Dia Glorioso para Direita
Trump é o melhor negociador do mundo!
Gratidão 🙏🏻
A narrativa de que a direita sofreu uma “derrota” com a revogação da magnitsky pelos EUA desaba quando se olha de perto os termos do acordo. A negociação envolve pontos extremamente sensíveis: a concessão de terras raras brasileiras para exploração norte-americana, o fim da censura nas redes sociais, o cancelamento de impostos contra as big techs, a colaboração ampliada do Brasil no combate ao crime organizado e o término da cooperação brasileira com a China no setor de satélites.
Se tais termos forem cumpridos, o presente de Trump à direita brasileira é gigantesco: o fim das restrições e da censura nas redes sociais, devolvendo ao povo — especialmente à base conservadora — a sua principal arma para fazer campanha no próximo ano. O fim dos impostos sobre as Big Techs dá mais dinheiro aos influencers que são de maioria absoluta de direita. Quanto à cooperação mais dura contra o crime organizado, esta afeta diretamente um dos pilares de financiamento político que, segundo acusações recorrentes, beneficia candidaturas de esquerda vinculadas a estruturas do narcotráfico. Ou seja: menos dinheiro para facções, menos estrutura para a esquerda e mais liberdade para derrotarmos os queridinhos da imprensa tradicional nas redes sociais.
Mas e se o acordo não for cumprido? Aí melhor ainda. Isso porque Trump tem histórico de dobrar sanções contra quem descumpre acordos com ele. Ou seja, o Brasil enfrentaria pressões ainda maiores, criando desgaste político imediato e abrindo mais espaço para a oposição conservadora explorar o tema antes mesmo do início oficial das campanhas.
Em qualquer cenário, o campo conservador sai fortalecido. Ou conquista liberdade total nas redes, maior lucro com monetização e o enfraquecimento de candidaturas financiadas por facções, ou conquista um clima de crise internacional perfeito para capitalizar politicamente.
E, enquanto isso, Nicolás Maduro — cúmplice do regime brasileiro — enfrenta o risco de queda. Ninguém sabe exatamente quais informações internas sobre o governo brasileiro podem chegar às mãos dos EUA se o regime venezuelano desmoronar.
Derrota? Difícil enxergar onde.
Trump é o melhor negociador do mundo!
Gratidão 🙏🏻
A narrativa de que a direita sofreu uma “derrota” com a revogação da magnitsky pelos EUA desaba quando se olha de perto os termos do acordo. A negociação envolve pontos extremamente sensíveis: a concessão de terras raras brasileiras para exploração norte-americana, o fim da censura nas redes sociais, o cancelamento de impostos contra as big techs, a colaboração ampliada do Brasil no combate ao crime organizado e o término da cooperação brasileira com a China no setor de satélites.
Se tais termos forem cumpridos, o presente de Trump à direita brasileira é gigantesco: o fim das restrições e da censura nas redes sociais, devolvendo ao povo — especialmente à base conservadora — a sua principal arma para fazer campanha no próximo ano. O fim dos impostos sobre as Big Techs dá mais dinheiro aos influencers que são de maioria absoluta de direita. Quanto à cooperação mais dura contra o crime organizado, esta afeta diretamente um dos pilares de financiamento político que, segundo acusações recorrentes, beneficia candidaturas de esquerda vinculadas a estruturas do narcotráfico. Ou seja: menos dinheiro para facções, menos estrutura para a esquerda e mais liberdade para derrotarmos os queridinhos da imprensa tradicional nas redes sociais.
Mas e se o acordo não for cumprido? Aí melhor ainda. Isso porque Trump tem histórico de dobrar sanções contra quem descumpre acordos com ele. Ou seja, o Brasil enfrentaria pressões ainda maiores, criando desgaste político imediato e abrindo mais espaço para a oposição conservadora explorar o tema antes mesmo do início oficial das campanhas.
Em qualquer cenário, o campo conservador sai fortalecido. Ou conquista liberdade total nas redes, maior lucro com monetização e o enfraquecimento de candidaturas financiadas por facções, ou conquista um clima de crise internacional perfeito para capitalizar politicamente.
E, enquanto isso, Nicolás Maduro — cúmplice do regime brasileiro — enfrenta o risco de queda. Ninguém sabe exatamente quais informações internas sobre o governo brasileiro podem chegar às mãos dos EUA se o regime venezuelano desmoronar.
Derrota? Difícil enxergar onde.
PARA LIVRAR ALEXANDRE TRUMP FOI ENGANADO DE QUE HAVERIA A ANISTIA E A LIBERDADE DE BOLSONARO. AGORA VAI TER VOLTA https://www.youtube.com/live/KX_f5SuDZgk?si=IWDG0NG8CWH8zTEm
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Forwarded from O INFORMANTE
⚡️Terroristas abriram fogo contra pessoas durante as celebrações do Hanukkah na Austrália. Um tiroteio ocorreu na praia de Bondi, em Sydney. Testemunhas relataram ter ouvido até 50 tiros, segundo o jornal The Sydney Morning Herald. A polícia deteve dois suspeitos e a operação continua.
Forwarded from O INFORMANTE
🇧🇷 Daniel Vorcaro tinha contatos em seu celular de Toffoli, Alexandre de Moraes, Kassio Nunes, Hugo Motta e Arthur Lira, conforme investigação da PF
via @Spaceliberdade
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SILVIO SANTOS RECEBERIA ESTE ANTISEMITA NO SPT? MAS SUAS FILHAS TRAÍRAM A PRÓPRIA ORIGEM https://www.instagram.com/reel/DOSAPePDHDs/?igsh=MWcxb3k4OGtyZWcyOQ==
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@federacaosppletzcom
presidente Lula passou do limite.
Na entrevista ao SBT, ele atacou diretamente a comunidade judaica brasileira, ignorou os reféns em Gaza e repetiu acusações perigosas contra Israel.
Cada vez que o presidente fala assim, cresce o antissemitismo no Brasil…
Na entrevista ao SBT, ele atacou diretamente a comunidade judaica brasileira, ignorou os reféns em Gaza e repetiu acusações perigosas contra Israel.
Cada vez que o presidente fala assim, cresce o antissemitismo no Brasil…
"Cerimônia com Alckmin no Irã também teve representantes dos Houthi, Jihad e Hezbollah | CNN Brasil" https://www.cnnbrasil.com.br/politica/alem-de-lider-do-hamas-alckmin-estava-ao-lado-de-representantes-dos-houthi-jihad-e-hezbollah/
CNN Brasil
Cerimônia com Alckmin no Irã também teve representantes dos Houthi, Jihad e Hezbollah | CNN Brasil
Vice-presidente ficou a metros de distância de Ismail Haniyeh, líder político do Hamas morto horas depois em um ataque na capital iraniana