Como já expliquei anteriormente, o ratio Long/Short mede a proporção entre traders comprados e vendidos no mercado de futuros. Quando esse número sobe muito, significa que o mercado está fortemente posicionado para a alta, com muitos traders abrindo posições compradas alavancadas. Fortemente alavancadas.
O número está agora em 2,52, o maior valor desde 02 de novembro de 2025. Ou seja, para cada trader apostando na queda, há 2,52 apostando na alta. É um desequilíbrio expressivo e relevante.
Quando o mercado está tão desbalanceado para um lado, existe risco elevado de um movimento no sentido contrário para liquidar essas posições. Com tantos longs alavancados acumulados, qualquer queda mais expressiva pode gerar uma cascata de liquidações, acelerando o movimento de baixa.
Ou seja: temos a liquidez muito grande na parte de baixo do bitcoin e, agora, temos também o long/short estourando de alavancagem.
São sinais importantes que não podemos ignorar.
Isso não significa, necessariamente, que o preço vai cair, mas é um alerta importante de que o mercado está eufórico demais no curto prazo, o que historicamente aumenta o risco de uma correção rápida antes de qualquer continuidade.
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Indicador do bitcoin no maior nível desde novembro é o ponto mais importante do momento!
Vídeo especial neste feriado para você saber o que está acontecendo com o bitcoin e como se proteger de um próximo movimento do mercado cripto.
Este indicador que estou monitorando é muito importante e está em um nível sensível.
Venha ver o vídeo e compartilhe com outras pessoas!
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Bom dia!
Começando nossa live agora, venham todos!
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Bitcoin está perdendo o nível mais importante de fibonacci das altas da semana passada como podem ver na seta em preto.
Com isso, vamos caminhar para a correção em tempos gráficos maiores, justamente a correção de toda a alta das últimas semanas. Até hoje, não tivemos nenhuma correção de toda a alta (figura 2).
A cautela que deve acontecer é o mapa de liquidez: a correção em tempos gráficos maiores vai coincidir com uma região de vácuo de liquidez como nunca vi no bitcoin.
Portanto, as movimentações tendem a ficar mais arriscadas nessa região de vácuo de liquidez. E a semana promete com inflação americana!
Com isso, vamos caminhar para a correção em tempos gráficos maiores, justamente a correção de toda a alta das últimas semanas. Até hoje, não tivemos nenhuma correção de toda a alta (figura 2).
A cautela que deve acontecer é o mapa de liquidez: a correção em tempos gráficos maiores vai coincidir com uma região de vácuo de liquidez como nunca vi no bitcoin.
Portanto, as movimentações tendem a ficar mais arriscadas nessa região de vácuo de liquidez. E a semana promete com inflação americana!
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Quero trazer uma análise on-chain importante que reforça o alerta que venho fazendo sobre o Long/Short ratio muito elevado.
O gráfico mostra o lucro não realizado das baleias de curto prazo do bitcoin. Em outras palavras, são os grandes detentores de bitcoin de curto prazo, sendo que o lucro não realizado é o ganho que elas têm nas posições abertas sem ainda terem vendido. Quanto maior a barra azul, mais lucro acumulado essas baleias estão carregando.
Vejam que esse lucro não realizado acabou de atingir o maior nível desde 2016 (!!!). À primeira vista parece positivo. Mas o histórico do gráfico mostra o oposto: toda vez que esse indicador atingiu níveis extremos de lucro, o preço corrigiu logo em seguida. As barras vermelhas mostram os períodos em que essas baleias ficaram no prejuízo após venderem no topo e o mercado caiu.
Funciona da seguinte forma: baleias com muito lucro acumulado têm um incentivo gigantesco para realizar esse lucro vendendo. E quando baleias vendem fortemente, o preço cai.
Ou seja, combinando esse dado com o Long/Short ratio alto, temos dois sinais de alerta simultâneos: o mercado de futuros está excessivamente comprado e as baleias de curto prazo estão com o maior lucro não realizado em quase uma década. Ambos historicamente precederam correções.
