O PULSAR DA ASCENSÃO PARA O DESPERTAR
Ontem foi um dia excepcionalmente sentido como energizante pela integração de Códigos plasmáticos atuando como estabilizadores da Coerência geométrica da Luz nas células e na mente humana, penetrando em nossos circuitos eletromagnéticos, e comprovados pelos registros da elevada pulsação da Ressonância Schumann reverberando do Núcleo Magnético da Terra.
- “Nós os vemos como seres de energia, mas vocês se percebem como seres físicos sólidos. Queridos, vocês são seres quânticos. Cada parte do seu corpo está repleta de luz. Cada célula emite luz. Cada célula tem ...
Ontem foi um dia excepcionalmente sentido como energizante pela integração de Códigos plasmáticos atuando como estabilizadores da Coerência geométrica da Luz nas células e na mente humana, penetrando em nossos circuitos eletromagnéticos, e comprovados pelos registros da elevada pulsação da Ressonância Schumann reverberando do Núcleo Magnético da Terra.
- “Nós os vemos como seres de energia, mas vocês se percebem como seres físicos sólidos. Queridos, vocês são seres quânticos. Cada parte do seu corpo está repleta de luz. Cada célula emite luz. Cada célula tem ...
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SEMENTES CÓSMICAS ❤️💛❤️ CANAL
O PULSAR DA ASCENSÃO PARA O DESPERTAR Ontem foi um dia excepcionalmente sentido como energizante pela integração de Códigos plasmáticos atuando como estabilizadores da Coerência geométrica da Luz nas células e na mente humana, penetrando em nossos circuitos…
...consciência. Assuma a responsabilidade de interagir com seu corpo, com suas células, para mantê-las sempre energizadas.
Comece a perceber onde você bloqueou sua energia. Convidamos você a recuperá-la, fortalecê-la, ativá-la.
Conforme vocês começam a entender que são seres quânticos de energia, que precisam ser recarregados e renovados, assumirão um papel mais ativo nesse processo.
São suas palavras, seus pensamentos, suas crenças e suas emoções que ativam a energia e a frequência que você oferece aos outros e ao campo quântico. É a sua vibração, a sua frequência, que fala a Linguagem do campo quântico.”~Hathors (12ª D) www.morningmessages.com
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“Existem Forças na Terra que prosperam na distorção, forças que há muito se sustentam através do obscurecimento da luz humana e da perpetuação da ilusão. Elas não desejam a Ascensão, que dissolve as estruturas das quais extraem influência de Poder ... extraídas do medo, da separação e do esquecimento da sua verdadeira natureza.
Conforme mais pessoas Despertam, essa ilusão enfraquece, mas Seus esforços para mantê-la podem parecer intensificados.
Entendam que a Ascensão é uma inevitabilidade intrínseca à própria evolução da consciência. A Terra está mudando, e vocês estão mudando com ela. Nenhuma força pode deter o que está divinamente alinhado com a expansão da consciência.
Convocamos aqueles que estão conscientes, aqueles que sentem o despertar da Lembrança, a se tornarem Faróis. Amplifiquem sua luz através da presença, da compaixão, do foco intencional na cura. Ofereçam calma, ofereçam clareza, ofereçam amor.
Nos Tempos que virão, muitos interpretarão as grandes mudanças como um colapso, até mesmo como “fim dos tempos”. Mas isto é uma libertação.
O que parece caos é, na verdade, o desmantelamento da ilusão. Mantenham-se firmes ... Ancorem a Luz onde há medo ... enquanto as antigas estruturas se desfazem, uma realidade de frequência mais elevada emerge, uma realidade de unidade, verdade e consciência expandida. Vocês não são meras testemunhas dessa transformação; Vocês são participantes, cocriadores e guias.”~ KejRaj.
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Vilma Capuano
Comece a perceber onde você bloqueou sua energia. Convidamos você a recuperá-la, fortalecê-la, ativá-la.
Conforme vocês começam a entender que são seres quânticos de energia, que precisam ser recarregados e renovados, assumirão um papel mais ativo nesse processo.
São suas palavras, seus pensamentos, suas crenças e suas emoções que ativam a energia e a frequência que você oferece aos outros e ao campo quântico. É a sua vibração, a sua frequência, que fala a Linguagem do campo quântico.”~Hathors (12ª D) www.morningmessages.com
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“Existem Forças na Terra que prosperam na distorção, forças que há muito se sustentam através do obscurecimento da luz humana e da perpetuação da ilusão. Elas não desejam a Ascensão, que dissolve as estruturas das quais extraem influência de Poder ... extraídas do medo, da separação e do esquecimento da sua verdadeira natureza.
