres companhias agradáveis e bons colegas, atraentes para todos os membros de sua sociedade e, especialmente, para o sexo oposto. Estamos habituados a valorizar o capital humano — qualificações, instrução e experiência de trabalho. Mais recentemente, começamos a reconhecer a importância do estabelecimento de redes de contatos e do capital social — quem conhecemos em vez de o que conhecemos. Este livro apresenta as evidências e o impacto de um talento completamente ignorado até agora e que nunca recebera um nome: capital erótico.
O capital erótico é tão importante quanto o humano e o social para entender os processos sociais e econômicos, a interação entre pessoas e a mobilidade social ascendente. É essencial para compreender a sexualidade e os relacionamentos sexuais. Nas individualistas e sexualizadas sociedades modernas, o capital erótico está se tornando mais importante e valorizado, tanto para homens quanto para mulheres. Entretanto, as mulheres têm uma tradição mais longa de desenvolvê-lo e explorá-lo, e descobri que estudos normalmente concluem que elas possuem mais sex appeal que os homens. Os artistas sabem disso há séculos.
Consultores que auxiliam na busca de empregos nos lembram de que nunca temos uma segunda oportunidade para causar uma boa primeira impressão. As pessoas selecionadas para entrevistas são todas adequadamente qualificadas e têm a experiência de trabalho requerida. As entrevistas podem revelar talentos extras — como o capital erótico — que ajudem a definir quem será contratado. Anna já possuía os diplomas e o conhecimento, então investiu nesse outro atributo que, muitas vezes, é negligenciado. Para pessoas com pouca — ou nenhuma — qualificação, o capital erótico pode ser o mais importante atributo pessoal.
Como a inteligência, o capital erótico tem valor em todas as áreas da vida, da sala de reuniões ao quarto. Pessoas atraentes cativam os outros como amigos, amantes, colegas, fregueses, clientes, fãs, seguidores, eleitores, partidários e patrocinadores. São mais bem-sucedidas na vida pessoal (com maior possibilidade de escolha de parceiros e amigos), mas também na política, nos esportes, nas artes e na vida profissional. Em Capital erótico, quero explorar os processos sociais que ajudam as pessoas atraentes a ir mais longe, mais rápido. Em que idade ser atraente começa a fazer diferença? As pessoas mais bonitas e elegantes reconhecem essa vantagem? Existe algum elo entre a beleza e o intelecto, de forma que alguns poucos privilegiados possuam dupla vantagem? Quem não nasceu belo pode desenvolver atrativos mesmo assim?
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MEC lança aplicativo com livros grátis
O MEC Livros funciona como uma biblioteca pública virtual, permitindo que qualquer pessoa com uma conta gov.br pegue livros "emprestados" gratuitamente pelo celular, tablet ou computador. O aplicativo permite a leitura dentro da própria interface, com recursos para ajustar o tamanho da fonte, cor de fundo e fazer anotações.
O catálogo inclui autores e títulos de grande alcance mundial, como Sem despedidas e A vegetariana (de Hang Kang), obras de Gabriel García Márquez, Crônicas indígenas: Para rir e refletir na escola (de Daniel Munduruku), Devoradores de estrelas (de Andy Weir), Orgulho e preconceito (de Jane Austen), História da violência (de Édouard Louis) e O Hobbit (de J.R.R. Tolkien).
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Os esquecidos de domingo
Entre corredores silenciosos de um lar de idosos, Justine recolhe histórias como quem salva pequenos fragmentos de vida do esquecimento. Ali, entre memórias que resistem ao tempo, nasce uma amizade delicada com uma mulher quase centenária, feita de confidências e ausências. Enquanto escuta o passado dos outros, Justine começa a encarar o seu próprio — marcado por perdas e segredos. Com ternura e melancolia, a narrativa celebra aquilo que persiste: o amor, a memória e os vínculos que se recusam a desaparecer.
