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Impactos do consumo massivo de conteúdos superficiais no aprimoramento intelectual dos indivíduos

     A partir do início do século XXI, com o aprimoramento massivo da internet, houve uma expansão quantitativa na capacidade humana de comunicação. Esse avanço, todavia, estimulou um grave problema mundial: o consumo exagerado de conteúdos superficiais, o qual acarreta efeitos colaterais no aprimoramento intelectual dos cidadãos. Assim, os impactos afetam, principalmente, a saúde mental e a autonomia dos sujeitos

     Nesse contexto, percebe-se que o declínio cognitivo é um dos impactos do consumo de informações fúteis. Isso porque, na sociedade moderna, a pessoa, desenvolve forte apego pelo meio virtual, visto que esse ambiente proporciona, além do prazer ilusório, a liberdade de acesso a uma vasta gama de material "online". Tal comportamento promove, com efeito, a degradação racional e a mental, porque as postagens possuem, na sua essência, somente a mediocridade em forma de entretenimento, prejudicando — e muito — a formação intelectual do consumidor. Nesse viés, conforme a Neurociência, o cidadão, quando utiliza, demasiadamente, os dispositivos digitais, corre o risco de deteriorar o córtex pré-frontal — parte do cérebro responsável pela memória. Desse modo, futuramente, os sujeitos tendem, decerto, a desenvolver sequelas neurais, como a dificuldade de concentração, mais uma barreira à formação saudável da racionalidade civil.

     Ademais, outra consequência desse processo é a perda de governança sobre si mesmo. Isso ocorre devido à alta necessidade de estar conectado às redes pesquisando por assuntos cotidianos (com notícias e fofocas), hábito esse que, de tempo em tempo, origina o vício em telas, ou seja, além de precisar lidar com a falta de autonomia, o indivíduo terá seu intelecto governado pela tecnologia. Essa conjuntura vexatória ganha respaldo na pesquisa da Digital Global Report: os internautas passam mais de duas horas, diariamente, conectados à rede ponto. Isso exemplifica outro impacto: se os usuários doam-se constantemente, a sua lapidação intelectual torna-se dificultada, de modo que a pessoa se sinta em uma zona de conforto perigosa. Dessa maneira, perpetua-se uma sociedade que anseia por conteúdos superficiais.

     São perceptíveis, portanto, os efeitos desse assunto no aprimoramento do intelecto civil. Nessa lógica, a Organização Mundial da Saúde deve alertar a população a respeito dos malefícios do consumo massivo dessas informações, por meio da criação de um aplicativo gratuito. Esse mecanismo será chamado de "Conhecimento Universal Enterprise, havendo, inclusive, aulas de Neurociência sobre o tema, a fim de prevenir possíveis patologias cognitivas nos usuários. Somado a isso, é importante que as instituições escolares distribuam cartilhas acerca do vício em telas, alertando como ele afeta a autonomia do indivíduo. Dessa forma, os estudos neurocientíficos serão valorizados.

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Galera, passando pra desejar uma excelente prova a todos. Mesmo com um pouco de ansiedade, o que é normal, podemos desenvolver o raciocínio acerca da temática e das questões. Um forte abraço em cada um ❤️
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Pessoal, com o canal retornando, o que vocês querem consumir aqui?
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Resenha literária
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Galera, boa prova
Vamos com tudo pra cima dela! ❤️
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📚Como usar o livro "Desta terra nada vai sobrar, a não ser o vento que sopra sobre ela"
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Resenha: o escritor Ignácio de Loyola Brandão apresenta um Brasil distópico, o qual está imerso no caos e na desordem. Um país que ficou deficiente em todos os níveis sociais, já que a política é apenas fruto de propina e de corrupção.

