10 CONSELHOS UNIVERSAIS PARA O TEU 2026
PARTE 1/2
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Forwarded from Disclosure News Italia
Schumann Resonance Today – 4.5 Hrs Blackout
✨ #SchumannResonance Today 18/12/2025 17:00 UTC
https://www.disclosurenews.it/schumann-resonance-today/
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O CORPO
Durante muito tempo, muita gente acreditou que o corpo era um obstáculo para a espiritualidade. Algo que precisava ser domado, ignorado ou superado para que a consciência pudesse, finalmente, “se elevar”. Em outras linhas, aconteceu o oposto: o corpo virou centro absoluto, identidade, fonte de valor e de medo. Nenhum desses extremos dá conta do que realmente está acontecendo aqui.
O corpo não é quem você é.
Mas também não é um erro.
Ele é o meio pelo qual a consciência experimenta esta realidade específica. É através do corpo que ela sente, reage, se expressa, encontra limites, cria vínculos e faz escolhas. Não como prisão, mas como interface. Um ponto de contato entre o que é sutil e o que se manifesta.
Quando há identificação excessiva com o corpo, geralmente não é por compreensão profunda do que ele é, mas por limitação e medo. Medo de desaparecer, de envelhecer, de adoecer, de perder valor. O corpo então passa a ser cultuado. Ele ocupa quase todo o campo da vida. A atenção gira em torno da aparência, das roupas, dos rituais de cuidado, das regras, das restrições, das decisões supostamente “saudáveis”, que muitas vezes não nascem de escuta real, mas de controle.
Nesse ponto, até o cuidado vira prisão. Comer algo fora da regra gera culpa. Relaxar vira ameaça. O prazer simples vira erro. A saúde deixa de ser equilíbrio e passa a ser vigilância constante. A pessoa não vive no corpo — ela administra o corpo como se fosse um projeto corporativo que nunca pode sair do planejamento estratégico. E, curiosamente, quase nunca está em paz.
Isso é diferente de desfrutar o corpo com naturalidade. Há uma diferença enorme entre cuidar e vigiar, entre presença e obsessão. O corpo sente essa diferença.
No outro extremo, estão aqueles que, por saberem que não são o corpo, acabam negligenciando completamente essa ferramenta. Ignoram sinais, desconsideram limites, empurram tudo para o campo do “isso é só matéria” ou “isso é ilusão”. Vivem como se o corpo fosse um carro alugado que pode ser devolvido batido no final da experiência. Até que ele cobra. Adoece, trava, colapsa. Não como punição, mas como chamado de atenção.
O corpo não pede culto nem abandono.
Ele pede presença.
Ele registra tudo o que não foi escutado: emoções empurradas para baixo, tensões acumuladas, tentativas constantes de controle, histórias repetidas pela mente. Ele não faz isso contra você. Ele faz por você.
Quando a consciência começa, de fato, a habitar o corpo, algo se reorganiza. A intuição fica mais clara. As emoções não precisam gritar. As decisões ficam mais simples, mais honestas, menos reativas. A espiritualidade deixa de ser discurso elevado e começa a aparecer no jeito de andar pela vida, nas escolhas pequenas, no respeito aos próprios ritmos.
Não é sobre fugir da matéria, nem sobre se perder nela.
É sobre operar conscientemente através do corpo, entendendo que ele não é o fim da consciência, mas o seu ponto de expressão aqui.
Quanto mais presença existe no corpo, menos prisão existe na identidade.
E quanto menos extremos, mais integração real acontece.
A vida comum vira o campo.
O corpo vira o instrumento.
E a consciência aprende a se reconhecer sem precisar negar nada.
Assê
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Durante muito tempo, muita gente acreditou que o corpo era um obstáculo para a espiritualidade. Algo que precisava ser domado, ignorado ou superado para que a consciência pudesse, finalmente, “se elevar”. Em outras linhas, aconteceu o oposto: o corpo virou centro absoluto, identidade, fonte de valor e de medo. Nenhum desses extremos dá conta do que realmente está acontecendo aqui.
O corpo não é quem você é.
Mas também não é um erro.
