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*Comentário Político - 21/10*

*SENADO DEVERÁ CONCLUIR REFORMA DA PREVIDÊNCIA NA TERÇA*


A semana será marcada pela votação do 2º turno da reforma da previdência no Senado na próxima terça-feira, 22/10. A expectativa é que não ocorram novas desidratações. O espaço para alterações no 2º turno é bastante restrito e o atual texto contempla a maior parte das lideranças partidárias, inclusive o MDB – maior bancada do Senado. Além disso, a aprovação do projeto de lei da cessão onerosa na semana passada contribui para clima mais favorável na Casa. Assim, o mais provável é que o 2º turno seja concluído na terça-feira à noite e, na quarta ou quinta-feira, a proposta seja promulgada pelo presidente Davi Alcolumbre.

A aprovação de uma reforma da previdência robusta, da ordem de R$ 800 bilhões, será uma vitória importante da equipe econômica e uma sinalização de compromisso do Congresso com uma agenda reformista, em um cenário de maior protagonismo exercido pelos parlamentares.

A partir de quarta-feira, o governo deverá encaminhar ao Congresso uma série de medidas econômicas, com destaque para a reforma administrativa e a proposta para regulamentar a regra de ouro e desvincular parte do Orçamento. São medidas importantes e polêmicas, que ocuparão a pauta legislativa nos próximos meses. A prioridade, contudo, deverá ser a votação da proposta da regra de ouro em uma das Casas Legislativas até o final do ano, embora ainda não haja definição do texto e o calendário seja apertado.

Além disso, a semana será marcada pelos desdobramentos da crise no PSL. A viagem do presidente Bolsonaro ao exterior deverá contribuir para redução na temperatura nos próximos dias. Nesta semana, o comando do partido decidirá sobre a suspensão de deputados da sigla e haverá novo embate pela liderança do PSL na Câmara. Uma solução consensual é cada vez menos provável. Nesse contexto, os partidos do bloco de centro deverão ganhar ainda mais força, dado o enfraquecimento do partido do presidente.

Até o momento, a crise no PSL não deverá atrapalhar a tramitação da agenda econômica: os partidos de centro mostraram responsabilidade com o reequilíbrio fiscal ao longo dos últimos meses. Mas, evidentemente, Bolsonaro ficará ainda mais dependente desses partidos, como ficou claro na escolha do senador Eduardo Gomes (MDB) para a liderança do governo no Congresso. As negociações tendem a ficar mais difíceis para o presidente. Além disso, Bolsonaro precisará redefinir sua articulação com a Câmara após a destituição da deputada Joice Hasselmann, já que o líder Vitor Hugo (PSL) não tem boa interlocução com as demais lideranças da Casa.

Ribamar Rambourg é Coordenador de Análise Política da Genial Investimentos
🎙Semana de temporada de Balanços aqui no Brasil e a crise do PSL - 21/10/2019 ☝🏼
🔹S&P futuro e bolsas europeias avançam pouco, enquanto o mercado monitora resultados de empresas como China Mobile, McDonald’s e Amazon.com.

🔹 A partir de quarta-feira, o governo deverá encaminhar ao Congresso novas medidas econômicas, como a reforma administrativa e a proposta para regulamentar a regra de ouro e desvincular parte do Orçamento.

🔹 A Neoenergia reportou lucro líquido de 599 milhões de reais no terceiro trimestre, alta de 19,7% ante mesmo período do ano passado.

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https://youtu.be/rC9ySidyfB4 25:16
🔹GPA divulga informações adicionais sobre reformulação corporativa.

🔹Marcelo Labuto integra sessão de varejo do Santander.

🔹Banco do Brasil prepara reestruturação interna.

🔹Com oportunidades, Neoenergia deve focar em área de distribuição em 2020.

🔹BNDES aposta em venda mais lenta de participações.

