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Vai rolar: Correção no petróleo, foco em Copom e balanços
[04/08/26] Depois de a forte queda do petróleo aliviar, ao menos temporariamente, os temores de uma nova escalada militar no Oriente Médio, a commodity corrige parte do tombo com os sinais contraditórios sobre as negociações para reabrir o Estreito de Ormuz. Aqui, as atenções se voltam para a reunião do Copom, que começa hoje e deve confirmar amanhã mais um corte da Selic. A dúvida não é a decisão desta semana, mas o que o BC sinalizará para setembro. Antes disso, investidores acompanham a produção industrial de junho no Brasil e o relatório Jolts nos Estados Unidos, enquanto a temporada de balanços acelera com Itaú e Gerdau, após o fechamento, e o primeiro resultado da SpaceX desde o IPO, que colocará à prova o entusiasmo do mercado com a inteligência artificial. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 05h00 – Brasil: Fipe – IPC (jul)
▪️ 07h00 – França: CPI (jun)
▪️ 09h00 – Brasil: IBGE – Pesquisa Industrial Mensal (jun)
▪️ 09h30 – EUA: Balança comercial (jun)
▪️ 11h00 – EUA: Relatório de abertura de vagas (JOLTS) (jun)
▪️ 20h50 – Japão: BoJ – Ata da penúltima reunião de política monetária
▪️ 21h30 – Japão: S&P Global – PMI de serviços (final de jul)
▪️ 22h45 – China: S&P Global – PMI de serviços (final de jul)
Eventos
▪️ 10h00 – BDM Live entrevista Flávio Serrano, economista-chefe do Bmg, sobre o Copom
▪️ 10h00 – Gabriel Galípolo e diretores do BC participam da primeira sessão da reunião do Copom
▪️ 11h00 – Flávio Bolsonaro participa de sabatina promovida por O Antagonista e G4 Hub, em SP
▪️ 14h00 – Lula concede entrevista à GloboNews e ao G1
Balanços
▪️ EUA/antes da abertura – Whirlpool, Caterpillar e McDonald´s
▪️ Exterior/antes da abertura – HSBC, Lufthansa e BP
▪️ Brasil/após o fechamento – Itaú, Gerdau, Metalúrgica Gerdau, GPA, Iguatemi, Prio, RD Saúde, C&A e Tenda
▪️ EUA/após o fechamento – SpaceX e AMD
[04/08/26] Depois de a forte queda do petróleo aliviar, ao menos temporariamente, os temores de uma nova escalada militar no Oriente Médio, a commodity corrige parte do tombo com os sinais contraditórios sobre as negociações para reabrir o Estreito de Ormuz. Aqui, as atenções se voltam para a reunião do Copom, que começa hoje e deve confirmar amanhã mais um corte da Selic. A dúvida não é a decisão desta semana, mas o que o BC sinalizará para setembro. Antes disso, investidores acompanham a produção industrial de junho no Brasil e o relatório Jolts nos Estados Unidos, enquanto a temporada de balanços acelera com Itaú e Gerdau, após o fechamento, e o primeiro resultado da SpaceX desde o IPO, que colocará à prova o entusiasmo do mercado com a inteligência artificial. (Rosa Riscala)
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▪️ 05h00 – Brasil: Fipe – IPC (jul)
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▪️ 09h30 – EUA: Balança comercial (jun)
▪️ 11h00 – EUA: Relatório de abertura de vagas (JOLTS) (jun)
▪️ 20h50 – Japão: BoJ – Ata da penúltima reunião de política monetária
▪️ 21h30 – Japão: S&P Global – PMI de serviços (final de jul)
▪️ 22h45 – China: S&P Global – PMI de serviços (final de jul)
Eventos
▪️ 10h00 – BDM Live entrevista Flávio Serrano, economista-chefe do Bmg, sobre o Copom
▪️ 10h00 – Gabriel Galípolo e diretores do BC participam da primeira sessão da reunião do Copom
▪️ 11h00 – Flávio Bolsonaro participa de sabatina promovida por O Antagonista e G4 Hub, em SP
▪️ 14h00 – Lula concede entrevista à GloboNews e ao G1
Balanços
▪️ EUA/antes da abertura – Whirlpool, Caterpillar e McDonald´s
▪️ Exterior/antes da abertura – HSBC, Lufthansa e BP
▪️ Brasil/após o fechamento – Itaú, Gerdau, Metalúrgica Gerdau, GPA, Iguatemi, Prio, RD Saúde, C&A e Tenda
▪️ EUA/após o fechamento – SpaceX e AMD
Abertura: Dólar sobe e juros caem às vésperas do Copom e de olho no Oriente Médio
O dólar tem leve alta ante o real, a R$ 5,0945 (+0,15%), enquanto os juros futuros recuam às vésperas da decisão do Copom, que deve confirmar um novo corte da Selic diante dos últimos dados de inflação, atividade e da queda do petróleo. A expectativa é sobre o que o BC sinalizará para setembro. Nesta manhã, a produção industrial de junho recuou 1,8% em relação a maio, ante mediana de -0,6%. No front geopolítico, as expectativas de uma solução diplomática para a guerra prevalece após fala do secretário Scott Bessent de que um acordo pode sair hoje ou amanhã. O mediador Catar afirmou que uma proposta preliminar já foi encaminhada. Uma série de dados do mercado de trabalho americano tem potencial de orientar a política monetária do Fed, começando hoje com o relatório Jolts. O DXY opera apenas um pouco abaixo dos 100 pontos (99,973), em alta de +0,08%, e os rendimentos dos Treasuries recuam. O Ibovespa avança 1,39% (180.474,52). (Ana Katia)
