*🆘 HOJE TEM LIVE ÀS 19:00H*
*Tudo o que você precisa saber sobre autoestima e recuperação*
https://youtube.com/live/vNoiUWbWXWI
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YouTube
Tudo o que você precisa saber sobre autoestima e recuperação
Pessoal, na Academia SOS temos aulas sobre dependências químicas, cursos de capacitação, codependência, prevenção da recaída, programação neurolinguística, comportamento, motivação, saúde mental e até biblioteca digital. O objetivo é obter conhecimento prático…
*CUIDADO! A ESPIRITUALIDADE TAMBÉM PODE TE ADOECER*
Buscar paz virou moda, mas também virou vício!
Ser uma pessoa espiritualizada virou sinal de status!
Você corre atrás de técnicas, retiros e gurus sem parar.
Mas a espiritualidade sem raízes crie ansiedade espiritual.
Você não aceita ser humano: precisa ser iluminado!
Isso adoece, porque ninguém sustenta esse disfarce por muito tempo.
Querer ser “elevado” é só mais uma forma de ego.
A verdadeira prática não tira a sua humanidade, ela a revela.
Ser espiritual não é acumular experiências, é viver o simples.
Quem busca demais nunca encontra o que já estava dentro!
Rodrigo Longo – SOS Sobriedade
Buscar paz virou moda, mas também virou vício!
Ser uma pessoa espiritualizada virou sinal de status!
Você corre atrás de técnicas, retiros e gurus sem parar.
Mas a espiritualidade sem raízes crie ansiedade espiritual.
Você não aceita ser humano: precisa ser iluminado!
Isso adoece, porque ninguém sustenta esse disfarce por muito tempo.
Querer ser “elevado” é só mais uma forma de ego.
A verdadeira prática não tira a sua humanidade, ela a revela.
Ser espiritual não é acumular experiências, é viver o simples.
Quem busca demais nunca encontra o que já estava dentro!
Rodrigo Longo – SOS Sobriedade
*"É UMA DOENÇA INCURÁVEL, MAS NÃO PODE RECAIR"*
*Se falam que a dependência é uma doença incurável, por que a recaída é tão severamente criticada e não tolerada?*
Por um lado, ouvimos frequentemente que a dependência química é uma doença crônica e incurável, similar a diabetes ou hipertensão. Essa visão médica e científica traz consigo o entendimento de que:
- O cérebro do dependente sofre alterações estruturais e funcionais;
- Há predisposição genética e ambiental;
- Não há cura definitiva, apenas controle contínuo da condição.
Por isso, alguns especialistas afirmam que a pessoa com dependência química nunca será “curada” no sentido tradicional, mas sim em remissão — ou seja, está controlando sua condição sem uso de substâncias.
No entanto, por outro lado, muitas pessoas (e até ambientes terapêuticos) não aceitam ou punem a recaída como se fosse um fracasso pessoal ou um sinal de fraqueza. Isso cria uma contradição cruel:
*“Você tem uma doença que tende a voltar, mas se voltar, você é fraco, falhou ou não quis mudar.”*
*Por que essa contradição é problemática?*
*Reforça o estigma:* A recaída é tratada como uma escolha moral errada, e não como parte do processo da doença.
*Culpa e vergonha:* A pessoa que recai pode sentir-se culpada, o que dificulta ainda mais a busca por ajuda novamente.
*Exclusão social e terapêutica:* Muitos programas excluem quem recai, como forma de punir a pessoa após uma falha.
*Falta de compreensão real da cronicidade:* Se a doença é crônica, recaídas fazem parte do quadro clínico, assim como crises em outras doenças.
*Comparação com outras doenças*
Para ilustrar a incoerência, podemos comparar com outras doenças crônicas:
-Um diabético que esquece de tomar insulina e entra em crise não é expulso do sistema de saúde nem chamado de irresponsável.
- Uma pessoa com hipertensão que come sal demais e tem pressão alta não é considerada "fracassada".
- No entanto, alguém com dependência química que usa drogas novamente é frequentemente tratado como se tivesse traído a confiança ou faltado com o compromisso.
