Fechamento: Ibovespa fica abaixo dos 119 mil pontos, no menor nível desde novembro de 2023; NY avança com big techs
Sem apoio de Petrobras, Vale e dos principais bancos, o Ibovespa fechou em baixa de 1,33%, aos 118.532,68 pontos, voltando ao menor nível desde novembro de 2023, com volume de R$ 20,3 bilhões. Na semana, o recuo acumulado foi de 1,44%. Na contramão da alta do petróleo, os ativos da petrolífera devolveram os ganhos da véspera (ON: -0,35%; R$ 40,38 e PN: -1,06%; R$ 36,38). Seguindo a desvalorização do minério de ferro, Vale caiu 1,86% (R$ 53,24). O dólar à vista fechou em alta de 0,32%, a R$ 6,1821. Na semana, a moeda ficou praticamente estável, com uma queda marginal de 0,18%. Os juros futuros voltaram a cair (DI Jan26 a 15,060%, na mínima do dia), mas a correção foi limitada pela cautela com a questão fiscal e pela alta dos juros dos Treasuries. Em NY, as bolsas voltaram a fechar no azul, impulsionadas pela recuperação dos papéis de big techs. Dow Jones subiu 0,80% (42.732,13). S&P500 ganhou 1,26% (5.942,47). Nasdaq avançou 1,77% (19.621,68 pontos). Na semana, porém, os índices acumularam perdas de, respectivamente, 0,61%, 0,48% e 0,51%. (Igor Giannasi)
Sem apoio de Petrobras, Vale e dos principais bancos, o Ibovespa fechou em baixa de 1,33%, aos 118.532,68 pontos, voltando ao menor nível desde novembro de 2023, com volume de R$ 20,3 bilhões. Na semana, o recuo acumulado foi de 1,44%. Na contramão da alta do petróleo, os ativos da petrolífera devolveram os ganhos da véspera (ON: -0,35%; R$ 40,38 e PN: -1,06%; R$ 36,38). Seguindo a desvalorização do minério de ferro, Vale caiu 1,86% (R$ 53,24). O dólar à vista fechou em alta de 0,32%, a R$ 6,1821. Na semana, a moeda ficou praticamente estável, com uma queda marginal de 0,18%. Os juros futuros voltaram a cair (DI Jan26 a 15,060%, na mínima do dia), mas a correção foi limitada pela cautela com a questão fiscal e pela alta dos juros dos Treasuries. Em NY, as bolsas voltaram a fechar no azul, impulsionadas pela recuperação dos papéis de big techs. Dow Jones subiu 0,80% (42.732,13). S&P500 ganhou 1,26% (5.942,47). Nasdaq avançou 1,77% (19.621,68 pontos). Na semana, porém, os índices acumularam perdas de, respectivamente, 0,61%, 0,48% e 0,51%. (Igor Giannasi)
Dólar como moeda de reserva atingiu o menor nível em 29 anos, diz FMI
Fonte: EconoFácil
Fonte: EconoFácil
🇩🇪🇧🇷 Handelsblatt, mídia alemã | Imagine o seguinte cenário na Alemanha: O Supremo Juiz do Tribunal Constitucional Federal convida uma vez por ano para uma grande reunião de advogados, um resort de luxo no Caribe aguarda os convidados requintados. Não apenas metade do tribunal e várias dezenas de representantes da elite jurídica são convidados, mas também políticos e altos funcionários. O período de vários dias é patrocinado por empresas que são clientes dos advogados - ou cujos casos estão sendo julgados em um dos tribunais supremos.
Em outras palavras, os juízes e promotores são oficialmente convidados por aqueles que estão atualmente acusando ou julgando em breve.
Isso é exatamente o que acontece no Brasil todos os anos quando Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o Supremo Tribunal do Brasil, convida para um evento em Portugal.
Fonte: Prof. Danuzio Neto
Em outras palavras, os juízes e promotores são oficialmente convidados por aqueles que estão atualmente acusando ou julgando em breve.
Isso é exatamente o que acontece no Brasil todos os anos quando Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o Supremo Tribunal do Brasil, convida para um evento em Portugal.
Fonte: Prof. Danuzio Neto
🇩🇪🇧🇷 Handelsblatt, jornal alemão | O proeminente juiz federal Alexandre de Moraes foi recentemente questionado sobre se a Suprema Corte não precisa de um código ético de conduta para seus membros, como acabou de acontecer nos EUA. Isso é completamente supérfluo, ele explicou categoricamente. "Os juízes supremos já se orientam pelo comportamento ético que a Constituição lhes prescreve."
