Forwarded from CANAL SAGA ANUNNAKI Arqueologia e Mundo antigo (AHATSA AHATSA SHIRLEY)
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👽Alienígenas e Sumérios: ELES SABIAM DEMAIS? 👀🛸 | ALIENÍGENAS DO PASSADO
Neste episódio completo da série "Alienígenas do Passado", Giorgio revela os SEGREDOS DOS SUMÉRIOS:
Há mais de 7.000 anos, os antigos sumérios fundaram o que é considerado a primeira civilização do mundo e atribuíram suas extraordinárias conquistas aos seus…
Há mais de 7.000 anos, os antigos sumérios fundaram o que é considerado a primeira civilização do mundo e atribuíram suas extraordinárias conquistas aos seus…
Forwarded from Disclosure News Italia
Schumann Resonance Today – Power 15
✨ #SchumannResonance Today 22/4/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/
✨ #SchumannResonance Today 22/4/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/
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Hoje, 23 de abril, celebramos São Jorge, símbolo universal de coragem, fé e vitória sobre as forças contrárias.
Sua história atravessa séculos. Jorge foi um soldado romano que, mesmo diante da persequicão, não neqou sua fé em Deus. Por isso, tornou-se mártir e exemplo vivo de firmeza espiritual. A imagem do cavaleiro que vence o dragão representa muito mais do que uma lenda: fala da capacidade humana de enfrentar seus próprios medos, desafios e sombras com fé, verdade e proteção divina.
A devoção a São Jorge é uma ...
Sua história atravessa séculos. Jorge foi um soldado romano que, mesmo diante da persequicão, não neqou sua fé em Deus. Por isso, tornou-se mártir e exemplo vivo de firmeza espiritual. A imagem do cavaleiro que vence o dragão representa muito mais do que uma lenda: fala da capacidade humana de enfrentar seus próprios medos, desafios e sombras com fé, verdade e proteção divina.
A devoção a São Jorge é uma ...
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SEMENTES CÓSMICAS ❤️💛❤️ CANAL
Hoje, 23 de abril, celebramos São Jorge, símbolo universal de coragem, fé e vitória sobre as forças contrárias. Sua história atravessa séculos. Jorge foi um soldado romano que, mesmo diante da persequicão, não neqou sua fé em Deus. Por isso, tornou-se mártir…
...das mais fortes do mundo. Muitos acreditam em sua intercessão como guerreiro espiritual que abre caminhos, protege contra injustiças e fortalece a coragem nos momentos difíceis. Ele é aquele que não recua diante da batalha, mas também ensina que a verdadeira vitória comeca dentro de nós.
Na Umbanda, São Jorge é sincretizado com Ogum, o orixá da guerra, dos caminhos e da tecnologia espiritual. Ogum é força, ação, movimento e proteção. É quem corta demandas abre estradas e conduz o espírito para frente, sempre com honra e determinação.
Dentro da visão da Fraternidade Branca, sua energia se alinha com o Primeiro Raio, o Raio Azul da Vontade Divina da força, da proteção e do poder. Esse raio é regido por consciências como o Arcanjo Miguel e o Mestre El Morya, trazendo a vibração da coragem, da liderança e da fé inabalável.
Hoje é dia de se conectar com essa força. De pedir proteção, mas também de assumir a própria espada interior. De lembrar que nenhum dragão é maior do que a Luz que habita em você.
Pra quem é de São Jorge, Salve Jorge!
Pra quem é Ogum, Ogunhê meu Pai Ogum.
Pra quem é Luz do Raio Azul,
EU SOU Protecão e Vitória!
Fiquem na Luz! ❤️🏇
Por @grandefraternidadebranca
https://www.instagram.com/p/DXd7m7CltuR/?igsh=Y3doNzMzNXByMnMz
Na Umbanda, São Jorge é sincretizado com Ogum, o orixá da guerra, dos caminhos e da tecnologia espiritual. Ogum é força, ação, movimento e proteção. É quem corta demandas abre estradas e conduz o espírito para frente, sempre com honra e determinação.
Dentro da visão da Fraternidade Branca, sua energia se alinha com o Primeiro Raio, o Raio Azul da Vontade Divina da força, da proteção e do poder. Esse raio é regido por consciências como o Arcanjo Miguel e o Mestre El Morya, trazendo a vibração da coragem, da liderança e da fé inabalável.
Hoje é dia de se conectar com essa força. De pedir proteção, mas também de assumir a própria espada interior. De lembrar que nenhum dragão é maior do que a Luz que habita em você.
Pra quem é de São Jorge, Salve Jorge!
