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O governo Lula está empurrando no Congresso um projeto de “regulamentação dos aplicativos” que, na prática, transforma o Estado em sócio da corrida, da entrega e do trabalho de quem depende de Uber, 99, iFood e plataformas similares para sobreviver.

A narrativa é sempre a mesma:
👉 “justiça social”
👉 “proteção do trabalhador”
👉 “taxar os super-ricos”

Mas, como sempre, quem paga a conta é quem trabalha.

Com essa nova lei, motoristas e entregadores passam a ser obrigados a pagar contribuição previdenciária sobre a renda, além de encargos e tributos que entram direto na operação.
Na prática, quando você soma tudo, o governo passa a abocanhar algo entre 40% e 46% do valor da corrida.

📌 Exemplo real:
Numa corrida de R$ 20, o governo pode ficar com até R$ 9.
O aplicativo mantém a margem.
E o motorista fica com o que sobra — antes mesmo de pagar combustível, manutenção, seguro e depreciação do veículo.
Ou seja:
o Estado vira o maior sócio da viagem, sem dirigir, sem pedalar e sem entregar nada.

Nenhuma empresa absorve esse custo.
O resultado é sempre o mesmo:
menos renda para o motorista
corrida mais cara para o usuário
menos gente rodando
menos dinheiro circulando na economia

Hoje, cerca de 2 milhões de brasileiros tiram renda direta desses aplicativos.
Foi isso que ajudou a reduzir o desemprego nos últimos anos.
Inclusive, estudos mostram que a chegada dos apps de entrega reduziu a criminalidade em várias cidades, especialmente em regiões de baixa renda.

Isso funcionava.
Não era perfeito, mas funcionava.

E a resposta do governo foi meter a mão direto na corrida.

📌 Neste vídeo, eu explico:
como funciona hoje a divisão da corrida
o que muda com essa nova lei
quanto o governo passa a levar
e quem realmente vai pagar essa conta no final

💬 Agora eu quero saber de você:
Se essa lei passar, você continua rodando ou sai da plataforma?
Deixa sua opinião nos comentários.

📲 Compartilhe este vídeo com quem trabalha de aplicativo.
Essa informação precisa chegar em quem vai ser atingido diretamente.

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Fontes:
https://www.gazetadopo...​

https://www.camara.leg...​

https://veja.abril.com...​

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#economia#josuearagao#varejo
Forwarded from Daleth Ghimel
A Era Gnóstica: O Retorno da Heresia Mais Antiga do Mundo
Por que movimentos como psicanálise, marxismo, positivismo e ocultismo reúnem a mesma raiz espiritual.
Editora Caravelas
08 de dezembro de 2025
Com a queda do marxismo, o que já se manifestou aqui e acolá se irradiou por todo o nosso cético século XX: houve uma grande explosão de misticismo. Só se fala em horóscopos, tarô, hinduísmo, homeopatia, alquimia, ocultismo, esoterismo, e todos os tipos de superstição se alastram. E até ateus marxistas passaram a exibir em seus carros o dístico: “eu acredito em duendes” .
A observação foi tão invasiva que a famosa revista internacional 30 Giorni começou a publicar repetidos artigos sobre o misticismo herético e sobre a Gnose. E o que era assunto de eruditos passou a ser tema amplamente divulgado e universalmente admitido (1).
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Assim, torna-se hoje bem claro que a razão cabia bem a Simone de Pètrement , que, ao analisar a literatura a partir do Romantismo — isto é, a partir da Revolução Francesa — concluiu: “a julgar por nossa literatura, nós entramos numa idade gnóstica” (2).
Erich Voegelin , examinando os sistemas totalitários do nosso tempo — nazismo, fascismo e comunismo — chega à conclusão de que eram sistemas gnósticos, e que os partidos que adotaram esses sistemas eram, na verdade, “substitutos” da religião. Ele não hesita em colocar também a psicanálise e o progressismo no mesmo balaio da gnose:
“Dizendo movimentos gnósticos, entendemos referir-nos a movimentos como o progressismo, o positivismo, o marxismo, a psicanálise, o comunismo, o fascismo e o nacional-socialismo (nazismo)” (3).
Não falta mesmo quem veja na própria ciência moderna reflexos da gnose antiga. Por exemplo, Jacques Lacarrière chama Einstein, Planck e Heisenberg de “ces gnostiques de notre temps” (4).
Sem significar que endossemos as conclusões da obra, é interessante lembrar o best-seller de Fritjof Capra — O Tao da Física — que pretende ligar toda a física moderna ao gnosticismo.
Poderíamos citar muitos outros autores. Para os limites de um artigo, bastam-nos, entretanto, os fatos, esses eruditos e as revistas de divulgação cultural.
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Gnose e Panteísmo: Distinguindo as Brumas
Quando se estuda a gnose, entra-se num labirinto cheio de brumas, tentando descobrir segredos que permitiriam chegar a um mistério. Não é de estranhar que o tema se preste a confusões.
É, pois, necessário estabelecer distinções. E uma primeira é entre panteísmo gnose . O próprio Dicionário de Teologia Católica de A. Vacant e E. Mangenot (5) cita, de cambulhada, doutrinas panteístas e gnósticas sem distinguir-las. Em seu elenco estão desde as religiões hinduístas, do Egito, China e Caldéia, passando por Heráclito e Parmênides juntos, pelo sufita Ibn Arabi, Campanella, até Diderot, Kant, Novalis e os românticos.
Ora, o panteísmo é uma doutrina que considera que tudo — inclusive a matéria — é Deus .
gnose , ao contrário, em quase todos os seus sistemas, condena a matéria como obra maligna.
Simplificando um tanto o problema — cujos meandros não podem ser examinados nos limites deste artigo — pode-se dizer:
panteísmo representa uma corrente otimista (6);
gnose é pessimista .
O panteísmo é naturalista monista e tendência ao racionalismo .
A gnose é dualista anticósmica anti-racionalista . Mas essa distinção deve ser matizada: alguns sistemas gnósticos são ambivalentes quanto ao mundo material — amado e odiado ao mesmo tempo (7).
Por outro lado, há sistemas panteístas que permitem a transformação da matéria em espírito ao fim da evolução (8).
Por exemplo, nota-se no sistema panteísta de Plotino uma clara tendência à gnose, embora esse neoplatônico tenha até escrito contra os gnósticos de seu tempo.

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Autor
Orlando Fedeli.
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https://open.substack.com/pub/editoracaravelas/p/a-era-gnostica-o-retorno-da-heresia?utm_campaign=post&utm_medium=post%20viewer
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