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*Comentário Político - 22/10*

*SENADO VOTA 2º TURNO DA PREVIDÊNCIA NESTA TERÇA*


O Senado deverá concluir, nesta terça-feira, a votação da reforma da previdência. Às 11h, a expectativa é que a CCJ confirme o parecer do relator, Tasso Jereissati (PSDB), pela rejeição das emendas apresentadas pelos partidos neste 2º turno. A partir das 14h, o plenário começará a apreciar a proposta. Embora sejam possíveis, novas desidratações são consideradas bastante improváveis. O líder do MDB (maior bancada da Casa), Eduardo Braga, reiterou que o partido não apoiará novas alterações no texto. Assim, a conclusão do 2º turno da reforma da previdência deverá acontecer na noite desta terça-feira.

*AGENDA PÓS-PREVIDÊNCIA*

O ministro Paulo Guedes se encontrou novamente nesta segunda-feira com os presidentes Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre. Com a conclusão da reforma da previdência, o governo deverá priorizar a reforma administrativa e a chamada PEC emergencial (que regulamenta a regra de ouro, prevê a inclusão de gatilhos fiscais e desvincula parte das despesas obrigatórias do orçamento). A reforma administrativa deverá ser encaminhada à Câmara, já a PEC emergencial deverá ser apresentada pela liderança do governo ao Senado.

De qualquer forma, Rodrigo Maia confirmou que já pretende votar na CCJ da Câmara a PEC do deputado Pedro Paulo, que também trata da regra de ouro. Desta forma, quando o Senado encaminhar a PEC emergencial à Câmara, as duas propostas poderão caminhar conjuntamente a partir da Comissão Especial. A decisão de Maia é uma forma de acelerar a tramitação e, sobretudo, um gesto ao deputado Pedro Paulo.

A reforma administrativa e a reforma tributária deverão ficar para ano que vem. O governo pretende, porém, acelerar a tramitação da PEC emergencial até o final deste ano, se possível aprovando a proposta no Senado. A medida é polêmica e exigirá articulação do governo, mas também beneficia parlamentares que poderão ter mais recursos para emendas e investimentos.

*CRISE NO PSL*

A crise no PSL parece longe de uma solução. A tentativa de conciliação entre os grupos do partido – que incluiria a renúncia do Delegado Waldir da liderança na Câmara e a eleição de um novo líder com trânsito entre as duas alas – não prosperou. O líder Vitor Hugo organizou nova lista para alçar à liderança o deputado Eduardo Bolsonaro. Em reação, o grupo ligado a Luciano Bivar prepara nova lista para destituir Eduardo, além de expulsar alguns deputados da legenda.

O presidente Rodrigo Maia reafirmou que a crise no partido do presidente não deverá atrapalhar a tramitação da agenda econômica e marcou para a próxima quarta-feira (ou, se não houver tempo, para semana que vem) a votação do projeto de lei da securitização das dívidas dos entes federativos, já aprovada no Senado e defendida por governadores no âmbito do novo Pacto Federativo. De fato, a expectativa com a crise no PSL é que os partidos de centro ganhem mais força: a agenda econômica não deverá ser comprometida, mas as negociações ficarão mais duras para o presidente Bolsonaro.

Ribamar Rambourg é Coordenador de Análise Política da Genial Investimentos
🎙Super Terça-Feira com conclusão da Reforma da Previdência - 22/10/2019 ☝🏼
🔹Libra recua enquanto o premiê Boris Johnson se prepara para levar Brexit a voto novamente.

🔹 Após a aprovação da previdência, governo deverá priorizar a reforma administrativa e a chamada PEC emergencial.

🔹A Cielo está montando uma rede de lojas físicas pelo país, que deve atender principalmente clientes do segmento de varejo.