Pra quem é Ogum, Ogunhê meu Pai Ogum.
Pra quem é Luz do Raio Azul,
EU SOU Protecão e Vitória!
Fiquem na Luz! ❤️🏇
Por @grandefraternidadebranca
https://www.instagram.com/p/DXd7m7CltuR/?igsh=Y3doNzMzNXByMnMz
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Forwarded from Disclosure News Italia
Risonanza Schumann Oggi – Power 93 💥
✨ #RisonanzaSchumann 23/4/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/it/risonanza-schumann-oggi/
✨ #RisonanzaSchumann 23/4/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/it/risonanza-schumann-oggi/
A LINGUAGEM INVISÍVEL DAS CORES: COMO ELAS MOLDAM SUA ENERGIA, SUA MENTE E SEU CAMPO
A influência das cores no nosso estado emocional não é só uma questão de gosto pessoal ou estética. Existe uma base física, psicológica e também uma leitura espiritual sobre isso — e as três se conectam.
Começando pelo mais básico: a cor é uma forma de luz. E a luz é uma onda eletromagnética que vibra em diferentes frequências. Cada frequência corresponde a uma cor específica dentro do espectro visível. O vermelho, por exemplo, tem uma frequência mais baixa e um comprimento de onda maior. Já o violeta tem frequência mais alta e comprimento de onda menor.
Isso não é só um detalhe técnico. Essa diferença de frequência influencia diretamente como o nosso sistema nervoso reage. Cores mais “densas” (como vermelho, laranja) tendem a estimular, ativar, acelerar. Cores mais “sutis” (como azul, violeta) tendem a acalmar, desacelerar, organizar.
O cérebro não interpreta cor só como informação visual. Ele associa cor a sensações, estados internos e até respostas fisiológicas. Por isso ambientes com determinadas cores podem gerar agitação, relaxamento, foco ou até desconforto sem que a pessoa perceba conscientemente o motivo.
Agora, quando você leva isso para uma leitura mais profunda, entra a visão energética e espiritual das cores.
Dentro de sistemas como o dos sete raios — que aparece em diversas linhas esotéricas — cada cor não é apenas uma frequência física, mas também uma qualidade de consciência.
De forma direta:
Vermelho — ligado à força vital, sobrevivência, impulso, ação. É uma energia mais ligada à base, ao corpo, à presença no mundo material. Pode gerar coragem, mas também agressividade se em excesso.
Laranja — associado à criatividade, expressão emocional, prazer, movimento. Tem relação com a fluidez da vida, com o sentir e com a capacidade de experimentar.
Amarelo — ligado à mente, ao raciocínio, à clareza, à organização. É a energia do pensamento estruturado, da análise, da identidade mental.
Verde — associado ao equilíbrio, à cura, à harmonia. É uma frequência de integração, de estabilização e de reorganização emocional.
Rosa — aqui entra uma frequência muito específica e importante: o rosa está ligado ao amor em uma qualidade mais refinada. Não é só afeto humano ou apego emocional. É uma frequência de amor mais elevado, que envolve acolhimento, compaixão, suavidade, respeito e abertura do coração sem expectativa de retorno. Trabalhar o rosa ajuda a dissolver durezas internas, reduzir reatividade e permitir uma forma mais leve e consciente de se relacionar.
Azul — relacionado à comunicação, verdade, expressão consciente. Também traz calma, confiança e estabilidade emocional.
Índigo (ou azul profundo) — ligado à percepção mais sutil, intuição, visão além do óbvio. E, além disso, é uma frequência muito útil para proteção energética e fortalecimento da vontade. Ele organiza o campo, dá firmeza interna e ajuda a manter lucidez sem se deixar levar por influências externas.
Violeta — associado à transmutação, transformação, expansão da consciência. É uma das frequências mais altas dentro desse espectro, ligada à dissolução de padrões mais densos.
Na leitura dos sete raios, essas cores também representam qualidades como vontade, amor-sabedoria, inteligência ativa, harmonia, ciência, devoção e ordem.
O ponto central é entender que você não está apenas “vendo” cores. Você está interagindo com frequências.
E o seu sistema responde a isso o tempo inteiro.
Isso explica por que certas roupas mudam a forma como você se sente, por que ambientes têm climas diferentes dependendo da paleta de cores, e por que até práticas espirituais utilizam visualização de cores como ferramenta de alinhamento interno.
Agora entra a parte prática.
Você pode usar cores de forma consciente para influenciar seus estados psicológicos, emocionais e mentais.
No vestuário, a cor funciona como um campo de emissão e recepção. Aquilo que você veste não só comunica algo para fora, mas retroalimenta o seu próprio sistema.