O dólar tem leve alta ante o real, a R$ 5,0945 (+0,15%), enquanto os juros futuros recuam às vésperas da decisão do Copom, que deve confirmar um novo corte da Selic diante dos últimos dados de inflação, atividade e da queda do petróleo. A expectativa é sobre o que o BC sinalizará para setembro. Nesta manhã, a produção industrial de junho recuou 1,8% em relação a maio, ante mediana de -0,6%. No front geopolítico, as expectativas de uma solução diplomática para a guerra prevalece após fala do secretário Scott Bessent de que um acordo pode sair hoje ou amanhã. O mediador Catar afirmou que uma proposta preliminar já foi encaminhada. Uma série de dados do mercado de trabalho americano tem potencial de orientar a política monetária do Fed, começando hoje com o relatório Jolts. O DXY opera apenas um pouco abaixo dos 100 pontos (99,973), em alta de +0,08%, e os rendimentos dos Treasuries recuam. O Ibovespa avança 1,39% (180.474,52). (Ana Katia)
Giro das 12h: Ibovespa sobe limitado por Petrobras antes do Copom cortar a Selic
Depois de bater 180.679,47 pontos na máxima, o Ibovespa sobe 0,48% (178.860,19), com o petróleo pesando sobre Petrobras (ON -0,82%; PN -0,95%), às vésperas do Copom, que deve cortar a Selic amanhã em 25pb. O brent chegou a US$ 83,77 o barril hoje, mas agora cai a US$ 80,48 (-3,93%), repercutindo falas sobre um acordo prestes a sair, o que alivia preocupações com a inflação de energia e reforça corte de juros. Vale ganha +2,09% com o minério e os bancos cedem antes do balanço do Itaú (-0,09%), após o pregão. Alta nas bolsas americanas é superior (Dow Jones +1,52%; S&P 500 +1,19% e o Nasdaq +1,72%), também com o noticiário corporativo favorável e a geopolítica apoiando queda nos rendimentos dos Treasuries. O índice DXY se estabiliza em 99,916 pontos (+0,02%). Mais cedo, vagas de emprego (Jolts) diminuíram a 7,359 mi em junho, abaixo das expectativas (7,40 mi). Aqui, a moeda se descola de outras divisas emergentes, subindo R$ 5,1049 (+0,35%), enquanto os juros futuros recuam em toda a curva. (Ana Katia)
Depois de bater 180.679,47 pontos na máxima, o Ibovespa sobe 0,48% (178.860,19), com o petróleo pesando sobre Petrobras (ON -0,82%; PN -0,95%), às vésperas do Copom, que deve cortar a Selic amanhã em 25pb. O brent chegou a US$ 83,77 o barril hoje, mas agora cai a US$ 80,48 (-3,93%), repercutindo falas sobre um acordo prestes a sair, o que alivia preocupações com a inflação de energia e reforça corte de juros. Vale ganha +2,09% com o minério e os bancos cedem antes do balanço do Itaú (-0,09%), após o pregão. Alta nas bolsas americanas é superior (Dow Jones +1,52%; S&P 500 +1,19% e o Nasdaq +1,72%), também com o noticiário corporativo favorável e a geopolítica apoiando queda nos rendimentos dos Treasuries. O índice DXY se estabiliza em 99,916 pontos (+0,02%). Mais cedo, vagas de emprego (Jolts) diminuíram a 7,359 mi em junho, abaixo das expectativas (7,40 mi). Aqui, a moeda se descola de outras divisas emergentes, subindo R$ 5,1049 (+0,35%), enquanto os juros futuros recuam em toda a curva. (Ana Katia)
Giro das 15h: Bolsas disparam em NY com queda do petróleo e balanços melhores que o esperado; Ibovespa mal se mexe e dólar sobe
Novos sinais de desescalada da guerra derrubam os preços do petróleo abaixo dos US$ 80 (Brent/outubro -5,24%, a US$ 79,38) e ajudam na disparada de Wall Street (Dow Jones +2,03%; S&P500 +2,00%; Nasdaq +2,70%), com investidores animados com a safra de balanços melhores que o esperado. Mais cedo, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse à CNBC que “podemos ter um acordo com o Irã amanhã para abrir o Estreito de Ormuz”. O Secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que Irã e Omã estão discutindo um acordo de navegação no Estreito de Ormuz, informação que foi confirmada posteriormente pelo ministério das Relações Exteriores iraniano. Entre as companhias que divulgaram resultados entre ontem e hoje, Palantir dispara 29,5% e Caterpillar avança 6,8% após apresentarem números acima das expectativas. Por aqui, o Ibovespa (+0,09%, aos 178.155 pontos) parece ignorar a euforia externa, com giro financeiro digno de feriado ou de férias (projetando R$ 15 bilhões no fechamento). A alta expressiva de Vale ON (+2,34%) evita que o índice vire para terreno negativo. O dólar à vista avança 0,56%, para R$ 5,1155, como reflexo da fraqueza do real por causa do tombo do petróleo. E os juros futuros apontam para baixo (DI Jan/27 a 13,780%; Jan/29 a 13,950%; Jan/33 a 14,305%), com investidores à espera do comunicado do Copom nesta 4ªF. (Téo Takar)
Novos sinais de desescalada da guerra derrubam os preços do petróleo abaixo dos US$ 80 (Brent/outubro -5,24%, a US$ 79,38) e ajudam na disparada de Wall Street (Dow Jones +2,03%; S&P500 +2,00%; Nasdaq +2,70%), com investidores animados com a safra de balanços melhores que o esperado. Mais cedo, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse à CNBC que “podemos ter um acordo com o Irã amanhã para abrir o Estreito de Ormuz”. O Secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que Irã e Omã estão discutindo um acordo de navegação no Estreito de Ormuz, informação que foi confirmada posteriormente pelo ministério das Relações Exteriores iraniano. Entre as companhias que divulgaram resultados entre ontem e hoje, Palantir dispara 29,5% e Caterpillar avança 6,8% após apresentarem números acima das expectativas. Por aqui, o Ibovespa (+0,09%, aos 178.155 pontos) parece ignorar a euforia externa, com giro financeiro digno de feriado ou de férias (projetando R$ 15 bilhões no fechamento). A alta expressiva de Vale ON (+2,34%) evita que o índice vire para terreno negativo. O dólar à vista avança 0,56%, para R$ 5,1155, como reflexo da fraqueza do real por causa do tombo do petróleo. E os juros futuros apontam para baixo (DI Jan/27 a 13,780%; Jan/29 a 13,950%; Jan/33 a 14,305%), com investidores à espera do comunicado do Copom nesta 4ªF. (Téo Takar)
