¿Puede Bitcoin reactivar una tendencia alcista? Señales clave del mercado
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#YTD 2025 | Cuando el hype choca con Bitcoin
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🇻🇪 #VENEZUELA | El presidente de Estados Unidos, Donald #Trump, anunció en la madrugada del 3 de enero la captura de Nicolás Maduro durante una operación militar en Venezuela, lo que generó un impacto inmediato en los mercados financieros del país.
📉 La noticia provocó una reacción instantánea en el #mercado #P2P de #USDT en Venezuela, el par VES/USDT llegó a escalar hasta los 941 bolívares por USDT. Actualmente se registran ofertas de compra entre 650 y 673 bolívares (VES) por USDT.
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Bitcoin al límite: consolidación técnica antes del próximo gran movimiento
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El auge de las stablecoins hacia $4 billones
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Bitcoin ante los $90.000: equilibrio sin convicción
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Forwarded from Ecio Costa
A dívida bruta chegou a R$ 10 trilhões no atual governo e atingiu 78,7% do PIB!
🗣️ De acordo com o Banco Central, em dezembro de 2024 o indicador estava em 76,3% do PIB. Isso representa um aumento de cerca de 7,0 p.p. desde o início do governo Lula, com crescimento nominal de R$ 2,79 trilhões. De um ano para cá, houve um aumento de 2,4 p.p., ou seja, apenas em 2025 a dívida cresceu nessa proporção.
📌 O principal fator por trás desse resultado foi a incorporação dos juros nominais. O crescimento do PIB contribuiu para reduzir esse movimento, assim como a valorização cambial, mas esses efeitos não foram suficientes para conter a expansão da dívida. Além disso, o déficit consolidado da União, dos estados, dos municípios e das estatais trouxe um aumento significativo do endividamento.
📊 Com isso, o déficit nominal ficou em R$ 1,06 trilhão em 2025, o equivalente a 8,34% do PIB. No ano anterior, o saldo negativo havia sido de R$ 998 bilhões, ou 8,47% do PIB. O gasto com juros da dívida, sozinho, foi de R$ 1 trilhão em 2025, acima dos R$ 950,4 bilhões registrados em 2024. Mesmo com o superávit de R$ 6,3 bilhões em dezembro, esse resultado não foi suficiente para compensar o déficit primário acumulado de R$ 55 bilhões em 2025.
📑 Esse quadro reforça a tendência de aumento do endividamento e da relação dívida/PIB, influenciada tanto pelo déficit primário quanto pelo déficit nominal, que inclui a incorporação dos juros pagos para a rolagem e manutenção da dívida. O resultado preocupa diante da perspectiva de 2026, um ano eleitoral, com provável déficit fiscal, o que pode empurrar a relação dívida/PIB para patamares próximos de 80%. Isso tende a gerar custos elevados nos anos seguintes e para as gerações futuras, caso não haja um ajuste fiscal a partir de 2027, com maior responsabilidade fiscal e retomada de superávits primários para conter a escalada da dívida.
⁉️ Você acha que haverá um ajuste ainda em 2026? Ou somente em 2027?
🎧 Ouça minha coluna e saiba mais!
https://open.spotify.com/episode/66KNkfJGBDDgm01Apploe9?si=3d34bd1e9b6f4756
Fonte: @poder360
📷: @eciocosta
Apoio: @cedesconsultoriaeplanejamento
#EcioCosta #EconomiaeNegócios #empresas #mercado #política #negócios
🗣️ De acordo com o Banco Central, em dezembro de 2024 o indicador estava em 76,3% do PIB. Isso representa um aumento de cerca de 7,0 p.p. desde o início do governo Lula, com crescimento nominal de R$ 2,79 trilhões. De um ano para cá, houve um aumento de 2,4 p.p., ou seja, apenas em 2025 a dívida cresceu nessa proporção.
📌 O principal fator por trás desse resultado foi a incorporação dos juros nominais. O crescimento do PIB contribuiu para reduzir esse movimento, assim como a valorização cambial, mas esses efeitos não foram suficientes para conter a expansão da dívida. Além disso, o déficit consolidado da União, dos estados, dos municípios e das estatais trouxe um aumento significativo do endividamento.