A influência das cores no nosso estado emocional não é só uma questão de gosto pessoal ou estética. Existe uma base física, psicológica e também uma leitura espiritual sobre isso — e as três se conectam.
Começando pelo mais básico: a cor é uma forma de luz. E a luz é uma onda eletromagnética que vibra em diferentes frequências. Cada frequência corresponde a uma cor específica dentro do espectro visível. O vermelho, por exemplo, tem uma frequência mais baixa e um comprimento de onda maior. Já o violeta tem frequência mais alta e comprimento de onda menor.
Isso não é só um detalhe técnico. Essa diferença de frequência influencia diretamente como o nosso sistema nervoso reage. Cores mais “densas” (como vermelho, laranja) tendem a estimular, ativar, acelerar. Cores mais “sutis” (como azul, violeta) tendem a acalmar, desacelerar, organizar.
O cérebro não interpreta cor só como informação visual. Ele associa cor a sensações, estados internos e até respostas fisiológicas. Por isso ambientes com determinadas cores podem gerar agitação, relaxamento, foco ou até desconforto sem que a pessoa perceba conscientemente o motivo.
Agora, quando você leva isso para uma leitura mais profunda, entra a visão energética e espiritual das cores.
Dentro de sistemas como o dos sete raios — que aparece em diversas linhas esotéricas — cada cor não é apenas uma frequência física, mas também uma qualidade de consciência.
De forma direta:
Vermelho — ligado à força vital, sobrevivência, impulso, ação. É uma energia mais ligada à base, ao corpo, à presença no mundo material. Pode gerar coragem, mas também agressividade se em excesso.
Laranja — associado à criatividade, expressão emocional, prazer, movimento. Tem relação com a fluidez da vida, com o sentir e com a capacidade de experimentar.
Amarelo — ligado à mente, ao raciocínio, à clareza, à organização. É a energia do pensamento estruturado, da análise, da identidade mental.
Verde — associado ao equilíbrio, à cura, à harmonia. É uma frequência de integração, de estabilização e de reorganização emocional.
Rosa — aqui entra uma frequência muito específica e importante: o rosa está ligado ao amor em uma qualidade mais refinada. Não é só afeto humano ou apego emocional. É uma frequência de amor mais elevado, que envolve acolhimento, compaixão, suavidade, respeito e abertura do coração sem expectativa de retorno. Trabalhar o rosa ajuda a dissolver durezas internas, reduzir reatividade e permitir uma forma mais leve e consciente de se relacionar.
Azul — relacionado à comunicação, verdade, expressão consciente. Também traz calma, confiança e estabilidade emocional.
Índigo (ou azul profundo) — ligado à percepção mais sutil, intuição, visão além do óbvio. E, além disso, é uma frequência muito útil para proteção energética e fortalecimento da vontade. Ele organiza o campo, dá firmeza interna e ajuda a manter lucidez sem se deixar levar por influências externas.
Violeta — associado à transmutação, transformação, expansão da consciência. É uma das frequências mais altas dentro desse espectro, ligada à dissolução de padrões mais densos.
Na leitura dos sete raios, essas cores também representam qualidades como vontade, amor-sabedoria, inteligência ativa, harmonia, ciência, devoção e ordem.
O ponto central é entender que você não está apenas “vendo” cores. Você está interagindo com frequências.
E o seu sistema responde a isso o tempo inteiro.
Isso explica por que certas roupas mudam a forma como você se sente, por que ambientes têm climas diferentes dependendo da paleta de cores, e por que até práticas espirituais utilizam visualização de cores como ferramenta de alinhamento interno.
Agora entra a parte prática.
Você pode usar cores de forma consciente para influenciar seus estados psicológicos, emocionais e mentais.
No vestuário, a cor funciona como um campo de emissão e recepção. Aquilo que você veste não só comunica algo para fora, mas retroalimenta o seu próprio sistema.
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Se está sem energia, tons quentes ajudam a ativar.
Se está agitada, tons frios ajudam a acalmar.
Se precisa de foco, amarelo (principalmente dourado) favorece clareza.
Se precisa de introspecção, índigo e violeta ajudam a aprofundar.
Se precisa suavizar emoções, abrir o coração ou lidar melhor com pessoas, o rosa é uma excelente escolha.
No ambiente, o efeito é ainda mais constante. Cores estão ali o tempo todo atuando no seu campo.
Mas existe uma camada ainda mais direta: o uso das cores em relação aos chakras.