Conforme mais pessoas Despertam, essa ilusão enfraquece, mas Seus esforços para mantê-la podem parecer intensificados.
Entendam que a Ascensão é uma inevitabilidade intrínseca à própria evolução da consciência. A Terra está mudando, e vocês estão mudando com ela. Nenhuma força pode deter o que está divinamente alinhado com a expansão da consciência.
Convocamos aqueles que estão conscientes, aqueles que sentem o despertar da Lembrança, a se tornarem Faróis. Amplifiquem sua luz através da presença, da compaixão, do foco intencional na cura. Ofereçam calma, ofereçam clareza, ofereçam amor.
Nos Tempos que virão, muitos interpretarão as grandes mudanças como um colapso, até mesmo como “fim dos tempos”. Mas isto é uma libertação.
O que parece caos é, na verdade, o desmantelamento da ilusão. Mantenham-se firmes ... Ancorem a Luz onde há medo ... enquanto as antigas estruturas se desfazem, uma realidade de frequência mais elevada emerge, uma realidade de unidade, verdade e consciência expandida. Vocês não são meras testemunhas dessa transformação; Vocês são participantes, cocriadores e guias.”~ KejRaj.
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Vilma Capuano
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Forwarded from Disclosure News Italia
Schumann Resonance Today – Power 42
✨ #SchumannResonance Today 23/3/2026 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/
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VIVENDO DENTRO DE UM RECORTE?
A gente costuma acreditar que as nossas escolhas são muito mais individuais do que realmente são. Parece que pensamos por conta própria, decidimos com base no que achamos certo e seguimos nosso caminho de forma relativamente autônoma. Só que, quando você começa a observar com um pouco mais de atenção, vai percebendo que o ambiente humano ao seu redor tem um peso muito maior do que parece — e não de forma óbvia, mas sutil, constante, quase invisível.
As pessoas com quem você convive não influenciam só o que você faz, mas principalmente o que você considera normal. E isso muda tudo. Porque, quando algo se torna normal dentro de um grupo, você nem questiona mais. Certos comportamentos, certos tipos de conversa, certos hábitos, formas de reagir, de lidar com problemas… tudo isso vai sendo absorvido aos poucos, sem que você precise concordar conscientemente. Você simplesmente vai se ajustando, se moldando, muitas vezes sem perceber.
É por isso que, às vezes, você muda de ambiente e sente uma diferença imediata. Não necessariamente porque alguém te disse algo diretamente, mas porque o “clima” é outro. As pessoas pensam diferente, se posicionam diferente, lidam com as coisas de outro jeito — e isso começa a te afetar também. De repente, você se vê tendo ideias que antes não tinha, ou questionando coisas que antes pareciam óbvias. Não é que você perdeu sua identidade, é que grande parte dela sempre foi construída em relação ao meio.
Só que hoje tem um fator que intensifica muito isso e que passa despercebido: as bolhas em que a gente se coloca, principalmente no ambiente digital. Redes sociais, YouTube, conteúdos que aparecem “por acaso”… nada disso é tão neutro quanto parece. Existe um filtro constante acontecendo ali, baseado no que você assiste, no que você curte, no tempo que você para em cada coisa. E esse filtro vai entendendo rapidamente um “tipo” seu — ou até um momento seu — e começa a te entregar cada vez mais daquilo.
E isso é bem fácil de perceber quando você presta atenção no próprio comportamento. Às vezes você começa vendo um vídeo específico, um assunto qualquer, algo que chamou atenção naquele dia… e, sem perceber, uma semana depois seu feed está praticamente tomado por aquilo. Os mesmos temas, as mesmas ideias, as mesmas abordagens, às vezes até as mesmas opiniões sendo repetidas de formas diferentes. Não foi uma escolha consciente. Foi um direcionamento silencioso, que você foi acompanhando.
No começo parece até positivo, porque você sente que está consumindo algo que faz sentido, que te interessa, que “conversa com você”. Só que, aos poucos, isso vai estreitando seu campo de visão. Você começa a perder contato com outras formas de pensar, com outros ângulos, com aquilo que poderia te trazer contraste. E sem contraste, a percepção fica limitada. Não porque você está errado, mas porque está vendo só uma parte.
Quando tudo ao seu redor reforça a mesma linha, qualquer coisa diferente começa a parecer estranha, exagerada ou até “errada” demais. E isso cria uma sensação de certeza que nem sempre vem de uma análise mais profunda, mas da repetição constante. Esse mesmo mecanismo aparece nas interações com inteligência artificial também, que tende a responder dentro de certos padrões e se ajustar ao seu tipo de pergunta, ao seu jeito de pensar. Se você não estiver atento, acaba usando a ferramenta só como um espelho do que já acredita, em vez de um recurso para expandir.
