Forwarded from AHATHSA NHA SHAN
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A Verdade Visceral:
Ao operar ativamente no redesenho e na sustentação das estruturas internas da consciência — transitando por diferentes portais e lidando com a expansão que vai do caos até a luz —, a mecânica do cérebro e do campo sutil sofre alterações. O raciocínio linear é substituído; a multidimensionalidade torna-se o território de trânsito contínuo. Não há espaço para hesitação ao lidar com as densidades e as verdades viscerais; o conhecimento e as ferramentas devem estar afiados e prontos para uso. A acuidade deixa de ser uma mera possibilidade para se tornar uma virtude.
Conhecer o nome da tempestade não impede que a chuva molhe o rosto. A água vermelha da existência ascenderá e tocará os pés, independentemente do número de livros lidos ou de códigos dominados.
A imunidade é uma ilusão, uma camada de idealização que nos é imposta. A dor e o atrito da existência são os elementos que a lapidam; o segredo reside em calibrar a própria estrutura interna para não absorver a densidade emocional do caos, garantindo que, quando o processo inevitável da existência chegar, ela não desmorone. O atrito com o chão bruto continua a existir, mas o impacto agora forja em vez de quebrar a estrutura. O conhecimento permite que se transponha o processo em pé, consciente do que ocorre, extraindo a luz da experiência em vez de ser esmagado por ela.
Ahathsa
#DoCaosaLuz
Ao operar ativamente no redesenho e na sustentação das estruturas internas da consciência — transitando por diferentes portais e lidando com a expansão que vai do caos até a luz —, a mecânica do cérebro e do campo sutil sofre alterações. O raciocínio linear é substituído; a multidimensionalidade torna-se o território de trânsito contínuo. Não há espaço para hesitação ao lidar com as densidades e as verdades viscerais; o conhecimento e as ferramentas devem estar afiados e prontos para uso. A acuidade deixa de ser uma mera possibilidade para se tornar uma virtude.
Conhecer o nome da tempestade não impede que a chuva molhe o rosto. A água vermelha da existência ascenderá e tocará os pés, independentemente do número de livros lidos ou de códigos dominados.
A imunidade é uma ilusão, uma camada de idealização que nos é imposta. A dor e o atrito da existência são os elementos que a lapidam; o segredo reside em calibrar a própria estrutura interna para não absorver a densidade emocional do caos, garantindo que, quando o processo inevitável da existência chegar, ela não desmorone. O atrito com o chão bruto continua a existir, mas o impacto agora forja em vez de quebrar a estrutura. O conhecimento permite que se transponha o processo em pé, consciente do que ocorre, extraindo a luz da experiência em vez de ser esmagado por ela.
Ahathsa
#DoCaosaLuz
Forwarded from O Farol (Claudia Borgess)
Bem, eu acredito na parte consciente da mensagem de Kryon, mas por que você sempre tem que trazer a parte espiritual para ela?" Há um viés na pergunta. Você percebe? Os humanos tendem a confundir a beleza da benevolência e da compaixão com a religião de hoje. Você está colocando essas ideias em caixas de seu próprio viés. A verdade é esta: quanto mais elevada a consciência do Ser Humano, mais próximo da compreensão da fonte criativa ele estará. Quanto mais sábio o Ser Humano, mais tênue se torna o véu entre o Humano e o espírito. O componente espiritual de tudo isso é o acelerador da mudança de consciência no planeta, porque quando os humanos virem o que podem fazer, eles entenderão. Nunca se pode separar a fonte criativa de sua criação.
Kryon
Kryon
MIDNIGHT GOSPEL NÃO É “SÓ UM DESENHO VIAJADO”
Tem muita gente que assiste The Midnight Gospel pela primeira vez e acha que entendeu a proposta logo nos primeiros episódios.
“Ah, é um desenho psicodélico com entrevistas filosóficas no fundo.”
Só que não.
Ou melhor… não apenas isso.
A série é absurdamente mais inteligente do que parece à primeira vista. E talvez justamente por isso muita gente perca metade da experiência tentando assistir apenas de forma racional ou superficial, focando só nas conversas e ignorando completamente o que está acontecendo visualmente.