Isso mostra que ainda falta maturidade social e profissional para lidar com a dependência química com a mesma seriedade clínica que outras doenças.
*O caminho correto:* abordagem compassiva e baseada em evidências
A recaída deve ser vista como um sinal de alerta, não como fracasso. É uma oportunidade para:
- Reavaliar o plano de tratamento;
- Identificar gatilhos ou lacunas no suporte oferecido;
- Oferecer acolhimento, não julgamento;
- Reforçar a importância do acompanhamento contínuo.
A ideia de que a dependência química é uma doença incurável, mas que não permite recaídas, é uma contradição que reflete medos, preconceitos e uma compreensão parcial da natureza dessa condição. Tratar a recaída com compaixão e perspectiva clínica é essencial para garantir que as pessoas continuem buscando ajuda e tenham chance real de manter a remissão ao longo do tempo.
Em resumo, se reconhecemos que é uma doença crônica ou “incurável”, precisamos também reconhecer que recaídas podem acontecer — e fazer parte do cuidado é ajudar a pessoa a levantar de novo, e não condená-la por cair.
*Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade*
*Se falam que a dependência é uma doença incurável, por que a recaída é tão severamente criticada e não tolerada?*
Por um lado, ouvimos frequentemente que a dependência química é uma doença crônica e incurável, similar a diabetes ou hipertensão. Essa visão médica e científica traz consigo o entendimento de que:
- O cérebro do dependente sofre alterações estruturais e funcionais;
- Há predisposição genética e ambiental;
- Não há cura definitiva, apenas controle contínuo da condição.
Por isso, alguns especialistas afirmam que a pessoa com dependência química nunca será “curada” no sentido tradicional, mas sim em remissão — ou seja, está controlando sua condição sem uso de substâncias.
No entanto, por outro lado, muitas pessoas (e até ambientes terapêuticos) não aceitam ou punem a recaída como se fosse um fracasso pessoal ou um sinal de fraqueza. Isso cria uma contradição cruel:
*“Você tem uma doença que tende a voltar, mas se voltar, você é fraco, falhou ou não quis mudar.”*
*Por que essa contradição é problemática?*
*Reforça o estigma:* A recaída é tratada como uma escolha moral errada, e não como parte do processo da doença.
*Culpa e vergonha:* A pessoa que recai pode sentir-se culpada, o que dificulta ainda mais a busca por ajuda novamente.
*Exclusão social e terapêutica:* Muitos programas excluem quem recai, como forma de punir a pessoa após uma falha.
*Falta de compreensão real da cronicidade:* Se a doença é crônica, recaídas fazem parte do quadro clínico, assim como crises em outras doenças.
*Comparação com outras doenças*
Para ilustrar a incoerência, podemos comparar com outras doenças crônicas:
-Um diabético que esquece de tomar insulina e entra em crise não é expulso do sistema de saúde nem chamado de irresponsável.
- Uma pessoa com hipertensão que come sal demais e tem pressão alta não é considerada "fracassada".
- No entanto, alguém com dependência química que usa drogas novamente é frequentemente tratado como se tivesse traído a confiança ou faltado com o compromisso.
Isso mostra que ainda falta maturidade social e profissional para lidar com a dependência química com a mesma seriedade clínica que outras doenças.
*O caminho correto:* abordagem compassiva e baseada em evidências
A recaída deve ser vista como um sinal de alerta, não como fracasso. É uma oportunidade para:
- Reavaliar o plano de tratamento;
- Identificar gatilhos ou lacunas no suporte oferecido;
- Oferecer acolhimento, não julgamento;
- Reforçar a importância do acompanhamento contínuo.
A ideia de que a dependência química é uma doença incurável, mas que não permite recaídas, é uma contradição que reflete medos, preconceitos e uma compreensão parcial da natureza dessa condição. Tratar a recaída com compaixão e perspectiva clínica é essencial para garantir que as pessoas continuem buscando ajuda e tenham chance real de manter a remissão ao longo do tempo.