Ele é o meio pelo qual a consciência experimenta esta realidade específica. É através do corpo que ela sente, reage, se expressa, encontra limites, cria vínculos e faz escolhas. Não como prisão, mas como interface. Um ponto de contato entre o que é sutil e o que se manifesta.
Quando há identificação excessiva com o corpo, geralmente não é por compreensão profunda do que ele é, mas por limitação e medo. Medo de desaparecer, de envelhecer, de adoecer, de perder valor. O corpo então passa a ser cultuado. Ele ocupa quase todo o campo da vida. A atenção gira em torno da aparência, das roupas, dos rituais de cuidado, das regras, das restrições, das decisões supostamente “saudáveis”, que muitas vezes não nascem de escuta real, mas de controle.
Nesse ponto, até o cuidado vira prisão. Comer algo fora da regra gera culpa. Relaxar vira ameaça. O prazer simples vira erro. A saúde deixa de ser equilíbrio e passa a ser vigilância constante. A pessoa não vive no corpo — ela administra o corpo como se fosse um projeto corporativo que nunca pode sair do planejamento estratégico. E, curiosamente, quase nunca está em paz.
Isso é diferente de desfrutar o corpo com naturalidade. Há uma diferença enorme entre cuidar e vigiar, entre presença e obsessão. O corpo sente essa diferença.
No outro extremo, estão aqueles que, por saberem que não são o corpo, acabam negligenciando completamente essa ferramenta. Ignoram sinais, desconsideram limites, empurram tudo para o campo do “isso é só matéria” ou “isso é ilusão”. Vivem como se o corpo fosse um carro alugado que pode ser devolvido batido no final da experiência. Até que ele cobra. Adoece, trava, colapsa. Não como punição, mas como chamado de atenção.
O corpo não pede culto nem abandono.
Ele pede presença.
Ele registra tudo o que não foi escutado: emoções empurradas para baixo, tensões acumuladas, tentativas constantes de controle, histórias repetidas pela mente. Ele não faz isso contra você. Ele faz por você.
Quando a consciência começa, de fato, a habitar o corpo, algo se reorganiza. A intuição fica mais clara. As emoções não precisam gritar. As decisões ficam mais simples, mais honestas, menos reativas. A espiritualidade deixa de ser discurso elevado e começa a aparecer no jeito de andar pela vida, nas escolhas pequenas, no respeito aos próprios ritmos.
Não é sobre fugir da matéria, nem sobre se perder nela.
É sobre operar conscientemente através do corpo, entendendo que ele não é o fim da consciência, mas o seu ponto de expressão aqui.
Quanto mais presença existe no corpo, menos prisão existe na identidade.
E quanto menos extremos, mais integração real acontece.
A vida comum vira o campo.
O corpo vira o instrumento.
E a consciência aprende a se reconhecer sem precisar negar nada.
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A MENTE
Depois que a identificação com o corpo começa a ser questionada, algo comum acontece: muita gente apenas muda o endereço da identidade. Sai do corpo e vai para a mente. Mais especificamente, para a mente falante, tagarela, opinativa — esse fluxo de pensamentos que comenta tudo o tempo todo.
Mas isso também não resolve.
A mente que você escuta dentro da cabeça não é “a mente inteira”. Ela é só uma pequena camada superficial. Um recorte mínimo. A maior parte da mente é inconsciente, automática, condicionada, moldada por experiências, emoções não digeridas, crenças herdadas, memórias antigas e padrões repetitivos. E nem mesmo isso tudo, somado, representa quem você é.
A mente consciente — essa voz interna — é apenas um instrumento de tradução. Ela organiza, compara, interpreta, julga, planeja. É útil. Mas não é identidade.
Quando há identificação excessiva com a mente, a pessoa passa a viver dentro de narrativas. Tudo precisa ser explicado, analisado, justificado, antecipado. A vida vira um debate interno contínuo. Pensar vira sinônimo de existir. Silêncio vira ameaça.
Nesse ponto, a mente não está a serviço da consciência — a consciência está capturada pelo conteúdo mental.
A pessoa não vive a experiência. Ela comenta a experiência. Não sente o momento. Ela pensa sobre o momento. Não escuta a intuição. Ela discute com ela.