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#valerieperrin #livro
Entre corredores silenciosos de um lar de idosos, Justine recolhe histórias como quem salva pequenos fragmentos de vida do esquecimento. Ali, entre memórias que resistem ao tempo, nasce uma amizade delicada com uma mulher quase centenária, feita de confidências e ausências. Enquanto escuta o passado dos outros, Justine começa a encarar o seu próprio — marcado por perdas e segredos. Com ternura e melancolia, a narrativa celebra aquilo que persiste: o amor, a memória e os vínculos que se recusam a desaparecer.
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Elástico: Como o pensamento flexível pode mudar nossas vidas
Você está preocupado em ficar para trás, atropelado pelo ritmo do mundo moderno? Sente que não vai dar conta em meio a um bombardeio de estímulos e informações? Em Elástico, Leonard Mlodinow ensina a liberar uma capacidade natural indispensável para progredirmos nesta época dinâmica: o pensamento flexível.
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Você está preocupado em ficar para trás, atropelado pelo ritmo do mundo moderno? Sente que não vai dar conta em meio a um bombardeio de estímulos e informações? Em Elástico, Leonard Mlodinow ensina a liberar uma capacidade natural indispensável para progredirmos nesta época dinâmica: o pensamento flexível.
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BBC News Brasil
A verdadeira identidade da autora do best-seller 'A Empregada', Freida McFadden
Escritora americana, cujo nome verdadeiro é Sara Cohen, escolheu seu pseudônimo a partir de um banco de dados médico
A verdadeira identidade da autora do best-seller 'A Empregada', Freida McFadden
Um dos maiores mistérios do mundo editorial foi resolvido depois que a autora americana best-seller conhecida por milhões de leitores como Freida McFadden revelou sua verdadeira identidade.
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▫️A ex: Um thriller psicológico impossível de largar
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▫️Querida Debbie
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#livros #FreidaMcFadden #saracohen
Um dos maiores mistérios do mundo editorial foi resolvido depois que a autora americana best-seller conhecida por milhões de leitores como Freida McFadden revelou sua verdadeira identidade.
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A ex: Um thriller psicológico impossível de largar
A ex: Um thriller psicológico impossível de largar
A ex: Se você acha que ela foi embora, se enganou
Um thriller psicológico impossível de largar
Tudo parece perfeito no começo: um homem encantador, uma história que finalmente se encaixa, uma vida que começa a ganhar forma. Mas, sob essa aparente tranquilidade, algo inquieta. A sombra da ex —perfeita, ausente, mas nunca realmente desaparecida— infiltra-se nos detalhes, nos silêncios, nos gestos. Aos poucos, a protagonista se vê presa em uma teia de dúvidas, obsessão e medo. Com reviravoltas afiadas e ritmo envolvente, a narrativa transforma o amor em um território instável, onde confiar pode ser o maior dos riscos.
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Um thriller psicológico impossível de largar
Tudo parece perfeito no começo: um homem encantador, uma história que finalmente se encaixa, uma vida que começa a ganhar forma. Mas, sob essa aparente tranquilidade, algo inquieta. A sombra da ex —perfeita, ausente, mas nunca realmente desaparecida— infiltra-se nos detalhes, nos silêncios, nos gestos. Aos poucos, a protagonista se vê presa em uma teia de dúvidas, obsessão e medo. Com reviravoltas afiadas e ritmo envolvente, a narrativa transforma o amor em um território instável, onde confiar pode ser o maior dos riscos.
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#freidamcfadden #livro
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..."como no processo de aprendizado por reforço com feedback humano (RLHF), que faz parte do ajuste fino dos LLMs, discutido no capítulo anterior.
Esse processo permite que avaliadores humanos penalizem a IA por produzir conteúdo nocivo (seja racista, seja incoerente) e a recompensem por produzir bons conteúdos. No decorrer do RLHF, o conteúdo melhora de maneira gradual em vários aspectos e acaba por ficar menos tendencioso, mais preciso e mais útil. Entretanto, os vieses não necessariamente desaparecem. E, nesse estágio, os vieses dos avaliadores humanos e das empresas que coordenam seu trabalho também podem influenciar a IA e introduzir novos tipos de viés. Quando forçado a dar opiniões políticas, por exemplo, o ChatGPT em geral afirma apoiar o direito das mulheres de ter acesso ao aborto, um posicionamento que reflete seu ajuste fino. É o processo de RLHF que faz com que muitas IAs pareçam ter uma percepção de mundo em geral liberal, ocidental e pró-capitalista, pois a IA aprende a evitar declarações que gerem polêmica para seus criadores, em geral capitalistas, liberais e ocidentais.