O gráfico mostra o lucro não realizado das baleias de curto prazo do bitcoin. Em outras palavras, são os grandes detentores de bitcoin de curto prazo, sendo que o lucro não realizado é o ganho que elas têm nas posições abertas sem ainda terem vendido. Quanto maior a barra azul, mais lucro acumulado essas baleias estão carregando.
Vejam que esse lucro não realizado acabou de atingir o maior nível desde 2016 (!!!). À primeira vista parece positivo. Mas o histórico do gráfico mostra o oposto: toda vez que esse indicador atingiu níveis extremos de lucro, o preço corrigiu logo em seguida. As barras vermelhas mostram os períodos em que essas baleias ficaram no prejuízo após venderem no topo e o mercado caiu.
Funciona da seguinte forma: baleias com muito lucro acumulado têm um incentivo gigantesco para realizar esse lucro vendendo. E quando baleias vendem fortemente, o preço cai.
Ou seja, combinando esse dado com o Long/Short ratio alto, temos dois sinais de alerta simultâneos: o mercado de futuros está excessivamente comprado e as baleias de curto prazo estão com o maior lucro não realizado em quase uma década. Ambos historicamente precederam correções.
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Começam a surgir várias informações e relatórios de que a Clarity Act não deve ser aprovada na próxima semana nos EUA 👀
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Bom dia!
Começando a live agora
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Aqui o motivo das quedas do bitcoin de agora!
Os yields dos títulos do governo americano estão subindo com força hoje. O título de 30 anos está em 5,30%, o de 20 anos em 5,31%, e o de 10 anos em 4,85% — todos com altas expressivas no dia.
Como já expliquei anteriormente aqui no grupo, quando os yields dos títulos americanos sobem, o custo de oportunidade de estar em ativos de risco aumenta. O governo americano pagando 5,30% ao ano em títulos de longo prazo com baixo risco é um argumento muito forte para que o capital saia de ativos como bitcoin e criptomoedas.
Isso acontece porque os investidores institucionais comparam constantemente o retorno de diferentes ativos. Com yields tão altos, o bitcoin precisa de um argumento ainda mais forte para competir.
E qual o motivo dessa alta? Petróleos disparando por causa do conflito no Oriente Médio!
Combinando esse dado com os alertas que trouxe nos últimos dias, o Long/Short ratio em 2,52, o maior nível desde novembro de 2025, e as baleias de curto prazo com o maior lucro não realizado em quase uma década, temos agora três fatores simultâneos de pressão sobre o mercado. Os sinais técnicos da semana passada continuam relevantes, mas o contexto macro está ficando cada vez mais desafiador.
Os yields dos títulos do governo americano estão subindo com força hoje. O título de 30 anos está em 5,30%, o de 20 anos em 5,31%, e o de 10 anos em 4,85% — todos com altas expressivas no dia.
Como já expliquei anteriormente aqui no grupo, quando os yields dos títulos americanos sobem, o custo de oportunidade de estar em ativos de risco aumenta. O governo americano pagando 5,30% ao ano em títulos de longo prazo com baixo risco é um argumento muito forte para que o capital saia de ativos como bitcoin e criptomoedas.
Isso acontece porque os investidores institucionais comparam constantemente o retorno de diferentes ativos. Com yields tão altos, o bitcoin precisa de um argumento ainda mais forte para competir.
E qual o motivo dessa alta? Petróleos disparando por causa do conflito no Oriente Médio!
Combinando esse dado com os alertas que trouxe nos últimos dias, o Long/Short ratio em 2,52, o maior nível desde novembro de 2025, e as baleias de curto prazo com o maior lucro não realizado em quase uma década, temos agora três fatores simultâneos de pressão sobre o mercado. Os sinais técnicos da semana passada continuam relevantes, mas o contexto macro está ficando cada vez mais desafiador.
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Vou trazer uma análise que provavelmente você ainda não viu por aí: um dos quatro grandes indicadores de recessão que o NBER, o comitê oficial que declara recessões nos EUA, utiliza para identificar ciclos econômicos.