E esse é justamente um dos pontos mais brilhantes da obra.
Enquanto sua mente consciente tenta acompanhar os diálogos sobre morte, ego, espiritualidade, sofrimento, meditação, apego, consciência, caos, amor, magia, existência e percepção… outra camada da sua mente está sendo bombardeada silenciosamente por símbolos, metáforas, críticas sociais, padrões psicológicos e desconstruções visuais acontecendo o tempo inteiro.
Nada ali é aleatório.
As cenas parecem caóticas, mas existe uma inteligência absurda na composição daquele “caos”.
Muitas vezes o episódio inteiro está literalmente encenando simbolicamente o assunto da entrevista sem que o espectador perceba de imediato.
E é aí que a série fica genial.
Porque ela não entrega mastigado.
Ela força você a sair do modo automático de consumo.
Enquanto a maioria das produções modernas tenta simplificar tudo ao máximo, Duncan Trussell e Pendleton Ward fizeram praticamente o contrário: criaram uma obra que parece bagunçada na superfície, mas extremamente organizada em níveis mais profundos de percepção.
E honestamente? Isso espelha bastante a própria mente humana.
A série fala sobre consciência enquanto simultaneamente desafia sua própria consciência durante o ato de assistir.
Os diálogos já seriam incríveis sozinhos. As entrevistas são profundas, humanas, engraçadas e muitas vezes desconfortavelmente honestas. Tem episódios que parecem uma conversa entre amigos chapados… até você perceber que estão falando de temas existenciais gigantescos de uma forma absurdamente lúcida.
Mas o erro de muita gente é assistir olhando apenas para as falas e tratando as animações como “efeitos aleatórios”.
Não são.
Observe os cenários. As transformações dos corpos. As mortes recorrentes. Os ciclos. Os parasitas. Os personagens secundários. As cores. Os colapsos. Os exageros grotescos. As mudanças bruscas de ambiente. Os símbolos repetidos. A forma como a violência é usada quase como sátira da dessensibilização humana.
A série inteira funciona quase como um sonho lúcido simbólico.
E talvez esse seja um dos motivos dela mexer tanto com algumas pessoas.
Porque ela não conversa só com a parte lógica da mente.
Ela conversa com camadas mais profundas da percepção.
Inclusive, quanto mais vezes você reassiste, mais detalhes aparecem. É uma daquelas obras em que você percebe que não estava realmente vendo tudo na primeira vez.
E o episódio final… Bom… aquilo ali transcende o conceito comum de animação.
A conversa entre Duncan e sua mãe é provavelmente uma das coisas mais humanas, dolorosas, conscientes e belas já colocadas em um desenho animado.
Sem exagero.
Assê
Quer se aprofundar ainda mais? Descubra meus outros conteúdos e projetos gratuitos aqui: https://linktr.ee/Samantha.Concolino.Asse.
Tem muita gente que assiste The Midnight Gospel pela primeira vez e acha que entendeu a proposta logo nos primeiros episódios.
“Ah, é um desenho psicodélico com entrevistas filosóficas no fundo.”
Só que não.
Ou melhor… não apenas isso.
A série é absurdamente mais inteligente do que parece à primeira vista. E talvez justamente por isso muita gente perca metade da experiência tentando assistir apenas de forma racional ou superficial, focando só nas conversas e ignorando completamente o que está acontecendo visualmente.
E esse é justamente um dos pontos mais brilhantes da obra.
Enquanto sua mente consciente tenta acompanhar os diálogos sobre morte, ego, espiritualidade, sofrimento, meditação, apego, consciência, caos, amor, magia, existência e percepção… outra camada da sua mente está sendo bombardeada silenciosamente por símbolos, metáforas, críticas sociais, padrões psicológicos e desconstruções visuais acontecendo o tempo inteiro.
Nada ali é aleatório.
As cenas parecem caóticas, mas existe uma inteligência absurda na composição daquele “caos”.