Em resumo, se reconhecemos que é uma doença crônica ou “incurável”, precisamos também reconhecer que recaídas podem acontecer — e fazer parte do cuidado é ajudar a pessoa a levantar de novo, e não condená-la por cair.
*Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade*
*A SUA INTOLERÂNCIA COM RECAÍDAS REVELA A NEGAÇÃO DA REALIDADE!*
Não é só a droga que faz você fugir da realidade. Negar o processo de altos e baixos e das recaídas também é uma forma de fugir da realidade da vida: VOCÊ NÃO VAI DECIDIR PARAR E PRONTO, ACABOU, FELIZES PARA SEMPRE! A MUDANÇA NÃO É LINEAR!
As promessas do “nunca mais uso essa porcaria” é só um discurso ensaiado que convence e seduz você e seus familiares, que também estão entorpecidos pela negação e pela expectativa fantasiosa de haver uma mudança linear e sem erros e tropeços.
Entenda que a mudança não é linear, porque se você não entender isso, a sua recuperação é só discurso vazio e clichê: de que só recai quem não se esforça, de que é coisa de gente fraca, de que recaiu porque não admitiu a doença, etc.
NÃO É PASSAR PANO PRA RECAÍDA, É PARAR DE JULGAR E OLHAR DE FRENTE PRA REALIDADE!
O que causou e por que aconteceu? Rotinas, vínculos, contextos, promessas que fazemos e não conseguimos sustentar.
Moralizar é mais fácil porque fecha a conversa em “certo ou errado”. Analisar, ao contrário, exige pensar. E pensar dá trabalho!
Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade
Não é só a droga que faz você fugir da realidade. Negar o processo de altos e baixos e das recaídas também é uma forma de fugir da realidade da vida: VOCÊ NÃO VAI DECIDIR PARAR E PRONTO, ACABOU, FELIZES PARA SEMPRE! A MUDANÇA NÃO É LINEAR!
As promessas do “nunca mais uso essa porcaria” é só um discurso ensaiado que convence e seduz você e seus familiares, que também estão entorpecidos pela negação e pela expectativa fantasiosa de haver uma mudança linear e sem erros e tropeços.
Entenda que a mudança não é linear, porque se você não entender isso, a sua recuperação é só discurso vazio e clichê: de que só recai quem não se esforça, de que é coisa de gente fraca, de que recaiu porque não admitiu a doença, etc.
NÃO É PASSAR PANO PRA RECAÍDA, É PARAR DE JULGAR E OLHAR DE FRENTE PRA REALIDADE!
O que causou e por que aconteceu? Rotinas, vínculos, contextos, promessas que fazemos e não conseguimos sustentar.
Moralizar é mais fácil porque fecha a conversa em “certo ou errado”. Analisar, ao contrário, exige pensar. E pensar dá trabalho!
Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade
*🆘ESTAMOS AO VIVO*
*Como lidar com os pensamentos negativos que sabotam a recuperação*
https://youtube.com/live/C5L6o78JDd8
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Como lidar com os pensamentos negativos que sabotam a recuperação
Pessoal, na Academia SOS temos aulas sobre dependências químicas, cursos de capacitação, codependência, prevenção da recaída, programação neurolinguística, comportamento, motivação, saúde mental e até biblioteca digital. O objetivo é obter conhecimento prático…
*🆘 HOJE TEM LIVE ÀS 19:00H*
*Como cuidar da saúde emocional na recuperação*
https://youtube.com/live/wjOHpb5UHz0
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Como cuidar da saúde emocional na recuperação
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🆘 HOJE TEM LIVE ÀS 19:00H
Como cuidar da saúde emocional na recuperação
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Como cuidar da saúde emocional na recuperação
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Como cuidar da saúde emocional na recuperação
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*EGOCENTRISMO*
*A mente acredita que tudo gira em torno de você: as palavras dos outros, os acontecimentos, os olhares.*
Essa visão egocêntrica é a raiz de mágoa, raiva e ressentimento.
A verdade é que a maioria das pessoas está ocupada demais com sua própria dor para viver pensando em você.