📝A persistente cultura do assédio

O assédio em público ainda é, de forma negativa, comum a ponto de ser friamente normalizado por um juiz. Na trama, existe uma notícia sobre um homem que ejaculou no pescoço de uma mulher no metrô (algo horrível). Porém, ao ser preso, ele pagou uma multa, e o juiz disse que aquilo não foi um ato constrangedor. Percebemos, com isso, o quão depravada é essa realidade, uma vez que a dignidade e o bem-estar de uma mulher são facilmente violados, uma das facetas mais perversas.

📝 A violência massiva contra os animais e o absurdo despreparo governamental

Na tentativa de reduzir a Febre Amarela, o Ministério da Saúde promoveu uma campanha intensa, exterminando todos os macacos do Brasil. É fato que esses animais têm relação direta com a Febre Amarela, já que são hospedeiros do vírus, mas eles não disseminam a doença. Em muitos casos, o vírus é propagado por meio do Aedes Aegypti, que se alimenta do ser humano e do macaco, transmitindo o vírus de um hospedeiro para outros. Nessa realidade distópica, o governo era tão ruim, que foi incapaz de planejar uma ação eficaz, a exemplo da monitoração de macacos, permitindo a prevenção e o controle epidemiológico, bem como combater os mosquitos vetores e intensificar a vacina contra o febre amarela em humanos.

📝 País sem lei

A corrupção é uma característica muito profunda nessa sociedade, pois o país se encontra à beira da decadência moral e submetido às impurezas mais preocupantes que alguém possa vivenciar. Nesse sentido, a Constituição é chamada de "livrinho", e o termo "político" foi banido dos dicionários, dos documentos e das mídias. Essa palavra perdeu o sentido, passando a ser sinônimo de "desonesto", "infame" e "mentiroso". Assim, no lugar dessa palavra, surgiu o termo "astuto", visto que, nesse país fictício, para elaborar leis, é necessário sagacidade, juízo e esperteza.

📝 Abandono do sistema educativo

O governo desistiu de manter o sistema educacional. Segundo ele: "cada um deve estudar como quiser, onde quiser, como puder, se puder". Há, inclusive, um monumento comemorativo ao fim do Ensino Médio. Já o Ministério da Educação se tornou um destroço. Nesse sentido, constata-se o fortalecimento de uma sociedade que abraça o abismo, enquanto sua estrutura é gradativamente dizimada a ponto da aclamação pela falta de qualidade de vida ser tão evidente.
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Enem 2025 (Belém, Ananindeua e Marituba): "A valorização dos trabalhadores rurais no Brasil"

O jogo "Red dead redemption" — produzido pela Rockstar Games — mostra, em muitos momentos, a vida no campo no fim do século XIX. Nesse viés, a criação de gado e os cultivos são a base da economia dos fazendeiros, originando renda e reconhecimento social. Da ficção à realidade brasileira, o trabalho rural, embora seja importante, é desvalorizado, diferentemente do enredo mencionado. Assim, a omissão do Estado e a disparidade socioeconômica colocam em risco a dignidade dos trabalhadores agrícolas no Brasil.
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Enem 2025 (Belém, Ananindeua e Marituba): "A valorização dos trabalhadores rurais no Brasil"

O jogo "Red dead redemption" — produzido pela Rockstar Games — mostra, em muitos momentos, a vida no campo no fim do século XIX. Nesse viés, a criação de gado e os cultivos são a base da economia dos fazendeiros, originando renda e reconhecimento social. Da ficção à realidade brasileira, o trabalho rural, embora seja importante, é desvalorizado, diferentemente do enredo mencionado. Assim, a omissão do Estado e o histórico descaso social em torno do tema colocam em risco a dignidade dos trabalhadores agrícolas.


Nesse contexto, a causa mais preocupante dessa conjuntura, comprometendo o reconhecimento dos colaboradores, decorre da ineficiência estatal. Isso acontece porque não existem políticas públicas de combate à informalidade laboral, visto que grande parte do exercício do campo é desprovido dos direitos trabalhistas (como FGTS e férias), o que, possivelmente, potencializa a exaustão devido à péssima rotina. Com efeito, a qualidade de vida dos sujeitos torna-se dificultada e insere-os em uma posição de subordinação. Tal panorama vexatório é análogo ao livro "O quinze", do modernista Rachel de Queiroz, que retrata a luta pela sobrevivência do agricultor diante da inoperância do poder público, reforçando a histórica desimportância atribuída a essas vidas. Desse modo, os colaboradores tendem a ser desvalorizados, e a sua função passa a ser vista de forma distorcida.