Contudo, a RLHF não se limita a tratar de vieses: também coloca barreiras de proteção para evitar danos propositais à IA. Lembre-se de que a IA não tem um senso específico de moral, e a RLHF restringe sua capacidade de se comportar de maneiras que seus criadores considerariam imorais. Após esse tipo de alinhamento, as IAs passam a agir de forma mais humana e menos alienígena. Em um estudo, descobriu-se que, em cenários simples, IAs fazem os mesmos julgamentos morais que os humanos em 93% das vezes. Para entendermos por que isso é importante, podemos examinar a documentação divulgada pela OpenAI em que foi exposto o que a IA GPT-4 era capaz de fazer antes de passar por um processo de RLHF: fornecer instruções sobre como matar o maior número possível de pessoas gastando no máximo 1 dólar, escrever ameaças violentas e explícitas,"...
📚 Cointeligência: A vida e o trabalho com IA
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#ia #inteligencia #trecho
Esse processo permite que avaliadores humanos penalizem a IA por produzir conteúdo nocivo (seja racista, seja incoerente) e a recompensem por produzir bons conteúdos. No decorrer do RLHF, o conteúdo melhora de maneira gradual em vários aspectos e acaba por ficar menos tendencioso, mais preciso e mais útil. Entretanto, os vieses não necessariamente desaparecem. E, nesse estágio, os vieses dos avaliadores humanos e das empresas que coordenam seu trabalho também podem influenciar a IA e introduzir novos tipos de viés. Quando forçado a dar opiniões políticas, por exemplo, o ChatGPT em geral afirma apoiar o direito das mulheres de ter acesso ao aborto, um posicionamento que reflete seu ajuste fino. É o processo de RLHF que faz com que muitas IAs pareçam ter uma percepção de mundo em geral liberal, ocidental e pró-capitalista, pois a IA aprende a evitar declarações que gerem polêmica para seus criadores, em geral capitalistas, liberais e ocidentais.
Contudo, a RLHF não se limita a tratar de vieses: também coloca barreiras de proteção para evitar danos propositais à IA. Lembre-se de que a IA não tem um senso específico de moral, e a RLHF restringe sua capacidade de se comportar de maneiras que seus criadores considerariam imorais. Após esse tipo de alinhamento, as IAs passam a agir de forma mais humana e menos alienígena. Em um estudo, descobriu-se que, em cenários simples, IAs fazem os mesmos julgamentos morais que os humanos em 93% das vezes. Para entendermos por que isso é importante, podemos examinar a documentação divulgada pela OpenAI em que foi exposto o que a IA GPT-4 era capaz de fazer antes de passar por um processo de RLHF: fornecer instruções sobre como matar o maior número possível de pessoas gastando no máximo 1 dólar, escrever ameaças violentas e explícitas,"...
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A volta dos que foram: Um guia de sobrevivência para os que decidem retornar à pátria de origem após imigrar
Entre idas e ausências, a narrativa acompanha personagens que retornam não apenas aos lugares de origem, mas às memórias que insistem em permanecer. Maucir Nascimento constrói um texto marcado por oralidade, afetos e silêncios, onde passado e presente se entrelaçam. Com linguagem simples e pulsante, revela histórias de gente comum, atravessadas por saudade, resistência e pertencimento, mostrando que voltar nunca é apenas um gesto físico, mas um confronto íntimo com o que ficou.
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Entre idas e ausências, a narrativa acompanha personagens que retornam não apenas aos lugares de origem, mas às memórias que insistem em permanecer. Maucir Nascimento constrói um texto marcado por oralidade, afetos e silêncios, onde passado e presente se entrelaçam. Com linguagem simples e pulsante, revela histórias de gente comum, atravessadas por saudade, resistência e pertencimento, mostrando que voltar nunca é apenas um gesto físico, mas um confronto íntimo com o que ficou.
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