Não é pessoal.
O mundo não gira ao redor da sua importância. Reconhecer isso é libertador.
Você sofre menos porque percebe que não é alvo de tudo.
É apenas parte de um fluxo maior.
*LIÇÃO DO DIA: Você não é o centro, é só um ponto no todo. Quando reconhece isso, o peso da vida fica mais leve. As críticas já não parecem ataques, os silêncios não soam rejeições e os acontecimentos deixam de parecer conspirações contra você. Tudo flui como parte de um rio maior, onde cada gota é importante, mas nenhuma é o centro. Ao aceitar que você é apenas uma entre tantas existências, nasce a humildade, a paz e a liberdade de viver sem carregar o mundo nos ombros.*
Você sofre porque acredita que tudo gira ao seu redor, mas a verdade é que ninguém pensa tanto em você.
Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade
*A mente acredita que tudo gira em torno de você: as palavras dos outros, os acontecimentos, os olhares.*
Essa visão egocêntrica é a raiz de mágoa, raiva e ressentimento.
A verdade é que a maioria das pessoas está ocupada demais com sua própria dor para viver pensando em você.
Não é pessoal.
O mundo não gira ao redor da sua importância. Reconhecer isso é libertador.
Você sofre menos porque percebe que não é alvo de tudo.
É apenas parte de um fluxo maior.
*LIÇÃO DO DIA: Você não é o centro, é só um ponto no todo. Quando reconhece isso, o peso da vida fica mais leve. As críticas já não parecem ataques, os silêncios não soam rejeições e os acontecimentos deixam de parecer conspirações contra você. Tudo flui como parte de um rio maior, onde cada gota é importante, mas nenhuma é o centro. Ao aceitar que você é apenas uma entre tantas existências, nasce a humildade, a paz e a liberdade de viver sem carregar o mundo nos ombros.*
Você sofre porque acredita que tudo gira ao seu redor, mas a verdade é que ninguém pensa tanto em você.
Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade
Por que algumas pessoas, ao parar de usar, desistem rápido? | SOS SOBRIEDADE
https://youtu.be/ZHhFNIwB_oY
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YouTube
Por que algumas pessoas, ao parar de usar, desistem rápido? | SOS SOBRIEDADE
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*🆘 ESTAMOS AO VIVO*
*A Vida Após a Reabilitação | SOS SOBRIEDADE*
https://youtube.com/live/tf81tSA4rsM
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*🆘 HOJE TEM LIVE ÀS 19:00H*
*Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) no tratamento das Dependências*
https://youtube.com/live/wv38pVS86mI
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Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) no tratamento das Dependências
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*CUIDADO COM OS EXCESSOS NA PREVENÇÃO DA RECAÍDA | SOS SOBRIEDADE*
https://youtu.be/w9IhF3frKDQ
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YouTube
CUIDADO COM OS EXCESSOS NA PREVENÇÃO DA RECAÍDA | SOS SOBRIEDADE
Pessoal, na Academia SOS temos aulas sobre dependências químicas, cursos de capacitação, codependência, prevenção da recaída, programação neurolinguística, comportamento, motivação, saúde mental e até biblioteca digital. O objetivo é obter conhecimento prático…
*AUTOESTIMA NÃO É SOBRE SE SENTIR BONITO.*
Autoestima não é gostar de si, é parar de se trair
Você não precisa se olhar no espelho e dizer “eu me amo”. Precisa parar de se abandonar.
Autoestima não é sobre se sentir bonito. É sobre manter sua palavra com você mesmo. É dizer “vou fazer” e fazer.
É respeitar seus limites. É se afastar do que te faz mal mesmo que doa.
A cada vez que você se trai, sua autoestima sangra um pouco.
E você vai se tornando um estranho do próprio corpo.
Autoestima é integridade consigo.
O amor próprio nasce quando você se torna alguém confiável para si mesmo.
Quantas vezes por semana você se trai em silêncio?
Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade
Autoestima não é gostar de si, é parar de se trair
Você não precisa se olhar no espelho e dizer “eu me amo”. Precisa parar de se abandonar.
Autoestima não é sobre se sentir bonito. É sobre manter sua palavra com você mesmo. É dizer “vou fazer” e fazer.
É respeitar seus limites. É se afastar do que te faz mal mesmo que doa.
A cada vez que você se trai, sua autoestima sangra um pouco.
E você vai se tornando um estranho do próprio corpo.
Autoestima é integridade consigo.
O amor próprio nasce quando você se torna alguém confiável para si mesmo.
Quantas vezes por semana você se trai em silêncio?
Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade
*🆘HOJE TEM LIVE ÀS 19:00H*
*Os excessos da Prevenção da Recaída | SOS SOBRIEDADE*
https://youtube.com/live/1nfYCLclX10
*Os excessos da Prevenção da Recaída | SOS SOBRIEDADE*
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Os excessos da Prevenção da Recaída | SOS SOBRIEDADE
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*COMO TREINAR AUTORREGULAÇÃO PARA LIDAR COM GATILHOS:*
Fala-se muito em evitar os gatilhos. Evitar é uma habilidade importante, mas não é completa e nem útil em todos os contextos. Em muitas situações, nós precisamos de outro tipo de enfrentamento.
Muitos ensinam a evitar os gatilhos, mas poucos ensinam como lidar com eles. Evitar tudo é fugir do que você precisa enfrentar.
Em vez de evitar gatilhos, precisamos aprender a nos regular. Aqui vai um treino de autorregulação:
Um gatilho é um convite. Ele mostra onde ainda existe dor não acolhida: lugares dentro de nós que pedem presença, não julgamento.
A maioria das pessoas reage automaticamente: se fecha, culpa o outro ou se desconecta.
Mas reagir é diferente de responder. Responder vem da consciência.
Quando não percebemos os nossos gatilhos, eles dirigem a nossa vida. Controlam os nossos pensamentos, emoções e comportamentos.
A maturidade emocional é reconhecer: “Um gatilho foi ativado, mas posso escolher como responder”
Não se trata de eliminar os gatilhos, e sim de construir espaço interno para lidar com eles.
*1) Ao lidar com um gatilho, observe como você se sente:*
Perceba o que acontece no seu corpo quando algo te toca: respiração, tensão, aceleração. Não tente mudar, só observe. É assim que começa a autorregulação.
*2) Pause antes de dar uma resposta:*
A pausa é o intervalo entre o impulso e a escolha. Respire.
Sinta o que precisa fazer em vez de reagir automaticamente.
*3) Movimente a energia do gatilho:*
Depois de pausar, deixe o corpo soltar o que segurou: caminhe, balance os braços, respire fundo.
O corpo também precisa ser escutado.
Cada gatilho é uma chance de se tornar mais livre. Quanto mais você se escuta, menos o outro ou as coisas te desregulam.
*Rodrigo Longo – Terapeuta SOS Sobriedade*
Fala-se muito em evitar os gatilhos. Evitar é uma habilidade importante, mas não é completa e nem útil em todos os contextos. Em muitas situações, nós precisamos de outro tipo de enfrentamento.
Muitos ensinam a evitar os gatilhos, mas poucos ensinam como lidar com eles. Evitar tudo é fugir do que você precisa enfrentar.
Em vez de evitar gatilhos, precisamos aprender a nos regular. Aqui vai um treino de autorregulação:
Um gatilho é um convite. Ele mostra onde ainda existe dor não acolhida: lugares dentro de nós que pedem presença, não julgamento.
A maioria das pessoas reage automaticamente: se fecha, culpa o outro ou se desconecta.
Mas reagir é diferente de responder. Responder vem da consciência.
Quando não percebemos os nossos gatilhos, eles dirigem a nossa vida. Controlam os nossos pensamentos, emoções e comportamentos.
A maturidade emocional é reconhecer: “Um gatilho foi ativado, mas posso escolher como responder”
Não se trata de eliminar os gatilhos, e sim de construir espaço interno para lidar com eles.
