Redação modelo UERJ do Karlos Danyel.
Tema CBMERJ/UERJ: A corrupção é algo inevitável nas estruturas de poder do Estado?
Tema CBMERJ/UERJ: A corrupção é algo inevitável nas estruturas de poder do Estado?
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Tema: A corrupção é algo inevitável nas estruturas de poder do Estado?
Nossos alienígenas
Costumamos olhar para casos de corrupção na esfera pública de forma indignada, nos perguntando o que leva um líder eleito pelo povo a fazer tal traição. Essa perspectiva pode parecer correta, porém quando analisamos de forma profunda, vemos que a mesma é a causa desse mal. Dessa forma, quando não se aceita que as atrocidades na política são um reflexo de uma sociedade doente, escândalos de desvirtuação continuarão assolando o Brasil.
Quando constatou-se o desvio de respiradores em um dos momentos mais críticos da pandemia no Rio de Janeiro, muitas pessoas ficaram chocadas com os crimes cometidos por integrantes do governo carioca. No entanto, no imaginário popular exite a crença subjetiva de que esses criminosos não fazem parte da mesma comunidade de todos. Ora, se a ciência ainda não constatou a existência de alienígenas, cabe a nós aceitarmos que, se as lideranças são corruptas, o problema está na sociedade.
Partindo dessa concepção, fica fácil perceber o quão danosa é a perspectiva de não atribuir a culpa aos lugares certos. Digo isso porque a única forma de curar uma doença é aceitar a causa da agrura, assumindo o compromisso de tratá-la. Logo, se não há aceitação nunca existirá pacto para uma melhora.
Por conseguinte, penso que a corrupção estará sempre no Estado, pois está enraizada na sociedade. O ponto de partida para sanar esse mal é declarar que todos temos culpa, mas exatamente como Hobbes concebeu, o ser humano é egoísta demais para isso. Portanto, não creio em uma melhora na política brasileira até que se prove que os alienígenas que estão lá não são nossos.
Nossos alienígenas
Costumamos olhar para casos de corrupção na esfera pública de forma indignada, nos perguntando o que leva um líder eleito pelo povo a fazer tal traição. Essa perspectiva pode parecer correta, porém quando analisamos de forma profunda, vemos que a mesma é a causa desse mal. Dessa forma, quando não se aceita que as atrocidades na política são um reflexo de uma sociedade doente, escândalos de desvirtuação continuarão assolando o Brasil.
Quando constatou-se o desvio de respiradores em um dos momentos mais críticos da pandemia no Rio de Janeiro, muitas pessoas ficaram chocadas com os crimes cometidos por integrantes do governo carioca. No entanto, no imaginário popular exite a crença subjetiva de que esses criminosos não fazem parte da mesma comunidade de todos. Ora, se a ciência ainda não constatou a existência de alienígenas, cabe a nós aceitarmos que, se as lideranças são corruptas, o problema está na sociedade.
Partindo dessa concepção, fica fácil perceber o quão danosa é a perspectiva de não atribuir a culpa aos lugares certos. Digo isso porque a única forma de curar uma doença é aceitar a causa da agrura, assumindo o compromisso de tratá-la. Logo, se não há aceitação nunca existirá pacto para uma melhora.
Por conseguinte, penso que a corrupção estará sempre no Estado, pois está enraizada na sociedade. O ponto de partida para sanar esse mal é declarar que todos temos culpa, mas exatamente como Hobbes concebeu, o ser humano é egoísta demais para isso. Portanto, não creio em uma melhora na política brasileira até que se prove que os alienígenas que estão lá não são nossos.
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PEQUENA MUDANÇA DE PLANOS: As lives serão às 19h.
Bastante gente veio me pedindo isso no privado e eu resolvi atender
Forwarded from Mateus Teixeira (Mateus Teixeira)
Meus queridos, fiz uma pequena meditação de natal
“Dois amores erigiram duas cidades, disse Santo Agostinho, Babilônia e Jerusalém: aquela é o amor de si até ao desprezo de Deus; esta, o amor de Deus até ao desprezo de si”
Eu te parafraseio, meu grande amigo celeste, para dizer que dois amores formaram duas festas, o Yule e o Natal: aquela, a festa do próprio umbigo, da preocupação mesquinha com muita comida e muitos presentes sem um sentido sequer; esta, a festa da Salvação Encarnada, do Deus Menino, do mais supremo ato de amor.
Sabe por quê eu tenho a mais plena convicção na minha fé católica? Sabe por que eu acredito 100% na existência de um Deus nos céus?
Porque nenhum ser humano seria capaz de imaginar algo tão grandioso, sublime, trágico e sobrenatural: um Deus que nasce. Um Deus que vem do ventre de uma virgem, numa gruta onde se abrigavam animais.
O Criador na forma de um pequeno bebê, frágil, precisando de cuidados; não porque precisasse desses cuidados para sobreviver, mas porque QUIS precisar desses cuidados. Desejou, livremente, experimentar cada parte do que é a nossa existência nesta terra e ser como nós, para fazer com que nós fôssemos um pouco mais como Ele.
Esse amor, o Amor Sublime, o Verbo Divino, Ele criou a sua festa, que se repete todos os anos. Os pais da Igreja nos ensinam que, a cada festa litúrgica, podemos ter descendo sobre nós as mesmas bençãos da festa original.
Isso significa que, no Natal, Deus mesmo está querendo fazer-se pequeno, menino, outra vez. Agora, não na gruta de Belém, mas na gruta do meu e do seu coração. Docilidade, beleza e esperança, mesmo no lugar mais inóspito.