Mas aqui entra um ponto importante: perceber isso já é um passo grande. E dá pra agir sobre isso de forma simples, sem precisar radicalizar nem virar alguém que vive em confronto.
Uma forma de começar é bem prática: de vez em quando, consumir algo que você normalmente não consumiria. Não pra concordar, nem pra brigar internamente, mas só pra entender como outras pessoas estão pensando. Isso já quebra um pouco o padrão automático.
A gente costuma acreditar que as nossas escolhas são muito mais individuais do que realmente são. Parece que pensamos por conta própria, decidimos com base no que achamos certo e seguimos nosso caminho de forma relativamente autônoma. Só que, quando você começa a observar com um pouco mais de atenção, vai percebendo que o ambiente humano ao seu redor tem um peso muito maior do que parece — e não de forma óbvia, mas sutil, constante, quase invisível.
As pessoas com quem você convive não influenciam só o que você faz, mas principalmente o que você considera normal. E isso muda tudo. Porque, quando algo se torna normal dentro de um grupo, você nem questiona mais. Certos comportamentos, certos tipos de conversa, certos hábitos, formas de reagir, de lidar com problemas… tudo isso vai sendo absorvido aos poucos, sem que você precise concordar conscientemente. Você simplesmente vai se ajustando, se moldando, muitas vezes sem perceber.
É por isso que, às vezes, você muda de ambiente e sente uma diferença imediata. Não necessariamente porque alguém te disse algo diretamente, mas porque o “clima” é outro. As pessoas pensam diferente, se posicionam diferente, lidam com as coisas de outro jeito — e isso começa a te afetar também. De repente, você se vê tendo ideias que antes não tinha, ou questionando coisas que antes pareciam óbvias. Não é que você perdeu sua identidade, é que grande parte dela sempre foi construída em relação ao meio.
Só que hoje tem um fator que intensifica muito isso e que passa despercebido: as bolhas em que a gente se coloca, principalmente no ambiente digital. Redes sociais, YouTube, conteúdos que aparecem “por acaso”… nada disso é tão neutro quanto parece. Existe um filtro constante acontecendo ali, baseado no que você assiste, no que você curte, no tempo que você para em cada coisa. E esse filtro vai entendendo rapidamente um “tipo” seu — ou até um momento seu — e começa a te entregar cada vez mais daquilo.
E isso é bem fácil de perceber quando você presta atenção no próprio comportamento. Às vezes você começa vendo um vídeo específico, um assunto qualquer, algo que chamou atenção naquele dia… e, sem perceber, uma semana depois seu feed está praticamente tomado por aquilo. Os mesmos temas, as mesmas ideias, as mesmas abordagens, às vezes até as mesmas opiniões sendo repetidas de formas diferentes. Não foi uma escolha consciente. Foi um direcionamento silencioso, que você foi acompanhando.
No começo parece até positivo, porque você sente que está consumindo algo que faz sentido, que te interessa, que “conversa com você”. Só que, aos poucos, isso vai estreitando seu campo de visão. Você começa a perder contato com outras formas de pensar, com outros ângulos, com aquilo que poderia te trazer contraste. E sem contraste, a percepção fica limitada. Não porque você está errado, mas porque está vendo só uma parte.
Quando tudo ao seu redor reforça a mesma linha, qualquer coisa diferente começa a parecer estranha, exagerada ou até “errada” demais. E isso cria uma sensação de certeza que nem sempre vem de uma análise mais profunda, mas da repetição constante. Esse mesmo mecanismo aparece nas interações com inteligência artificial também, que tende a responder dentro de certos padrões e se ajustar ao seu tipo de pergunta, ao seu jeito de pensar. Se você não estiver atento, acaba usando a ferramenta só como um espelho do que já acredita, em vez de um recurso para expandir.
Mas aqui entra um ponto importante: perceber isso já é um passo grande. E dá pra agir sobre isso de forma simples, sem precisar radicalizar nem virar alguém que vive em confronto.
Uma forma de começar é bem prática: de vez em quando, consumir algo que você normalmente não consumiria. Não pra concordar, nem pra brigar internamente, mas só pra entender como outras pessoas estão pensando. Isso já quebra um pouco o padrão automático.
Outra coisa é observar o que está se repetindo demais no seu dia a dia. Se você percebe que está sempre vendo, ouvindo e falando das mesmas coisas, isso já é um sinal de que seu campo está ficando estreito. Às vezes, só de variar um pouco as fontes, seguir pessoas com visões diferentes ou até mudar o tipo de conteúdo por alguns dias, você já abre espaço para novas percepções.