Fechamento: Ibovespa contraria NY e fica quase estável; Itaú cai 2,5% antes do balanço
A bolsa brasileira oscilou pouco nesta 3ªF, na contramão de NY, que subiu firme após sinais de avanços diplomáticos entre EUA e Irã, além de resultados corporativos acima do esperado. No fechamento, o Ibovespa ficou quase estável, com leve baixa de 0,06%, aos 177.894,97 pontos, com giro novamente fraco – de apenas R$ 17,2 bilhões. Na véspera do Copom, o Departamento de Estados dos EUA acaba de anunciar a revogação do visto de Embaixador do Brasil no país. Entre as blue chips, destaque para a queda dos bancos, sobretudo Itaú PN (-2,48%; R$ 42,10), que divulga hoje à noite seu balanço trimestral. Bradesco PN caiu 1,67% (R$ 18,22), BB -1,32% (R$ 20,99) e BTG unit -0,65% (R$ 56,75). A exceção foi Santander unit, com ganho de 0,59% (R$ 29,10). As ações da Petrobras caíram firme (PN -1,28%, a R$ 42,50; e ON -0,97%, a R$ 48,15), na esteira do petróleo, que desabou mais de 5%. Já a Vale mostrou recuperação com alta de 2,24% (R$ 76,31), indo no sentido contrário do minério de ferro (-0,43%). Marcopolo PN despencou 10,43% (R$ 4,81) após o demonstrativo trimestral, liderando com folga as perdas do Ibovespa. Magazine Luiza vem a seguir com -4,65% (R$ 4,92), acompanhada de Brava (-4,58%; R$ 18,95). Do lado positivo, CSN ficou no topo com +6,21% (R$ 4,79), seguida de CSN Mineração (+3,14%; R$ 5,91) e RD Saúde (+2,97%; R$ 19,41). O dólar à vista subiu 0,86%, para R$ 5,1309. (Márcio Anaya)
A bolsa brasileira oscilou pouco nesta 3ªF, na contramão de NY, que subiu firme após sinais de avanços diplomáticos entre EUA e Irã, além de resultados corporativos acima do esperado. No fechamento, o Ibovespa ficou quase estável, com leve baixa de 0,06%, aos 177.894,97 pontos, com giro novamente fraco – de apenas R$ 17,2 bilhões. Na véspera do Copom, o Departamento de Estados dos EUA acaba de anunciar a revogação do visto de Embaixador do Brasil no país. Entre as blue chips, destaque para a queda dos bancos, sobretudo Itaú PN (-2,48%; R$ 42,10), que divulga hoje à noite seu balanço trimestral. Bradesco PN caiu 1,67% (R$ 18,22), BB -1,32% (R$ 20,99) e BTG unit -0,65% (R$ 56,75). A exceção foi Santander unit, com ganho de 0,59% (R$ 29,10). As ações da Petrobras caíram firme (PN -1,28%, a R$ 42,50; e ON -0,97%, a R$ 48,15), na esteira do petróleo, que desabou mais de 5%. Já a Vale mostrou recuperação com alta de 2,24% (R$ 76,31), indo no sentido contrário do minério de ferro (-0,43%). Marcopolo PN despencou 10,43% (R$ 4,81) após o demonstrativo trimestral, liderando com folga as perdas do Ibovespa. Magazine Luiza vem a seguir com -4,65% (R$ 4,92), acompanhada de Brava (-4,58%; R$ 18,95). Do lado positivo, CSN ficou no topo com +6,21% (R$ 4,79), seguida de CSN Mineração (+3,14%; R$ 5,91) e RD Saúde (+2,97%; R$ 19,41). O dólar à vista subiu 0,86%, para R$ 5,1309. (Márcio Anaya)
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Vai rolar: Copom abre nova fase dos juros
[04/08/26] Com o petróleo abaixo de US$ 80, o Copom deve decidir hoje um novo corte de 25 pontos da Selic, para 14%. A grande dúvida é o que o BC sinalizará para setembro, se indicará mais quedas, uma pausa ou se deixará todas as opções em aberto, em meio a um ambiente marcado pelas incertezas fiscais e pelo avanço do calendário eleitoral. Nos Estados Unidos, a pesquisa ADP deve calibrar as expectativas para o payroll de sexta-feira, enquanto investidores esperam pelo acordo para reabrir o Estreito de Ormuz. A temporada de balanços segue forte, com a repercussão de Itaú e SpaceX no after hours. Após o fechamento, sai Bradesco e, logo cedo, sai nova pesquisa da Quaest. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 04h55 – Alemanha: S&P Global – PMI composto (final de jul)
▪️ 05h00 – Zona do euro: S&P Global – PMI composto (final de jul)
▪️ 05h30 – Reino Unido: S&P Global – PMI composto (final de jul)
▪️ 06h00 – Zona do euro: PPI (jun)
▪️ 09h45 – EUA: ADP – Relatório de criação de empregos no setor privado (jul)
▪️ 10h45 – EUA: S&P Global – PMI composto (final de jul)
▪️ 11h00 – EUA: ISM – PMI de serviços (jul)
▪️ 11h30 – EUA: DoE – Estoques de petróleo
▪️ 14h30 – Brasil: BC – Fluxo cambial semanal
Eventos
▪️ 07h00 – Genial/Quaest solta pesquisa de avaliação do governo e intenção de voto para presidente
▪️ 09h00 – Brasil: Itaú realiza teleconferência de resultados
▪️ 09h30 – EUA: Departamento do Tesouro anuncia refinanciamento trimestral e tamanho dos leilões
▪️ 11h00 – Brasil: PL anuncia candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro
▪️ 17h00 – EUA: Lisa Cook (Fed) participa de evento
▪️ 18h30 – Brasil: Copom/BC – Decisão de política monetária
▪️ 21h30 – EUA: Mary Daly (Fed) participa de conferência
Balanços
▪️ EUA/antes da abertura – Walt Disney
▪️ Exterior/antes da abertura – Glencore e Heineken
▪️ Brasil/antes da abertura – Klabin
▪️ Brasil/após o fechamento – Axia Energia, Bradesco, Copel, Dexco, Engie, Auren, Brava Energia, Riachuelo, Smart Fit, Totvs, Banco Inter e Vivara