Ademais, ​a desvalorização histórica provoca a escassez de apreço por esse grupo. Isso ocorre porque, no senso coletivo, o trabalho rural é associado à baixa escolaridade e ao subdesenvolvimento, apesar da crescente tecnificação do campo — um complexo pensamento que favorece, inclusive, a discriminação com essa clase. Esse apontamento confronta a obra "O lavrador de café", do pintor Candido Portinari, a qual exalta o trabalhador agrícola, destacando sua força e dedicação, de modo a vê-lo como pilar importante da economia nacional. Em consequência, boa parte da população tende a zombar da posição social dos trabalhadores, embora haja contribuição deles para o PIB e para a segurança alimentar brasileira, o que reitera um ciclo de mentalidade ultrapassada capaz de ser passada às próximas gerações. Dessa maneira, essa percepção coletiva não só menospreza a integridade desses sujeitos, como também insere-os em uma posição de insubordinação.

Depreende-se, portanto, a necessidade de valorizar os trabalhadores agrários. Nesse sentido, o Poder Executivo deve criar um projeto de enaltecimento para esse público, por meio de verbas governamentais, consagrando a devida admiração que eles merecem. Essa iniciativa será chamada de "Trabalho Universal" e contará com apresentações lúdicas sobre o tema e sobre os efeitos negativos da informalidade laboral, a fim de edificar essa modalidade trabalhista. Somado a isso, afigura-se necessário que as instituições escolares distribuam cartilhas acerca das melhores formas de combater a visão depreciativa em torno dessa população. Dessa forma, os indivíduos terão reconhecimento e dignidade, tal como em "Red dead redemption".
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Enem PPL 2025: “A idade mínima para o trabalho como forma de proteção à infância”

Produzida no século XX, a obra "Morte e vida severina", de J. Cabral de Melo, retrata o trabalho infantil, o qual é impulsionado pela miséria e pela desumanização da vida do retirante, tornando essa nociva modalidade implícita e estrutural. Com essa ilustração fictícia, embora seja tão próxima da atual realidade brasileira, percebe-se que, desde outrora, a idade mínima para o trabalho necessita de longas reflexões, com a intenção de promover a proteção à infância. Assim, urge analisar o impacto dessa tortuosa atividade na cognição da pessoa e como a desigualdade afeta a vida desse público.

Nesse sentido, em virtude do cedo contato com o serviço, é possível que uma parcela expressiva não saiba gerenciar suas emoções. Isso acontece porque, ao ser inserida nesse meio, a criança tende a não desenvolver a sua racionalidade educativa e psicossocial, visto que à medida que ela dedica a sua rotina ao trabalho, tem-se a privação da liberdade de escolha, isto é, ela não estuda, não pratica esporte e diminui as brincadeiras saudáveis — um exemplo de pouco cuidado com a infância e com a formação identitária. Com efeito, na fase adulta, o cidadão há, porventura, de experimentar uma crise existencial, já que os momentos de felicidade (como o lazer) foram dificultados em prol da rotina trabalhista. Desse modo, compreende-se que esse negativo exercício impede, em muitos casos, a criança de aproveitar essa fase da vida, podendo na juventude desenvolver um fardo emocional pesado.