Fonte: Prof. Danuzio Neto
Fonte: Prof. Danuzio Neto
❌ Lula supera Bolsonaro e rejeita mais pedidos de acesso à informação
Petista criticou seu antecessor durante a campanha por falta de transparência; governo diz que negativas por causa do Enem inflaram dados de 2024
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MERCADO TENTA ACREDITAR NA PAZ, MAS A TENSÃO CONTINUA NO RADAR
O mercado amanheceu dividido entre o alívio vindo do exterior e o medo de uma nova escalada no Oriente Médio. Apesar dos sinais de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, novos ataques americanos voltaram a aumentar a cautela dos investidores.
Mesmo assim, petróleo e juros aliviaram parcialmente depois da forte pressão dos últimos dias. O mercado começa apostar que um acordo pode reduzir o risco inflacionário global e devolver espaço para cortes de juros nos Estados Unidos.
Aqui no Brasil, o foco continua totalmente em Brasília. O avanço da PEC que reduz a jornada de trabalho segue movimentando empresários, Congresso e investidores, enquanto o governo acelera pautas populares em um ambiente cada vez mais eleitoral.
O mercado amanheceu dividido entre o alívio vindo do exterior e o medo de uma nova escalada no Oriente Médio. Apesar dos sinais de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, novos ataques americanos voltaram a aumentar a cautela dos investidores.
Mesmo assim, petróleo e juros aliviaram parcialmente depois da forte pressão dos últimos dias. O mercado começa apostar que um acordo pode reduzir o risco inflacionário global e devolver espaço para cortes de juros nos Estados Unidos.
Aqui no Brasil, o foco continua totalmente em Brasília. O avanço da PEC que reduz a jornada de trabalho segue movimentando empresários, Congresso e investidores, enquanto o governo acelera pautas populares em um ambiente cada vez mais eleitoral.
Outro tema importante do dia é a tentativa do governo de ampliar subsídios para combustíveis utilizando a arrecadação extra do petróleo. A medida busca conter inflação e evitar desgaste político, mas aumenta o desconforto fiscal entre economistas e agentes do mercado.
Além disso, novas pesquisas eleitorais devem movimentar o ambiente político, enquanto o caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro continua gerando ruído nos bastidores de 2026.
Além disso, novas pesquisas eleitorais devem movimentar o ambiente político, enquanto o caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro continua gerando ruído nos bastidores de 2026.
Ao mesmo tempo, a situação do BRB continua preocupando o mercado. Um plano bilionário começou a ser estruturado para evitar um agravamento da crise financeira da instituição, envolvendo STF, bancos privados e Fundo Garantidor de Créditos.
Lá fora, o petróleo voltou ganhar força depois de novos episódios de tensão no Golfo. O movimento reacendeu o medo de inflação persistente e aumentou novamente a pressão sobre juros globais.
Lá fora, o petróleo voltou ganhar força depois de novos episódios de tensão no Golfo. O movimento reacendeu o medo de inflação persistente e aumentou novamente a pressão sobre juros globais.
STF MUDA PUNIÇÃO DE JUÍZES ENQUANTO BRASÍLIA ACELERA O FIM DA ESCALA 6X1
O mercado voltou a acompanhar Brasília de perto depois de uma sequência de decisões que aumentaram o ruído político e institucional no país. O STF decidiu acabar com a aposentadoria compulsória como punição para magistrados, enquanto o Congresso acelera a discussão sobre a redução da jornada de trabalho.
A proposta do fim da escala 6x1 segue avançando rapidamente e já gera forte reação do setor empresarial. O governo tenta transformar a pauta em uma bandeira popular antes das eleições, enquanto empresários pressionam por uma tramitação mais lenta e cautelosa.
Outro tema que continua pesando no ambiente político é o caso envolvendo o Banco Master. As investigações seguem contaminando os bastidores da direita e aumentando a tensão dentro da pré-campanha de Flávio Bolsonaro.
O mercado voltou a acompanhar Brasília de perto depois de uma sequência de decisões que aumentaram o ruído político e institucional no país. O STF decidiu acabar com a aposentadoria compulsória como punição para magistrados, enquanto o Congresso acelera a discussão sobre a redução da jornada de trabalho.
A proposta do fim da escala 6x1 segue avançando rapidamente e já gera forte reação do setor empresarial. O governo tenta transformar a pauta em uma bandeira popular antes das eleições, enquanto empresários pressionam por uma tramitação mais lenta e cautelosa.
Outro tema que continua pesando no ambiente político é o caso envolvendo o Banco Master. As investigações seguem contaminando os bastidores da direita e aumentando a tensão dentro da pré-campanha de Flávio Bolsonaro.
BRASÍLIA ACELEROU O MODO ELEITORAL E O MERCADO COMEÇOU FICAR DESCONFORTÁVEL
O mercado amanheceu dividido entre a tensão internacional e a sequência de decisões políticas em Brasília. Enquanto investidores acompanham os impactos da crise no Oriente Médio sobre petróleo e inflação global, o Brasil voltou chamar atenção pelo avanço de pautas fiscais e trabalhistas em pleno ambiente pré-eleitoral.