[04/08/26] Com o petróleo abaixo de US$ 80, o Copom deve decidir hoje um novo corte de 25 pontos da Selic, para 14%. A grande dúvida é o que o BC sinalizará para setembro, se indicará mais quedas, uma pausa ou se deixará todas as opções em aberto, em meio a um ambiente marcado pelas incertezas fiscais e pelo avanço do calendário eleitoral. Nos Estados Unidos, a pesquisa ADP deve calibrar as expectativas para o payroll de sexta-feira, enquanto investidores esperam pelo acordo para reabrir o Estreito de Ormuz. A temporada de balanços segue forte, com a repercussão de Itaú e SpaceX no after hours. Após o fechamento, sai Bradesco e, logo cedo, sai nova pesquisa da Quaest. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 04h55 – Alemanha: S&P Global – PMI composto (final de jul)
▪️ 05h00 – Zona do euro: S&P Global – PMI composto (final de jul)
▪️ 05h30 – Reino Unido: S&P Global – PMI composto (final de jul)
▪️ 06h00 – Zona do euro: PPI (jun)
▪️ 09h45 – EUA: ADP – Relatório de criação de empregos no setor privado (jul)
▪️ 10h45 – EUA: S&P Global – PMI composto (final de jul)
▪️ 11h00 – EUA: ISM – PMI de serviços (jul)
▪️ 11h30 – EUA: DoE – Estoques de petróleo
▪️ 14h30 – Brasil: BC – Fluxo cambial semanal
Eventos
▪️ 07h00 – Genial/Quaest solta pesquisa de avaliação do governo e intenção de voto para presidente
▪️ 09h00 – Brasil: Itaú realiza teleconferência de resultados
▪️ 09h30 – EUA: Departamento do Tesouro anuncia refinanciamento trimestral e tamanho dos leilões
▪️ 11h00 – Brasil: PL anuncia candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro
▪️ 17h00 – EUA: Lisa Cook (Fed) participa de evento
▪️ 18h30 – Brasil: Copom/BC – Decisão de política monetária
▪️ 21h30 – EUA: Mary Daly (Fed) participa de conferência
Balanços
▪️ EUA/antes da abertura – Walt Disney
▪️ Exterior/antes da abertura – Glencore e Heineken
▪️ Brasil/antes da abertura – Klabin
▪️ Brasil/após o fechamento – Axia Energia, Bradesco, Copel, Dexco, Engie, Auren, Brava Energia, Riachuelo, Smart Fit, Totvs, Banco Inter e Vivara
Abertura: Dólar corrige excessos, em linha com exterior, e juros caem antes do Copom
O dólar corrige excessos da véspera, em queda de 0,31%, a R$ 5,1150, em linha com o exterior, com a moeda americana cedendo de forma generalizada ante pares e emergentes. Os juros futuros também caem antes de o Copom cortar a Selic em 25 pb, a 14%, e a expectativa é pela sinalização à frente, já que a inflação desacelerou, mas segue acima da meta. Mais cedo, pesquisa eleitoral mostrou Lula à frente de Flavio Bolsonaro, mas a vantagem diminuiu um pouco (a 5 pp). Às vésperas do payroll, o relatório de emprego ADP veio abaixo do previsto, e junho foi revisado para baixo (de 98 mil para 95 mil). O índice DXY cai 0,14%, a 99,709 pontos, e os rendimentos dos Treasuries estão mistos. As sinalizações de acordo no Oriente Médio continuam, mas um ataque contra um petroleiro saudita no Mar Vermelho, assumido pelos houthis, aciona cautela e o petróleo do tipo brent sobe a US$ 80,13 (+0,97%). O Ibovespa sobe 0,93% (179.542,98). (Ana Katia)
O dólar corrige excessos da véspera, em queda de 0,31%, a R$ 5,1150, em linha com o exterior, com a moeda americana cedendo de forma generalizada ante pares e emergentes. Os juros futuros também caem antes de o Copom cortar a Selic em 25 pb, a 14%, e a expectativa é pela sinalização à frente, já que a inflação desacelerou, mas segue acima da meta. Mais cedo, pesquisa eleitoral mostrou Lula à frente de Flavio Bolsonaro, mas a vantagem diminuiu um pouco (a 5 pp). Às vésperas do payroll, o relatório de emprego ADP veio abaixo do previsto, e junho foi revisado para baixo (de 98 mil para 95 mil). O índice DXY cai 0,14%, a 99,709 pontos, e os rendimentos dos Treasuries estão mistos. As sinalizações de acordo no Oriente Médio continuam, mas um ataque contra um petroleiro saudita no Mar Vermelho, assumido pelos houthis, aciona cautela e o petróleo do tipo brent sobe a US$ 80,13 (+0,97%). O Ibovespa sobe 0,93% (179.542,98). (Ana Katia)
Giro das 12h: Ibovespa sobe no aguardo do Copom, apoiado por bancos
O Ibovespa fez máxima de 180.194,51 e agora sobe 0,63%, a 179.011,97 pontos, antes da decisão do Copom, que deve cortar a Selic a 14% (-25 pb) e pode dar pistas sobre um corte de juros em setembro. Vale sobe +0,31% com minério; Itaú avança +2,40% após lucrar R$ 12,407 bi no 2TRI26, alta de 7,8% na comparação anual, e o Bradesco +0,66%, antes de divulgar resultados. Petrobras cai -1,14% (ON) e -0,61% (PN), com petróleo passando a ceder (-0,58% o brent) no aguardo de acordo provisório sobre Ormuz, o que prevalece sobre as notícia de um ataque dos houthis a um navio saudita no Mar Vermelho que pesou sobre a commodity mais cedo. Queda nos preços da energia, fortes balanços e o relatório de emprego ADP fraco apoiam NY. Dow Jones sobe +1,13%; o S&P 500 +0,39% e o Nasdaq +0,23%. O dólar cai a R$ 5,1219 (-0,18%) e os juros recuam, sendo que a ponta mais curta se estabiliza. O DXY perde 0,16%, aos 99,696 pontos. (Ana Katia)