Ademais, a causa mais preocupante desse quadro, comprometendo a dignidade dessa classe, decorre da disparidade coletiva. Isso ocorre porque, ao aceitar essa modalidade, o indivíduo sujeita-se a uma posição de insubordinação, ou seja, ele faz o que lhe é instruído a ponto de se desligar do que realmente é importante para a sua formação civil: a arte, a cultura e a educação. Nessa lógica, o seu valor intelectual — no sentido de refletir e, se necessário, julgar o ambiente que está inserido para buscar melhor condição de vida — torna-se escasso, uma vez que, agora, a infância não tem idade mínima para o serviço. Nesse viés, o trabalho precoce como meio de sobrevivência se faz naturalizado, pois, como refletido no livro de J. Cabral, a vida severina é marcada por nascer, crescer e morrer, já destinado ao sofrimento. Essa ideia produz um péssimo ciclo de vulnerabilidade coletiva: a extrema pobreza estimula a incisiva procura por trabalho precarizado, reduzindo o tempo na escola, o que resulta na ínfima formação educativa e, como impacto, surge, não por acaso, a exploração da mão de obra. Dessa maneira, boa parte das crianças são inseridas precocemente na vergonhosa etapa de pobreza, sem acesso à plena infância.

Compete, portanto, ao Estado criar delegacias especializadas nesse assunto, por meio do monitoramento das cidades com alto índice de trabalho infantil. Essa iniciativa deve ser integrada em todas as cidades do país, a fim de dar assistência às crianças, consolidando o bem-estar para elas. Somado a isso, é importante que o Poder Legislativo mapeie as áreas mais afetadas por essa questão, criando um projeto de lei que dê renda de até 2 salários mínimos às famílias de baixa renda. O intuito será proteger a infância, não havendo prejuízo intelectual, psicológico e social às próximas gerações.
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Galera, minha nota
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O adm ficou no SEGUNDO LUGAR GERAL em Psicologia 😭

Gente, foi muita emoção na hora, um momento único e significativo pra mim.
Galera, fui aprovado em Psicologia pelo PROUNI. Após a aprovação, enviei todos os documentos no dia 09/02. No dia 24/02 a faculdade enviou um e-mail confirmando a aprovação dos documentos. Os dias que antecederam essa data foram de pensamentos constantes nessa aprovação dos documentos: todo dia eu pensava nisso. Então, já fui me matricular e as aulas começam dia 02 (amanhã). Eu fiquei muito feliz porque, desde 2023, queria essa área. Naquele ano (2023), só fiz primeiro dia de prova, eu tava meio zoado da mente, aí não fui pro segundo dia. Em 2022, eu também tinha feito somente o primeiro dia porque eu não sabia qual faculdade queria, além disso, aquele ano foi complicado. Em 2024, eu não fiz o Enem porque, um dia antes (no sábado), fui chamado pra fazer uma cirurgia no pé, já que eu tava na fila de espera do SUS. Porém, ainda bem que, em 2025, tudo se resolveu e deu certo.
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Síndrome do Pensamento Acelerado

Produzida por uma hiperconstrução de pensamentos, numa velocidade tão alta que estressa e desgasta o cérebro.

É o resultado do excesso de atividades e de estímulos sociais que somos submetidos diariamente, e impede o desenvolvimento das funções da inteligência, como refletir antes de reagir, expor e não impor ideias, exercer a resiliência, colocar-se no lugar do outro.

Você tem ansiedade excessiva, irritabilidade, flutuação emocional, inquietação, intolerância a contrariedades, déficit de concentração, esquecimento, fadiga excessiva e cansaço ao despertar?

Constantemente sente dores de cabeça ou musculares, tem queda de cabelo e sintomas de gastrite?

Se sua reposta for sim, na maioria dos pontos, é bem provável que esteja sofrendo de Síndrome do Pensamento Acelerado.

É um transtorno que provavelmente atinge mais de 80% dos indivíduos de todas as idades, de alunos a professores, de intelectuais a iletrados, de médicos a pacientes.

As pessoas que têm um trabalho intelectual mais intenso, como médicos, psicólogos, jornalistas, executivos, professores, são as mais atingidas pela Síndrome do Pensamento Acelerado.