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https://youtu.be/rq-xRZizWRs 22:09
*PREVIDÊNCIA E PÓS-PREVIDÊNCIA*

A CCJ do Senado aprovou, simbolicamente nesta manhã, o parecer do relator Tasso Jereissati (PSDB) pela rejeição da maior parte das emendas apresentadas pelos partidos. Forma acolhidas somente 3 emendas de redação, que não possuem impacto fiscal. A oposição tentará desidratar o texto em plenário, mas é pouco provável que obtenha sucesso. A discussão do segundo turno da reforma da previdência no Senado começa a partir das 15h e a expectativa é que a conclusão aconteça até o final da noite desta terça.

O líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB), confirmou que na próxima terça-feira o governo deverá encaminhar ao Senado (por meio da liderança do governo) três medidas do novo pacote econômico: a) regulamentação da regra de ouro; b) desvinculação dos fundos não-constitucionais: c) criação do Conselho Fiscal da República e introdução de gatilhos fiscais para entes federativos, como requisito para destinação de mais recursos para estados e municípios. De acordo com o líder, serão três PECs que tramitarão de modo concomitante. O objetivo é votar as três propostas no Senado até o final do ano - uma meta ambiciosa, sobretudo em relação à proposta que envolve estados e municípios.

Enquanto isso, a CCJ da Câmara deverá votar a proposta da regra de ouro de autoria do deputado Pedro Paulo. Assim, quando o Senado aprovar a PEC com o mesmo teor, elas poderão ser apensadas e votadas a partir da Comissão Especial.

Em meados de novembro, será encaminhada à Câmara a reforma administrativa, que será debatida ao longo dos próximos meses. Além disso, os deputados deverão apreciar até o final ano o projeto de securitização das dívidas dos entes federativos, a PEC da postergação dos precatórios e - se possível - o plano Mansueto. São pautas do novo pacto federativo.
🔹Cielo aposta em estratégia de lojas físicas.

🔹CCJ do Senado aprova PEC da Previdência e segundo turno da proposta deve ser votado nesta terça.

🔹A Pré-Sal Petróleo quer a Petrobras para comercializar o petróleo da União.

🔹Arrecadação federal desacelera, mas é o maior para o mês em cinco anos.

🔹Lucro da P&G cresce 12%.

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*SENADO APROVA TEXTO PRINCIPAL DA PREVIDÊNCIA EM SEGUNDO TURNO; DESTAQUES DEVERÃO SER REJEITADOS NA SEQUÊNCIA*

O plenário do Senado aprovou com 60 votos favoráveis e 19 votos contrários o texto principal da reforma da previdência em segundo turno. O quórum mais elevado garantiu a ampliação da margem de votos em relação ao primeiro turno (56 x 19). Na sequência, serão votados os 4 destaques apresentados por partidos de oposição. Segundo a liderança do governo e a equipe econômica, há margem de votos segura para evitar quaisquer alterações no texto, garantindo uma potência fiscal da ordem de R$ 800 bilhões. A conclusão deverá ocorrer até o final da noite desta terça-feira.
*Comentário Político - 23/10*

*SENADO APROVA TEXTO-BASE DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA EM 2º TURNO, MAS DESTAQUES FICAM PARA ESSA QUARTA*


Na noite desta terça-feira, o plenário do Senado aprovou, com 60 votos favoráveis e 19 contrários, o texto principal da reforma da previdência em 2º turno. O quórum praticamente completo na Casa garantiu a ampliação da margem de votos em relação ao 1º turno, quando o placar foi de 56 a 19 pela aprovação. Na sequência, foram rejeitados – por ampla margem – os destaques do PDT (pela manutenção das atuais regras de transição para servidores) e do PROS (pela manutenção do tempo fictício das aposentadorias insalubres).

Contudo, o destaque do PT causou polêmica e levou à interrupção da votação. O discurso do senador Paulo Paim (PT) causou comoção entre os senadores e houve dúvidas sobre as atuais e as novas regras para trabalhadores expostos à periculosidade. Possivelmente, o governo teria sido derrotado se a votação tivesse sido realizada nesta terça à noite. Após apelo do líder Fernando Bezerra Coelho (MDB), Davi Alcolumbre optou por encerrar a sessão e retomar os trabalhos nesta quarta-feira pela manhã.