O Ibovespa fez máxima de 180.194,51 e agora sobe 0,63%, a 179.011,97 pontos, antes da decisão do Copom, que deve cortar a Selic a 14% (-25 pb) e pode dar pistas sobre um corte de juros em setembro. Vale sobe +0,31% com minério; Itaú avança +2,40% após lucrar R$ 12,407 bi no 2TRI26, alta de 7,8% na comparação anual, e o Bradesco +0,66%, antes de divulgar resultados. Petrobras cai -1,14% (ON) e -0,61% (PN), com petróleo passando a ceder (-0,58% o brent) no aguardo de acordo provisório sobre Ormuz, o que prevalece sobre as notícia de um ataque dos houthis a um navio saudita no Mar Vermelho que pesou sobre a commodity mais cedo. Queda nos preços da energia, fortes balanços e o relatório de emprego ADP fraco apoiam NY. Dow Jones sobe +1,13%; o S&P 500 +0,39% e o Nasdaq +0,23%. O dólar cai a R$ 5,1219 (-0,18%) e os juros recuam, sendo que a ponta mais curta se estabiliza. O DXY perde 0,16%, aos 99,696 pontos. (Ana Katia)
Giro das 15h: Bolsas operam mistas em NY com balanços no foco; Ibovespa sobe com Itaú; DIs recuam antes do Copom
As bolsas americanas operam mistas na tarde desta quarta-feira (Dow Jones +0,93%; S&P500 +0,07%; Nasdaq -0,48%), com a safra de balanços guiando os investidores. AMD e SpaceX (-10,8%) figuram entre os destaques negativos, enquanto Nvidia avança (+4,3%), após Elon Musk declarar que utilizará os chips da companhia para desenvolver projetos de inteligência artificial. O petróleo mantém o viés de baixa (Brent/outubro -0,63%, a US$ 78,86), com o mercado monitorando as negociações entre Irã e Omã para reabrir o Estreito de Ormuz, enquanto o conflito com os EUA permanece em ‘stand by’. Por aqui, o Ibovespa registra leve alta (+0,28%, aos 178.385 pontos), com giro baixo (projetando R$ 14 bilhões no fechamento), com Itaú PN (+2,19%) entre os destaques de alta, após o balanço em linha com o esperado. O dólar à vista (-0,11%, a R$ 5,1252) devolve parte do estresse de ontem, enquanto os juros futuros apontam para baixo (DI Jan/27 a 13,770%; Jan/29 a 13,985%; Jan/33 a 14,260%), com o mercado à espera do comunicado do Copom sobre os próximos passos da política monetária, uma vez que um corte de 0,25 pp da Selic hoje, para 14% ao ano, já é amplamente esperado. (Téo Takar)
As bolsas americanas operam mistas na tarde desta quarta-feira (Dow Jones +0,93%; S&P500 +0,07%; Nasdaq -0,48%), com a safra de balanços guiando os investidores. AMD e SpaceX (-10,8%) figuram entre os destaques negativos, enquanto Nvidia avança (+4,3%), após Elon Musk declarar que utilizará os chips da companhia para desenvolver projetos de inteligência artificial. O petróleo mantém o viés de baixa (Brent/outubro -0,63%, a US$ 78,86), com o mercado monitorando as negociações entre Irã e Omã para reabrir o Estreito de Ormuz, enquanto o conflito com os EUA permanece em ‘stand by’. Por aqui, o Ibovespa registra leve alta (+0,28%, aos 178.385 pontos), com giro baixo (projetando R$ 14 bilhões no fechamento), com Itaú PN (+2,19%) entre os destaques de alta, após o balanço em linha com o esperado. O dólar à vista (-0,11%, a R$ 5,1252) devolve parte do estresse de ontem, enquanto os juros futuros apontam para baixo (DI Jan/27 a 13,770%; Jan/29 a 13,985%; Jan/33 a 14,260%), com o mercado à espera do comunicado do Copom sobre os próximos passos da política monetária, uma vez que um corte de 0,25 pp da Selic hoje, para 14% ao ano, já é amplamente esperado. (Téo Takar)
Fechamento: Ibovespa fica praticamente estável, à espera do Copom e do olho na cena política
A bolsa seguiu o script da semana até agora e terminou praticamente estável, à espera de alguma sinalização do Copom, que logo mais deve anunciar um corte de 0,25 pp na Selic, para 14% ao ano, conforme expectativa do mercado. O Ibovespa inverteu a mão na reta final do pregão e fechou em leve baixa de 0,09%, aos 177.726,17 pontos, com giro reduzido, de apenas R$ 17 bilhões. No front eleitoral, uma pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje mostrou Lula com 44% em um eventual segundo turno da corrida ao Planalto, contra 39% de Flávio Bolsonaro. Entre as blue chips, destaque para a queda das ações da Petrobras (ON -2,08%, a R$ 47,15; e PN -1,34%, a R$ 41,93), em dia no qual o petróleo ficou quase estável. Já a Vale avançou 0,46% (R$ 76,66), seguindo o minério de ferro (+0,93%). Na seara dos principais bancos, Bradesco PN destoou dos demais e caiu 0,77% (R$ 18,05). A instituição divulga hoje à noite seu balanço trimestral. Santander unit subiu 1,31% (R$ 29,48), Itaú PN +0,67% (R$ 42,38), BB +0,29% (R$ 21,05) e BTG unit +0,11% (R$ 56,81). RD Saúde liderou os ganhos do índice com +5,87% (R$ 20,55), após resultados trimestrais. Embraer vem a seguir com +2,76% (R$ 93,01), acompanhada de Brava (+2,64%; R$ 19,45), que divulga hoje seus números. Do lado negativo, Hapvida foi a que mais caiu (-5,69%; R$ 11,11), seguida de C&A (-3,91%; R$ 9,34), após balanço, e Cosan (-3,46%; R$ 3,91). O dólar caiu 0,05%, para R$ 5,1282. (Márcio Anaya)