Cada chakra responde mais facilmente a determinadas frequências de cor. E você pode usar isso tanto visualmente quanto mentalmente para equilibrar ou estimular centros específicos.
De forma prática:
Chakra básico (base da coluna) — vermelho
Se a pessoa está sem energia, dispersa, com dificuldade de se aterrar, pode visualizar luz vermelha na base do corpo.
Chakra sacral — laranja
Para destravar emoções, criatividade e fluidez.
Chakra do plexo solar — amarelo
Para fortalecer clareza, decisão e organização interna.
Chakra cardíaco — verde e rosa
Aqui entra um detalhe importante: o verde equilibra, estabiliza e cura. O rosa aprofunda, suaviza e eleva o amor. Usar ambos de forma consciente ajuda a trazer um coração mais estável e ao mesmo tempo mais aberto.
Chakra laríngeo — azul
Para expressão, comunicação e firmeza no verbo.
Chakra frontal — índigo
Para intuição, percepção e lucidez.
Chakra coronário — violeta
Para expansão e transmutação.
E aqui entra uma prática simples e muito eficiente: o envolvimento por cor.
Você pode imaginar que está dentro de um campo de luz colorida — como se aquela cor estivesse ao seu redor e também penetrando suavemente no seu corpo.
Se precisa se proteger → envolva-se em azul ou índigo
Se precisa de mais amorosidade → rosa
Se precisa estudar → amarelo dourado
Se precisa se energizar → vermelho ou laranja
Se precisa transmutar algo mais denso → violeta
Isso pode ser feito em poucos minutos, com intenção clara.
Não é sobre acreditar. É sobre direcionar atenção e observar o efeito.
Agora, um ponto importante que complementa tudo isso:
O padrão de cores que você usa no dia a dia revela muito sobre o seu estado interno.
E aqui entra o exemplo do preto.
O preto não é uma cor “ruim”. Ele tem função. Ele absorve, protege, traz discrição, elegância, contenção.
Mas quando ele se torna uso constante, exclusivo, isso pode indicar um estado de fechamento, de retração, de proteção excessiva, de não querer se expor.
E mais: esse uso contínuo reforça esse estado.
É um ciclo.
Então não se trata de evitar o preto. Se trata de usar com consciência.
Observar suas escolhas de cor, sem julgamento, já é uma ferramenta de autoconhecimento.
E a partir disso, você pode começar a ajustar.
Pequenas mudanças já alteram o campo.
No fim, cor não é decoração.
É frequência, é linguagem, é ferramenta.
E quando você entende isso na prática, você deixa de reagir automaticamente ao que sente… e passa a ter meios concretos de influenciar o seu próprio estado com mais consciência.
Assê
Quer se aprofundar ainda mais? Descubra meus outros conteúdos e projetos gratuitos aqui: https://linktr.ee/Samantha.Concolino.Asse.
Se está agitada, tons frios ajudam a acalmar.
Se precisa de foco, amarelo (principalmente dourado) favorece clareza.
Se precisa de introspecção, índigo e violeta ajudam a aprofundar.
Se precisa suavizar emoções, abrir o coração ou lidar melhor com pessoas, o rosa é uma excelente escolha.
No ambiente, o efeito é ainda mais constante. Cores estão ali o tempo todo atuando no seu campo.
Mas existe uma camada ainda mais direta: o uso das cores em relação aos chakras.
Cada chakra responde mais facilmente a determinadas frequências de cor. E você pode usar isso tanto visualmente quanto mentalmente para equilibrar ou estimular centros específicos.
De forma prática:
Chakra básico (base da coluna) — vermelho
Se a pessoa está sem energia, dispersa, com dificuldade de se aterrar, pode visualizar luz vermelha na base do corpo.
Chakra sacral — laranja
Para destravar emoções, criatividade e fluidez.
Chakra do plexo solar — amarelo
Para fortalecer clareza, decisão e organização interna.
Chakra cardíaco — verde e rosa
Aqui entra um detalhe importante: o verde equilibra, estabiliza e cura. O rosa aprofunda, suaviza e eleva o amor. Usar ambos de forma consciente ajuda a trazer um coração mais estável e ao mesmo tempo mais aberto.
Chakra laríngeo — azul
Para expressão, comunicação e firmeza no verbo.
Chakra frontal — índigo
Para intuição, percepção e lucidez.
Chakra coronário — violeta
Para expansão e transmutação.
E aqui entra uma prática simples e muito eficiente: o envolvimento por cor.
Você pode imaginar que está dentro de um campo de luz colorida — como se aquela cor estivesse ao seu redor e também penetrando suavemente no seu corpo.