Para quem não conhece: o NBER é o órgão responsável por declarar oficialmente quando os EUA entram em recessão. Entre os quatro indicadores que mais pesam nessa avaliação está o emprego não agrícola, que mede a criação de empregos na economia americana excluindo o setor agrícola.
O gráfico mostra a variação anual desse indicador desde 1939. Vejam que em praticamente todas as recessões históricas, marcadas em cinza, o indicador estava próximo de zero ou negativo no momento em que a recessão começou. Os pontos pretos marcam o início de cada recessão. O nível atual está em 0.38% ao ano, abaixo do nível de início de 12 das 13 recessões ocorridas desde 1940.
E aqui está o ponto contraintuitivo que poucos estão percebendo: o dado de empregos de agosto veio muito forte, com 162.000 vagas criadas, bem acima do esperado. À primeira vista parece uma contradição. Como um mercado de trabalho forte pode sinalizar recessão?
A resposta está na diferença entre as duas formas de medir o dado. O payroll mensal, que é o número que os mercados acompanham e que gerou otimismo em agosto, olha apenas para o mês contra o mês anterior. Um número forte em agosto diz que criamos mais empregos do que em julho. Mas não diz nada sobre a tendência de longo prazo.
O artigo traz uma abordagem diferente: a variação ano contra ano, ou seja, quantos empregos foram criados nos últimos 12 meses comparado com os 12 meses anteriores. E é aqui que o sinal preocupante aparece: essa variação está em apenas 0.38% ao ano, um dos níveis mais baixos fora de recessão em toda a história do indicador. O mercado celebra o número mensal forte, mas a fotografia anual conta uma história diferente.
Por que isso importa para o bitcoin e as criptomoedas? Uma recessão nos EUA historicamente pressiona os ativos de risco para baixo, já que os investidores buscam segurança e liquidez. Combinando esse dado com os outros fatores que venho mostrando, os yields dos bonds americanos renovando máximas históricas, o iene fraco pressionando o carry trade e o mercado de futuros excessivamente comprado, o cenário macro segue desafiador. 🧠
Para quem não conhece: o NBER é o órgão responsável por declarar oficialmente quando os EUA entram em recessão. Entre os quatro indicadores que mais pesam nessa avaliação está o emprego não agrícola, que mede a criação de empregos na economia americana excluindo o setor agrícola.
O gráfico mostra a variação anual desse indicador desde 1939. Vejam que em praticamente todas as recessões históricas, marcadas em cinza, o indicador estava próximo de zero ou negativo no momento em que a recessão começou. Os pontos pretos marcam o início de cada recessão. O nível atual está em 0.38% ao ano, abaixo do nível de início de 12 das 13 recessões ocorridas desde 1940.
E aqui está o ponto contraintuitivo que poucos estão percebendo: o dado de empregos de agosto veio muito forte, com 162.000 vagas criadas, bem acima do esperado. À primeira vista parece uma contradição. Como um mercado de trabalho forte pode sinalizar recessão?
A resposta está na diferença entre as duas formas de medir o dado. O payroll mensal, que é o número que os mercados acompanham e que gerou otimismo em agosto, olha apenas para o mês contra o mês anterior. Um número forte em agosto diz que criamos mais empregos do que em julho. Mas não diz nada sobre a tendência de longo prazo.
O artigo traz uma abordagem diferente: a variação ano contra ano, ou seja, quantos empregos foram criados nos últimos 12 meses comparado com os 12 meses anteriores. E é aqui que o sinal preocupante aparece: essa variação está em apenas 0.38% ao ano, um dos níveis mais baixos fora de recessão em toda a história do indicador. O mercado celebra o número mensal forte, mas a fotografia anual conta uma história diferente.
Por que isso importa para o bitcoin e as criptomoedas? Uma recessão nos EUA historicamente pressiona os ativos de risco para baixo, já que os investidores buscam segurança e liquidez. Combinando esse dado com os outros fatores que venho mostrando, os yields dos bonds americanos renovando máximas históricas, o iene fraco pressionando o carry trade e o mercado de futuros excessivamente comprado, o cenário macro segue desafiador. 🧠
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