A bolsa seguiu o script da semana até agora e terminou praticamente estável, à espera de alguma sinalização do Copom, que logo mais deve anunciar um corte de 0,25 pp na Selic, para 14% ao ano, conforme expectativa do mercado. O Ibovespa inverteu a mão na reta final do pregão e fechou em leve baixa de 0,09%, aos 177.726,17 pontos, com giro reduzido, de apenas R$ 17 bilhões. No front eleitoral, uma pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje mostrou Lula com 44% em um eventual segundo turno da corrida ao Planalto, contra 39% de Flávio Bolsonaro. Entre as blue chips, destaque para a queda das ações da Petrobras (ON -2,08%, a R$ 47,15; e PN -1,34%, a R$ 41,93), em dia no qual o petróleo ficou quase estável. Já a Vale avançou 0,46% (R$ 76,66), seguindo o minério de ferro (+0,93%). Na seara dos principais bancos, Bradesco PN destoou dos demais e caiu 0,77% (R$ 18,05). A instituição divulga hoje à noite seu balanço trimestral. Santander unit subiu 1,31% (R$ 29,48), Itaú PN +0,67% (R$ 42,38), BB +0,29% (R$ 21,05) e BTG unit +0,11% (R$ 56,81). RD Saúde liderou os ganhos do índice com +5,87% (R$ 20,55), após resultados trimestrais. Embraer vem a seguir com +2,76% (R$ 93,01), acompanhada de Brava (+2,64%; R$ 19,45), que divulga hoje seus números. Do lado negativo, Hapvida foi a que mais caiu (-5,69%; R$ 11,11), seguida de C&A (-3,91%; R$ 9,34), após balanço, e Cosan (-3,46%; R$ 3,91). O dólar caiu 0,05%, para R$ 5,1282. (Márcio Anaya)
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Vai rolar: Copom deixa tudo em aberto
[06/08/26] O mercado espera poucas reações ao Copom, após a reunião que cortou a Selic para 14% – amplamente esperada – e trouxe um comunicado sem novidades, já que evitou qualquer guidance, deixando em aberto e dependente dos dados os próximos passos do ciclo de calibração. Um novo corte ou uma pausa em setembro estarão condicionados à melhora das expectativas inflacionárias, à continuidade da redução gradual da atividade e à desaceleração do mercado de trabalho. Na agenda de hoje, o investidor repercute o balanço do Bradesco, enquanto espera pelos resultados de Petrobras, após o fechamento. Lá fora, a atenção permanece nas negociações para a reabertura do Estreito de Ormuz. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 06h00 – Zona do euro: Vendas no varejo (jun)
▪️ 09h30 – EUA: Pedidos de auxílio-desemprego
▪️ 09h30 – EUA: Custo unitário da mão de obra (2º tri)
▪️ 15h00 – Brasil: Balança comercial (jul)
Eventos
▪️ 10h00 – Brasil: Dario Durigan concede entrevista à GloboNews
▪️ 17h30 – EUA: Alberto Musalem (Fed) participa de evento
Balanços
▪️ EUA/antes da abertura – Restaurant Brands International e ConocoPhillips
▪️ Exterior/antes da abertura – Commerzbank
▪️ Brasil/após o fechamento – Petrobras, Allos, Assaí, Localiza, Lojas Renner, Hypera, Magazine Luiza, Alpargatas, Energisa, Eztec, Fleury e PetroReconcavo
[06/08/26] O mercado espera poucas reações ao Copom, após a reunião que cortou a Selic para 14% – amplamente esperada – e trouxe um comunicado sem novidades, já que evitou qualquer guidance, deixando em aberto e dependente dos dados os próximos passos do ciclo de calibração. Um novo corte ou uma pausa em setembro estarão condicionados à melhora das expectativas inflacionárias, à continuidade da redução gradual da atividade e à desaceleração do mercado de trabalho. Na agenda de hoje, o investidor repercute o balanço do Bradesco, enquanto espera pelos resultados de Petrobras, após o fechamento. Lá fora, a atenção permanece nas negociações para a reabertura do Estreito de Ormuz. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 06h00 – Zona do euro: Vendas no varejo (jun)
▪️ 09h30 – EUA: Pedidos de auxílio-desemprego
▪️ 09h30 – EUA: Custo unitário da mão de obra (2º tri)
▪️ 15h00 – Brasil: Balança comercial (jul)
Eventos
▪️ 10h00 – Brasil: Dario Durigan concede entrevista à GloboNews
▪️ 17h30 – EUA: Alberto Musalem (Fed) participa de evento
Balanços
▪️ EUA/antes da abertura – Restaurant Brands International e ConocoPhillips
▪️ Exterior/antes da abertura – Commerzbank
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Abertura: Dólar cai e juros sobem por cautela com juros e geopolítica
O dólar cede a R$ 5,1010 (-0,53%), em sessão de alta do petróleo, com o brent subindo cerca de 2% diante da fragilidade de um acordo no Oriente médio. O Irã afirmou que chegou a um entendimento com Omã sobre o Estreito de Ormuz, mas houve relatos de ataques iranianos e Trump voltou a subir o tom. A moeda americana é mista ante pares (DXY sobe 0,12%, a 99,793 pontos) e tambem frente emergentes. O real é favorecido pelo diferencial de juros após decisão do Copom ontem dentro do esperado, enquanto a comunicação mostrou cautela com situação geopolítica e expectativas de inflação, o que eleva os juros futuros, especialmente os vencimentos médios e longos. O Copom não sinalizou novos cortes e afirmou que está dependente de dados, enquanto o risco fiscal segue no radar diante da proximidade das eleições. Nos Treasuries, a perspectiva de aumentos de juros do Fed, reiterada por diversos membros do BC, também apoia alta nos rendimentos: de 2 anos a 4,21% e o de 10 anos, a 4,63%. Amanhã sai o payroll e a taxa de desemprego de julho nos EUA, que pode calibrar as expectativas para a política monetária americana. O Ibovespa cai 0,39% (177.025,28). (Ana Katia)