O governo tentará negociar até a última hora, mas há chances reais de derrota em razão da sensibilidade do tema. Segundo a liderança do governo, mesmo se aprovado o destaque, não há risco de a reforma precisar ser encaminhada novamente à Câmara dos Deputados, mas haverá nova desidratação, estimada em R$ 23 bilhões. Durante a discussão do destaque, os senadores de esquerda contaram novamente com o apoio do líder do MDB, Eduardo Braga, e ainda de senadores de centro, como Rose de Freitas (PODEMOS).

A sessão nesta quarta começará a partir das 9h e o governo precisará de 49 votos para manter o texto do relator. Também será votado o destaque da REDE, pela supressão da idade mínima de aposentadoria de trabalhos expostos a agentes nocivos. Nesse caso, as chances de aprovação são bem menores, até por conta do impacto fiscal superior a R$ 70 bilhões.

De toda forma, o resultado final deverá ser positivo. A reforma aprovada garantirá potência fiscal da ordem de R$ 800 bilhões. Contudo, ao contrário da Câmara, o Senado se mostrou uma Casa mais refratária à agenda econômica do governo, como pôde ser visto em relação ao abono salarial e às pensões por morte, por exemplo. Nesta terça, isso ficou evidente novamente, o que só faz realçar o papel essencial exercido por Rodrigo Maia durante a tramitação da reforma na Câmara dos Deputados.

*NOVAS MEDIDAS ECONÔMICAS*

Após reunião com o ministro Paulo Guedes, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) reiterou que, na próxima terça-feira, serão protocoladas no Senado – por meio da liderança do governo – três PECs da nova agenda econômica. São elas:

• regulamentação da regra de ouro;
• desvinculação dos fundos não-constitucionais;
• criação do Conselho Fiscal da República e introdução de gatilhos fiscais para entes federativos como requisito para destinação de mais recursos para estados e municípios.

Segundo o líder do governo, o objetivo será aprovar as três propostas até o final do ano no Senado. A prioridade deverá ser a PEC da regra de ouro. A votação é possível: o tema é polêmico e o prazo é curto, mas também há incentivos, já que haverá mais recursos para emendas parlamentares e investimentos em caso de aprovação. O governo precisará, porém, melhorar sua interlocução com os senadores.

Além disso, em meados de novembro, será encaminhada à Câmara a reforma administrativa, a ser debatida ao longo dos próximos meses. Até ao final de 2019, os deputados deverão apreciar ao menos duas propostas do novo pacto federativo, a saber: o PL da securitização das dívidas dos entes federativos e a PEC da postergação dos precatórios – ambos já aprovados no Senado.

*EDUARDO DESISTE DE EMBAIXADA*

O deputado Eduardo Bolsonaro conseguiu se manter, ao menos até o momento, na liderança do partido na Câmara.
Nesta terça, ele comunicou oficialmente a desistência de sua tentativa de se tornar embaixador do Brasil nos EUA. Seu nome sempre enfrentou resistência entre os senadores mas, nos últimos dias, o cenário se tornou especialmente complicado, com riscos elevados de derrota. Com a decisão, o governo evitará conflitos com o Senado, abrindo espaço para a continuidade da discussão da agenda econômica na Casa. Já a disputa entre as duas alas do PSL continua e parece longe do fim.

Ribamar Rambourg é Coordenador de Análise Política da Genial Investimentos
🎙Adiamento da votação dos destaques ameaça Previdência que poderia voltar ao Congresso - 23/10/2019 ☝🏼
🔹S&P futuro e bolsas europeias oscilam sem tendência clara em meio a resultados corporativos mistos.

🔹 O PT quer judicializar a votação da Previdência, questionando no STF o rito adotado pelo presidente da casa.

🔹Maiores volumes de vendas de minério de ferro devem garantir um bom resultado para a Vale no terceiro trimestre.

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