E, curiosamente, quanto mais se acredita ser a mente, menos liberdade real existe. Porque a mente condicionada funciona por repetição. Ela recicla o passado, projeta o futuro e quase nunca está, de fato, aqui.
No outro extremo, há quem tente “matar a mente”, negar o pensamento, travar qualquer análise, como se pensar fosse um erro espiritual. Isso também é desequilíbrio. A mente não é inimiga. Ela é uma ferramenta. O problema não é pensar — é se confundir com o pensamento.
Assim como o corpo, a mente não pede culto nem repressão. Ela pede clareza.
Quando a consciência percebe a mente como objeto de observação — e não como identidade — algo muda. Os pensamentos continuam surgindo, mas já não comandam tudo. Emoções são sentidas sem virar histórias intermináveis. Decisões ficam mais simples, menos ruidosas, menos defensivas.
A mente encontra seu lugar natural: servir. E não governar.
A consciência não está no corpo. Não está na mente. Ela opera através de ambos.
Quando isso é visto com lucidez, o pensamento perde o peso exagerado que carrega. Ele vira ferramenta, não prisão. O silêncio deixa de ser vazio e passa a ser espaço. E a identidade começa a se soltar de todos os lugares onde tentou se fixar.
Nem corpo. Nem mente. Mas presença consciente operando aqui, agora, com tudo isso.
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Depois que a identificação com o corpo começa a ser questionada, algo comum acontece: muita gente apenas muda o endereço da identidade. Sai do corpo e vai para a mente. Mais especificamente, para a mente falante, tagarela, opinativa — esse fluxo de pensamentos que comenta tudo o tempo todo.
Mas isso também não resolve.
A mente que você escuta dentro da cabeça não é “a mente inteira”. Ela é só uma pequena camada superficial. Um recorte mínimo. A maior parte da mente é inconsciente, automática, condicionada, moldada por experiências, emoções não digeridas, crenças herdadas, memórias antigas e padrões repetitivos. E nem mesmo isso tudo, somado, representa quem você é.
A mente consciente — essa voz interna — é apenas um instrumento de tradução. Ela organiza, compara, interpreta, julga, planeja. É útil. Mas não é identidade.
Quando há identificação excessiva com a mente, a pessoa passa a viver dentro de narrativas. Tudo precisa ser explicado, analisado, justificado, antecipado. A vida vira um debate interno contínuo. Pensar vira sinônimo de existir. Silêncio vira ameaça.
Nesse ponto, a mente não está a serviço da consciência — a consciência está capturada pelo conteúdo mental.
A pessoa não vive a experiência. Ela comenta a experiência. Não sente o momento. Ela pensa sobre o momento. Não escuta a intuição. Ela discute com ela.
E, curiosamente, quanto mais se acredita ser a mente, menos liberdade real existe. Porque a mente condicionada funciona por repetição. Ela recicla o passado, projeta o futuro e quase nunca está, de fato, aqui.
No outro extremo, há quem tente “matar a mente”, negar o pensamento, travar qualquer análise, como se pensar fosse um erro espiritual. Isso também é desequilíbrio. A mente não é inimiga. Ela é uma ferramenta. O problema não é pensar — é se confundir com o pensamento.
Assim como o corpo, a mente não pede culto nem repressão. Ela pede clareza.
Quando a consciência percebe a mente como objeto de observação — e não como identidade — algo muda. Os pensamentos continuam surgindo, mas já não comandam tudo. Emoções são sentidas sem virar histórias intermináveis. Decisões ficam mais simples, menos ruidosas, menos defensivas.
A mente encontra seu lugar natural: servir. E não governar.
A consciência não está no corpo. Não está na mente. Ela opera através de ambos.
Quando isso é visto com lucidez, o pensamento perde o peso exagerado que carrega. Ele vira ferramenta, não prisão. O silêncio deixa de ser vazio e passa a ser espaço. E a identidade começa a se soltar de todos os lugares onde tentou se fixar.
Nem corpo. Nem mente. Mas presença consciente operando aqui, agora, com tudo isso.
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Schumann Resonance Today – Power 10
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