O dólar cede a R$ 5,1010 (-0,53%), em sessão de alta do petróleo, com o brent subindo cerca de 2% diante da fragilidade de um acordo no Oriente médio. O Irã afirmou que chegou a um entendimento com Omã sobre o Estreito de Ormuz, mas houve relatos de ataques iranianos e Trump voltou a subir o tom. A moeda americana é mista ante pares (DXY sobe 0,12%, a 99,793 pontos) e tambem frente emergentes. O real é favorecido pelo diferencial de juros após decisão do Copom ontem dentro do esperado, enquanto a comunicação mostrou cautela com situação geopolítica e expectativas de inflação, o que eleva os juros futuros, especialmente os vencimentos médios e longos. O Copom não sinalizou novos cortes e afirmou que está dependente de dados, enquanto o risco fiscal segue no radar diante da proximidade das eleições. Nos Treasuries, a perspectiva de aumentos de juros do Fed, reiterada por diversos membros do BC, também apoia alta nos rendimentos: de 2 anos a 4,21% e o de 10 anos, a 4,63%. Amanhã sai o payroll e a taxa de desemprego de julho nos EUA, que pode calibrar as expectativas para a política monetária americana. O Ibovespa cai 0,39% (177.025,28). (Ana Katia)
Giro das 12h: Ibovespa e dólar caem enquanto juros sobem após sinalizações do Copom
O Ibovespa cai 0,29% (177.211,87), com máxima de 177.720,00 e mínima de 176.416,79, em sessão mais avessa ao risco globalmente, um dia após o Copom cortar a Selic e reforçar cautela e dependência de dados, destacando incerteza global. O petróleo sobe 2% (brent), interrompendo sequência de três sessões de queda diante da avaliação de que um acordo no Oriente Médio é frágil e pode não durar, o que aumenta preocupação com a inflação. Em meio a falas de que as negociações continuam, aparecem relatos de ataques na região. A alta da commodity apoia moderadamente Petrobras (ON +0,55%; PN +0,55% ), que divulga balanço hoje. Vale cai -0,31% apesar do minério, e os bancos operam mistos, com Bradesco PN perdendo -1,44% após resultados e Itaú subindo +0,61%. NY abriu sem força e sem direção única. Dow Jones cai -0,33%, o S&P 500 é estável em -0,01% e o Nasdaq ganha +0,12%. Pedidos iniciais de auxílio desemprego dos EUA abaixo das expectativas apontaram mercado de trabalho resiliente e reforçaram as expectativas para o payroll, amanhã. O DXY sobe 0,16% (99,834) e aqui o real se valoriza com o carry trade ainda atraente. Frente a moeda brasileira, o dólar cai a R$ 5,0936 (-0,67%) Os juros futuros sobem em toda a curva, assim como os rendimentos dos Treasuries. (Ana Katia)
O Ibovespa cai 0,29% (177.211,87), com máxima de 177.720,00 e mínima de 176.416,79, em sessão mais avessa ao risco globalmente, um dia após o Copom cortar a Selic e reforçar cautela e dependência de dados, destacando incerteza global. O petróleo sobe 2% (brent), interrompendo sequência de três sessões de queda diante da avaliação de que um acordo no Oriente Médio é frágil e pode não durar, o que aumenta preocupação com a inflação. Em meio a falas de que as negociações continuam, aparecem relatos de ataques na região. A alta da commodity apoia moderadamente Petrobras (ON +0,55%; PN +0,55% ), que divulga balanço hoje. Vale cai -0,31% apesar do minério, e os bancos operam mistos, com Bradesco PN perdendo -1,44% após resultados e Itaú subindo +0,61%. NY abriu sem força e sem direção única. Dow Jones cai -0,33%, o S&P 500 é estável em -0,01% e o Nasdaq ganha +0,12%. Pedidos iniciais de auxílio desemprego dos EUA abaixo das expectativas apontaram mercado de trabalho resiliente e reforçaram as expectativas para o payroll, amanhã. O DXY sobe 0,16% (99,834) e aqui o real se valoriza com o carry trade ainda atraente. Frente a moeda brasileira, o dólar cai a R$ 5,0936 (-0,67%) Os juros futuros sobem em toda a curva, assim como os rendimentos dos Treasuries. (Ana Katia)
Giro das 15h: Bolsas corrigem ganhos em NY com risco geopolítico no foco; Ibovespa cai e juros sobem após Copom
As bolsas em NY corrigem ganhos recentes (Dow Jones -0,83%; S&P500 -0,26%; Nasdaq -0,14%), com investidores cautelosos em relação às negociações para reabertura do Estreito de Ormuz e com os novos ataques dos Houthis a navios no Mar Vermelho. O petróleo também opera em alta (Brent/outubro +3,68%, a US$ 82,37), refletindo a piora na percepção de risco geopolítico. Por aqui, o Ibovespa cai 0,88% (176.164 pontos), com Bradesco PN (-1,83%) entre os destaques negativos do dia, apesar do balanço em linha com o esperado. Já Petrobras ON (+0,49%) e PN (0,72%) pegam carona no avanço da commodity, antes da divulgação do resultado trimestral. O dólar à vista cai 0,52%, a R$ 5,1016, na contramão da alta da divisa americana sobre os pares no exterior (DXY +0,30%, aos 99,976 pontos). Os juros futuros apontam para cima (DI Jan/27 a 13,770%; Jan/29 a 14,110%; Jan/33 a 14,430%) no day after do Copom, acompanhando o avanço dos rendimentos dos Treasuries (T-Note de 10 anos a 4,676%, de 4,617% ontem). (Téo Takar)
As bolsas em NY corrigem ganhos recentes (Dow Jones -0,83%; S&P500 -0,26%; Nasdaq -0,14%), com investidores cautelosos em relação às negociações para reabertura do Estreito de Ormuz e com os novos ataques dos Houthis a navios no Mar Vermelho. O petróleo também opera em alta (Brent/outubro +3,68%, a US$ 82,37), refletindo a piora na percepção de risco geopolítico. Por aqui, o Ibovespa cai 0,88% (176.164 pontos), com Bradesco PN (-1,83%) entre os destaques negativos do dia, apesar do balanço em linha com o esperado. Já Petrobras ON (+0,49%) e PN (0,72%) pegam carona no avanço da commodity, antes da divulgação do resultado trimestral. O dólar à vista cai 0,52%, a R$ 5,1016, na contramão da alta da divisa americana sobre os pares no exterior (DXY +0,30%, aos 99,976 pontos). Os juros futuros apontam para cima (DI Jan/27 a 13,770%; Jan/29 a 14,110%; Jan/33 a 14,430%) no day after do Copom, acompanhando o avanço dos rendimentos dos Treasuries (T-Note de 10 anos a 4,676%, de 4,617% ontem). (Téo Takar)