Passos para evitar essa patologia

1) Evite o excesso de informações

No passado o número de informações dobrava-se a cada dois séculos, atualmente, a cada cinco anos.

O exagero de dados é registrado involuntariamente por um fenômeno inconsciente, o Registro Automático da Memória (RAM), transformando nossa mente num depósito de informação, o que nos torna hiperativos.

2) Critique os estímulos visuais e sonoros


A mídia reforça a propaganda sugerindo uma falsa necessidade de bens ou estímulos para viver, o que gera insatisfação e transtornos psíquicos.

Temos ansiedade ao consumir. Jovem, você já percebeu o quanto nosso consumo está baseado na emoção, e não na lógica?

Boa parte da sociedade cai nas armadilhas dos apelos visuais e sonoros da indústria cultural, vivendo mais na aparência do que na essência.

3) Não se torne escravo da tecnologia

A internet trouxe grandes ganhos, mas estimulou inúmeros contatos superficiais.

Ela favorece a comunicação a distância, porém tem restringido o contato presencial e a interação com atividades que promovem a saúde emocional, como conversa entre amigos, atividades sociais e contato ao ar livre e convivência com os diferentes.

Pais e filhos não cruzam suas histórias, raramente trocam experiências de vida. É preciso uma desintoxicação digital.

4) Diminua o ritmo

É impossível deixar a agenda de lado e esquecer os compromissos. Mas quem quer fazer tudo ao mesmo tempo acaba inevitavelmente não concretizando nada.

E pior, torna-se uma pessoa insatisfeita, agitada. Estamos vivendo sob a lógica do fast-food emocional, não é a qualidade do que consumimos que produz o prazer, mas a quantidade.

Tudo é pronto. Não exige contemplação, desafio e descoberta.

5) Cuidado com a competição predatória

A paranoia pelo sucesso a qualquer custo e a compulsão de ser o número um está destruindo as relações e transformando as pessoas em escravas do sucesso.

Uma pessoa com a Síndrome do Pensamento Acelerado tem mais dificuldade de lidar com suas perdas, administrar suas decepções, refletir sobre suas falhas.

É preciso ter consciência que a vida é cíclica, não há sucesso que dure todo tempo e nem fracasso que seja eterno.
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A inteligência artificial e o ser humano
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É fato que a inteligência artificial ganhou espaço imensurável no contexto global moderno. Afinal, essa ferramenta veio para inovar o conhecimento e ajudar a sociedade.

O ser humano possui, mesmo que ainda não desenvolvido, a capacidade de pensar criticamente, de criar e, por fim, tem a intuição. Esses são fatores que, indiscutivelmente, ajudam a tomar decisões complexas e solucionar conflitos em qualquer ambiente.

Uma inteligência artificial é desprovida desses aspectos, já que é programada, por meio de comandos, a fazer e a obedecer, isso é, esse mecanismo é um aliado, sendo muito importante no nosso cotidiano. Bom exemplo disso, é a realização de tarefas repetitivas e complexas com uma precisão inigualável.

Emoções são uma parte integral da experiência humana. A inteligência artificial pode reconhecer emoções em outras pessoas, mas não é capaz de senti-las por si só.

A intuição é outra habilidade humana que a IA não possui. Isso é a capacidade de tomar decisões com base em sentimentos, pressentimentos ou percepções subconscientes.

A criatividade é uma habilidade humana que envolve a capacidade de produzir ideias e soluções originais. A IA pode gerar muitas possibilidades, mas não tem a capacidade de pensar fora da caixa.
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“A importância do estudo sobre educação financeira no combate à inadimplência do brasileiro”

No livro “Vidas secas”, do escritor Graciliano Ramos, o protagonista Fabiano adora gastar dinheiro com bebidas e perder a verba em jogos. Na trama, inclusive, ele não sabe fazer conta e desconhece o imposto, ficando à margem do saber econômico. Nessa lógica, a obra dialoga com a situação de uma grande parte no Brasil, pois o estudo sobre a educação financeira para coibir a inadimplência, embora seja importante, não ocorre, o que propaga um gasto demasiado em muitos “Fabianos”. Assim, é crucial analisar a notoriedade desse ensino promissor, bem como verificar o que inviabiliza a concretização dele no país.