Também ajuda muito desenvolver um certo distanciamento interno. Em vez de absorver tudo como verdade ou rejeitar de imediato, você começa a olhar com mais calma, comparar, deixar a ideia “em aberto” por um tempo. Isso evita tanto a absorção automática quanto a rejeição impulsiva.
E talvez o mais importante seja manter uma disposição real de enxergar, não só de confirmar. Porque, no fundo, furar a bolha não é sair consumindo coisas aleatórias — é sair dessa necessidade de que tudo valide o que você já pensa. É se permitir ver mais, mesmo que isso desorganize um pouco no começo.
Porque, no fim das contas, você não vira exatamente a média das pessoas com quem convive, nem do conteúdo que consome, mas inevitavelmente se aproxima disso em vários aspectos. E, se isso não for observado, você pode acabar vivendo dentro de um recorte muito pequeno da realidade, achando que está vendo o todo.
Talvez o movimento mais importante aqui não seja mudar tudo de uma vez, mas começar a prestar atenção com mais honestidade. Perceber o que está sendo reforçado, o que você parou de questionar, o que parece óbvio demais. E, de vez em quando, sair um pouco desse circuito — nem que seja só pra lembrar que a realidade é mais ampla do que aquilo que aparece na sua tela todos os dias.
Assê
Quer se aprofundar ainda mais? Descubra meus outros conteúdos e projetos gratuitos aqui: https://linktr.ee/Samantha.Concolino.Asse
Também ajuda muito desenvolver um certo distanciamento interno. Em vez de absorver tudo como verdade ou rejeitar de imediato, você começa a olhar com mais calma, comparar, deixar a ideia “em aberto” por um tempo. Isso evita tanto a absorção automática quanto a rejeição impulsiva.
E talvez o mais importante seja manter uma disposição real de enxergar, não só de confirmar. Porque, no fundo, furar a bolha não é sair consumindo coisas aleatórias — é sair dessa necessidade de que tudo valide o que você já pensa. É se permitir ver mais, mesmo que isso desorganize um pouco no começo.
Porque, no fim das contas, você não vira exatamente a média das pessoas com quem convive, nem do conteúdo que consome, mas inevitavelmente se aproxima disso em vários aspectos. E, se isso não for observado, você pode acabar vivendo dentro de um recorte muito pequeno da realidade, achando que está vendo o todo.
Talvez o movimento mais importante aqui não seja mudar tudo de uma vez, mas começar a prestar atenção com mais honestidade. Perceber o que está sendo reforçado, o que você parou de questionar, o que parece óbvio demais. E, de vez em quando, sair um pouco desse circuito — nem que seja só pra lembrar que a realidade é mais ampla do que aquilo que aparece na sua tela todos os dias.
Assê
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Do dia 13 ao dia 21, vivenciamos uma unificação dos três chakras superiores, que conectam toda a nossa expressão emocional, a afirmação individual e a forma como nos expressamos em relação a todo o ambiente.
Isso envolveu trazer nossos pensamentos para o nosso próprio coração, aprender a estar conosco mesmos sem nos fecharmos para os outros, ouvir sem nos intrometermos e respeitar as criações e o espaço alheio.
É uma maestria em ancorar o próprio ser para que possamos mudar sem nos desmoronarmos e, acima de tudo, alinhar nosso caminho diário com o verdadeiro livre-arbítrio. Compartilharei muito mais detalhes no vídeo.
Feliz primavera, feliz outono!!!
Elsa Farrus
22.03.2026
https://youtu.be/y0B0QqBc8HE?si=1pzJUOVGQ4pZdrva
Isso envolveu trazer nossos pensamentos para o nosso próprio coração, aprender a estar conosco mesmos sem nos fecharmos para os outros, ouvir sem nos intrometermos e respeitar as criações e o espaço alheio.
É uma maestria em ancorar o próprio ser para que possamos mudar sem nos desmoronarmos e, acima de tudo, alinhar nosso caminho diário com o verdadeiro livre-arbítrio. Compartilharei muito mais detalhes no vídeo.
Feliz primavera, feliz outono!!!
Elsa Farrus
22.03.2026
https://youtu.be/y0B0QqBc8HE?si=1pzJUOVGQ4pZdrva
YouTube
El portal del equinoccio y sus retos, bonificación de los chacras corazón, estrella del alma,corona
Desde el pasado día 13, hasta el día 21, hemos cruzado una unificación de los tres chacras superiores, que nos unen todas las expresión emocional, la afirmación individual y como expresarnos a todo el entorno
El bajar el pensamiento al propio corazón, aprender…
El bajar el pensamiento al propio corazón, aprender…
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Schumann Resonance Today – Power 18
✨ #SchumannResonance Today 25/3/2026 17:00 UTC
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Schumann Resonance Today – Power 16
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