Apalancamiento extremo: el nuevo riesgo sistémico del mercado cripto
#Analise #Gráfico #Noticias #apalancamiento_cripto #mercado_de_Bitcoin #riesgo_sistémico
via BitcoinyCriptos
#Analise #Gráfico #Noticias #apalancamiento_cripto #mercado_de_Bitcoin #riesgo_sistémico
via BitcoinyCriptos
¿Puede Bitcoin reactivar una tendencia alcista? Señales clave del mercado
#Analise #Gráfico #Análisis #bitcoin #liquidez_de_stablecoins #mercado_cripto
via BitcoinyCriptos
#Analise #Gráfico #Análisis #bitcoin #liquidez_de_stablecoins #mercado_cripto
via BitcoinyCriptos
#YTD 2025 | Cuando el hype choca con Bitcoin
#Analise #Análisis #mercado #Predicciones
via BitcoinyCriptos
#Analise #Análisis #mercado #Predicciones
via BitcoinyCriptos
🇻🇪 #VENEZUELA | El presidente de Estados Unidos, Donald #Trump, anunció en la madrugada del 3 de enero la captura de Nicolás Maduro durante una operación militar en Venezuela, lo que generó un impacto inmediato en los mercados financieros del país.
📉 La noticia provocó una reacción instantánea en el #mercado #P2P de #USDT en Venezuela, el par VES/USDT llegó a escalar hasta los 941 bolívares por USDT. Actualmente se registran ofertas de compra entre 650 y 673 bolívares (VES) por USDT.
Más información 👈
📉 La noticia provocó una reacción instantánea en el #mercado #P2P de #USDT en Venezuela, el par VES/USDT llegó a escalar hasta los 941 bolívares por USDT. Actualmente se registran ofertas de compra entre 650 y 673 bolívares (VES) por USDT.
Más información 👈
Bitcoin al límite: consolidación técnica antes del próximo gran movimiento
#Analise #Gráfico #Noticias #análisis_técnico_bitcoin #mercado_cripto #precio_de_Bitcoin
via BitcoinyCriptos
#Analise #Gráfico #Noticias #análisis_técnico_bitcoin #mercado_cripto #precio_de_Bitcoin
via BitcoinyCriptos
El auge de las stablecoins hacia $4 billones
#Analise #Gráfico #Stablecoins #adopción_de_stablecoins #infraestructura_financiera_digital #mercado_de_stablecoins
via BitcoinyCriptos
#Analise #Gráfico #Stablecoins #adopción_de_stablecoins #infraestructura_financiera_digital #mercado_de_stablecoins
via BitcoinyCriptos
Bitcoin ante los $90.000: equilibrio sin convicción
#Analise #Gráfico #Análisis #análisis_técnico_bitcoin #mercado_cripto #precio_de_Bitcoin
via BitcoinyCriptos
#Analise #Gráfico #Análisis #análisis_técnico_bitcoin #mercado_cripto #precio_de_Bitcoin
via BitcoinyCriptos
Forwarded from Ecio Costa
A dívida bruta chegou a R$ 10 trilhões no atual governo e atingiu 78,7% do PIB!
🗣️ De acordo com o Banco Central, em dezembro de 2024 o indicador estava em 76,3% do PIB. Isso representa um aumento de cerca de 7,0 p.p. desde o início do governo Lula, com crescimento nominal de R$ 2,79 trilhões. De um ano para cá, houve um aumento de 2,4 p.p., ou seja, apenas em 2025 a dívida cresceu nessa proporção.
📌 O principal fator por trás desse resultado foi a incorporação dos juros nominais. O crescimento do PIB contribuiu para reduzir esse movimento, assim como a valorização cambial, mas esses efeitos não foram suficientes para conter a expansão da dívida. Além disso, o déficit consolidado da União, dos estados, dos municípios e das estatais trouxe um aumento significativo do endividamento.
📊 Com isso, o déficit nominal ficou em R$ 1,06 trilhão em 2025, o equivalente a 8,34% do PIB. No ano anterior, o saldo negativo havia sido de R$ 998 bilhões, ou 8,47% do PIB. O gasto com juros da dívida, sozinho, foi de R$ 1 trilhão em 2025, acima dos R$ 950,4 bilhões registrados em 2024. Mesmo com o superávit de R$ 6,3 bilhões em dezembro, esse resultado não foi suficiente para compensar o déficit primário acumulado de R$ 55 bilhões em 2025.
📑 Esse quadro reforça a tendência de aumento do endividamento e da relação dívida/PIB, influenciada tanto pelo déficit primário quanto pelo déficit nominal, que inclui a incorporação dos juros pagos para a rolagem e manutenção da dívida. O resultado preocupa diante da perspectiva de 2026, um ano eleitoral, com provável déficit fiscal, o que pode empurrar a relação dívida/PIB para patamares próximos de 80%. Isso tende a gerar custos elevados nos anos seguintes e para as gerações futuras, caso não haja um ajuste fiscal a partir de 2027, com maior responsabilidade fiscal e retomada de superávits primários para conter a escalada da dívida.
⁉️ Você acha que haverá um ajuste ainda em 2026? Ou somente em 2027?
🎧 Ouça minha coluna e saiba mais!
https://open.spotify.com/episode/66KNkfJGBDDgm01Apploe9?si=3d34bd1e9b6f4756
Fonte: @poder360
📷: @eciocosta
Apoio: @cedesconsultoriaeplanejamento
#EcioCosta #EconomiaeNegócios #empresas #mercado #política #negócios
🗣️ De acordo com o Banco Central, em dezembro de 2024 o indicador estava em 76,3% do PIB. Isso representa um aumento de cerca de 7,0 p.p. desde o início do governo Lula, com crescimento nominal de R$ 2,79 trilhões. De um ano para cá, houve um aumento de 2,4 p.p., ou seja, apenas em 2025 a dívida cresceu nessa proporção.
📌 O principal fator por trás desse resultado foi a incorporação dos juros nominais. O crescimento do PIB contribuiu para reduzir esse movimento, assim como a valorização cambial, mas esses efeitos não foram suficientes para conter a expansão da dívida. Além disso, o déficit consolidado da União, dos estados, dos municípios e das estatais trouxe um aumento significativo do endividamento.
📊 Com isso, o déficit nominal ficou em R$ 1,06 trilhão em 2025, o equivalente a 8,34% do PIB. No ano anterior, o saldo negativo havia sido de R$ 998 bilhões, ou 8,47% do PIB. O gasto com juros da dívida, sozinho, foi de R$ 1 trilhão em 2025, acima dos R$ 950,4 bilhões registrados em 2024. Mesmo com o superávit de R$ 6,3 bilhões em dezembro, esse resultado não foi suficiente para compensar o déficit primário acumulado de R$ 55 bilhões em 2025.
📑 Esse quadro reforça a tendência de aumento do endividamento e da relação dívida/PIB, influenciada tanto pelo déficit primário quanto pelo déficit nominal, que inclui a incorporação dos juros pagos para a rolagem e manutenção da dívida. O resultado preocupa diante da perspectiva de 2026, um ano eleitoral, com provável déficit fiscal, o que pode empurrar a relação dívida/PIB para patamares próximos de 80%. Isso tende a gerar custos elevados nos anos seguintes e para as gerações futuras, caso não haja um ajuste fiscal a partir de 2027, com maior responsabilidade fiscal e retomada de superávits primários para conter a escalada da dívida.
⁉️ Você acha que haverá um ajuste ainda em 2026? Ou somente em 2027?
🎧 Ouça minha coluna e saiba mais!
https://open.spotify.com/episode/66KNkfJGBDDgm01Apploe9?si=3d34bd1e9b6f4756
Fonte: @poder360
📷: @eciocosta
Apoio: @cedesconsultoriaeplanejamento
#EcioCosta #EconomiaeNegócios #empresas #mercado #política #negócios
Spotify
A dívida bruta chegou a R$ 10 trilhões no atual governo e atingiu 78,7% do PIB!
Ecio Costa - Economia e Negócios · Episode