Se precisa se proteger → envolva-se em azul ou índigo
Se precisa de mais amorosidade → rosa
Se precisa estudar → amarelo dourado
Se precisa se energizar → vermelho ou laranja
Se precisa transmutar algo mais denso → violeta
Isso pode ser feito em poucos minutos, com intenção clara.
Não é sobre acreditar. É sobre direcionar atenção e observar o efeito.
Agora, um ponto importante que complementa tudo isso:
O padrão de cores que você usa no dia a dia revela muito sobre o seu estado interno.
E aqui entra o exemplo do preto.
O preto não é uma cor “ruim”. Ele tem função. Ele absorve, protege, traz discrição, elegância, contenção.
Mas quando ele se torna uso constante, exclusivo, isso pode indicar um estado de fechamento, de retração, de proteção excessiva, de não querer se expor.
E mais: esse uso contínuo reforça esse estado.
É um ciclo.
Então não se trata de evitar o preto. Se trata de usar com consciência.
Observar suas escolhas de cor, sem julgamento, já é uma ferramenta de autoconhecimento.
E a partir disso, você pode começar a ajustar.
Pequenas mudanças já alteram o campo.
No fim, cor não é decoração.
É frequência, é linguagem, é ferramenta.
E quando você entende isso na prática, você deixa de reagir automaticamente ao que sente… e passa a ter meios concretos de influenciar o seu próprio estado com mais consciência.
Assê
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Forwarded from Samantha Iara Concolino
Pois é, meus queridos, o universo que vcs enxergam é o tempo todo sustentado por anjos, por seres espirituais amorosos, que trabalham incansavelmente para facilitar a nossa "experiência humana" 💙
Forwarded from Samantha Iara Concolino
Sim, a foto é real. Não foi feita por nenhuma IA
A REALIDADE NÃO É O QUE PARECE — E TALVEZ VOCÊ JÁ ESTEJA VENDO ISSO
Antes de qualquer interpretação, um ponto importante: essa foto é real. Não é criação de inteligência artificial. Não foi manipulada para “inserir” nada. O que você vê está, de fato, ali — registrado como qualquer outra paisagem.
Fonte da foto: https://www.instagram.com/p/DXJ6Z3yk9bx/?img_index=2&igsh=MTlicXg5Zm51Z2Nkdg==
Agora… olhe com calma.
Não olhe rápido, como a mente faz quando quer catalogar tudo: “água”, “árvore”, “pedra”, “luz”, “pessoa nadando”.
Isso é o modo automático. É assim que fomos condicionados a ver: nomeando, separando, simplificando.
Mas experimente ficar mais alguns segundos… e permitir que o olhar não vá direto para os conceitos.
Perceba a cena como um todo.
Algo começa a mudar.
A água deixa de ser apenas “água”. A luz deixa de ser só reflexo. As formas começam a perder aquela rigidez que parecia tão óbvia. E, aos poucos, surge uma sensação diferente… como se houvesse algo ali sustentando tudo aquilo.
Não como uma ideia.
Como uma presença.
O que você está vendo não é um conjunto de coisas soltas que existem por si só. Não é uma paisagem independente, acontecendo “lá fora”, separada de você.
Existe uma inteligência organizando isso.
Existe consciência estruturando essa imagem inteira, em tempo real.
E mais do que isso…
Existe um movimento vivo, como se o próprio mundo espiritual estivesse ensaiando uma obra — uma obra divina — sendo apresentada continuamente ao seu Criador.
Mas aqui está o ponto que muda tudo:
Esse Criador não está distante.
Não está fora.
É aquilo que em verdade a consciência é.
É aquilo que você é.
É aquilo que se reconhece como o EU SOU.
E tudo o que aparece… aparece para Ele.
Através de você.
Como você.
Por isso, não — não é sobre “imaginar rostos nas formas” ou forçar interpretações.
É o contrário disso.
É parar de forçar o mundo a caber nos rótulos que você aprendeu, para permitir que ele se revele além deles.
Porque tudo o que tem forma… está sendo sustentado.
Nada aqui é inerte.
Aquilo que você chama de “realidade material” é uma espécie de interface — uma leitura simplificada de algo muito mais vivo, muito mais inteligente, muito mais interligado do que parece à primeira vista.
E talvez o ponto mais profundo seja esse:
Você não está olhando para isso de fora.
Você está dentro disso.
E mais do que isso… você é o próprio campo consciente para o qual essa “obra” está sendo encenada.
Por isso, quando o seu olhar muda, o mundo muda junto.
Não porque a paisagem externa se transformou, mas porque você começou a perceber o que sempre esteve ali — e que antes passava despercebido.