Fechamento: Ibovespa cai abaixo dos 176 mil pontos com pressão de NY e sem pistas para a Selic
O Ibovespa caiu firme nesta 5ªF, no day after da esperada redução da Selic, mas com o Copom deixando em aberto os próximos passos. O mau humor em NY, diante da cautela com as tensões entre EUA e Irã, também pesou o índice fechou em baixa de 1,23%, aos 175.546,36 pontos, acentuando o movimento na reta final do pregão. O giro ficou em R$ 19,3 bilhões. Entre as blue chips, destaque para a queda de Bradesco PN (-1,94%; R$ 17,70), apesar do resultado trimestral em linha com o esperado. BB recuou 3,66% (R$ 20,28), Itaú PN -1,30% (mínima de R$ 41,83), BTG unit -1,07% (R$ 56,20) e Santander unit -0,71% (mínima de R$ 29,27). A Vale também recuou (-1,66%; R$ 75,39), na contramão do minério de ferro (+2,57%), enquanto as ações da Petrobras, que divulga hoje à noite seu balanço do 2TRI, registraram alta tímida (PN +0,48%, a R$ 42,13; e ON +0,34%, a R$ 47,31) diante da disparada de quase 4% do petróleo. Smart Fit liderou as perdas do Ibovespa com -7,82% (R$ 18,38), após anunciar seus resultados. Vamos figura em segundo com -6,33% (R$ 3,11), acompanhada de Brava (-4,78%; R$ 18,52) – que ontem divulgou balanço. Do lado positivo, Braskem PNA ficou no topo com +3,07% (R$ 6,05), seguida de Azzas (+1,44%; R$ 16,19) e C&A (+1,07%; R$ 9,44). O dólar à vista caiu 0,41%, a R$ 5,1073. (Márcio Anaya)
O Ibovespa caiu firme nesta 5ªF, no day after da esperada redução da Selic, mas com o Copom deixando em aberto os próximos passos. O mau humor em NY, diante da cautela com as tensões entre EUA e Irã, também pesou o índice fechou em baixa de 1,23%, aos 175.546,36 pontos, acentuando o movimento na reta final do pregão. O giro ficou em R$ 19,3 bilhões. Entre as blue chips, destaque para a queda de Bradesco PN (-1,94%; R$ 17,70), apesar do resultado trimestral em linha com o esperado. BB recuou 3,66% (R$ 20,28), Itaú PN -1,30% (mínima de R$ 41,83), BTG unit -1,07% (R$ 56,20) e Santander unit -0,71% (mínima de R$ 29,27). A Vale também recuou (-1,66%; R$ 75,39), na contramão do minério de ferro (+2,57%), enquanto as ações da Petrobras, que divulga hoje à noite seu balanço do 2TRI, registraram alta tímida (PN +0,48%, a R$ 42,13; e ON +0,34%, a R$ 47,31) diante da disparada de quase 4% do petróleo. Smart Fit liderou as perdas do Ibovespa com -7,82% (R$ 18,38), após anunciar seus resultados. Vamos figura em segundo com -6,33% (R$ 3,11), acompanhada de Brava (-4,78%; R$ 18,52) – que ontem divulgou balanço. Do lado positivo, Braskem PNA ficou no topo com +3,07% (R$ 6,05), seguida de Azzas (+1,44%; R$ 16,19) e C&A (+1,07%; R$ 9,44). O dólar à vista caiu 0,41%, a R$ 5,1073. (Márcio Anaya)
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Vai rolar: Petróleo rouba a cena do payroll
[07/08/26] Depois de apenas dois dias de alívio, a guerra entre Estados Unidos e Irã volta a comandar os mercados, recolocando o petróleo, a inflação e os juros no centro das atenções. A piora das tensões no Oriente Médio elevou as dúvidas sobre um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz e reforçou apostas de que o Fed pode elevar os juros em setembro. Nesse ambiente, o payroll hoje perde parte do protagonismo, já que só uma deterioração forte do emprego desviaria o foco do BC dos riscos inflacionários. No Brasil, o day after do Copom confirmou as expectativas de novo corte, enquanto a Petrobras divulgou um balanço acima das expectativas, impulsionado justamente pelo petróleo mais caro. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IGP-DI (jul)
▪️ 09h30 – EUA: Relatório mensal de empregos (payroll) (jul)
▪️ 14h00 – EUA: Baker Hughes – Poços e plataformas em operação
▪️ 16h00 – EUA: Fed – Crédito ao consumidor (jun)
Eventos
▪️ 11h00 – EUA: Tom Barkin (Fed) participa de evento
▪️ 11h45 – Brasil: Petrobras realiza teleconferência de resultados
Balanços
▪️ Brasil/antes da abertura – Porto
[07/08/26] Depois de apenas dois dias de alívio, a guerra entre Estados Unidos e Irã volta a comandar os mercados, recolocando o petróleo, a inflação e os juros no centro das atenções. A piora das tensões no Oriente Médio elevou as dúvidas sobre um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz e reforçou apostas de que o Fed pode elevar os juros em setembro. Nesse ambiente, o payroll hoje perde parte do protagonismo, já que só uma deterioração forte do emprego desviaria o foco do BC dos riscos inflacionários. No Brasil, o day after do Copom confirmou as expectativas de novo corte, enquanto a Petrobras divulgou um balanço acima das expectativas, impulsionado justamente pelo petróleo mais caro. (Rosa Riscala)
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Indicadores
▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IGP-DI (jul)
▪️ 09h30 – EUA: Relatório mensal de empregos (payroll) (jul)
▪️ 14h00 – EUA: Baker Hughes – Poços e plataformas em operação
▪️ 16h00 – EUA: Fed – Crédito ao consumidor (jun)
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▪️ 11h45 – Brasil: Petrobras realiza teleconferência de resultados
Balanços
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