📊 Com isso, o déficit nominal ficou em R$ 1,06 trilhão em 2025, o equivalente a 8,34% do PIB. No ano anterior, o saldo negativo havia sido de R$ 998 bilhões, ou 8,47% do PIB. O gasto com juros da dívida, sozinho, foi de R$ 1 trilhão em 2025, acima dos R$ 950,4 bilhões registrados em 2024. Mesmo com o superávit de R$ 6,3 bilhões em dezembro, esse resultado não foi suficiente para compensar o déficit primário acumulado de R$ 55 bilhões em 2025.
📑 Esse quadro reforça a tendência de aumento do endividamento e da relação dívida/PIB, influenciada tanto pelo déficit primário quanto pelo déficit nominal, que inclui a incorporação dos juros pagos para a rolagem e manutenção da dívida. O resultado preocupa diante da perspectiva de 2026, um ano eleitoral, com provável déficit fiscal, o que pode empurrar a relação dívida/PIB para patamares próximos de 80%. Isso tende a gerar custos elevados nos anos seguintes e para as gerações futuras, caso não haja um ajuste fiscal a partir de 2027, com maior responsabilidade fiscal e retomada de superávits primários para conter a escalada da dívida.
⁉️ Você acha que haverá um ajuste ainda em 2026? Ou somente em 2027?
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A dívida bruta chegou a R$ 10 trilhões no atual governo e atingiu 78,7% do PIB!
Ecio Costa - Economia e Negócios · Episode
Forwarded from Ecio Costa
📌 O alcance do programa não fica só nas famílias. Micro e pequenas empresas também entram com mudanças que ampliam as condições de crédito. No caso do Procred, voltado para negócios com faturamento anual de até R$ 360 mil, há uma flexibilização: o prazo de carência dobra, passando de até 12 para 24 meses, o tempo total para pagamento sobe de 72 para 96 meses, e a tolerância para atraso antes de travar o acesso a novos créditos aumenta de 14 para 90 dias. Além disso, o valor que a empresa pode tomar sobe de 30% para 50% do faturamento, com o teto indo de R$ 150 mil para R$ 180 mil e, no caso de empresas lideradas por mulheres, esse limite pode chegar a 60% do faturamento.
📢 Já no Pronampe, que atende empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano, a lógica é parecida, mas em escala maior. A carência também passa para até 24 meses, o prazo total de pagamento vai para até 96 meses, e a tolerância para atrasos sobe para 90 dias. O valor máximo de crédito dobra, saindo de R$ 250 mil para R$ 500 mil, mas com a política de juros atual do programa.
‼️ No fim das contas, o desenho deixa claro que a ideia não é só aliviar o endividamento, mas também tentar reativar o fluxo de crédito para as famílias e pequenos negócios, em pleno ano eleitoral, com o objetivo de fomentar consumo e atividade econômica. As consequências dessas renegociações são a sensação cada vez mais clara de que o bom pagador sempre é penalizado, pois vale a pena não honrar com seus compromissos, já que sempre haverá um novo programa de renegociação das dívidas, deixando o crédito caro para todos e ainda trazendo dificuldades para o Banco Central conduzir sua política monetária.
⁉️ Você acha que o programa irá trazer ainda mais inflação em pleno ano eleitoral?
🎧 Ouça minha coluna e saiba mais!
https://open.spotify.com/episode/6R9ESsHoy6kOzswhP18zyf?si=1042f94a2c594300
Fonte: @poder360
📷: @eciocosta
Apoio: @cedesconsultoriaeplanejamento
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📢 Já no Pronampe, que atende empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano, a lógica é parecida, mas em escala maior. A carência também passa para até 24 meses, o prazo total de pagamento vai para até 96 meses, e a tolerância para atrasos sobe para 90 dias. O valor máximo de crédito dobra, saindo de R$ 250 mil para R$ 500 mil, mas com a política de juros atual do programa.
‼️ No fim das contas, o desenho deixa claro que a ideia não é só aliviar o endividamento, mas também tentar reativar o fluxo de crédito para as famílias e pequenos negócios, em pleno ano eleitoral, com o objetivo de fomentar consumo e atividade econômica. As consequências dessas renegociações são a sensação cada vez mais clara de que o bom pagador sempre é penalizado, pois vale a pena não honrar com seus compromissos, já que sempre haverá um novo programa de renegociação das dívidas, deixando o crédito caro para todos e ainda trazendo dificuldades para o Banco Central conduzir sua política monetária.
⁉️ Você acha que o programa irá trazer ainda mais inflação em pleno ano eleitoral?
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Desenrola 2.0 não ajudará a população como se espera
Ecio Costa - Economia e Negócios · Episode