A principal movimentação veio da Câmara, que aprovou a PEC do fim da escala 6x1 com ampla maioria. O texto reduz a jornada semanal para 40 horas e cria dois dias obrigatórios de descanso, aumentando a preocupação do setor produtivo com custos trabalhistas em um cenário ainda pressionado por juros elevados.
Ao mesmo tempo, o mercado segue monitorando a inflação doméstica. Mesmo com o petróleo abaixo dos US$ 100 no fechamento anterior, os juros futuros voltaram subir depois do IPCA-15 vir acima das expectativas e reforçar o desconforto do Banco Central com os preços de serviços e alimentos.
O mercado amanheceu dividido entre a tensão internacional e a sequência de decisões políticas em Brasília. Enquanto investidores acompanham os impactos da crise no Oriente Médio sobre petróleo e inflação global, o Brasil voltou chamar atenção pelo avanço de pautas fiscais e trabalhistas em pleno ambiente pré-eleitoral.
A principal movimentação veio da Câmara, que aprovou a PEC do fim da escala 6x1 com ampla maioria. O texto reduz a jornada semanal para 40 horas e cria dois dias obrigatórios de descanso, aumentando a preocupação do setor produtivo com custos trabalhistas em um cenário ainda pressionado por juros elevados.
Ao mesmo tempo, o mercado segue monitorando a inflação doméstica. Mesmo com o petróleo abaixo dos US$ 100 no fechamento anterior, os juros futuros voltaram subir depois do IPCA-15 vir acima das expectativas e reforçar o desconforto do Banco Central com os preços de serviços e alimentos.
Lá fora, a atenção fica totalmente voltada para a “superquinta” de indicadores nos Estados Unidos. PIB, PCE e dados de emprego devem recalibrar as apostas para os juros americanos justamente em um momento onde o Fed já demonstra preocupação crescente com inflação persistente.
Outro tema importante continua sendo a situação do BRB. O governo e bancos privados articulam uma operação bilionária para evitar um agravamento da crise da instituição, enquanto o mercado acompanha o risco de impacto sobre o sistema financeiro.
Outro tema importante continua sendo a situação do BRB. O governo e bancos privados articulam uma operação bilionária para evitar um agravamento da crise da instituição, enquanto o mercado acompanha o risco de impacto sobre o sistema financeiro.
O GOVERNO TENTA SEGURAR O DIESEL ENQUANTO O PIX ENTRA NO CENTRO DO DEBATE
O mercado inicia junho acompanhando uma combinação de temas que misturam combustível, sistema financeiro e cenário político. A Petrobras anunciou um novo corte no preço do diesel, enquanto a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas trouxe discussões inesperadas sobre possíveis impactos no sistema financeiro brasileiro.
A redução do diesel busca aliviar parte da pressão causada pela alta recente do petróleo e ajudar no controle da inflação. O governo aposta que combustíveis mais baratos podem trazer algum alívio para transportes, alimentos e custos logísticos nos próximos meses.
Ao mesmo tempo, a classificação das facções pelas autoridades americanas abriu um novo debate sobre possíveis reflexos para bancos e meios de pagamento. O tema rapidamente ganhou espaço em Brasília e passou a ser acompanhado de perto pelo mercado.
O mercado inicia junho acompanhando uma combinação de temas que misturam combustível, sistema financeiro e cenário político. A Petrobras anunciou um novo corte no preço do diesel, enquanto a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas trouxe discussões inesperadas sobre possíveis impactos no sistema financeiro brasileiro.
A redução do diesel busca aliviar parte da pressão causada pela alta recente do petróleo e ajudar no controle da inflação. O governo aposta que combustíveis mais baratos podem trazer algum alívio para transportes, alimentos e custos logísticos nos próximos meses.
Ao mesmo tempo, a classificação das facções pelas autoridades americanas abriu um novo debate sobre possíveis reflexos para bancos e meios de pagamento. O tema rapidamente ganhou espaço em Brasília e passou a ser acompanhado de perto pelo mercado.
Outro ponto importante continua sendo a situação fiscal. O governo ampliou o bloqueio de gastos para acomodar o avanço das despesas obrigatórias, reforçando a preocupação dos investidores com o equilíbrio das contas públicas.
Lá fora, o petróleo voltou a ganhar força diante das incertezas envolvendo Oriente Médio e o Estreito de Ormuz. O movimento mantém a inflação global no radar e limita o espaço para cortes mais agressivos de juros pelos bancos centrais.
Lá fora, o petróleo voltou a ganhar força diante das incertezas envolvendo Oriente Médio e o Estreito de Ormuz. O movimento mantém a inflação global no radar e limita o espaço para cortes mais agressivos de juros pelos bancos centrais.