Essa festa é o extremo oposto de outra, mais antiga e por isso mesmo mais persistente. Se Jerusalém e Babilônia são a antítese uma da outra, Natal e Yule também o são: Yule é a festa pagã do solstício do verão, que não comemora e revive o Amor Feito Homem, mas sim o homem que se ama acima de tudo.
No Yule, não comemoramos o amor, mas as compras. Não comemoramos a comunhão da humanidade e da Divindade; comemoramos o poder, a pujança, a sensualidade.
No Yule, não ensinamos às crianças que um dia Deus se fez como elas: mostramos uma figura idosa distribuidora de presentes. Em si, Papai Noel não é um problema; no entanto, no contexto de Yule, sendo ele a figura central, é uma figura bem reveladora: representa este mundo decrépito, gordo e distribuidor de mesquinharias que serão esquecidas em pouco tempo.
Um mundo que passa, caduco: eis o que os pagãos comemoram no Yule. Comemoram sua própria morte, sua própria destruição eterna, apegados a tudo o que passa.
Mas, para nós, cristãos, sobrevive a esperança: como odiar ou desacreditar, dizia Santa Teresinha, de um Deus que se fez um bebê indefeso?
Como não amar este Deus todo poderoso?
Como não dar a própria vida para Ele? Para honrá-lO, amá-lO e defendê-lO?
Um mundo que passa, mas um Deus que vive eternamente e decide voltar a cada ano para abençoar os que são seus, e renovar com eles a promessa da felicidade eterna: eis o que nós, cristãos, estamos comemorando hoje.
Que Deus nos guarde de viver como os pagãos, que comemoram o que não conhecem e vivem sem sentido! Que grande alegria saber de tudo isso e ter a certeza de que este Deus me ama!
Natal, comemoremos o Natal do Senhor. Que Deus abençoe a todos nesta noite feliz, e nos faça lembrar e repetir as palavras dos anjos:
“Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que será também a de todo o povo: hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor! E isto vos servirá de sinal: encontrareis um recém-nascido, envolto em faixas e deitado numa manjedoura”
Eu te parafraseio, meu grande amigo celeste, para dizer que dois amores formaram duas festas, o Yule e o Natal: aquela, a festa do próprio umbigo, da preocupação mesquinha com muita comida e muitos presentes sem um sentido sequer; esta, a festa da Salvação Encarnada, do Deus Menino, do mais supremo ato de amor.
Sabe por quê eu tenho a mais plena convicção na minha fé católica? Sabe por que eu acredito 100% na existência de um Deus nos céus?
Porque nenhum ser humano seria capaz de imaginar algo tão grandioso, sublime, trágico e sobrenatural: um Deus que nasce. Um Deus que vem do ventre de uma virgem, numa gruta onde se abrigavam animais.
O Criador na forma de um pequeno bebê, frágil, precisando de cuidados; não porque precisasse desses cuidados para sobreviver, mas porque QUIS precisar desses cuidados. Desejou, livremente, experimentar cada parte do que é a nossa existência nesta terra e ser como nós, para fazer com que nós fôssemos um pouco mais como Ele.
Esse amor, o Amor Sublime, o Verbo Divino, Ele criou a sua festa, que se repete todos os anos. Os pais da Igreja nos ensinam que, a cada festa litúrgica, podemos ter descendo sobre nós as mesmas bençãos da festa original.
Isso significa que, no Natal, Deus mesmo está querendo fazer-se pequeno, menino, outra vez. Agora, não na gruta de Belém, mas na gruta do meu e do seu coração. Docilidade, beleza e esperança, mesmo no lugar mais inóspito.
Essa festa é o extremo oposto de outra, mais antiga e por isso mesmo mais persistente. Se Jerusalém e Babilônia são a antítese uma da outra, Natal e Yule também o são: Yule é a festa pagã do solstício do verão, que não comemora e revive o Amor Feito Homem, mas sim o homem que se ama acima de tudo.
No Yule, não comemoramos o amor, mas as compras. Não comemoramos a comunhão da humanidade e da Divindade; comemoramos o poder, a pujança, a sensualidade.
No Yule, não ensinamos às crianças que um dia Deus se fez como elas: mostramos uma figura idosa distribuidora de presentes. Em si, Papai Noel não é um problema; no entanto, no contexto de Yule, sendo ele a figura central, é uma figura bem reveladora: representa este mundo decrépito, gordo e distribuidor de mesquinharias que serão esquecidas em pouco tempo.
Um mundo que passa, caduco: eis o que os pagãos comemoram no Yule. Comemoram sua própria morte, sua própria destruição eterna, apegados a tudo o que passa.
Mas, para nós, cristãos, sobrevive a esperança: como odiar ou desacreditar, dizia Santa Teresinha, de um Deus que se fez um bebê indefeso?
Como não amar este Deus todo poderoso?
Como não dar a própria vida para Ele? Para honrá-lO, amá-lO e defendê-lO?
Um mundo que passa, mas um Deus que vive eternamente e decide voltar a cada ano para abençoar os que são seus, e renovar com eles a promessa da felicidade eterna: eis o que nós, cristãos, estamos comemorando hoje.
Que Deus nos guarde de viver como os pagãos, que comemoram o que não conhecem e vivem sem sentido! Que grande alegria saber de tudo isso e ter a certeza de que este Deus me ama!
Natal, comemoremos o Natal do Senhor. Que Deus abençoe a todos nesta noite feliz, e nos faça lembrar e repetir as palavras dos anjos:
“Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que será também a de todo o povo: hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor! E isto vos servirá de sinal: encontrareis um recém-nascido, envolto em faixas e deitado numa manjedoura”