Existe um campo vivo por trás de tudo.
Um campo que observa através de você.
Que experimenta através de você.
Que se expressa através de todas as formas… inclusive dessa que você chama de “eu”.
E quando isso começa a ser sentido de verdade — não só entendido — algo se rearranja internamente.
A pressa diminui.
A necessidade de controle afrouxa.
A separação começa a perder força.
Porque fica difícil continuar acreditando que você está isolado em um mundo morto… quando começa a perceber que tudo ao seu redor é expressão viva de consciência — em movimento, em criação, em apresentação.
Uma obra acontecendo.
Agora, uma pergunta simples, mas que muda completamente a forma de viver:
Se tudo isso está sendo apresentado ao EU SOU…
o que você realmente está vendo?
E mais:
quem é você dentro disso tudo?
Talvez a resposta não venha em forma de pensamento.
Mas no tipo de silêncio que surge quando você para de olhar como sempre olhou… e começa, de fato, a perceber.
Se você quiser desenvolver esse tipo de percepção de forma prática — não só entender, mas realmente começar a ver — eu deixo o convite para o treinamento Visão além da 3D, onde aprofundamos exatamente essa mudança de olhar, com exercícios e exemplos reais:
https://t.me/visao_alem3D
Assê
Quer se aprofundar ainda mais? Descubra meus outros conteúdos e projetos gratuitos aqui: https://linktr.ee/Samantha.Concolino.Asse
Antes de qualquer interpretação, um ponto importante: essa foto é real. Não é criação de inteligência artificial. Não foi manipulada para “inserir” nada. O que você vê está, de fato, ali — registrado como qualquer outra paisagem.
Fonte da foto: https://www.instagram.com/p/DXJ6Z3yk9bx/?img_index=2&igsh=MTlicXg5Zm51Z2Nkdg==
Agora… olhe com calma.
Não olhe rápido, como a mente faz quando quer catalogar tudo: “água”, “árvore”, “pedra”, “luz”, “pessoa nadando”.
Isso é o modo automático. É assim que fomos condicionados a ver: nomeando, separando, simplificando.
Mas experimente ficar mais alguns segundos… e permitir que o olhar não vá direto para os conceitos.
Perceba a cena como um todo.
Algo começa a mudar.
A água deixa de ser apenas “água”. A luz deixa de ser só reflexo. As formas começam a perder aquela rigidez que parecia tão óbvia. E, aos poucos, surge uma sensação diferente… como se houvesse algo ali sustentando tudo aquilo.
Não como uma ideia.
Como uma presença.
O que você está vendo não é um conjunto de coisas soltas que existem por si só. Não é uma paisagem independente, acontecendo “lá fora”, separada de você.
Existe uma inteligência organizando isso.
Existe consciência estruturando essa imagem inteira, em tempo real.
E mais do que isso…
Existe um movimento vivo, como se o próprio mundo espiritual estivesse ensaiando uma obra — uma obra divina — sendo apresentada continuamente ao seu Criador.
Mas aqui está o ponto que muda tudo:
Esse Criador não está distante.
Não está fora.
É aquilo que em verdade a consciência é.
É aquilo que você é.
É aquilo que se reconhece como o EU SOU.
E tudo o que aparece… aparece para Ele.
Através de você.
Como você.
Por isso, não — não é sobre “imaginar rostos nas formas” ou forçar interpretações.
É o contrário disso.
É parar de forçar o mundo a caber nos rótulos que você aprendeu, para permitir que ele se revele além deles.
Porque tudo o que tem forma… está sendo sustentado.
Nada aqui é inerte.
Aquilo que você chama de “realidade material” é uma espécie de interface — uma leitura simplificada de algo muito mais vivo, muito mais inteligente, muito mais interligado do que parece à primeira vista.
E talvez o ponto mais profundo seja esse:
Você não está olhando para isso de fora.
Você está dentro disso.
E mais do que isso… você é o próprio campo consciente para o qual essa “obra” está sendo encenada.
Por isso, quando o seu olhar muda, o mundo muda junto.
Não porque a paisagem externa se transformou, mas porque você começou a perceber o que sempre esteve ali — e que antes passava despercebido.
Existe um campo vivo por trás de tudo.
Um campo que observa através de você.
Que experimenta através de você.
Que se expressa através de todas as formas… inclusive dessa que você chama de “eu”.
E quando isso começa a ser sentido de verdade — não só entendido — algo se rearranja internamente.
A pressa diminui.
A necessidade de controle afrouxa.
A separação começa a perder força.