Muitas vezes o episódio inteiro está literalmente encenando simbolicamente o assunto da entrevista sem que o espectador perceba de imediato.
E é aí que a série fica genial.
Porque ela não entrega mastigado.
Ela força você a sair do modo automático de consumo.
Enquanto a maioria das produções modernas tenta simplificar tudo ao máximo, Duncan Trussell e Pendleton Ward fizeram praticamente o contrário: criaram uma obra que parece bagunçada na superfície, mas extremamente organizada em níveis mais profundos de percepção.
E honestamente? Isso espelha bastante a própria mente humana.
A série fala sobre consciência enquanto simultaneamente desafia sua própria consciência durante o ato de assistir.
Os diálogos já seriam incríveis sozinhos. As entrevistas são profundas, humanas, engraçadas e muitas vezes desconfortavelmente honestas. Tem episódios que parecem uma conversa entre amigos chapados… até você perceber que estão falando de temas existenciais gigantescos de uma forma absurdamente lúcida.
Mas o erro de muita gente é assistir olhando apenas para as falas e tratando as animações como “efeitos aleatórios”.
Não são.
Observe os cenários. As transformações dos corpos. As mortes recorrentes. Os ciclos. Os parasitas. Os personagens secundários. As cores. Os colapsos. Os exageros grotescos. As mudanças bruscas de ambiente. Os símbolos repetidos. A forma como a violência é usada quase como sátira da dessensibilização humana.
A série inteira funciona quase como um sonho lúcido simbólico.
E talvez esse seja um dos motivos dela mexer tanto com algumas pessoas.
Porque ela não conversa só com a parte lógica da mente.
Ela conversa com camadas mais profundas da percepção.
Inclusive, quanto mais vezes você reassiste, mais detalhes aparecem. É uma daquelas obras em que você percebe que não estava realmente vendo tudo na primeira vez.
E o episódio final… Bom… aquilo ali transcende o conceito comum de animação.
A conversa entre Duncan e sua mãe é provavelmente uma das coisas mais humanas, dolorosas, conscientes e belas já colocadas em um desenho animado.
Sem exagero.
Assê
Quer se aprofundar ainda mais? Descubra meus outros conteúdos e projetos gratuitos aqui: https://linktr.ee/Samantha.Concolino.Asse.
❤2
Forwarded from Disclosure News Italia
Schumann Resonance Today – Power 76
✨ #SchumannResonance Today 29/5/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/
✨ #SchumannResonance Today 29/5/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/
Forwarded from Disclosure News Italia
Schumann Resonance Today – Power 54
✨ #SchumannResonance Today 30/5/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/
✨ #SchumannResonance Today 30/5/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/
Forwarded from Disclosure News Italia
Schumann Resonance Today – Power 35
✨ #SchumannResonance Today 31/5/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/
✨ #SchumannResonance Today 31/5/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/
Forwarded from Disclosure News Italia
Schumann Resonance Today – Power 56
✨ #SchumannResonance Today 1/6/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/
✨ #SchumannResonance Today 1/6/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/
A unificação desse código de luz nos ajudará a agir criando uma conexão interna com o plexo cardíaco, o que nos permitirá integrar poder pessoal e amor. Explico os detalhes no vídeo.
Um poder que não domina nem se submete, mas age a partir de uma presença firme e compassiva.
Boa noite,
Elsa Farrus
01.06.2026
https://youtu.be/-cLOkgMwuxU?si=SJzCVw4i253Cm8uh
Um poder que não domina nem se submete, mas age a partir de uma presença firme e compassiva.
Boa noite,
Elsa Farrus
01.06.2026
https://youtu.be/-cLOkgMwuxU?si=SJzCVw4i253Cm8uh
YouTube
Transformación interna a través de esta frecuencia,para diluir preocupación,problemas y abrir camino
La unificación de este código de luz nos va ayudar a actuar creando el interno entre el plexo del corazón que nos va a ayudar a integrar el poder personal y el amor en el vídeo explico los detalles
Un poder que no domina ni se somete, sino que actúa desde…
Un poder que no domina ni se somete, sino que actúa desde…