SOS Sobriedade
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O SOS SOBRIEDADE busca promover a prevenção do consumo de álcool e/ou drogas, através de 🔴Lives e atendimentos online.
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*CUIDADO! A ESPIRITUALIDADE TAMBÉM PODE TE ADOECER*

Buscar paz virou moda, mas também virou vício!
Ser uma pessoa espiritualizada virou sinal de status!

Você corre atrás de técnicas, retiros e gurus sem parar.

Mas a espiritualidade sem raízes crie ansiedade espiritual.

Você não aceita ser humano: precisa ser iluminado!

Isso adoece, porque ninguém sustenta esse disfarce por muito tempo.

Querer ser “elevado” é só mais uma forma de ego.

A verdadeira prática não tira a sua humanidade, ela a revela.

Ser espiritual não é acumular experiências, é viver o simples.

Quem busca demais nunca encontra o que já estava dentro!


Rodrigo Longo – SOS Sobriedade
*"É UMA DOENÇA INCURÁVEL, MAS NÃO PODE RECAIR"*
*Se falam que a dependência é uma doença incurável, por que a recaída é tão severamente criticada e não tolerada?*
Por um lado, ouvimos frequentemente que a dependência química é uma doença crônica e incurável, similar a diabetes ou hipertensão. Essa visão médica e científica traz consigo o entendimento de que:

- O cérebro do dependente sofre alterações estruturais e funcionais;
- Há predisposição genética e ambiental;
- Não há cura definitiva, apenas controle contínuo da condição.
Por isso, alguns especialistas afirmam que a pessoa com dependência química nunca será “curada” no sentido tradicional, mas sim em remissão — ou seja, está controlando sua condição sem uso de substâncias.

No entanto, por outro lado, muitas pessoas (e até ambientes terapêuticos) não aceitam ou punem a recaída como se fosse um fracasso pessoal ou um sinal de fraqueza. Isso cria uma contradição cruel:

*“Você tem uma doença que tende a voltar, mas se voltar, você é fraco, falhou ou não quis mudar.”*

*Por que essa contradição é problemática?*

*Reforça o estigma:* A recaída é tratada como uma escolha moral errada, e não como parte do processo da doença.
*Culpa e vergonha:* A pessoa que recai pode sentir-se culpada, o que dificulta ainda mais a busca por ajuda novamente.
*Exclusão social e terapêutica:* Muitos programas excluem quem recai, como forma de punir a pessoa após uma falha.
*Falta de compreensão real da cronicidade:* Se a doença é crônica, recaídas fazem parte do quadro clínico, assim como crises em outras doenças.

*Comparação com outras doenças*
Para ilustrar a incoerência, podemos comparar com outras doenças crônicas:


-Um diabético que esquece de tomar insulina e entra em crise não é expulso do sistema de saúde nem chamado de irresponsável.
- Uma pessoa com hipertensão que come sal demais e tem pressão alta não é considerada "fracassada".
- No entanto, alguém com dependência química que usa drogas novamente é frequentemente tratado como se tivesse traído a confiança ou faltado com o compromisso.

Isso mostra que ainda falta maturidade social e profissional para lidar com a dependência química com a mesma seriedade clínica que outras doenças.

*O caminho correto:* abordagem compassiva e baseada em evidências
A recaída deve ser vista como um sinal de alerta, não como fracasso. É uma oportunidade para:

- Reavaliar o plano de tratamento;
- Identificar gatilhos ou lacunas no suporte oferecido;
- Oferecer acolhimento, não julgamento;
- Reforçar a importância do acompanhamento contínuo.

A ideia de que a dependência química é uma doença incurável, mas que não permite recaídas, é uma contradição que reflete medos, preconceitos e uma compreensão parcial da natureza dessa condição. Tratar a recaída com compaixão e perspectiva clínica é essencial para garantir que as pessoas continuem buscando ajuda e tenham chance real de manter a remissão ao longo do tempo.

Em resumo, se reconhecemos que é uma doença crônica ou “incurável”, precisamos também reconhecer que recaídas podem acontecer — e fazer parte do cuidado é ajudar a pessoa a levantar de novo, e não condená-la por cair.

*Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade*
*A SUA INTOLERÂNCIA COM RECAÍDAS REVELA A NEGAÇÃO DA REALIDADE!*

Não é só a droga que faz você fugir da realidade. Negar o processo de altos e baixos e das recaídas também é uma forma de fugir da realidade da vida: VOCÊ NÃO VAI DECIDIR PARAR E PRONTO, ACABOU, FELIZES PARA SEMPRE! A MUDANÇA NÃO É LINEAR!

As promessas do “nunca mais uso essa porcaria” é só um discurso ensaiado que convence e seduz você e seus familiares, que também estão entorpecidos pela negação e pela expectativa fantasiosa de haver uma mudança linear e sem erros e tropeços.

Entenda que a mudança não é linear, porque se você não entender isso, a sua recuperação é só discurso vazio e clichê: de que só recai quem não se esforça, de que é coisa de gente fraca, de que recaiu porque não admitiu a doença, etc.

NÃO É PASSAR PANO PRA RECAÍDA, É PARAR DE JULGAR E OLHAR DE FRENTE PRA REALIDADE!

O que causou e por que aconteceu? Rotinas, vínculos, contextos, promessas que fazemos e não conseguimos sustentar.