Porque fica difícil continuar acreditando que você está isolado em um mundo morto… quando começa a perceber que tudo ao seu redor é expressão viva de consciência — em movimento, em criação, em apresentação.
Uma obra acontecendo.
Agora, uma pergunta simples, mas que muda completamente a forma de viver:
Se tudo isso está sendo apresentado ao EU SOU…
o que você realmente está vendo?
E mais:
quem é você dentro disso tudo?
Talvez a resposta não venha em forma de pensamento.
Mas no tipo de silêncio que surge quando você para de olhar como sempre olhou… e começa, de fato, a perceber.
Se você quiser desenvolver esse tipo de percepção de forma prática — não só entender, mas realmente começar a ver — eu deixo o convite para o treinamento Visão além da 3D, onde aprofundamos exatamente essa mudança de olhar, com exercícios e exemplos reais:
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Visão além da 3D
Treinamento para a retirada de véus e desenvolvimento da visão multidimensional. Clica na mensagem fixada no topo do grupo e vá lendo todas as dicas e instruções.
Uma das ejeções de massa coronal observadas na quinta-feira poderá causar um impacto oblíquo no campo geomagnético da Terra até 26 de abril. Um alerta de tempestade geomagnética de categoria 1 (G1) foi emitido para domingo. Isso ocorreu devido a uma erupção solar de magnitude 1 em torno da região ativa 4420, no quadrante nordeste, às 05:08 UTC (23 de abril). Observadores de auroras em altas latitudes devem ficar atentos neste fim de semana.
A região ativa 4420 continua a girar para uma posição mais favorável em relação à Terra, enquanto a fonte de várias erupções mais fortes na quinta-feira, a região ativa 4419, está girando em direção ao limbo oeste e não está mais em uma posição favorável para erupções direcionadas à Terra. Ambas as regiões são classificadas como tendo configurações magnéticas Beta-Gama-Delta.
SolarHam.com
A região ativa 4420 continua a girar para uma posição mais favorável em relação à Terra, enquanto a fonte de várias erupções mais fortes na quinta-feira, a região ativa 4419, está girando em direção ao limbo oeste e não está mais em uma posição favorável para erupções direcionadas à Terra. Ambas as regiões são classificadas como tendo configurações magnéticas Beta-Gama-Delta.
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O fruto não cai longe do pé.
Compartilho com carinho um texto escrito pelo meu pai, Ricardo Abel Concolino, psicólogo, que sem dúvida influenciou profundamente o meu interesse em compreender a mente e a consciência. É bonito perceber como certas sementes plantadas lá atrás continuam dando frutos — às vezes, de formas que a gente só entende depois.
Texto dele, na íntegra:
"Sua vida depois dos 65: o capítulo que você escreve
Se você tem 65 anos ou mais, talvez já tenha sentido em algum momento aquele pensamento incômodo: “já resta pouco tempo”, “estou aposentado, pra que me esforçar?”, “agora sou só o avô ou a avó”.
A sociedade muitas vezes empurra para um lugar de invisibilidade. E a própria família, mesmo com carinho, acaba colocando a pessoa em um único papel. O que realmente pesa não é a aposentadoria em si, mas a sensação de estar “fora do jogo”, de não ter mais utilidade. Aos poucos, isso pode ir sendo aceito como se fosse um destino.
Mas não é.
Pela experiência prática e também pela psicologia, é importante deixar claro: isso é um pensamento, não uma verdade definitiva. E pensamentos podem ser questionados e transformados.
A inteligência emocional mostra que o mais importante não é a idade, mas a forma como lidamos com o que sentimos hoje. Como explica Daniel Goleman, todos nós podemos reconhecer nossas emoções, aprender a lidar com elas e usar essa energia de forma mais consciente, criando motivação e conexão com a vida.
Pense na sua vida como uma árvore. Quando jovem, ela cresce rápido. Com o passar dos anos, ela se torna forte, com raízes profundas e uma copa ampla. Já não precisa crescer na mesma velocidade para ter valor. Ela oferece sombra, frutos, abrigo. Só pela presença, já sustenta muita coisa ao redor.
Você é essa árvore.
Sua experiência, sua estabilidade e sua visão de vida têm valor real. Você não é alguém substituível. É alguém essencial dentro do seu contexto.
Se estiver difícil se sentir assim, comece de forma simples:
Reconheça o que está sentindo. Pergunte a si mesmo, com honestidade: “como estou hoje?”. Dar nome ao que se sente já ajuda a organizar por dentro.