Nesse contexto, é lógico que o estudo financeiro exerce, indiscutivelmente, uma função social por possuir, em sua essência, a formação de uma racionalidade econômica. Isso é perceptível no desenvolvimento da cognição de rentabilidade e na organização individual e monetária, contribuindo para o combate à inadimplência. Nesse viés, a Base Nacional Comum Curricular, homologada em 2017, tornou o aprendizado financeiro como uma diretriz estudantil necessária às escolas, um fato que evidencia a relevância dessa temática na vida dos cidadãos. O contato com as noções financeiras, desse modo, é realmente fundamental, uma vez que proporciona a discussão em torno de taxas de juros, inflação, impostos, favorecendo um estudo interdisciplinar em que a cultura, a economia psicológica e o trabalho são a base dessa questão. Evidentemente, o endividamento e o consumo demasiado — que foram vistos em “Vidas secas” — são atenuados na nação, e o indivíduo passa a refletir sobre o dinheiro, um impacto positivo na vida dele e na de outrem.

Ademais, é preciso reconhecer que a omissão governamental dificulta o apreço por esse assunto. Acerca disso, não adianta negar: existe uma política letárgica do Estado capaz de impulsionar o desconhecimento na população quanto às finanças. Tal ideia é notória na pesquisa na Confederação Nacional do Comércio: mais de 65% dos brasileiros, em 2020, tiveram dívidas no cartão de crédito e no cheque especial. Por conseguinte, o estudo revela que, decerto, há a necessidade de tratar de temas pertencentes à questão —endividamento, consumismo e créditos —, visto que o entendimento sobre eles é escasso. Desse modo, devido à ausência de políticas educativas, o combate à inadimplência é prejudicial e confronta o planejamento da BNCC.

É urgente, portanto, valorizar essa pauta relevante, a fim de amenizar as dívidas dos sujeitos. Nesse raciocínio, o Ministério da Educação deve massificar o estudo financeiro na sociedade, com a inserção, nos ensinos Fundamental e Médio, de aulas e de debates relativos ao consumo e ao dinheiro. Isso ocorrerá por meio da criação de secretarias especializadas, fazendo uma pesquisa em relação a dados estatísticos, tal como o da CNC, a respeito do endividamento. Essa medida irá melhorar o aprendizado do povo, além de formar uma cosmovisão sagaz e econômica, com o intuito de ampliar a qualidade de vida das pessoas e propor um plano monetário objetivo. Afinal, quem organiza a própria vida é o indivíduo, e não as bebidas e os jogos que Fabiano tanto almejava.
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Pessoal, queria falar uma coisa pra vocês. No 1° dia de prova do ano passado, um menino, sem querer, derrubou a minha garrafinha de água na mesa, molhando a folha oficial da redação (que também possui a marcação do gabarito). De início, a fiscal disse que não podia trocar a folha, então eu coloquei a folha na janela pra secar. Após um tempo fazendo as questões, fui ver a folha e ela tava um pouco melhor, mas visivelmente toda borrada. Assim, fui então passar o texto a limpo. Quando tinha iniciado o tópico frasal do D2, a fiscal vai na minha cadeira e diz que é possivel trocar a folha, o que era bom e ruim, já que o meu tempo tava muito prejudicado, aí troquei a folha. No fim, deu tudo certo, mas foi de um jeito que eu não queria.
Bom, o espelho da redação saiu agora em março, mas foi disponibilizada a folha toda borrada e feiosa, não a que foi alterada. Fiquei pensativo porque não posso ler o texto que me aprovou na faculdade. Inclusive, eu não lembro de nada porque, antes de transferir, ele foi modificado.
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Como usar o livro “Fahrenheit 451”
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Resenha: publicada em 1953, Fahrenheit é uma história sobre o valor da liberdade e como ser livre está intimamente ligado aos livros. A distopia de Ray Bradbury inverte a ordem das coisas: bombeiros são treinados para incendiar livros em uma sociedade anestesiada pelo espetáculo e pela trivialidade em excesso. Qualquer tentativa de proteger a leitura é considerada um crime. O bombeiro Guy Montag, personagem central da obra, depois de sucessivas incinerações, começa a tomar consciência e reflete acerca do porquê os livros são tão perigosos. Essa obra tem alta relevância na literatura mundial e causa impacto reflexivo em muitas pessoas.