Moralizar é mais fácil porque fecha a conversa em “certo ou errado”. Analisar, ao contrário, exige pensar. E pensar dá trabalho!

Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade
*EGOCENTRISMO*

*A mente acredita que tudo gira em torno de você: as palavras dos outros, os acontecimentos, os olhares.*

Essa visão egocêntrica é a raiz de mágoa, raiva e ressentimento.

A verdade é que a maioria das pessoas está ocupada demais com sua própria dor para viver pensando em você.

Não é pessoal.

O mundo não gira ao redor da sua importância. Reconhecer isso é libertador.

Você sofre menos porque percebe que não é alvo de tudo.

É apenas parte de um fluxo maior.

*LIÇÃO DO DIA: Você não é o centro, é só um ponto no todo. Quando reconhece isso, o peso da vida fica mais leve. As críticas já não parecem ataques, os silêncios não soam rejeições e os acontecimentos deixam de parecer conspirações contra você. Tudo flui como parte de um rio maior, onde cada gota é importante, mas nenhuma é o centro. Ao aceitar que você é apenas uma entre tantas existências, nasce a humildade, a paz e a liberdade de viver sem carregar o mundo nos ombros.*

Você sofre porque acredita que tudo gira ao seu redor, mas a verdade é que ninguém pensa tanto em você.

Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade
*AUTOESTIMA NÃO É SOBRE SE SENTIR BONITO.*

Autoestima não é gostar de si, é parar de se trair

Você não precisa se olhar no espelho e dizer “eu me amo”. Precisa parar de se abandonar.

Autoestima não é sobre se sentir bonito. É sobre manter sua palavra com você mesmo. É dizer “vou fazer” e fazer.

É respeitar seus limites. É se afastar do que te faz mal mesmo que doa.

A cada vez que você se trai, sua autoestima sangra um pouco.

E você vai se tornando um estranho do próprio corpo.

Autoestima é integridade consigo.

O amor próprio nasce quando você se torna alguém confiável para si mesmo.

Quantas vezes por semana você se trai em silêncio?

Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade
*COMO TREINAR AUTORREGULAÇÃO PARA LIDAR COM GATILHOS:*

Fala-se muito em evitar os gatilhos. Evitar é uma habilidade importante, mas não é completa e nem útil em todos os contextos. Em muitas situações, nós precisamos de outro tipo de enfrentamento.
Muitos ensinam a evitar os gatilhos, mas poucos ensinam como lidar com eles. Evitar tudo é fugir do que você precisa enfrentar.
Em vez de evitar gatilhos, precisamos aprender a nos regular. Aqui vai um treino de autorregulação:

Um gatilho é um convite. Ele mostra onde ainda existe dor não acolhida: lugares dentro de nós que pedem presença, não julgamento.
A maioria das pessoas reage automaticamente: se fecha, culpa o outro ou se desconecta.
Mas reagir é diferente de responder. Responder vem da consciência.
Quando não percebemos os nossos gatilhos, eles dirigem a nossa vida. Controlam os nossos pensamentos, emoções e comportamentos.
A maturidade emocional é reconhecer: “Um gatilho foi ativado, mas posso escolher como responder”
Não se trata de eliminar os gatilhos, e sim de construir espaço interno para lidar com eles.
*1) Ao lidar com um gatilho, observe como você se sente:*
Perceba o que acontece no seu corpo quando algo te toca: respiração, tensão, aceleração. Não tente mudar, só observe. É assim que começa a autorregulação.
*2) Pause antes de dar uma resposta:*
A pausa é o intervalo entre o impulso e a escolha. Respire.
Sinta o que precisa fazer em vez de reagir automaticamente.
*3) Movimente a energia do gatilho:*
Depois de pausar, deixe o corpo soltar o que segurou: caminhe, balance os braços, respire fundo.
O corpo também precisa ser escutado.

Cada gatilho é uma chance de se tornar mais livre. Quanto mais você se escuta, menos o outro ou as coisas te desregulam.

*Rodrigo Longo – Terapeuta SOS Sobriedade*
*A SUA INTOLERÂNCIA COM RECAÍDAS REVELA A NEGAÇÃO DA REALIDADE!*

Não é só a droga que faz você fugir da realidade. Negar o processo de altos e baixos e das recaídas também é uma forma de fugir da realidade da vida: VOCÊ NÃO VAI DECIDIR PARAR E PRONTO, ACABOU, FELIZES PARA SEMPRE! A MUDANÇA NÃO É LINEAR!

As promessas do “nunca mais uso essa porcaria” é só um discurso ensaiado que convence e seduz você e seus familiares, que também estão entorpecidos pela negação e pela expectativa fantasiosa de haver uma mudança linear e sem erros e tropeços.

Entenda que a mudança não é linear, porque se você não entender isso, a sua recuperação é só discurso vazio e clichê: de que só recai quem não se esforça, de que é coisa de gente fraca, de que recaiu porque não admitiu a doença, etc.

NÃO É PASSAR PANO PRA RECAÍDA, É PARAR DE JULGAR E OLHAR DE FRENTE PRA REALIDADE!

O que causou e por que aconteceu? Rotinas, vínculos, contextos, promessas que fazemos e não conseguimos sustentar.

Moralizar é mais fácil porque fecha a conversa em “certo ou errado”. Analisar, ao contrário, exige pensar. E pensar dá trabalho!

Rodrigo Longo Terapeuta – SOS Sobriedade
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