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O exercício físico é extremamente benéfico para a saúde. Melhora a aptidão cardiovascular, a saúde metabólica, a saúde mental, o bem‑estar, regula o humor e reduz o risco de diversas doenças crônicas.

No entanto, quando o objetivo específico é perda de peso corporal, o efeito do exercício isolado é frequentemente superestimado.

A ideia tradicional de que seria necessário um déficit fixo de aproximadamente 7.000–7.700 kcal para perder 1 kg de gordura baseia‑se em um modelo linear simplificado, que não leva em conta adaptações fisiológicas, como redução do gasto energético, aumento da eficiência metabólica e respostas compensatórias no apetite. Esse modelo já foi demonstrado como inadequado para prever a perda de peso real ao longo do tempo, e os bonobos binários que esbravejam reduzir ingestão e aumentar a queima acreditam fielmente nisso.

Em ensaios clínicos randomizados de média e longa duração (≥ 6 meses), a perda de peso observada com exercício frequentemente corresponde a apenas uma fração do valor previsto pelos cálculos calóricos. Em diversos estudos, a perda real ficou próxima de 30% ou menos do peso estimado.

Em um estudo controlado, participantes aumentaram a frequência de exercícios para cinco sessões semanais, com gasto aproximado de 600 kcal por sessão. Após cerca de 10 meses, o grupo que se exercitou perdeu, em média, 4,5 kg a mais do que o grupo controle sedentário. No entanto, de acordo com o cálculo clássico baseado no déficit calórico acumulado, a perda esperada seria de aproximadamente 16 kg, evidenciando uma discrepância substancial entre o peso previsto e o peso efetivamente perdido.

Estudos randomizados de longo prazo mostram que o exercício isolado produz perda de peso pequena ou nula em média, apesar de melhorar significativamente diversos marcadores de saúde. Em um estudo dinamarquês, indivíduos previamente sedentários foram treinados para correr uma maratona. Ao final da intervenção, os homens apresentaram uma perda média de 2,3 kg de gordura corporal, enquanto as mulheres não apresentaram perda significativa de peso, apesar do alto volume de exercício.

Esses resultados são explicados por mecanismos fisiológicos compensatórios. O aumento do gasto energético induzido pelo exercício frequentemente leva a um aumento espontâneo da ingestão calórica e/ou a uma redução do gasto energético fora do exercício (NEAT). A ingestão energética e o gasto energético estão intimamente acoplados por mecanismos homeostáticos.

Reduzir a ingestão calórica reduz o gasto energético; aumentar o gasto energético aumenta a pressão fisiológica por maior ingestão. Essas respostas não são uma falha moral ou falta de disciplina, mas sim adaptações biológicas inatas. A longo prazo, é praticamente impossível ir contra esses mecanismos.
O selênio é um nutriente antiestrogênico.

O oligoelemento encontrado no fígado bovino, coração, gema de ovo, castanha-do-pará e carne vermelha:

• Inibe o crescimento do câncer impulsionado pelo estrogênio
• Diminui o receptor primário de estrogênio
• Pode suprimir a aromatase (conversão de andrógenos em estrogênios)

Parte do seu efeito anticancerígeno foi observado em diversos estudos.
Max Keiser

When you print trillions to bail out #banks you get all time highs: It’s called #inflation.

List of top 50 #commodities at or near ATH:

1. Gold — At new all-time highs ($4,666–$4,676/oz, repeated records in 2026).
2. Silver — At/hitting records ($94/oz, blistering surge, +207% YoY).
3. Copper — At/very near all-time highs ($5.92/lb or $13,000+/tonne equivalent, new records noted).
4. Platinum — At/near records ($2,380/oz, strong gains).
5. Tin — Hitting records/multi-decade highs (blistering rally, +30% early 2026 in some metrics).
6. Palladium — Strength near recent peaks, catching up in PGMs.
7. Rhodium — Elevated within range of highs.
8. Cobalt — Strong, near peaks ($56,290/tonne, exceptional YoY).
9. Lithium — Rallying, near recent highs (151,000 CNY/tonne).
10. Nickel — Proximity to strength ($18,150/tonne, solid monthly +19%).
11. Uranium — Near highs ($85.25/lb, nuclear/energy support).
12. Aluminum — Resilient/elevated ($3,164/tonne).
13. Zinc — Gains, within range ($3,232/tonne).
14. Lead — Recent strength (~$2,061/tonne).
15. Neodymium (rare earth) — Elevated near highs (822,500 CNY/tonne).
16. Indium — Strong surge, near peaks (3,700 CNY/kg, monthly +45%).
17. Sulfur — Significant rise (4,040 CNY/tonne).
18. Coking Coal — Near highs ($243.50/tonne).
19. Gallium — Elevated in rare earths/industrials.
20. Iron Ore — Resilient supported levels.
21. Live Cattle — Strong performance.
22. Feeder Cattle — Notable gains.
23. Orange Juice — Monthly strength ($208.50/lb, +23%).
24. Cocoa — Elevated with gains.
25. Lumber — Upside ($609/1000 board feet, weekly strength).
26. Canola — Monthly gains.
27. Sunflower Oil — Yearly strength.
28. Natural Gas (select benchmarks) — Spikes/regional/volatile strength (daily +18%).
29. Heating Oil — Strong weekly/monthly gains.
30. Electricity (select European benchmarks) — Sharp rises.
31. EU Carbon Permits — Consistent gains.
32. Soybean Oil — Notable subsector strength.
33. Soybeans — Supported gains in ag.
34. Coffee (select) — Volatile upside.
35. Cotton — Momentum in softs.
36. Sugar — Potential in volatile softs.
37. Rice — Weekly/monthly gains.
38. Wheat — Some recovery.
39. Corn — Stabilizing with ag complex.
40. Lean Hogs — Recent bounces.
41. Nuclear Energy Index — Strong monthly/YTD (+28%).
42. Wind Energy Index — Gains in renewables.
43. Germanium — Some elevation.
44. Manganese — Modest weekly/monthly upside.
45. Certain PGMs/Industrial Metals group — Broader rally (e.g., extensions in battery/rare earths).
46. Certain Battery Metals group (e.g., praseodymium extensions).
47. Soybean Meal — Supported in ag.
48. Certain Softs (group momentum, e.g., select beverages/grains).
49. Select Livestock (broader strength in proteins).
50. Certain Energy Transition Proxies (e.g., renewables-linked indices). https://xcancel.com/WhiteHouse/status/2012902809075609616#m