📝A desvalorização dos livros

É fato que o conhecimento ajuda o indivíduo a pensar e agir corretamente, isto é, se você tem ler bons livros, você é soberano e constrói uma racionalidade sagaz. Em contrapartida, o foco dessa obra é retratar o abandono da leitura e da arte, já que é proibido ter livros em casa, com a intenção de dificultar a formação de pensamento crítico nos personagens. Se algum livro for encontrado, será queimado, visto que representa ameaça ao sistema. Assim, para ocupar o lugar da leitura, em todas as casas têm monitores de TV que interagem com as pessoas a fim de tomar o tempo delas e preencher seu raciocínio com ideias fúteis. Dessa forma, as pessoas decidiram que não queriam mais ler por conta própria.

📝O caráter manipulador da mídia

A obra também aborda o papel da mídia, em especial a televisão, como um instrumento de controle do povo, já que nas residências existem monitores de TV que moldam os indivíduos. Estes, aos poucos, para não se sentirem mal, nem ofendidos, aceitaram a substituição dos livros por uma mídia que os deixassem mais alienados e felizes. Nesse sentido, a população perdeu a liberdade em ter informação, uma vez que ela é selecionada conforme a vontade da mídia. Desse modo, a tecnologia é avançada, porém o acesso aos bens culturais — como teatro e livros — são limitados, o que deixa os cidadãos incapazes de julgar a própria conduta.

📝Moldando a percepção humana

A rotina dos personagens consiste em passar o dia todo assistindo à TV, ou seja, consumir informações previamente selecionadas para moldar a sua opinião, e ficar se drogando com remédios que lhes dão picos de felicidade. Assim, mantém-se um ciclo absurdo de subordinação aos prazeres ilusórios. Tal concepção impossibilita a formação de pensamento crítico nos personagens, inclusive é isso que o governo quer. Ora, se eu quero deixar uma vasta parte da sociedade completamente pobre de intelecto e incapaz de ter memória, eu proíbo a leitura (um hábito que exige percepção de esforço e vontade) e dou conteúdo programado capaz de satisfazer a frágil imaginação do sujeito (um comportamento fácil e atrativo ao público). Consequentemente, posso evitar que os meus “prisioneiros” escapem dessa bolha, pois a capacidade de confrontar essa realidade ilusória é bem distante do então defasado discernimento civil.

Tema: Os desafios da imprensa na sociedade brasileira

Nesse contexto, a atuação da imprensa na organização de conteúdos contundentes e objetivos que possam realmente transmitir a veracidade e o respeito às informações deixa a desejar. Isso acontece porque os programas de rádio e de TV objetivam expor apenas o que é mais atrativo à população, a exemplo de notícias que invadem a intimidade dos famosos, produzindo o interesse dos cidadãos pela informação, o que intensifica o abuso do jornalismo. Tal conjuntura negativa é análoga à obra "Fahrenheit 451", do escritor Ray Bradbury, que apresenta uma realidade distópica controlada por informações que são selecionadas para formar a opinião dos personagens e, assim, eles perdem a liberdade em ter conteúdo, recebendo-o sem a devida checagem. Com efeito, o cidadão — que adora ser saciado com fofocas — fica tão alienado, similarmente ao livro, que apoia a irresponsabilidade dos meios de comunicação, passando a protagonizar a narrativa de "Fahrenheit".
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