Depois, escolha como responder a isso. Quando surgir o pensamento “não sirvo mais pra nada”, você pode responder de forma mais equilibrada: “é normal sentir isso às vezes, mas eu ainda posso decidir o que fazer com o meu dia”.
E busque pequenos propósitos. Não precisa ser nada grandioso. Ligar para alguém, ensinar algo que você sabe, cuidar de uma planta, organizar algo em casa. O importante é se colocar em movimento, mesmo que seja pouco.
Ser avô ou avó é algo bonito, mas não precisa ser sua única identidade. Você continua sendo você, com interesses, vontades e direito de viver coisas próprias.
Muita gente, nessa fase da vida, sente algo parecido. E, ao contrário do que parece, esse período pode ser um dos mais livres e autênticos. Não há mais a mesma pressão de antes. Existe mais espaço para viver com mais calma e consciência.
Se em algum momento você se sentir invisível, levante o olhar.
Você continua sendo alguém com história, com desejos e com direito de seguir crescendo, do seu jeito.
A vida não terminou. Ela só mudou de fase. E essa nova fase pode ser muito boa, justamente porque agora você tem mais liberdade e mais clareza para escolher como quer viver."
Com carinho,
Ricardo Concolino
Psicólogo clínico
Compartilho com carinho um texto escrito pelo meu pai, Ricardo Abel Concolino, psicólogo, que sem dúvida influenciou profundamente o meu interesse em compreender a mente e a consciência. É bonito perceber como certas sementes plantadas lá atrás continuam dando frutos — às vezes, de formas que a gente só entende depois.
Texto dele, na íntegra:
"Sua vida depois dos 65: o capítulo que você escreve
Se você tem 65 anos ou mais, talvez já tenha sentido em algum momento aquele pensamento incômodo: “já resta pouco tempo”, “estou aposentado, pra que me esforçar?”, “agora sou só o avô ou a avó”.
A sociedade muitas vezes empurra para um lugar de invisibilidade. E a própria família, mesmo com carinho, acaba colocando a pessoa em um único papel. O que realmente pesa não é a aposentadoria em si, mas a sensação de estar “fora do jogo”, de não ter mais utilidade. Aos poucos, isso pode ir sendo aceito como se fosse um destino.
Mas não é.
Pela experiência prática e também pela psicologia, é importante deixar claro: isso é um pensamento, não uma verdade definitiva. E pensamentos podem ser questionados e transformados.
A inteligência emocional mostra que o mais importante não é a idade, mas a forma como lidamos com o que sentimos hoje. Como explica Daniel Goleman, todos nós podemos reconhecer nossas emoções, aprender a lidar com elas e usar essa energia de forma mais consciente, criando motivação e conexão com a vida.
Pense na sua vida como uma árvore. Quando jovem, ela cresce rápido. Com o passar dos anos, ela se torna forte, com raízes profundas e uma copa ampla. Já não precisa crescer na mesma velocidade para ter valor. Ela oferece sombra, frutos, abrigo. Só pela presença, já sustenta muita coisa ao redor.
Você é essa árvore.
Sua experiência, sua estabilidade e sua visão de vida têm valor real. Você não é alguém substituível. É alguém essencial dentro do seu contexto.
Se estiver difícil se sentir assim, comece de forma simples:
Reconheça o que está sentindo. Pergunte a si mesmo, com honestidade: “como estou hoje?”. Dar nome ao que se sente já ajuda a organizar por dentro.
Depois, escolha como responder a isso. Quando surgir o pensamento “não sirvo mais pra nada”, você pode responder de forma mais equilibrada: “é normal sentir isso às vezes, mas eu ainda posso decidir o que fazer com o meu dia”.
E busque pequenos propósitos. Não precisa ser nada grandioso. Ligar para alguém, ensinar algo que você sabe, cuidar de uma planta, organizar algo em casa. O importante é se colocar em movimento, mesmo que seja pouco.
Ser avô ou avó é algo bonito, mas não precisa ser sua única identidade. Você continua sendo você, com interesses, vontades e direito de viver coisas próprias.
Muita gente, nessa fase da vida, sente algo parecido. E, ao contrário do que parece, esse período pode ser um dos mais livres e autênticos. Não há mais a mesma pressão de antes. Existe mais espaço para viver com mais calma e consciência.
Se em algum momento você se sentir invisível, levante o olhar.
Você continua sendo alguém com história, com desejos e com direito de seguir crescendo, do seu jeito.
A vida não terminou. Ela só mudou de fase. E essa nova fase pode ser muito boa, justamente porque agora você tem mais liberdade e mais clareza para escolher como quer viver."
Com carinho,
Ricardo Concolino
Psicólogo clínico