*1) Ao lidar com um gatilho, observe como você se sente:*
Perceba o que acontece no seu corpo quando algo te toca: respiração, tensão, aceleração. Não tente mudar, só observe. É assim que começa a autorregulação.
*2) Pause antes de dar uma resposta:*
A pausa é o intervalo entre o impulso e a escolha. Respire.
Sinta o que precisa fazer em vez de reagir automaticamente.
*3) Movimente a energia do gatilho:*
Depois de pausar, deixe o corpo soltar o que segurou: caminhe, balance os braços, respire fundo.
O corpo também precisa ser escutado.
Cada gatilho é uma chance de se tornar mais livre. Quanto mais você se escuta, menos o outro ou as coisas te desregulam.
*Rodrigo Longo – Terapeuta SOS Sobriedade*
🆘 HOJE TEM LIVE ÀS 19:00H
OS 6 NÍVEIS DA DEPENDÊNCIA | SOS SOBRIEDADE
https://youtube.com/live/QksyFVvfIpg
OS 6 NÍVEIS DA DEPENDÊNCIA | SOS SOBRIEDADE
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YouTube
OS 6 NÍVEIS DA DEPENDÊNCIA | SOS SOBRIEDADE
Pessoal, na Academia SOS temos aulas sobre dependências químicas, cursos de capacitação, codependência, prevenção da recaída, programação neurolinguística, comportamento, motivação, saúde mental e até biblioteca digital. O objetivo é obter conhecimento prático…
*A SUA INTOLERÂNCIA COM RECAÍDAS REVELA A NEGAÇÃO DA REALIDADE!*
Não é só a droga que faz você fugir da realidade. Negar o processo de altos e baixos e das recaídas também é uma forma de fugir da realidade da vida: VOCÊ NÃO VAI DECIDIR PARAR E PRONTO, ACABOU, FELIZES PARA SEMPRE! A MUDANÇA NÃO É LINEAR!
As promessas do “nunca mais uso essa porcaria” é só um discurso ensaiado que convence e seduz você e seus familiares, que também estão entorpecidos pela negação e pela expectativa fantasiosa de haver uma mudança linear e sem erros e tropeços.
Entenda que a mudança não é linear, porque se você não entender isso, a sua recuperação é só discurso vazio e clichê: de que só recai quem não se esforça, de que é coisa de gente fraca, de que recaiu porque não admitiu a doença, etc.
NÃO É PASSAR PANO PRA RECAÍDA, É PARAR DE JULGAR E OLHAR DE FRENTE PRA REALIDADE!
O que causou e por que aconteceu? Rotinas, vínculos, contextos, promessas que fazemos e não conseguimos sustentar.
Moralizar é mais fácil porque fecha a conversa em “certo ou errado”. Analisar, ao contrário, exige pensar. E pensar dá trabalho!
Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade
Não é só a droga que faz você fugir da realidade. Negar o processo de altos e baixos e das recaídas também é uma forma de fugir da realidade da vida: VOCÊ NÃO VAI DECIDIR PARAR E PRONTO, ACABOU, FELIZES PARA SEMPRE! A MUDANÇA NÃO É LINEAR!
As promessas do “nunca mais uso essa porcaria” é só um discurso ensaiado que convence e seduz você e seus familiares, que também estão entorpecidos pela negação e pela expectativa fantasiosa de haver uma mudança linear e sem erros e tropeços.
Entenda que a mudança não é linear, porque se você não entender isso, a sua recuperação é só discurso vazio e clichê: de que só recai quem não se esforça, de que é coisa de gente fraca, de que recaiu porque não admitiu a doença, etc.
NÃO É PASSAR PANO PRA RECAÍDA, É PARAR DE JULGAR E OLHAR DE FRENTE PRA REALIDADE!
O que causou e por que aconteceu? Rotinas, vínculos, contextos, promessas que fazemos e não conseguimos sustentar.
Moralizar é mais fácil porque fecha a conversa em “certo ou errado”. Analisar, ao contrário, exige pensar. E pensar dá trabalho!
Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade